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O Exército lançou três editais de concursos públicos para o total de 1.410 vagas. Os candidatos devem ter nível médio de escolaridade. No site do DOU, é possível ver os editais.

Logística e Aviação
O Exército abriu concurso para admissão aos Cursos de Formação de Sargentos das Áreas Combatente, Logística-Técnica e Aviação, com início em abril de 2016 e término em dezembro de 2017. São 1.260 vagas. Os candidatos devem ser do sexo masculino, ter entre 17 e 24 anos, ter concluído o ensino médio ou estar cursando o 3º ano do ensino médio e no mínimo 1,60m de altura. As inscrições devem ser feitas de 11 de maio a 6 de julho pelo site http://www.esa.ensino.eb.br/. As vagas são para as modalidades de infantaria, cavalaria, artilharia, engenharia, comunicações, material bélico manutenção de viatura auto, material bélico manutenção de armamento, material bélico mecânico operador, manutenção de comunicações, topografia, intendência e aviação - manutenção. O processo seletivo é composto de exame intelectual, valoração de títulos, inspeção de saúde e exame de aptidão física. O exame intelectual será em 18 de outubro. Os cursos serão realizados em dois períodos, sendo o básico composto por 34 semanas, e o de qualificação por 43 semanas.

Músicos
O Exército abriu concurso público para admissão aos Cursos de Formação de Sargentos Músicos com início em abril de 2016 e término em dezembro de 2017. O concurso destina-se a preencher 80 vagas: 17 para clarineta, 2 para fagote em dó/contra-fagote em dó, 2 para flauta em dó/flautim em dó, 2 para oboé em dó/corne-inglês, 5 para saxhorne, 12 para saxofone, 3 para tímpanos/bombo/pratos/tarol/caixa surda, 7 para tuba, 12 para trombone tenor/trombone baixo, 4 para trompa, 14 para trompete/cornetim/flueghorne. Os candidatos devem ser do sexo masculino ou feminino, ter entre 17 e 26 anos, ter concluído o ensino médio ou estar cursando o 3º ano do ensino médio e ter no mínimo 1,60m de altura no caso de homens e 1,55m no caso de mulheres. As inscrições devem ser feitas de 11 de maio a 6 de julho pelo site http://www.esa.ensino.eb.br/index.asp. O processo seletivo é composto de exame intelectual, valoração de títulos, inspeção de saúde, exame de aptidão física e exame de habilitação musical. O exame intelectual será em 18 de outubro. Os cursos serão realizados em dois períodos, sendo o básico composto por 34 semanas, e o de qualificação por 43 semanas.

Saúde
O Exército abriu concurso para admissão aos Cursos de Formação de Sargentos de Saúde com início em abril de 2016 e término em dezembro de 2017. São 70 vagas. Os candidatos devem ser do sexo masculino ou feminino, ter entre 17 e 26 anos, ter concluído o ensino médio ou estar cursando o 3º ano do ensino médio, ter concluído o curso técnico em enfermagem até a data de sua apresentação na organização militar de corpo de tropa, apresentar registro no Coren e ter no mínimo 1,60m de altura no caso de homens e 1,55m no caso de mulheres. As inscrições devem ser feitas de 11 de maio a 6 de julho pelo site http://www.esa.ensino.eb.br/. O processo seletivo é composto de exame intelectual, valoração de títulos, inspeção de saúde e exame de aptidão física. O exame intelectual será em 18 de outubro. Os cursos serão realizados em dois períodos, sendo o básico composto por 34 semanas, e o de qualificação por 43 semanas.

 

* Confira os editais aqui.

 

 

Fonte: G1









A presidente Dilma Rousseff editou e foi publicado, no Diário Oficial da União (DOU) de 4 maio, Decreto 8.443, de 30 de abril de 2015, que institui o "Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social".

O objetivo do fórum de debates é aperfeiçoar a sustentabilidade das políticas de emprego, trabalho e renda e de Previdência Social e subsidiar a elaboração de proposições pertinentes para cada setor.

O fórum terá a participação das centrais sindicais e das confederações patronais, terá como finalidade a promoção de debate entre os representantes dos trabalhadores, dos aposentados e pensionistas, dos empregadores e do Poder Executivo federal.

O órgão consultivo e de debate terá ainda a participação da Secretaria-Geral da Presidência da República, que o coordenará os trabalhos do novo órgão, da Casa Civil da Presidência da República; e dos ministérios do Trabalho e Emprego; da Previdência Social; do Planejamento, Orçamento e Gestão; e da Fazenda.

Para representar os aposentados e pensionistas irão compor o Fórum, os sindicatos nacionais dos trabalhadores Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sintapi-CUT); dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindinapi-Força Sindical); dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindiapi-UGT); e a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).

Os trabalhadores rurais serão representados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Poderão ser chamados também para participar dos debates no Fórum representantes do Poder Legislativo federal. O prazo de funcionamento do novo órgão federal, previsto no decreto, foi fixado em seis meses, podendo ser prorrogado de acordo com a necessidade.

 

* Leia a íntegra do decreto presidencial

 

 

Fonte: Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)

 

 

 

 

 

 

 

As centrais sindicais se reúnem nesta terça-feira  (13/1), às 10 horas, em São Paulo, na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT).  Na pauta, a manutenção das vagas dos metalúrgicos no ABC paulista e a conjuntura política e econômica atual. Na manhã desta segunda (12), cerca de 20 mil protestaram na rodovia Anchieta, em São Bernardo, contra as 800 demissões na Volkswagen e outras 244 na Mercedes.


Foto: Adonis Guerra/Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
ato metalurgicos contra demissoes em SBC divulga
Cerca de 20 mil se reúnem em ato na manhã de segunda (12), em São Bernardo


Desde às 7h, os trabalhadores da Mercedes e Ford ocuparam a pista sentido Litoral, do quilômetro 16 ao 21. Já os da Volkswagen saíram do quilômetro 23 e seguiram no sentido Capital. "A Volks tem condições de retomar as negociações com o Sindicato. "Nossa luta é para reverter as demissões", exclamou Rafael Marques, presidente do Sindicato presente no protesto.

Ao final, eles se reuniram no Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cenforpe) para um ato em defesa do emprego, que também contou com a presença de metalúrgicos de outras empresas como Scania e Karmann Guia, além de familiares.

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, filiado à CUT, as reivindicações dos trabalhadores da Volkswagen, Mercedes-Benz e Ford serão enviadas ao governo estadual e federal.

A demissão dos funcionários da Volks ocorreu por telegrama, às vésperas do Ano Novo. Em solidariedade, a  CUT divulgou moção de apoio. “A CUT apóia e se soma à luta dos 13 mil trabalhadores da Volks em greve contra as demissões e pela garantia de emprego”, diz um trecho do documento.

Para a CUT, os patrões desrespeitaram a dignidade dos trabalhadores e quebraram o acordo coletivo que garante estabilidade até 2016. Para as centrais, as montadoras tiveram incentivos fiscais do governo e agora precisam ser cobradas a dar contrapartida social. Uma estimativa dos sindicatos é que a cada vaga excluída equivale a 18 postos de trabalho na cadeia produtiva.

 Na sexta (9), os 244 metalúrgicos demitidos na Mercedes-Benz, em São Bernardo, realizaram, juntamente com seus familiares, um protesto na porta da montadora em ato contra as demissões. Metalúrgicos de outros setores interromperam as atividades em solidariedade. A ação repercutiu e a direção da montadora retomou o diálogo, que havia sido interrompido desde o anúncio das demissões.

A Anfavea (sindicato patronal das montadoras) declarou à grande imprensa que as demissões são pontuais e não contaminarão o setor.



Imprensa SEESP
Com agências





A crise financeira iniciada em 2008 expulsou do mercado de trabalho 62 milhões de pessoas no mundo e, hoje, 202 milhões de pessoas estão desempregadas, o equivalente a um Brasil inteiro. Enquanto isso, uma elite composta por apenas 85 indivíduos controla o equivalente à renda de 3,5 bilhões de pessoas no mundo. A reportagem é de Jamil Chade e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, em 21/01/2014.

Dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela entidade Oxfam, na última semana, revelam o impacto social da crise de 2008. Meia década depois do colapso dos mercados, os ricos estão mais ricos e a luta contra a pobreza sofreu forte abalo. Hoje, 1% da população mundial tem metade da riqueza global.

Os levantamentos foram publicados na véspera do Fórum Econômico Mundial, que começa amanhã em Davos. Pela primeira vez nos mais de 40 anos da entidade, os organizadores reconhecem a desigualdade como o maior risco para o planeta.

Para a OIT e a Oxfam, a crise mundial gerou uma concentração de renda inédita no mundo rico nos últimos 70 anos e fez o número de desempregados bater recorde. O que mais preocupa as entidades é que a recuperação da economia não está sendo seguida por uma geração de postos de trabalho e a previsão é de que, em 2018, 215 milhões de pessoas não terão emprego. "A crise é muito séria e o número de desempregados continua a subir", disse Guy Ryder, diretor-geral da OIT. "Precisamos repensar todas as políticas. A crise não vai acabar até que as pessoas voltem a trabalhar."

Em 2013, mais 5 milhões perderam o emprego, principalmente na Ásia. Desde 2008, um volume extra de 32 milhões de pessoas busca trabalho, sem sucesso. Mas outras 30 milhões de pessoas simplesmente abandonaram o mercado de trabalho e desistiram de procurar empregos. Só em 2013, foram 23 milhões. "Essas são taxas inaceitáveis", disse Ryder. Hoje, a taxa de desemprego global é de 6%. Por enquanto, não há sinal de queda do desemprego na Europa, enquanto outras regiões começaram a registrar aumento.

Jovens
Outra preocupação da OIT é com o fato de que 13,1% dos jovens do mundo continuam sem emprego - 74,5 milhões de pessoas. Apenas em 2013, 1 milhão de jovens perderam seus trabalhos. Mesmo entre os empregados, a situação nem sempre é adequada. Segundo a OIT, 375 milhões de pessoas ganham menos de US$ 1,25 por dia. Outros 839 milhões ganham menos de US$ 2.








A LINHA 3
-Vermelha do Metrô de São Paulo, que liga as zonas leste e oeste da capital e é conhecida pela superlotação dos trens, foi objeto de uma pesquisa de mestrado no Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, em São Carlos, que deu enfoque ao bairro de Itaquera, na zona leste. A baixa oferta de empregos na região é determinante para a situação da via. Segundo o jornalista Wellington Ramalhoso, autor da pesquisa, são necessárias alternativas de transporte sobre trilhos paralelas para suprir a demanda da Linha Vermelha. O estudo abordou a história do planejamento e da construção da via na zona leste, bem como a relação da linha com a implantação de Conjuntos Habitacionais da COHAB-SP em Itaquera e regiões próximas.

A sobrecarga da via “está acima do humanamente tolerável”, classifica Ramalhoso. Segundo dados da Companhia do Metropolitano de São Paulo, ela transportou mais de 1,1 milhão de passageiros por dia útil em 2012, mais que todas as outras linhas. Ele explica que isto se deve à baixa oferta de empregos na periferia, já que diariamente os moradores usam o metrô para ir ao trabalho, passando pelo centro. Desde 1969, havia o interesse de que Itaquera se tornasse um centro regional, integrando moradia, transporte e emprego, como previa o Plano Urbanístico Básico (PUB), encomendado pela prefeitura para se tornar o primeiro plano diretor da história da cidade. Ao longo dos anos, porém, a geração de trabalho no bairro foi deixada de lado devido, principalmente, às descontinuidades políticas e do planejamento urbano deste período até os dias atuais.
 

Foto: Arquivo Imprensa/SEESP
transporte

Transporte sobrecarregado em razão do crescimento desordenado das cidades,
com o emprego 
longe do local de moradia das pessoas


“Maior conciliação entre os governos federal, estadual e municipal resultaria em investimentos para construção de linhas que auxiliassem no transporte da região”, sugere Ramalhoso. Ele explica que, no início de seu estudo, acreditava que o principal problema da Linha Vermelha fosse o traçado dos trilhos que atravessam a cidade, mas percebeu que a real necessidade é a de novas linhas, que ajudariam a aliviar a superlotação nos horários de pico. Segundo o jornalista, o projeto original do Metrô, de 1968, previa que até 1980 fossem construídos 66 quilômetros (km) de metrô, marca que São Paulo só alcançou recentemente. Já o PUB, em 1969, propunha uma rede metroviária com 450 km e abrangência metropolitana.

A construção de estações do metrô não contribuiu para a elitização de Itaquera, segundo Ramalhoso. O jornalista conta que este processo pode acontecer no bairro devido às obras do estádio do Corinthians, que sediará jogos na Copa do Mundo de 2014. Quando ele iniciou a pesquisa, este projeto ainda não existia, mas conversando com moradores do local, ele percebeu que “o estádio talvez venha a gerar uma expulsão de pessoas de menor renda e uma elitização da região”.

Conjuntos habitacionais
Desde meados do século 20, houve uma onda de migração para as periferias de São Paulo. Respostas a este crescimento acelerado foram dadas pelo Banco Nacional de Habitação (BNH), que, entre outras medidas, construiu COHABs em áreas afastadas do Centro. Porém, a falta de infraestrutura, inclusive de transportes, nestes locais levou a um insucesso dos primeiros conjuntos e a uma posterior estagnação dos projetos, no início dos anos 1970.
 

Foto: Marcelo Min/Agência USP de Notícias
ConjuntoshabitacionaisOs conjuntos habitacionais foram a solução encontrada para o problema de habitação da capital 

 
Levando em conta planos como o PUB e o Plano Metropolitano de Desenvolvimento Integrado (PMDI), contratado pelo governo estadual e concluído em 1970, a COHAB-SP decidiu ampliar o investimento em Itaquera logo que o Ministério dos Transportes traçou a rota do que seria a Linha Vermelha do Metrô, em 1974. Esta foi a primeira e única linha cujo traçado foi definido no âmbito do governo federal. Ramalhoso conta que, destes projetos da Cohab na Zona Leste, “Itaquera é um exemplo único e positivo de articulação entre transporte e habitação”. Logo em 1978, os primeiros conjuntos no bairro eram entregues, mas estes habitantes tiveram que esperar até que em 1988 a estação Itaquera fosse inaugurada.

Sob orientação de Renato Luiz Sobral Anelli, o jornalista consultou arquivos do Metrô, documentos históricos sobre este tema da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado de São Paulo, além de ir a Brasília examinar os registros do BNH. Ele apresentou sua dissertação de mestrado, intitulada Destino Itaquera: o metrô rumo aos conjuntos habitacionais da COHAB-SP, em fevereiro deste ano.

 

Fonte: Agência USP de Notícias




Para quem mira uma oportunidade de trainee ou estágio, confira as oportunidades profissionais disponíveis nos programas com inscrições abertas em ordem crescente de término do prazo.

Sabesp – estágio

São 1030 oportunidades de estágio que contemplam 48 modalidades de cursos. As oportunidades são para estudantes de nível superior, médio e médio/técnico. Os estagiários serão selecionados por meio de concurso e a prova acontece no dia 5 de maio nas cidades de São Paulo, Botucatu, Caraguatatuba, Franca, Itapetininga, Itatiba, Lins, Presidente Prudente, Registro, Santos e São José dos Campos.

Salário: bolsa-auxílio de 936,86 reais para quem é do ensino superior

Inscrições: até 3 de abril pelo site Concursos FCC

Cielo - estágio

São 25 oportunidades para universitários com formação prevista para o período entre dezembro de 2014 e junho de 2015 nas áreas de Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Tecnologia em Informática, Sistemas de Informação, Processamento de Dados, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia de Produção, Administração, Economia, Ciência Contábeis, Matemática, Psicologia e Marketing.

Inscrições: até 5 de abril pelo site da Cielo Jovens Talentos

Bolsa salário: R$ 1.300

 

Leroy Merlin- trainee

Para se candidatar ao Programa Jovens Profissionais 2013, é preciso ter concluído curso superior em qualquer área entre dezembro de 2008 e dezembro de 2012. As oportunidades são para trabalhar na área comercial na Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Grande Porto Alegre, e para trabalhar na área de gestão (administrativo-financeira) em São Paulo (capital) e Brasília. A duração do programa é de 18 meses.

Salário: não informado

Inscrições: até 8 de abril pelo site da Across

* Veja aqui as demais vagas
Veja também o serviço Engenheiroonline - Relacionamento profissional do SEESP

 

Imprensa – SEESP
Fonte: Revista Exame




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