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Acontece no próximo dia 12 (sexta-feira), às 11h, no prédio da Engenharia Civil da Escola Politécnica (Poli) da USP (Universidade de São Paulo) uma palestra, seguida de roda de discussão, sobre “A representação da mulher na mídia e nas construções simbólicas: de objeto a sujeito e de sujeito a objeto”.

O palestrante será Ricardo Alexino Ferreira, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP). O endereço é Av. Prof. Luciano Gualberto, Trav. 3,  380, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Imprensa – SEESP
Com informação da Agência USP de Notícias




frankdentroO relator especial para promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e expressão da ONU (Organização das Nações Unidas), Frank la Rue, cumpre compromisso nesta quinta-feira (13/12), em São Paulo, a convite do FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) para participar de atividades da campanha “Para Expressar a Liberdade”, que reivindica um novo marco regulatório para as comunicações no país.

Agora, na Capital paulista, ele está reunido no auditório SEESP com representantes da sociedade civil para que sejam apresentados informes sobre violações à liberdade de expressão no Brasil. Às 12h30, concederá uma coletiva de imprensa no mesmo local. Às 19h30, participa do debate “Liberdade de expressão e concentração dos meios de comunicação”, na Câmara Municipal, ao lado de parlamentares, pesquisadores e militantes da luta pela democratização da comunicação no país.

La Rue tem se manifestado em defesa de medidas de combate à concentração dos meios de comunicação e em apoio à liberdade e garantia de direitos na Internet. Recentemente, se posicionou a favor da Ley de Medios da Argentina, por entender que instrumentos de regulação democrática são necessários para garantir o pluralismo e a diversidade na comunicação.

Em Brasília, ele participou da mesa redonda “Liberdade de Expressão, Mídia, Política e Direitos Humanos”, no dia 11 último, com docentes da UnB (Universidade de Brasília) e representante do FNDC.

A visita de Frank la Rue a Brasília e a São Paulo se dá por iniciativa do Fórum e da campanha “Para expressar a liberdade”, com apoio da Altercom - Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação, Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Conselho Federal de Psicologia, Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social e da Frente Paulista pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão – Frentex.

 

Imprensa – SEESP
Foto: Luís Costa
Informação da FNDC



RovaiCamaradentro“Veículos alternativos de comunicação devem receber financiamento público”, defende o presidente da Altercom (Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação), Renato Rovai. Para isso, ele propõe alternativas, como a criação de “critérios objetivos” para a distribuição das verbas oficiais de publicidade por meio de lei.

O presidente da Altercom, que participou de audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, nesta quarta-feira (12/12), na Câmara Federal, ressalta que já existem experiências bem sucedidas no País, como a compra de alimentos para as escolas públicas, com uma cota de 30% para a agricultura familiar. “Por que esse critério não pode ser utilizado para pequenas empresas de comunicação na hora de o governo comprar publicidade?”, questiona.

Democracia
Também defensor de financiamento público para os veículos alternativos de mídia, o coordenador-executivo do Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação Social), João Brant, acredita que somente desta forma será possível combater a concentração no mercado de comunicação e fortalecer a democracia no Brasil.

O especialista argumentou que “outras políticas de fomento, como o fundo de financiamento do audiovisual, mostram o reconhecimento de que a diversidade cultural justifica investimento de volume significativo de recursos públicos”. E, para ele, uma parte dessas verbas deveria financiar o jornalismo alternativo.

Fundo especial
Rovai também reivindicou a criação de um fundo especial pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) para financiar pequenas empresas de comunicação. Segundo o presidente da Altercom, “as mídias alternativas não têm fontes de financiamento nem verbas publicitárias para seus projetos, mesmo tendo leitores”.

Como exemplo, ele afirmou que, entre os 46% de brasileiros que costumam ler jornais, apenas 11,5% leem os jornais tradicionais. “O restante recorre a jornais de bairro, sites, blogs de internet”, sustentou. Apesar disso, conforme afirma, 70% das verbas federais de publicidade continuam sendo destinadas a apenas 10 veículos de comunicação, 40% apenas para o sistema Globo.

Rovai acrescentou que 100 milhões de brasileiros são usuários de internet, o que equivale a aproximadamente 50% da população do País. No entanto, apenas 6% das verbas publicitárias federais são destinadas a esse meio. “Quais são, então, os critérios técnicos utilizados?”, perguntou.

 

Imprensa – SEESP
Informação e foto da Agência Câmara de Notícias



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