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João Guilherme Vargas Netto*

Procuro escrever textos curtos, sem enrolação, com informações úteis à ação sindical. Às vezes faço sugestões e até prescrições violando a regra que conselho não se dá de graça.

Nas batalhas de resistência a serem travadas pelo movimento sindical, o mais importante – decisivo mesmo – é a capacidade dos dirigentes se aproximarem da massa de trabalhadores esclarecendo-os, organizando-os, mobilizando-os e, em suma, os comandando. Isto é feito fundamentalmente fora da sede do sindicato, nas empresas, nos locais de trabalho e ali onde os trabalhadores se reúnem ou frequentam.

Mas para que os dirigentes, auxiliares e ativistas possam praticar com êxito essa descida às bases é muito importante que na sede dos sindicatos e das demais entidades representativas os serviços essenciais sejam mantidos, reforçados e melhorados.

Ao racionalizar a ação (quando as dificuldades financeiras eventuais assim o determinarem) tudo deve ser feito de modo a preservar os quatro eixos abaixo, que são os seguintes:

1-    Comunicação sindical – sem ela e seus profissionais o sindicato é um grito mudo que ninguém escuta. A comunicação deve ser eficiente, veraz, compreensiva, correta e convincente como uma frase bem articulada em língua inteligível ou uma imagem de impacto;

2-    Serviços jurídicos – a norma sindical vigente no Brasil valoriza a batalha judicial e impõe a cada entidade a necessidade de ótimos serviços advocatícios, confiáveis para a entidade e para os trabalhadores;

3-    O balcão de atendimento sindical às demandas pontuais dos trabalhadores. São todos os serviços prestados pelos sindicatos (homologações, consultas etc) que desempenham o papel de “pronto socorro” e são, na maioria dos casos, a porta de entrada para o sindicato e sua ação coletiva. O sindicalismo norte-americano nos ensinou que a soma ponderada de reclamações dos trabalhadores produz uma reivindicação sindical;

4-    O serviço de suporte à sindicalização. A descida às bases ou a vinda dos trabalhadores ao sindicato devem ser atualmente ocasiões a mais para sindicalizá-los diminuindo a diferença numérica entre categoria e associados, aumentando a taxa de sindicalização e fidelizando cada vez mais os já associados.



* Consultor sindical

 

 

 

 

Baseada na falácia de suposto rombo no setor e com forte apoio da mídia hegemônica, a reforma da Previdência proposta pelo governo Michel Temer e os desafios das mídias alternativas, comunitárias e populares para enfrentarem a pauta serão tema de um seminário promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e pela Agência Sindical. A atividade ocorrerá no dia 24 de março, em São Paulo (SP), e tem inscrições limitadas. 

O seminário será dividido em duas partes. A primeira, com início às 14h, discutirá "Os impactos econômicos e sociais da reforma da Previdência", que terá participação de Eduardo Fagnani, professor de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador da rede Plataforma Política Social; e Rodolfo Viana, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A segunda rodada de discussão abordará "Os desafios da comunicação – como falar aos trabalhadores e à sociedade". Participam da mesa os jornalistas João Franzin, coordenador da Agência Sindical; Ana Flavia Marx, integrante do Barão de Itararé e do coletivo #VivaVéi; e Laura Capriglione, do coletivo Jornalistas Livres.

Enquanto o primeiro debate busca subsidiar uma formação completa sobre a crítica à reforma proposta pelo governo, a segunda mesa propõe ideias, formas e linguagens para se disseminar o debate aos diversos setores da sociedade.

Inscrições
As inscrições são limitadas, com 50 vagas disponíveis. Interessados devem preencher o formulário disponível aqui e pagar a taxa de R$ 50,00, via PagSeguro. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (11) 3159-1585. 

 

Comunicação SEESP
Fonte: Barão de Itararé




Fundada há 25 anos, a Agência Sindical consolida a sua rede de comunicação. Hoje, afora os materiais produzidos para um grande número de entidades de classe, a Agência dispõe de uma rede composta de site, boletim eletrônico, rádio na web, programa de TV na web e programa de TV em emissoras comunitárias, além das redes sociais.

O novo site, em formato responsivo, está no ar desde 10 de janeiro. A empresa Nipotech cuidou das alterações no layout e na estrutura da página. Seu diretor de projetos, Nelson Campos, especializado em marketing, explica: “Site responsivo pode ser visto de modo confortável também em tablets e celulares, o que amplia as possibilidades de acesso”. Para o profissional, um dos atrativos do site da Agência é sua atualização diária. Ele também observa que ficou mais fácil encontrar os conteúdos.

Acessos - Sexta, dia 20, o sistema de controle de acessos registrou que o site da Agência Sindical alcançou 4.329 visualizações e um total de 7.775 páginas visitadas. O pico aconteceu dia 29 de setembro passado, com 6.920 acessos, em razão de matéria que mostrava abusos na área trabalhista por parte de um candidato à Prefeitura de São Paulo.

Jornalismo - O site da Agência segue o padrão jornalístico, com manchetes sobre fatos de maior peso e urgência no sindicalismo ou para o mundo do trabalho. A página também conta com colunistas de expressão, como Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Dieese, e Antônio Augusto de Queiroz (Toninho), diretor do Diap.

A página publica também seções, como “Imagem da Semana”, “Recado do dirigente”, “Vídeo da Semana”, “Editorial” e “Editorial em vídeo”, “Reportagem” e outros.

Pluralidade - Coordenador da Agência Sindical, o jornalista João Franzin afirma: “Nosso site expressa o compromisso da Agência de divulgar a diversidade de fatos, posições e opiniões do amplo e complexo movimento sindical brasileiro”.

Canal YouTube - Canal próprio da Agência contém mais de 600 audiovisuais de produção própria, com entrevistas, reportagens, depoimentos e cobertura de ações sindicais ou ligadas ao mundo do trabalho.

TV Agência Sindical - É o nosso hotsite, por meio do qual exibimos, ao vivo, o programa Repórter Sindical na Web. A página contém todo conteúdo em vídeo produzido pela Agência.

Rádio na Web - No ar 24 horas, só com música brasileira. Tem três programas ao vivo por dia: “Plantão Sindical”, às 11 horas; “Repórter Sindical”, às 14 horas; e “Redação no ar”, às 17 horas, com entradas ao vivo de dirigentes e assessores sindicais.

TV - O Repórter Sindical na Web é exibido todo sábado, das 20h30 às 21h30, na TV Guarulhos, Net, Canal 3. Brasília: o programa deve estrear, na TV Comunitária, na segunda quinzena de fevereiro.

Agência - É empresa privada, fundada por João Franzin, tendo como sócio o jornalista Robson Gil Gazzola. Funciona no Centro de São Paulo, em sede própria.

Contatos - A Agência está situada na Rua Doutor Vila Nova, 327, 6º andar, conjuntos 64 e 65. Telefones (11) 3255-6559; 3231-3453; 3257-9990. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. . Facebook: facebook.com/agencia.sindical

Comunicação SEESP
Notícia reproduzida do boletim eletrônico da Agência Sindical

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