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Fonte: Agência Sindical

Com o fim do recesso parlamentar e a volta dos deputados às atividades no Congresso Nacional, as Centrais Sindicais aproveitam o retorno dos parlamentares a Brasília para realizarem blitzes nos aeroportos de todo o País, intensificando a pressão contra a votação da reforma da Previdência.


Foto: Divulgação
se votar nao volta homeConcentração no aeroporto do Espirito Santo na manhã de segunda-feira (5).

As ações começaram na madrugada da segunda (5/2) e continuaram ontem (6). Com a palavra de ordem “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, centenas de manifestantes se reuniram em diversos aeroportos, a fim de abordar os deputados que estavam embarcando.


Espírito Santo
Os protestos iniciaram o esquenta para o Dia Nacional de Luta, convocado para o próximo dia 19 de fevereiro – data em que está marcado para a PEC 287 entrar na ordem do dia do plenário da Câmara dos Deputados.

Após reunião com dirigentes da CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, UGT, CSB e Intersindical, dia 31, as Centrais orientaram suas bases a entrarem em estado de alerta e desenvolver ações para denunciar a sociedade sobre a perversidade da proposta que reforma da Previdência Social.


Rio Grande do Sul
Ativistas ocuparam na terça (6) os aeroportos Santos Dumont, no Rio de Janeiro; Confins, em Belo Horizonte; Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Salvador; Salgado Filho, em Porto Alegre; Eurico Aguiar Salles, em Vitória e Cunha Marchado, em São Luis.

Rio de Janeiro

“Essa conta não é nossa. As trabalhadoras e os trabalhadores dão a sua cota de sacrifício cotidianamente e querem ver esse País desenvolvido, querem o retorno do emprego que as reformas desse governo estão nos tirando”, afirma o presidente da CTB-RJ, Paulo Sérgio Farias.




Agência Sindical

As centrais sindicais retomaram nesta segunda-feira (15) as articulações para ajustar uma agenda de ações a fim de barrar a reforma da Previdência. O início da votação da Proposta de Emenda Constitucional que desmonta a Seguridade Social está marcado para 19 de fevereiro, na Câmara dos Deputados.

A primeira reunião dos dirigentes deste ano, na sede da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em São Paulo, também decidiu pela continuidade da resistência contra a onda de ataques às conquistas sociais e direitos históricos da classe trabalhadora. Participaram representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, CTB, Nova Central e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

"A reunião afina nossas agendas para orientar as bases frente à ameaça de votação da proposta que acaba com o direito à aposentadoria", afirmou Adilson Araújo, presidente nacional da CTB.

João Carlos Gonçalves (Juruna), secretário-geral da Força Sindical, frisou a falta de transparência na propaganda do governo: "A proposta não tem o objetivo de combater privilégios, como sugere a propaganda oficial. Ela vai retirar direitos, dificultar o acesso e achatar o valor das aposentadorias e pensões dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil".

"A reforma abre caminho para a privatização do sistema previdenciário, o que contempla interesses alheios aos do nosso povo e atende, sobretudo, ao sistema financeiro", completou Alvaro Egea, o secretário-geral da CSB.

 

 

 

 

João Guilherme Vargas Netto*

Para definir hoje no Brasil o papel das centrais sindicais nada melhor que a declaração de objetivos do Conselho Sindical de Londres em 1861:

“Zelar pelos interesses gerais dos trabalhadores, tanto políticos como sociais, dentro e fora do Parlamento; usar sua influência em apoio de qualquer medida que possa beneficiar os sindicatos.”

O Conselho havia sido criado depois de uma onda de incorporações e ampliações de bases geográficas dos sindicatos dispersos seguindo o exemplo da Sociedade dos Engenheiros Unidos.

O apoio desta entidade, fundada em 1850 em base nacional, foi decisivo para a vitória dos trabalhadores da construção civil de Londres em seu enfrentamento contra seis meses de lockout dos empreiteiros em 1859. O sindicato amalgamado (ou seja, unificado) dos engenheiros doou aos trabalhadores três mil libras, uma pequena fortuna na época.

A experiência de centralização deu um novo impulso à organização sindical inglesa (e europeia) e foi decisiva para a criação da Associação Internacional dos Trabalhadores em 1864 e do Congresso Sindical (TUC), central única até hoje dos trabalhadores ingleses, em 1868.

Aprendendo com a história de lutas dos trabalhadores não encontro melhor orientação para o papel das centrais brasileiras hoje que a declaração de 1861 dos trabalhadores londrinos.

No confuso Brasil da atualidade enquanto a base dos trabalhadores tem sido castigada pela recessão duradoura e pelo desemprego, assolada pelas agressões patronais materializadas na lei celerada e assustada pela pretendida deforma previdenciária, cresce nela a desconfiança nas centrais sindicais, apesar de sua unidade de ação formal, que já não basta.

E é exatamente por conta desta disfunção prejudicial também aos sindicatos, federações e confederações, alimentada pelos posicionamentos erráticos das centrais e por reuniões mal preparadas e imprudentes (até em busca de “resíduos” financeiros) que é preciso e urgente que elas recuperem suas atribuições e prerrogativas definidas no artigo 1º, parágrafos I e II da lei de 2008 que as reconheceu.

Chega de quererem comandar sem tropas e orientar com desorientação! Quem acredita que às vésperas do Natal o Brasil vai parar se o Congresso, apesar de sua confusão, “colocar” a voto a deforma da Previdência?

É preciso que as centrais se aproximem da base, zelando pelos interesses e preocupações reais dos trabalhadores nos locais de trabalho e na arena política e fortalecendo os sindicatos.

As centrais unidas tornam-se fortes e protagonistas quando se aproximam dos trabalhadores ressabiados e apoiam os sindicatos e categorias que travam a luta de resistência unitária, não quando dão voz de comando que ninguém escuta ou alardeiam com matérias pagas sua irrelevância; isto não é papel, é papelão. 

 


* Consultor sindical

 

 

 

Da Agência Sindical

Após reunião de sexta-feira última (24/11), na Força Sindical, em São Paulo, as nove centrais sindicais anunciaram paralisação nacional dia 5 de dezembro contra a nova proposta de reforma da Previdência. O protesto ocorrerá à véspera da data em que o governo Temer pretende levar o projeto à votação em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

O governo remodelou sua proposta inicial em um pacote mais enxuto, porém não menos perverso, na expectativa de conseguir reunir os 308 votos necessários para aprovar a medida. Entre os pontos do novo texto, estão exigência de idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), 15 anos de contribuição (setor privado) e 25 anos (setor público) e 40 anos de contribuição para obter aposentadoria integral pelo teto do INSS.

Foto: Reprodução do boletim Repórter Sindical
Dirigentes de centrais, confederações, federações e sindicatos definem paralisação.

Nota assinada por CUT, Força Sindical, CTB, CSB, Nova Central, UGT, Intersindical, CSP-Conlutas e CGTB orienta que, desde já, as entidades realizem “ampla mobilização nas bases com assembleias, atos, debates e outras atividades” como processo de organização da greve contra a reforma que “acaba com o direito à aposentadoria dos trabalhadores brasileiros”.

Transporte
Segundo o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna), a ideia é concentrar o movimento nas Capitais. “Vamos reforçar a mobilização no setor de transportes”, diz. O presidente da Nova Central SP, Luiz Gonçalves, informou à Agência Sindical que amanhã (28) haverá reunião na Federação dos Rodoviários do Estado de São Paulo para articular as paralisações.

“O tempo é curto, mas o tema está bastante difundido. Existe um certo repúdio, por parte da população, a essa reforma da Previdência. O governo foi pra mídia, mentindo mais uma vez, dizendo que a reforma é justa. Vamos reagir, falando a verdade sobre ela”, afirma Chiquinho Pereira, Secretário de Organização e Políticas Sindicais da UGT.

Campanha
Adilson Araújo, presidente da CTB, ressalta que é preciso dar uma resposta contundente contra a emenda cosmética que Temer apresentou. “Sem pudor, o governo ilude, através de uma campanha publicitária sórdida e que mente descaradamente para o nosso povo”, denuncia.

Para o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, o importante “é lembrar que a Previdência mexe com a vida de todos”.


Soraya Misleh
Comunicação SEESP

 

foto dia 10 Ato unificado na Sé: resistência às reformas. Foto: Beatriz Arruda.

 

Como parte do Dia Nacional de Luta e Defesa dos Direitos nesta sexta-feira (10), trabalhadores de várias categorias realizaram ato unificado na Praça da Sé, na Capital. Segundo organizadores, mais de 30 mil participaram do protestos contra as reformas trabalhista - que entrou em vigor no dia 11/11 – e da Previdência. Todas as centrais sindicais se fizeram presentes, além de movimentos populares e sociais.

Miguel Torres, dirigente da Força Sindical, destacou que as paralisações e protestos começaram ainda pela madrugada, a partir das portas das fábricas. Ele afirmou que a resistência à reforma trabalhista - que ameaça direitos duramente conquistados - já tem se dado nas campanhas salariais das categorias. E foi categórico: "Se o governo insistir com a reforma da Previdência, este país vai ter a maior paralisação de sua história."

Esse também foi o tom da fala de Luiz Carlos Prates, o Mancha, membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular): "Se o governo Temer e o Congresso esperavam que a reforma trabalhista seria comemorada pelo povo, aqui está a demonstração que não. Mais do que isso, esse governo está querendo colocar a reforma da Previdência e hoje nós estamos dizendo: 'não vai passar, o Brasil vai parar'. Precisamos imediatamente convocar uma greve geral.”

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), destacou que é preciso atentar para os parlamentares que votaram contra os trabalhadores e não reelege-los no pleito de 2018.

Ao final, os presidentes de todas as centrais chamaram os participantes a votarem: “Se mexerem na Previdência, quem concorda em realizar a maior paralisação que este país já teve?” Os braços unânimes levantados a favor da proposta demonstraram a seriedade da resistência e a disponibilidade de luta.

 

 

*Atualizada em 13/11/2017, às 11h33.

João Guilherme Vargas Neto*

A sociedade brasileira e o próprio movimento dos trabalhadores encontram-se em um estado de passividade resiliente. Resistem às dificuldades e apoiam-se no que ainda resta do colchão social, mas permanecem, en masse, passivos.

Para explicarmos essa situação não basta a geografia social da superfície, mesmo com seus vales e montes. É preciso estudar a geologia profunda das classes sociais e seus comportamentos costumeiros, com camadas e placas tectônicas dominantes e dominadas que se acomodam com lentidão, a menos que irrompa um cataclismo.

Há muitas causas que explicam o estado de ânimo da população, em primeiro lugar a conjuntura econômica que parou de piorar depois de dois anos terríveis.

A conjuntura política também induz à paralisia e os campos antagônicos em que se dividiu a sociedade projetam suas expectativas e preocupações para o ano que vem. “Unamo-nos para 2018!” ou “Em 2018 daremos o troco!” absorve as energias e revela o cansaço na atualidade.

A resistência às medidas regressivas do governo deve, no entanto, quebrar a monotonia. Com três bandeiras – resistência à lei da deforma trabalhista, não à deforma previdenciária e repulsa à portaria escravocrata – o movimento sindical prepara a grande jornada do dia 10 de novembro, uma sexta-feira, véspera da entrada em vigor da lei celerada.

Os dirigentes sindicais metalúrgicos, que com sua iniciativa e unidade desencadearam o processo ao traçarem a estratégia de defesa dos acordos e Convenções vigentes nas campanhas salariais, veem com orgulho a participação das Centrais Sindicais e das Confederações que reforçarão na jornada o caráter classista amplo e intersindical.

Desde o início do movimento, passando pela plenária do dia 29 de setembro, os metalúrgicos de Catalão (GO) mostraram sua força derrotando com greve as tentativas da direção da empresa Mitsubishi de menosprezar o Sindicato nas negociações salariais. Os trabalhadores e o Sindicato foram vitoriosos e seu empenho e exemplo iluminam o caminho traçado que contraria o “movimento parado” da passividade social.


Joao boneco atual


* consultor sindical





Fonte: Agência Sindical


Cresce o repúdio nacional contra a Portaria 1.129/2017, publicada dia 16 pelo governo Temer. Desta vez, quem se posiciona são as Centrais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB em Nota conjunta contra a medida do governo Temer, que facilita a vida dos patrões que praticam trabalho escravo.


Imagem: reprodução Rede Brasil Atual

trabalho escravo reproducao RBA

 

As entidades acusam o governo de "atender interesses espúrios de pequena parcela de maus empresários, principalmente ruralistas e agronegócio". Para as Centrais, o Brasil retrocede aos tempos coloniais.

História

A nota lembra que, "desde a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, em 1995, período em que mais de 50 mil pessoas foram resgatadas de modelos predatórios de exploração de mão de obra existente desde os tempos da Colônia, o Brasil se tornou referência mundial no combate ao trabalho escravo".

Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), disse à Agência Sindical que o governo está enterrando o futuro de gerações. Para o dirigente, a Portaria, associada à terceirização e à reforma trabalhista, estimula a precarização do trabalho, com altos índices de mortalidade. As Centrais exigem a revogação da Portaria e prometem denunciar o governo, junto a órgãos internacionais.

"Testemunhamos ofensiva sem limites contra o nosso povo. A Portaria não só atende aos interesses dos que exploram de forma desumana a classe trabalhadora, como dificulta a fiscalização dos que ainda hoje são condenados a condições de total precarização. Não se trata apenas de desmontar normas que equilibram a relação capital-trabalho. Mais que isso. Trata-se da redução do trabalho a patamares arcaicos, onde imperam a violência e o embrutecimento", afirma Adilson.

OIT também emitiu nota

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também criticou duramente a Portaria por meio de um comunicado público, enviado à Presidência da República. Para a OIT a medida causará "retrocessos lamentáveis" e vai interromper "a trajetória de sucesso do Brasil no combate ao trabalho escravo". A entidade aponta que eventuais consequências da Portaria poderão ser analisadas pelo seu Comitê de Peritos, que avalia a mudança como "enfraquecimento e limitação da efetiva atuação da fiscalização do trabalho, com o consequente aumento da vulnerabilidade de uma parcela da população brasileira já muito fragilizada".

Senado

O ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira foi convocado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado para explicar a Portaria. Audiência pública deve ocorrer em 8 de novembro.



As centrais sindicais divulgaram Nota Conjunta em que conclamam parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria. O texto enfatiza que as Centrais têm acompanhado os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através das reformas trabalhista e da Previdência.

O texto também exalta a ação unitária, que tem resultado em grandes mobilizações em todo o País, como nos dias 8 de março, 15 de março, na greve geral em 28 de abril e no Ocupa Brasília dia 24 de maio. Como resultado do amplo movimento, conseguiu-se frear a tramitação da Reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na reforma trabalhista, com a reprovação na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

Reprodução da nota das centrais a seguir:

Dia 30 de junho - Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos da aposentadoria

As Centrais Sindicais têm acompanhado cotidianamente os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a mais ampla e profunda tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através da tramitação das Reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional.

A ação unitária das Centrais Sindicais tem resultado em uma grande mobilização em todos os cantos do país, como vimos nos dias 8 de março, 15 de março, na Greve Geral de 28 de abril e no Ocupa Brasília em 24 de maio. Como resultado do amplo debate com a sociedade e das mobilizações, conseguimos frear a tramitação da reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na reforma trabalhista, com a reprovação na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado.

Mas ainda não enterramos essas duas reformas, e por esse motivo, continuamos em luta.

Nesse contexto, as Centrais Sindicais reunidas no dia de hoje conclamam todas as entidades de trabalhadores a construir o dia 30 de junho de 2017 e o seguinte calendário de luta:

• 27 de junho: audiência dos Presidentes das Centrais Sindicais no Senado;

• 27 a 29 de junho: atividades nos aeroportos, nas bases dos senadores e no senado federal;

• 30 de junho: Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria.

• No dia da Votação da Reforma Trabalhista no Senado: mobilização em Brasília

Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores

 

Informação da Agência Sindical
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

As centrais sindicais definiram na manhã desta quarta-feira (7), durante reunião na sede do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo, organizar uma série de atividades em todo o País no dia 20 de junho – data indicada para um grande esquenta rumo à greve geral do dia 30.

A orientação às confederações, federações e sindicatos é fazer grandes ações com panfletagens e carro de som com o objetivo de conscientizar os trabalhadores e a população sobre o que está em jogo nas propostas de reformas trabalhista e previdenciária.

 

Foto: Agência Sindical
Centrais 080617
Representantes das centrais em reunião na sede do Dieese.

Também no dia 20 está programada a realização de assembleias nas bases e locais de trabalho e atos em aeroportos e nas bases dos senadores e deputados, para pressionar contra as reformas. Os dirigentes sindicais voltam a se reunir nesta sexta-feira (9), às 10 horas, na sede do Dieese. Na pauta, o detalhamento das ações para o esquenta e a elaboração de um jornal eletrônico, que será veiculado nos sites das entidades.

Agenda
A Agência Sindical inaugura seção do site destinada à agenda de mobilizações das centrais, bem como seminários, debates de campanhas salariais e outras iniciativas ligadas ao mundo do trabalho. Clique aqui e acompanhe as datas.

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

Em reunião na segunda-feira última (5), as centrais sindicais definiram um calendário de luta para o mês de junho, com indicativo de greve geral no dia 30. A reunião, realizada na sede da Nova Central São Paulo, contou com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Intersindical, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

As entidades esperam que a data seja referendada pelas categorias em plenárias e assembleias estaduais por todo o Brasil, previstas para acontecerem entre os dias 6 e 23 de junho. Ficou definido, também, 20 de junho como o Dia Nacional de Mobilização rumo à greve.

Em nota conjunta as centrais afirmam que “irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada". 

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

Entre esta segunda e terça-feira (5 e 6/6), o Projeto de Lei da Câmara da reforma trabalhista (PLC 38/2017) deve ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O movimento sindical concentra esforços junto aos 27 membros da CAE. As entidades tentam evitar o avanço da matéria, que agride os trabalhadores e o sindicalismo.

Marcos Verlaine, jornalista e assessor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), observa que os apoiadores de Temer atuam com habilidade e coordenação. “Romero Jucá e outros senadores da base governista não são meros jogadores de dama. Eles conversam, ouvem nossas razões, ponderam, mas não perdem de vista seus objetivos”, comenta.

Para Verlaine, o momento é de luta, é hora de “conversar, expor nossos argumentos e defender nossas teses, ponto a ponto”. Sobre o ambiente na Comissão Especial que vota pelas reformas, ele alerta: “O capital está fazendo a sua parte, buscando garantir o apoio dos senadores. E nós temos que garantir os apoios já declarados e ganhar eventuais indecisos.”

Ações
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) convocou sua base para fortalecer a mobilização com ações em aeroportos e vigílias, na Capital Federal, a partir desta segunda-feira (5). “Vamos reforçar o contato com os parlamentares e acompanhar a votação", diz o secretário-geral Wagner Gomes. O presidente da entidade destaca: “Somente com luta conseguiremos preservar os direitos trabalhistas das perversas reformas de Temer.”

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) também seguirá com atos regionais para sensibilizar os parlamentares a rejeitarem a matéria, segundo afirma o secretário nacional de Assuntos Jurídicos, Valeir Ertle.

Luiz Carlos Prates, da executiva nacional da Central Sindical e Popular (CPS-Conlutas), afirma que a militância atuou junto às bases dos senadores da CAE durante o final de semana. “Segunda e terça vamos para o corpo a corpo no Senado”, frisa. 

Além dessas gestões, em reunião nesta segunda-feira (5), as centrais definiram como data indicativa para a próxima greve geral o dia 30 de junho – a anterior se deu em 28 de abril. 

 

Foto: reprodução Agência Sindical
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Sindicalistas em reunião com o senador Renan Calheiros (PMDB), no último dia 31/5. 

 

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

Crescem as ações para a vigília nesta quarta-feira (17/5) e para o Ocupa Brasília, na quarta, dia 24, quando haverá uma grande marcha a capital federal. Centrais sindicais e outras entidades mobilizam suas bases. O objetivo é aumentar a pressão no Congresso Nacional e impedir o avanço das reformas neoliberais.

 

ocupe brasilia ctb

 

Das centrais participam Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), Intersindical e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e CSP-Conlutas.

As Centrais têm se reunido semanalmente para planejar a mobilização. Nesta manhã, ocorre encontro no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para o balanço da situação nas diferentes frentes e o ajuste das ações.

Nenhum direito a menos
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), Miguel Torres, ligado à Força Sindical, está otimista com a mobilização: "Nós temos que ir a Brasília. Os políticos precisam entender que essas reformas só prejudicam a classe trabalhadora. O Sindicato de São Paulo decidiu que vai levar três ônibus. A Federação está programando mais 40. Nos próximos dias, teremos o número preciso de todo o Brasil", comenta Miguel.

Em Curitiba, a mobilização também é intensa. "Vamos levar cinco ônibus, que sairão dia 23. Mas teremos outras manifestações conjuntas com as Centrais até o dia 24. Estaremos em vigília por todo o Estado até o dia da Marcha a Brasília", diz Sérgio Butka, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba e da Federação paranaense.

Paulo Cayres, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse que a base cutista está mobilizada contra a retirada de direitos. "Nós pretendemos ocupar Brasília. A expectativa é levar cinco mil metalúrgicos de todo o Brasil. Já temos confirmados, por exemplo, sete ônibus do Rio Grande do Sul, de onde a viagem é mais longa", adianta a dirigente.

Nesta quarta, sindicalistas de todo o País visitarão os gabinetes dos deputados, para buscar apoio contra as reformas da Previdência, a trabalhista e a nova lei da terceirização. Pressão também ocorre nas bases eleitorais dos parlamentares.

A Frente Povo Sem Medo emitiu, no último sábado (13), uma nota oficial em que convoca sua militância para participar do movimento #OcupeBrasília, que instalará um acampamento na capital federal no dia 24 de maio. A decisão foi tomada depois uma reunião do comando da Frente na sede nacional da CTB, em São Paulo.

Para o secretário de Políticas Sociais da CTB, Carlos Rogério Nunes, o momento político exige medidas extraordinárias na luta contra as “contra-reformas do governo Temer”. “A luta não é só para tirar o governo ilegítimo de Temer e convocar eleições diretas, mas também para aprofundar propostas populares que não foram totalmente executadas nos governos Lula e Dilma”, refletiu.

As Centrais devem armar acampamento na Esplanada dos Ministérios, a partir desta semana, no “OcupeBrasília”.

Com informações da Agência Sindical e CTB
(publicado por Deborah Moreira)


A cidade de São Paulo sediou, nesta segunda-feira (24/04), duas reuniões das centrais sindicais, ambas na sede da Força Sindical. A avaliação é de que a mobilização está forte, e crescente, em todo o Estado.

Segundo o dirigente do setor de transporte urbano, Luiz Gonçalves (Luizinho), presidente da Nova Central no Estado de SP, o clima é de otimismo: "A avaliação é que faremos uma grande greve geral dia 28. A mobilização das categorias e o entrosamento de Sindicatos em setores estratégicos indicam que poderemos fazer uma paralisação nacional, de muito peso, histórica mesmo", disse.

Sindicatos de diversas categorias da Baixada Santista preparam a paralisação. Na manhã desta segunda, diversos dirigentes se reuniram nos Bancários de Santos para debater detalhes dos protestos na região. O presidente dos Químicos da região, Herbert Passos, disse à Agência Sindical que a movimentação está intensa. "Estamos fazendo assembleias em portas de fábricas todos os dias. Estamos atuando em conjunto com as categorias, Centrais e Sindicatos", conta. De acordo com o sindicalista, ainda não está definido se haverá uma grande manifestação ou várias. "Uma ideia é pulverizar os atos por todas as cidades aqui da região", explicou.

Passos pondera que será preciso observar dois fatores: "A logística para as pessoas chegarem em um ato grande, porque o transporte público vai parar. E a truculência da PM. Aqui na Baixada, eles agem com muita violência. Nao queremos esse confronto."

Agenda
Os sindicalistas da Baixada estão panfleteando nas principais cidades da região. No sábado (22), houve “arrastão” na orla de Santos. As entidades agendaram assembleia conjunta na quarta (26), às 19h, no Sindipetro-LP, para o ajuste rumo ao movimento de 28 de abril.

Categorias como portuários, bancários, petroleiros, rodoviários e condutores já aprovaram a paralisação. A greve geral na Baixada está ganhando a adesão de setores como o movimento estudantil.

O presidente do Sindicato dos Urbanitários de Santos e Região, Carlos Alberto de Oliveira Cardoso (Platini), destaca que cartazes e panfletos alertam a classe trabalhadora para os retrocessos que serão causados com a aprovação das propostas do governo Temer.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Informações do boletim eletrônico da Agência Sindical

 

 

 

 

 

 

As nove centrais sindicais que estão à frente da Greve Geral, organizada para o próximo dia 28, se reúnem na sede da Força Sindical, em São Paulo, nesta segunda-feira (24/4), a fim de avaliar o quadro das mobilizações e definir ações práticas da paralisação geral marcada para sexta (28/4). O objetivo é afinar a organização e traçar estratégias de mobilização.

O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, outras ações ocorrerão até lá. "As direções sindicais, com base no relato das mobilizações pelo País, vão definir o que será feito nos dias que precedem a paralisação e também no próprio dia 28", afirma.

A paralisação promete ser nacional e forte, com adesão de amplos setores, de peso na economia e nos serviços. Segundo o coordenador da Intersindical, Édson Carneiro, o Índio, “muitas categorias fizeram plenárias, aprovaram greve e estão mobilizando as bases”. O sindicalista também vê crescer simpatia ao movimento. “A greve ganha força na medida em que as pessoas vão tomando consciência real das maldades que Temer tenta impor com suas reformas”, comenta.

Organização
Sindicalista do setor de vestuário, Alvaro Egea, que é secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), entende que a reta final da greve é a hora certa de fazer os ajustes. Ele comenta: “O Brasil é grande e variado. Cada setor tem uma experiência própria. Vamos tomar pé da mobilização nas categorias pelo País e verificar de que modo podemos fazer uma paralisação nacional, com forte participação da classe trabalhadora e também apoio social”.

Dieese
Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos  (Diesse), falará aos dirigentes sobre os impactos das reformas, especialmente o que aponta o relatório da reforma trabalhista, aprovado em caráter de urgência. “Temos que pensar o dia 28 e também o pós 28”, orienta.


Fonte: Agência Sindical
(publicado por Deborah Moreira)


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