GRCS

Mostrando itens por marcador: Metrus

O SEESP protocolou, no dia 7 de janeiro último, junto à Gerência de Recursos Humanos do Metrô de São Paulo proposta visando o reequilíbrio econômico do plano de saúde dos aposentados da empresa.

A proposição foi elaborada a partir de dados apresentados pelo Metrus em reunião da comissão que trata do tema, em outubro do ano passado. Também foram levados em conta as sugestões da categoria e o trabalho dos membros do sindicato na comissão.

O objetivo do SEESP é garantir a continuidade dos aposentados no plano de saúde, afastando a possibilidade de inadimplência na hipótese de migração para outro plano do mercado. Seguem os principais itens da proposição do sindicato: pagamento pelos aposentados de um “custo médio mensal” de R$ 450,00 a R$ 500,00 de forma que os mesmos paguem, individualmente, pelo seu plano de saúde; e eliminação da contribuição de 2% do salário, pago mensalmente pelos ativos, uma vez que os custos estarão sendo cobertos pelos próprios participantes aposentados.

A comissão deverá reunir-se na segunda quinzena ainda desse mês.

 

 

Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi realizada, em 15 de setembro último, a primeira reunião do grupo de trabalho (GT) do Metrô, decorrente de acordo no Núcleo de Conciliação de Coletivos no Tribunal Regional de Trabalho da 2ª Região de São Paulo (TRT/SP), para tratar do plano de saúde dos aposentados da companhia no prazo de 90 dias. Nesse período acontecerão reuniões quinzenais para o GT propor soluções para a manutenção do acesso dos aposentados da companhia aos serviços dos planos de saúde geridos pelo Instituto. Fazem parte do grupo representantes da empresa, do Metrus, do SEESP e do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. 

Os aposentados do Metrô estão cobertos pelos planos MSB (básico), que o Metrus subsidia de 40% a 60%, ou MSE (especial), até 38%. Os recursos utilizados advêm de fundo criado a partir de contribuições mensais de 2% do salário dos profissionais da ativa. Entretanto, o natural envelhecimento do grupo de aposentados, que implica mensalidades maiores e o encarecimento dos custos dos planos de saúde a taxas superiores a inflação, geraram uma situação de desequilíbrio que precisa ser solucionada (atualmente o Metrus tem gasto de 30% a 40% a mais do que arrecada para manter o subsídio).

No próximo encontro o Metrus deverá apresentar a situação real do Fundo de Subsídio dos Aposentados (FSA), desde o início de sua operação até a conjuntura atual, e uma simulação para os próximos anos.


 

Imprensa SEESP








Em audiência no Núcleo de Conciliação de Coletivos (NCC), do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT/SP), no dia 24 de fevereiro último, entre o SEESP e a direção do Metrô, foram discutidos vários assuntos de interesse da categoria, entre eles, periculosidade, plano de cargos e salários e Metrus.


Foto: SEESP
Metro FEV2015.jpg editada 
Sindicato e Metrô discutem direitos dos engenheiros em audiência no TRT, no dia 24 de fevereiro 


Na questão do adicional, o sindicato constatou que o estudo apresentado pela companhia está incompleto e isso impossibilita um parecer justo e conclusivo. Por isso, o núcleo entendeu por bem designar a criação de uma comissão técnica para discutir divergências e eventuais inconsistências técnicas, com a indicação de cinco membros de cada lado. A primeira reunião da comissão está agendada para o próximo dia 10 de março, e o prazo para conclusão dos trabalhos é de 30 dias.  Nova audiência será em 16 de abril.

Sobre o plano de cargos e salários, a empresa concordou com a proposta do tribunal em fixar prazo de 90 dias para a contratação (por licitação) de empresa especializada em analisar globalmente o plano. Foi estipulado, ainda, prazo máximo de seis meses para a empresa contratada concluir o trabalho. Depois de concluído, a avaliação do plano deverá ser submetida a análise do SEESP, que terá 30 dias para se manifestar.

Já com relação ao Metrus não houve acordo sobre o plano de saúde dos engenheiros aposentados. A companhia se manteve intransigente em não apresentar proposta. No entanto, os engenheiros entendem que há espaço para melhorias, uma vez que parte dos 2% está sendo utilizada para custeio do plano dos ativos. O núcleo considerou esgotadas todas as possibilidades de negociação no TRT, deixando-a para as próximas rodadas entre empresa e sindicato.

A próxima reunião no NCC está marcada para o dia 16 de abril, às 11h, na sede do TRT, na Capital paulista.



Imprensa SEESP








O prazo de 60 dias para o Metrô apresentar ao SEESP o estudo técnico mapeando todos os engenheiros, independentemente de cargo ou função, que exerçam atividades em áreas de risco elétrico vence no próximo dia 8 de dezembro.

Os profissionais devem verificar, na sua área de trabalho, se a empresa está cumprindo esse compromisso, fazendo os levantamentos de dados para analisar os devidos enquadramentos.

O adicional de periculosidade é um direito conquistado pelos trabalhadores. Os engenheiros que realizam atividades nas áreas de risco têm o direito estabelecido pela Constituição Federal e a regulamentação estabelecida pela Norma Regulamentadora 10 (NR-10), da Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978.

No mesmo dia do encerramento do prazo, ou seja, 8 de dezembro, os engenheiros do Metrô têm assembleia, às 18h30 (em segunda convocação), na sede do sindicato (Rua Genebra, 25, Bela Vista, SP). Pauta: periculosidade elétrica para os engenheiros; engenheiros coordenadores; Metrus – Plano de saúde e de aposentadoria; Plano de Cargos e Salários; Participação nos Lucros e Resultados (PLR); e dissídio coletivo referente ao ano 2000.


 

 

Imprensa SEESP









agenda