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Engenheiros e arquitetos da Prefeitura são homenageados pelo SEESP
Durante a reunião da diretoria plena do sindicato, de 25 de junho, engenheiros e arquitetos da Prefeitura de São Paulo foram homenageados por conta da campanha de doação realizada no dia 12 do mesmo mês. “Estão com um problema salarial bastante grave e o PL encaminhado à Câmara precisa ter ajustes. Um profissional que tem 25 anos, 30 anos de carreira não pode entrar no meio da tabela proposta. E é preciso classificar os cargos para engenheiro e arquiteto”, declarou o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro. Além das manifestações de apoio e agradecimento dos servidores, também falaram o delegado sindical Sergio Souza e os vereadores Mario Covas Neto (PSDB), Adilson Amadeu (PTB) e Eliseu Gabriel (PSB).
O projeto de lei do Executivo Municipal que institui a carreira própria para as duas categorias e estabelece novos rendimentos chegou à Câmara dos Vereadores no dia 22. “O Executivo nos traiu ao não apresentar o escopo do projeto, em que passamos a ser denominados ‘analistas’, e não como engenheiros e arquitetos como sempre preconizaram, inclusive, nas referências da tabela que não valoriza os mais experientes”, declarou Souza.

A importância da indústria brasileira para a dinamização da economia
Na sua 44ª reunião, em 22 de junho, o Comitê Gestor do Conselho Tecnológico do SEESP trouxe o gerente do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Renato Corona, para falar sobre desindustrialização. Em sua explanação, esse último disse que tal debate foi iniciado pela entidade que representa em 2002. “Já mostrávamos àquela época que o País entrava num processo de perda de indústria, e fomos criticados por isso”, enfatizou.
Ele apresentou dados que mostram que de 2003 a 2014 o volume das vendas no comércio aumentou 110,5%, todavia a produção física da indústria de transformação cresceu somente 15,7%. Em 30 anos, houve a perda de mais de 10 pontos percentuais de participação no total de empregos da economia, passando de 27,7% em 1986 para 16,6% em 2014.

PL de carreira de Estado volta a comissões do Senado
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 13/2013 – que institui a carreira de Estado para engenheiros, agrônomos e arquitetos que ocupam cargo efetivo nos serviços públicos  – já estava na ordem do dia das votações no Plenário do Senado, mas terá de retornar às comissões. A mudança se deve a requerimento do senador José Pimentel (PT-CE), que pediu a tramitação conjunta do PLC com o PL do Senado 122/2014, que dispõe sobre o exercício profissional do economista. A solicitação foi aprovada no dia 2 de junho último.
Com isso, segundo informações da Secretaria-Geral da Casa, as duas matérias serão apreciadas de forma conjunta, respectivamente, nas comissões de Assuntos Sociais e de Constituição, Justiça e Cidadania. Serão definidos, ainda, os relatores das matérias.

Campanhas salariais
Emae – Na quarta reunião de negociação, em 22 de junho, a proposta final da empresa foi rejeitada por estar muito aquém das reivindicações. O SEESP ressaltou a necessidade do salário mínimo do engenheiro constar no acordo, bem como o atendimento das demais cláusulas, como reajuste salarial acima da inflação oficial (IPCA), correção da curva dos engenheiros e implantação de plano de cargos e salários na empresa. Assembleia da categoria no dia 26 do mesmo mês ratificou a decisão do SEESP. Os engenheiros deliberaram, ainda, entrar em estado de greve e declarar a assembleia aberta em caráter permanente até o término da campanha salarial.

Dersa – Foi assinado o Acordo Coletivo de Trabalho 2015 dos engenheiros que trabalham na Dersa, retroativo à data-base (1º de maio). Destacam-se, entre os principais itens, reajuste salarial de 7,21% extensível aos demais itens de caráter econômico e manutenção das cláusulas preexistentes. 

Telefônica/Vivo – Após três reuniões nas principais sedes da empresa, os engenheiros que atuam na Telefônica/Vivo, com data-base em 1º de setembro, aprovaram em assembleia a pauta de reivindicações deste ano, que inclui: reajuste salarial correspondente à variação integral do maior dentre os índices inflacionários, acumulados do último ano, mais 10% de aumento real, extensível aos benefícios de caráter econômico, e aplicação do piso do engenheiro conforme previsto na Lei 4.950-A/66 (R$ 7.092,00 para jornada de oito horas diárias).

Sindicatos patronais – Está em andamento a negociação com o Sinaenco. Já os engenheiros da construção civil e pesada aguardam prazo protocolar para a instalação do dissídio coletivo com o Sinduscon-SP e o Sinicesp. O SEESP protocolou pauta de reivindicações, mas há cinco anos não há negociação, o que acaba resultando em processo no TRT-2ª Região.

Cetesb – Assinado em 24 de junho o Acordo Coletivo de Trabalho 2015 entre SEESP e Cetesb. Destacam-se: reajuste salarial de 8,29% (IPC-Fipe), retroativo à data-base de 1º de maio de 2015, extensível aos demais benefícios, com exceção do vale-refeição e do vale-alimentação que serão majorados em 10%. Em relação a esse último, será pago também no 13º, a título de vale cesta de Natal.

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