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Editorial

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Planejar para crescer e se fortalecer

Até o final do ano, devem ser realizadas reuniões em todas as 25 delegacias sindicais do SEESP, localizadas em diversos pontos do Estado de São Paulo. A jornada, que teve início em julho, já passou por Baixada Santista, Campinas, Grande ABC, Jacareí, Jundiaí, Pindamonhangaba, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté. O objetivo desses encontros é travar com as diretorias regionais o fundamental debate sobre o que vem sendo realizado nessas localidades e o que pode ser aprimorado, especialmente a partir de 2014, quando tem início a próxima gestão da chapa Trabalho-Integração-Compromisso.

Representando os interesses e defendendo os direitos de uma ampla base de profissionais, que se aproximam de 200 mil em todo o Estado, o SEESP lançou mão da criação das delegacias sindicais, que funcionam como subsedes, para se aproximar do engenheiro onde ele vive e trabalha. Trata-se de buscar conhecer os anseios, necessidades, problemas e potencialidades de atuação que certamente variam regionalmente e demandam medidas específicas. Após a criação desses núcleos de atuação e atendimento à categoria, o sindicato vive hoje uma fase de assegurar o seu enraizamento por meio da aquisição de sedes próprias que vêm sendo dotadas de condições para o pleno desenvolvimento de suas atividades. Assim, 13 delas (Baixada Santista, Bauru, Campinas, Grande ABC, Jundiaí, Lins, Marília, Pindamonhangaba, Piracicaba, Presidente Prudente, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Taubaté) já dispõem dessas instalações.

Paralelamente a essa preocupação com a presença física e de forma adequada em cada uma das regiões, queremos planejar nossas ações para que sejam profícuas e sirvam de fato ao engenheiro.  Os primeiros encontros realizados já se mostraram extremamente úteis e apontaram caminhos fundamentais a serem seguidos.

Entre os aspectos mais destacados, está a necessidade de intensificar nosso esforço para atrair os jovens engenheiros para a militância sindical, demonstrando a eles a importância da organização coletiva e solidária para a defesa de remuneração justa, condições de trabalho e reconhecimento. Nos tempos atuais em que o individualismo exacerbou-se de maneira nefasta e a cooperação dá lugar à competição selvagem, é tarefa fundamental combater tal tendência que, ao final e ao cabo, só beneficia o capital, nunca o trabalhador.

Para que tenhamos sucesso nessa empreitada, será preciso estabelecer uma comunicação eficaz com esses profissionais e demonstrar-lhes que o velhíssimo jargão segundo o qual “a união faz a força” continua mais válido do que nunca. E ainda que, além de construírem uma carreira de sucesso, que lhes traga compensação financeira e prestígio, precisam compreender seu papel central no desenvolvimento nacional e no bem-estar da população.


Eng. Murilo Celso de Campos Pinheiro
Presidente

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