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Sem reajuste, engenheiros da PMSP aprovam mobilização

Em assembleia no dia 20 de junho, os engenheiros da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) rejeitaram, por unanimidade, a proposta da administração pública de reajuste de 0,01%. Foi aprovada mobilização para pressionar o governo municipal a rever sua posição. De acordo com o diretor do SEESP Frederico Okabayashi, a legislação de 2015 que instituiu a nova carreira da categoria prevê negociação anual. “Temos como trabalhar a nossa reposição com base no salário mínimo profissional, bandeira histórica”, completou. Os diretores do sindicato sistematizaram propostas à cidade – as quais foram apresentadas durante a assembleia e serão encaminhadas à categoria para contribuições.

Encontro com prefeito

Presente à assembleia, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, destacou a importância de se “abrirem espaços de discussão” e a necessidade de o engenheiro pautar questões pertinentes ao município. Ele informou sobre encontro com o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, um dia antes. “Apresentamos os nossos grupos de trabalho, que podem contribuir com discussões técnicas para a cidade. O prefeito se colocou à disposição”, contou.

No encontro, ainda, ele passou às mãos do mandatário da Capital a nova edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, além de publicações anteriores (“Itaim Paulista” e “Cidades”)– iniciativas da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), entidade que Murilo também encabeça. O presidente do SEESP apresentou o Programa de Moradia Econômica (Promore), instituído pelo sindicato em 1988, que prevê construção personalizada, com acompanhamento de profissional qualificado. O modelo assegurou atendimento a milhares de famílias em municípios do interior paulista, como Bauru.

Diretor do SEESP integra Conselho de Desenvolvimento de Campinas

O vice-presidente da Delegacia Sindical do SEESP em Campinas, Celso Rodrigues, passou a integrar neste ano o Conselho Municipal de Desenvolvimento da cidade (CMDU), representando o segmento sindical dos trabalhadores. “É a presença do sindicato na sociedade”, destaca ele.

Pela aprovação do PL que cria Carreira de Estado

Está pronto para ser pautado no Plenário do Senado, desde 12 de junho, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 13/2013, que institui a carreira de Estado para engenheiros, agrônomos e arquitetos que ocupam cargo efetivo nos serviços públicos federal, estadual e municipal. Dando sequência ao esforço que vem sendo feito há cinco anos pela aprovação da matéria, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) enviou ofício no dia 21 do mesmo mês aos senadores, pleiteando que votem favoravelmente ao texto em tramitação, que já conta com o apoio da Frente Parlamentar da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional.

CNTU debate eleições 2018 e projeto de País

Em sua 12ª Jornada Rumo ao Brasil 2022, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados realiza em 10 de agosto próximo o debate “A CNTU e as eleições 2018 – Democracia, desenvolvimento e trabalho”. A atividade ocorrerá na sede do SEESP, na Capital, a partir das 14 horas. Entre os participantes o cientista político Aldo Fornazieri e os economistas Antonio Corrêa de Lacerda, Júlio Sérgio Gomes de Almeida e Denis Maracci Gimenez. No ensejo serão empossados novos membros do Conselho Consultivo da CNTU e realizada plenária desse fórum.

Campanhas salariais

Cetesb – Aprovado em assembleia da categoria no dia 25 de maio último, o Acordo Coletivo de Trabalho 2018-2019 foi assinado pelo SEESP e a Cetesb em 19 de junho. Esse abrange, entre outros pontos, reajuste salarial de 1,29% (IPC-Fipe) na data-base em 1º de maio, extensivo aos benefícios de caráter econômico, e de 12,35% no auxílio funeral; piso de acordo com a Lei 4.950-A/66; garantia de emprego para 96% do efetivo de pessoal existente em 31 de abril de 2018; e manutenção dos demais itens sociais preexistentes.

AES Tietê – Em assembleias nos dias 25 e 26 de junho a categoria aprovou proposta final da empresa para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho com vigência até 2020 – exceto para as cláusulas econômicas. A data-base é 1º de junho. Entre os itens contemplados, reajuste salarial de 2,86% (IPCA) + 0,45% de aumento real; de 4,35% no vale-refeição; de 11,50% no vale-alimentação; piso salarial de R$ 8.586,00 (reajuste de 1,81%); abono excepcional em forma de vale-alimentação/ refeição a ser pago em julho de 2018, no valor de R$ 1.400,00; adiantamento da primeira parcela do PLR 2018 em 6 de setembro próximo (R$ 6.500,00); reajuste de 2,86% nos demais benefícios de caráter econômico;  e manutenção das outras cláusulas em vigor.

Eletropaulo – Os engenheiros aprovaram em assembleia no dia 4 de junho a proposta final da empresa para acordo com vigência até 2020 – exceto para as cláusulas econômicas, negociadas anualmente. Entre os destaques, reajuste salarial de 2,86% (IPCA) + 0,5% de aumento real sobre a folha de dezembro próximo (pagamento em janeiro de 2019); 20% de abono compensatório pago em 1º de julho com base no salário de 31 de maio; reajuste de 2,86% (IPCA) nos demais benefícios na data-base (1º de junho) e no valor de referência da PLR 2018, cuja primeira parcela de R$ 5.350,00 será antecipada em 12 de setembro próximo; piso de R$ 8.586,00 (reajuste de 1,81%) e manutenção das demais cláusulas em vigor.

 

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