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Para reforçar a organização e ação sindical dos engenheiros em 2017, a diretoria executiva do SEESP, desde 13 de janeiro, vem realizando reuniões com os dirigentes das delegacias sindicais, no interior paulista, que somam 25. No dia 30 último, no período da tarde, o presidente Murilo Pinheiro conversou com o pessoal das regionais de São Carlos e Araraquara. Nas duas ocasiões, ele destacou os eventos e ações realizados em 2016, como o encontro da Engenharia Unida, em Barra Bonita (SP), um esforço dos profissionais da área, juntamente com suas diversas representações, para propor saídas à crise por que passa o País. Por isso, Murilo conclamou os participantes das duas reuniões a atuarem fortemente na região, agregando entidades e profissionais, fortalecendo a delegacia e realizando atividades que demonstrem o papel do SEESP.

No ano que se inicia, prosseguiu a liderança, a agenda dos engenheiros já está agitada com a realização de reuniões com parlamentares, representantes do governo federal e do estado paulista. O foco, ressalva Murilo, é a retomada do crescimento econômico para a geração de emprego para os engenheiros e outras categorias. Nesse sentido, o presidente da regional de São Carlos, Miguel Guzzardi Filho destacou a iniciativa certeira da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) em criar o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, em 2006. “Um trabalho que levanta há anos importantes pontos da engenharia nacional, com projeções de crescimento e desenvolvimento, participando ativamente da sociedade”, disse Guzzardi Filho.

Já Mario Luiz Donato, à frente da delegacia de Araraquara, levantou duas vertentes que causam muita preocupação para a categoria, são eles: a ferrovia e o setor de energia elétrica, sob as quais, informou, a delegacia foi estruturada, não existem mais. “Por isso, precisamos ter novas entradas de atuação junto aos nossos profissionais e às universidades, numa aproximação importante com os jovens”, defendeu Donato.

Murilo observou que o sindicato é o instrumento legítimo para defender as reivindicações em defesa dos profissionais e da engenharia nacional. Para o dirigente, existe a necessidade de a categoria participar ativamente do planejamento e projetos nacionais, levar as ideias para que os governantes possam voltar a ver o papel protagonista da profissão. “O sistema e as entidades precisam estar presentes, atuarem realmente nas questões da área tecnológica.”

Contribuição ao Brasil
Murilo salientou a contribuição que o SEESP está dando ao País com o primeiro curso de Engenharia de Inovação oferecido pelo Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). “Somos a primeira entidade sindical a ter uma faculdade e ajudando na formação de mão de obra altamente qualificada.” Ainda sobre qualificação e educação, Murilo lembrou que a cidade de São Carlos era o berço da tecnologia, de expertise em inovação e desenvolvimento tecnológico, um potencial, explicou, que deve ser usado pela delegacia da região.

Participaram das reuniões, pela executiva, os vice-presidentes João Carlos Gonçalves Bibbo e Carlos Alberto Guimarães Garcez e o 3º secretário Edilson Reis; e a coordenadora do Núcleo Jovem SEESP, Marcellie Dessimoni. E os diretores regionais de Araraquara José Luiz Dourado, Walter Marques Malavolta e Tiago Santiago de Moura Filho. Já em São Carlos, participaram os diretores regionais Marcos Antonio Pierri (1º vice-presidente), João Sergio Cordeiro (2º vice-presidente), José Antonio Zerbetto e Fábio de Santi; e o presidente e diretores da Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de São Carlos (Aeasc), respectivamente, Douglas Barreto e Everton Gianlorenço e Ademir Zanota. Ainda compareceram o secretário municipal de Planejamento e Gestão de São Carlos, Roberto Paulo Valeriani Ignatios, e seu chefe de gabinete Carlos Augusto Colussi.

Abrangência
A delegacia sindical de Araraquara, que tem sede própria, abrange as cidades de Boa esperança do sul, Gavião Peixoto, Nova Europa, Rincão, Américo Brasiliense, Santa Lúcia, Tabatinga, Matão, Monte Alto e Taquaritinga. Já a de São Carlos, Ibaté, Ribeirão Bonito, Descalvado, Brotas, Pirassununga, Porto Ferreira.

Em São Carlos, reunião ampliada conta com dirigentes de associação e da prefeitura local.

 

Araraquara discutir formas para atrair mais profissionais e jovens à ação sindical.
 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações e fotos de Paula Bortolini - assessora da Presidência

 

 

 

 

 

 

Estudantes de graduação e pós-graduação em Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) destacaram-se no 22º Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais (CBECiMat): dos 12 prêmios para os melhores trabalhos apresentados no evento, cinco foram para estudantes da instituição.


Engenharia Materiais UFSCar

Renato Belli Strozi, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM), foi contemplado com o prêmio de Melhor Trabalho Oral, com o trabalho intitulado "Propriedades de armazenagem de hidrogênio da liga Mg - 8% Zr processada por melt-spinning e laminação a frio", que também tem como autores Daniel Rodrigo Leiva, Alberto Moreira Jorge Júnior, Tomaz Toshimi Ishikawa e Walter José Botta Filho, todos docentes do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar (DEMa). Menções honrosas de Trabalho Oral também foram outorgadas para a UFSCar, para os seguintes trabalhos: "Caracterização de nanocompósitos de adesivos poliméricos", apresentado por Cibele Carneiro Pessan, também mestranda no PPGCEM, e com participação de Edson Roberto Leite, docente do Departamento de Química da UFSCar (DQ); e "Obtenção e condutividade elétrica de vitrocerâmicas do sistema NAGP", apresentado pelo doutorando do PPGCEM Jairo Felipe Ortiz-Mosquera, e com participação da também doutoranda do PPGCEM Adriana Marcela Nieto Muñoz e da docente do DEMa Ana Cândida Martins Rodrigues.

Além destes, dois trabalhos apresentados por graduandos em Engenharia de Materiais foram contemplados com menções honrosas de Trabalho Poster. Fabio Yuji Kachiwazaki apresentou o trabalho "Caracterização microestrutural e resistência à corrosão de ligas quasicristalinas do sistema Al-Fe-Nb", que teve a participação também de Laura Galvão Barbosa de Oliveira, mestranda no PPGCEM, e dos docentes do DEMa Conrado Ramos Moreira Afonso e Carlos Alberto Della Rovere. Luís Otávio Zaparoli Falsetti apresentou o trabalho "Simulação de dinâmica molecular de liga a base de Cu com efeito de memória de forma", que contou com a participação dos docentes do DEMa Piter Gargarella e Marcelo Falcão de Oliveira, e de Luis César Rodríguez Aliaga, docente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

O 22º CBECiMat aconteceu de 6 a 10 de novembro, em Natal (RN), com apoio das três entidades que congregam os pesquisadores e instituições da área: a Associação Brasileira de Cerâmica (ABC), a Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM) e a Associação Brasileira de Polímeros (ABPol).

 

Comunicação SEESP
Notícia do portal da Unicamp

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhecida como capital da tecnologia, São Carlos é uma das oito cidades brasileiras que vão sediar a etapa regional do Ideas for Milk, uma competição voltada a estimular a criação, a aceleração e o investimento em startups que busquem soluções tecnológicas para o mercado lácteo. O lançamento do desafio na cidade acontecerá dias 25 e 26 de agosto, quando serão realizadas palestras na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, e a UFSCar são correalizadores da iniciativa, que é liderada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e tem o apoio de diversas empresas, aceleradoras e investidores-anjo.

O leite é produzido em 99% das cidades brasileiras por cerca de 1,3 milhões de produtores e transformado em uma centena de derivados lácteos pelas cerca de duas mil indústrias do setor, que expandiu 78% nos últimos cinco anos e faturou R$ 60 bilhões somente em 2015. A dimensão gigantesca desse setor contrasta com a carência de soluções em softwares, aplicativos e hardwares que auxiliem nas atividades produtivas e viabilizem a tomada de decisões mais precisas. Aproximar professores, estudantes, pesquisadores, empreendedores, profissionais do mundo do leite e do mundo da tecnologia é uma das metas do Ideas for Milk, já que essa união poderá criar oportunidades para o desenvolvimento de negócios em conjunto.

As inscrições na competição são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 12 de outubro. Podem participar equipes informais e startups já constituídas propondo soluções web, mobile ou em hardware e apresentando inovações em modelos de negócio, produtos, processos, serviços e tecnologias. As propostas devem ter foco nas grandes áreas temáticas do agronegócio do leite, como insumos agropecuários, logística de captação e distribuição do leite, indústria de laticínios, mercado e consumidores finais.

Palestras de lançamento - Com a intenção de explicar como vai funcionar o desafio, mostrar as oportunidades da cadeia do leite e esclarecer as possíveis dúvidas do público, duas palestras acontecerão em São Carlos nesta semana: a primeira será na quinta-feira, dia 25, às 14 horas, no auditório Sérgio Mascarenhas, no Instituto de Física de São Carlos (IFSC), no campus da USP; a segunda ocorrerá na sexta-feira, dia 26, às 9 horas, no auditório I da Biblioteca Comunitária da UFSCar, na área norte do campus São Carlos (ao lado do Teatro Florestan Fernandes).

Nos eventos, os participantes serão informados sobre as três etapas que compõem o Ideias for Milk. A primeira fase é local e vai selecionar as cinco melhores ideias inscritas em cada uma das oito cidade-sede: São Carlos, Belo Horizonte, Campinas, Juiz de Fora, Lavras, Piracicaba, Porto Alegre e Viçosa. Essas cinco melhores propostas participarão da segunda fase do desafio, as finais locais, em que será definido o ganhador de cada cidade. As oito ideias finalistas participarão da final nacional, em Brasília, no dia 14 de dezembro.




Comunicação SEESP
Informação da Assessoria de Comunicação da ICMC-USP








SãoCarlos USPNo mês de março último, estudantes do campus da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, que integram o Time Enactus CAASO-USP se reuniram no Anfiteatro Jorge Caron, da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, onde apresentaram os objetivos e as ações empreendedoras do grupo, a fim de recrutar novos membros para o time. O projeto Enactus, que reúne times formados por alunos universitários em diversos países, tem como objetivo cooperar com comunidades locais, através do desenvolvimento de projetos capazes de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Em São Carlos, os projetos envolvem assistência a assentamento rural, combate a evasão escolar e a criação de uma cooperativa.

Somente no Brasil existem oitenta instituições de ensino superior engajadas na iniciativa. “Nosso principal objetivo é aplicar a ação empreendedora, de modo que as comunidades possam dar continuidade aos projetos que desenvolvemos para ajudá-las”, diz Luana Nogueira, que atua como coordenadora geral do Enactus e que cursa o terceiro ano de Engenharia Mecânica na EESC.

A partir do projeto GerAÇÃO Helena, o time tem apoiado quatorze famílias do Assentamento Santa Helena, localizado próximo ao Centro de São Carlos. Em colaboração com membros da sociedade Ordem DeMolay, essa equipe distribuiu filtros de água para instalação nas residências de todas as famílias desse local e em parceria com a Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa) instalou cloradores de água nos lotes do povoado. Além de terem firmado parcerias com uma dentista e uma nutricionista, que têm apoiado os moradores desse local, os alunos adquiriram também um biofertilizante para adubar o solo onde as famílias plantam seus alimentos.

Alimentos orgânicos
Há anos, essas famílias produziam diversos produtos orgânicos, mas tinham dificuldades para comercializá-los. Por isso, o time também colaborou com a renda financeira dos moradores do assentamento, comercializando cestas com os alimentos cultivados por essas famílias. A ideia resultou no aumento de cerca de 36% da renda do assentamento. “Agora, pretendemos comercializar as cestas em condomínios, já que acreditamos que essa alternativa é mais sustentável e prática para quem quer comprar os alimentos”, comenta Luana.

Parte dos membros do time tem desenvolvido projeto G Alfa, que visa diminuir a evasão de alunos na escola estadual Jesuíno de Arruda, sediada em São Carlos. O objetivo da ação é tornar o ambiente escolar mais atrativo aos estudantes, através da implantação de uma horta. “A ideia é que essa atividade permita aproximar os alunos de seus professores e familiares”, explica Luana, acrescentando que a falta de interação com os pais é um dos principais fatores que resultam na evasão dos jovens estudantes.

O Madre Chef é outro projeto que tem sido desenvolvido pelos alunos das unidades do campus USP São Carlos. Ao ter conhecido o projeto Madre Cabrini, iniciativa voltada a jovens carentes, o time soube do desejo que algumas mães de jovens têm de trabalhar com culinária. Para apoiá-las, alguns membros da equipe já criaram inclusive a marca Madre Chef, uma espécie de cooperativa que deverá ajudar diversas outras mães que querem atuar na área em questão.

 

 

Fonte: Agência USP de Notícias

 

 

 

 

 

 

Robotica movel editadaUm livro organizado pelos professores Roseli Romero, Fernando Osório e Denis Wolf, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), em São Carlos, e pelo professor Edson Prestes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, está entre os finalistas da edição deste ano do Prêmio Jabuti, considerado o mais importante do mercado editorial brasileiro. Robótica móvel é o título da obra, que está entre as dez finalistas na categoria Engenharias, Tecnologias e Informática.
 

Tornar-se um ponto de partida para quem deseja se aventurar pela robótica móvel ou aprimorar os conhecimentos já adquiridos é o objetivo da obra, que foi lançada pela editora LTC em outubro do ano passado. Escrito por autores que atuam nas principais universidades brasileiras, o livro é composto por 17 capítulos e apresenta um panorama sobre o estado da arte dessa área de pesquisa no Brasil e no exterior.
 

Foram necessários quatro anos para reunir o material de 35 autores de diferentes grupos de pesquisa existentes nas principais universidades brasileiras. “Queríamos divulgar o trabalho realizado por esses grupos. Por isso, abrimos uma chamada para o recebimento das propostas de capítulos e fizemos uma seleção a fim de manter um padrão de qualidade”, conta a professora Roseli Romero.


Em sua 57ª edição, o Prêmio Jabuti recebeu este ano 2.573 inscrições em suas 27 categorias. Agora, as obras finalistas de cada categoria estão passando por uma segunda fase de avaliação. Os três livros que receberem a maior pontuação dos jurados serão considerados vencedores em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugares. A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti 2015 será realizada dia 3 de dezembro no auditório Ibirapuera, em São Paulo. 
 

Como nasceu a ideia
A professora Romero lembra que a ideia de criar a obra surgiu em 2011, durante um congresso da Sociedade Brasileira de Computação, quando foi ministrado um minicurso sobre robótica móvel. No final do evento, que teve um recorde de inscrições, os estudantes estavam ávidos por mais informações: queriam saber onde encontravam material para estudar sobre o assunto, como localizavam grupos de pesquisa, em que lugares podiam encontrar aqueles robôs de que os pesquisadores falavam.

 

* Confira aqui como adquirir o livro

 

 

Imprensa SEESP
Fonte: Assessoria de Comunicação ICMC-USP








O prefeito Paulo Altomani, acompanhado do diretor da Secretaria de Habitação, André Fiorentino e do chefe de Gabinete, Márcio Monzane, se reuniu na manhã de terça-feira (6/10), com Eduardo Antonio Modena e Wania Tedeschi, respectivamente, reitor e diretora geral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFSP). na pauta,  a pavimentação da via que liga o condomínio Bosque São Carlos a entrada independente do novo prédio do Instituto, um trecho de 700 metros. 

Segundo o reitor, Eduardo Antonio Modena, inicialmente a interligação seria feita por meio do Campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde atualmente o Instituto Federal funciona, porém seria necessário passar por um trecho de cerrado, o que a Promotoria do Meio Ambiente entendeu que não seria indicado. “Para que possamos viabilizar a entrada independente do Instituto Federal precisamos do asfaltamento dessa via municipal, pois somente assim poderemos transferir os trabalhos para esse local, oferecendo segurança e transportabilidade para alunos, professores, funcionários e fornecedores”.
 
Hoje o Instituto oferece 3 cursos superiores (tecnólogos), 2 técnicos e 1 especialização Lato sensu, atendendo 1.000 alunos. “A ideia é que assim que o novo prédio entre em funcionamento novas vagas sejam abertas, assim como 4 novos cursos técnicos e um superior na área de computação”, afirma a diretora geral, Wania Tedeschi.
 
Para André Fiorentino, diretor da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, inicialmente será necessário a análise do projeto, já que o trecho inicial dessa via já foi pavimentado. “Vamos checar junto a Secretaria de Obras se já existe um projeto para depois fazermos uma projeção de custos. Sem dúvida é uma obra necessária para que o Instituto passe a funcionar nesse local, por isso vamos apresentar essa reivindicação também na reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Carlos (Comdusc)”.
 
“Vamos primeiro aguardar o que o Comdusc vai deliberar. Caso não não seja possível, vamos tentar alternativas. Mas com certeza vamos viabilizar essa pavimentação, visto a importância dessa grande instituição de ensino reconhecida por sua excelência no ensino público gratuito de qualidade”, ressaltou o prefeito Paulo Altomani.
 
A nova sede do IFSP (Campus São Carlos) tem 8 mil metros quadrados de área construída, com possibilidade de expansão em mais 2 mil metros quadrados. São 17 laboratórios para três áreas de conhecimento: manutenção de aeronaves, computação e gestão.


Fonte: Site da Prefeitura de São Carlos




Alunos ICMC 150Alunos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC/USP) participam de iniciativa que está concorrendo a 10 mil euros com outros 44 projetos de várias partes do mundo com um sistema eficiente e inteligente de irrigação para pequenos produtores: um sensor conectado a uma válvula de água e um software. Desenvolvido por uma equipe de empreendedores de São Carlos, a iniciativa ganhou o mundo: está entre 45 projetos selecionados para participar de um concurso mundial de melhores práticas relacionadas à economia de água na produção de alimentos: o Best Climate Practices.

Participam da iniciativa três estudantes e um ex-aluno do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Chamado Cultive, o sistema é capaz de determinar quando e quanto regar uma planta. Um sensor detecta se o solo está seco e aciona a válvula de água, que irriga a planta por um curto período de tempo. Depois de três horas, o sensor detecta novamente a umidade para verificar se é preciso uma nova irrigação. Conectado à internet e aos serviços de previsão do tempo, a irrigação é interrompida caso vá chover.

“Não é um sensor eletrônico, ele é feito de plástico e funciona com um simples conceito da física: a tangente do ângulo formado entre as partes do sensor é capaz de medir a tensão superficial da água no solo”, explica Fabiana Avellar, fundadora do projeto. Ela relata que os sistemas tradicionais de irrigação disponíveis no mercado não consideram as condições climáticas nem a situação do solo logo abaixo da superfície, o que leva a um consumo de água maior do que o realmente necessário. Outra vantagem do Cultive é que a comunicação entre o sensor e a válvula é feita pode meio de uma rede própria, não requer internet e funciona com energia solar.

“Os pequenos produtores são responsáveis por 70% de todos os alimentos produzidos no Brasil. Eles não têm acesso a ferramentas tecnológicas nem automação. Nosso sistema é construído com uma tecnologia simples e funciona automaticamente, não demandando que o produtor precise interagir com uma interface complicada”, ressalta Fabiana.

O projeto são-carlense foi selecionado entre outras 44 iniciativas de todo mundo. Nesse pequeno universo, há apenas mais dois projetos brasileiros, um de São Paulo e um do Paraná. Até a próxima sexta-feira, 18 de setembro, está acontecendo a segunda fase de seleção do concurso e os internautas podem votar nos projetos que julgarem mais relevantes. Para votar, basta acessar o site do Best Climate Practices. O vencedor do concurso ganhará 10 mil euros para terminar o desenvolvimento do projeto e colocar o produto no mercado.

O grupo estima que sejam necessários 30 mil euros para colocar a primeira versão do produto no mercado, considerando-se a necessidade de realizar mais testes e refinar o design do produto e dos materiais utilizados. Mas para produzi-lo e distribui-lo em larga escala, a estimativa é de sejam necessários 150 mil euros. Se obtiverem os 10 mil do prêmio, o grupo pretende lançar a primeira versão e buscar mais fundos via investimento ou crowdfunding.

Os três alunos do ICMC que participam do projeto são Augusto Lázaro, Bruno de Lemos e Caio Flores, todos cursando Sistemas de Informação. Há também o ex-aluno Pedro Euko, que se formou em Ciências de Computação. Em março, a equipe de empreendedores apresentou seu projeto durante o Arduino Day, realizado no ICMC. A planta trazida pela equipe, com seu aparato tecnológico, chamou a atenção do público do evento, já que o protótipo desenvolvido utiliza uma placa Arduino Mega.


 

Imprensa SEESP
Fonte: Assessoria de Comunicação do ICMC/USP








Foi inaugurado nesta terça-feira (14/07), na Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, o cluster computacional Euler do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.


Foto: CeMEAI
Euler SCarlos 
Financiado pela FAPESP, o sistema computacional poderá ser usado
não apenas por pesquisadores do CeMEAI, mas também por outros
pesquisadores vinculados a universidades
e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo 


Adquirido ao custo de R$ 4,5 milhões, o sistema computacional para processamento científico de alto desempenho é o mais rápido instalado em universidades no Estado de São Paulo, de acordo com os coordenadores do projeto.

“O cluster foi instalado em janeiro e entrou em operação em março. Desde então já vem sendo utilizado por diversos usuários para realização de estudos que requerem computação de alto desempenho”, disse José Alberto Cuminato, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos e diretor do CeMEAI.

Batizado em homenagem ao matemático e físico suíço Leonhard Paul Euler (1707-1783) – que contribuiu para o avanço científico em diversas áreas, como a teoria dos números, análise matemática aplicada e mecânica de fluidos –, o sistema computacional é composto por 104 computadores ligados em rede de alta velocidade, que são dotados de dois processadores com 20 núcleos de processamento cada computador.

Enquanto um laptop comum é capaz de realizar 10 bilhões de operações matemáticas básicas (como adição, subtração, multiplicação e divisão) por segundo – chamadas de FLOPs, da sigla em inglês de Floating Point Operations por Second) –, o supercomputador é capaz de fazer 47 trilhões de FLOPs por segundo.

“O Euler é mais indicado para aplicações que possam ser calculadas em paralelo, usando muitos processadores simultaneamente, como simulações de escoamento de fluidos como o petróleo, além de aerodinâmica, medidas de previsão de tempo e processamento de grandes volumes de dados”, disse Fabrício Simeoni de Sousa, professor do ICMC-USP e responsável pelo cluster computacional.

Instalado em uma sala de hospedagem no Centro de Tecnologia da Informação (Ceti), localizado no campus da USP de São Carlos, o sistema computacional já está sendo utilizado por pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo.

Um grupo de pesquisadores do ICMC-USP já está usando o cluster computacional para realização de simulações de refino e combustão de petróleo em parceria com a Petrobras.

Já outro grupo de pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados (IEA) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) tem utilizado o sistema computacional para a realização de simulações aerodinâmicas, como as do foguete suborbital brasileiro SARA, previsto para ser lançado ainda este ano.

“Antes demorávamos 150 dias para fazer uma simulação aerodinâmica. Hoje, com o supercomputador, conseguimos fazê-las em 20 dias”, comparou Carlo Junqueira-Junior, doutorando no IEA/CTA.

Por se tratar de um equipamento multiusuário financiado pela FAPESP, o sistema computacional poderá ser usado não apenas por pesquisadores do Cepid CeMEAI, como também por outros pesquisadores vinculados a universidades e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo.

“A FAPESP já financiou diversos clusters computacionais em universidades e instituições de pesquisa no Estado de São Paulo”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

“O desafio das instituições que receberam o financiamento para aquisição desses equipamentos é facilitar e viabilizar o acesso de qualquer pesquisador interessado, vinculado a uma universidade ou instituição de pesquisa paulista”, afirmou.

Mais informações sobre o sistema computacional Euler podem ser obtidas no site www.cemeai.icmc.usp.br



 

 

Fonte: Agência Fapesp/Elton Alisson, de São Carlos









Com o objetivo de auxiliar a comunidade acadêmica na redação de trabalhos científicos, a Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos mantém o Portal da Escrita Científica, que reúne ferramentas de apoio à produção de artigos, dissertações, teses e outras publicações, gerenciamento de referências bibliográficas, editoração e outros recursos.

Iniciativa de docentes do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) e da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), implementada em parceria com a Prefeitura do Campus (PUSP-SC) e colaboradores das bibliotecas de todas as unidades, o portal funciona como um repositório de ferramentas e orientações para alunos e pesquisadores interessados em aperfeiçoar a escrita científica.

Entre os recursos oferecidos estão materiais informativos e didáticos, cursos on-line, videoaulas, workshops, tutoriais e ferramentas computacionais de auxílio à escrita em português e em inglês desenvolvidas pelo ICMC, que auxiliam na organização da estrutura e do conteúdo dos trabalhos.

“Para escrever um trabalho científico é necessário considerar uma série de elementos, desde o problema abordado, a metodologia adotada, os resultados e as contribuições para a literatura de determinada área e, muitas vezes, para a sociedade em geral. O portal busca auxiliar no processo de redação como um todo, oferecendo auxílio nas diversas etapas da produção”, disse Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, do IFSC, presidente da Comissão de Implantação do portal.

As ferramentas auxiliam especialmente no que Oliveira Júnior considera ser a maior dificuldade enfrentada pelos autores: a estrutura dos textos.

“Diante do desconhecimento da estrutura do artigo científico, um problema muito comum no meio acadêmico, o portal trabalha com modelos que podem ser padronizados respeitando as particularidades de cada área e diferenças na escrita para audiências específicas ou mais amplas, considerando sempre a clareza e a concisão.”

Ferramentas
Entre os recursos disponibilizados gratuitamente pelo portal estão os que os desenvolvedores chamam de “ambientes para a escrita”, um conjunto de ferramentas computacionais que dão suporte a partes do processo de redação, do agrupamento das ideias à composição de um texto contínuo, com editores gráficos.

O SCiPo, por exemplo, é uma ferramenta de suporte à escrita que auxilia na redação de resumos e introduções com base em modelos de textos científicos em português, elaborados a partir de teses e dissertações de várias áreas de pesquisa disponíveis para o redator apreender a estruturação retórica do texto.

A produção realizada pela ferramenta passa ainda por uma etapa de críticas, na qual uma estrutura proposta é avaliada pelo sistema, e por uma etapa de classificação de um resumo já escrito.

Já o SCiEn-Produção é um conjunto de ferramentas computacionais para auxiliar na redação de artigos científicos em inglês. Adaptado do SciPo-Farmácia, o recurso se baseia na análise de textos da área de Engenharia de Produção.

Há ainda uma série de outras ferramentas desenvolvidas em específico para diversos campos do conhecimento, como o CALeSE, software de suporte à escrita de introduções com textos modelos da área de Física.

Os serviços do Portal da Escrita Científica da USP de São Carlos podem ser acessados em www.escritacientifica.sc.usp.br.



 

Fonte: Agência Fapesp











A X Feira do Livro da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), que acontece entre os dias 11 e 13 de junho, das 9h às 20h, terá uma programação recheada de atrações para todos os tipos de público. Além de apresentar títulos da área acadêmica, a feira também conta com obras de ficção e não ficção, livros infantis, receitas e guias de viagem, dicionários e até opções de presentes para o Dia dos Namorados. O evento acolhe ainda uma programação realizada pelo Coletivo Topamos Ler, uma palestra com o psicanalista João Sérgio Siqueira Telles e o sorteio de um livro por dia.

Totalmente gratuita e sem a necessidade de inscrição prévia em nenhuma das atividades, os visitantes terão a oportunidade de acompanhar o Coletivo Topamos Ler, grupo que objetiva difundir o hábito da leitura, incentivando diferentes práticas. Suas atividades serão realizadas duas vezes por dia, no Auditório 1 da Biblioteca Comunitária da UFSCar. Pela a manhã, às 10h, a “Literatura e Arte”, e no período da tarde, às 17h, a “Tarde Literária”. Durante toda a programação da feira, os frequentadores que fizerem compras a partir de R$ 50,00 também terão a chance de concorrer a um livro que será sorteado todos os dias às 20h.

Já na terça, 12 de junho, às 20h, no Teatro Florestan Fernandes, acontece a palestra “Um bate-papo sobre psicanálise e literatura”, com o psicanalista João Sérgio Siqueira Telles, ex-colunista do jornal O Estado de S.Paulo. Ele é autor, dentre outros livros, de Peixe de Bicicleta (EdUFSCar), Fragmentos Clínicos de Psicanálise e O Psicanalista vai ao cinema (EdUFSCar e Casa do Psicólogo).

Estão confirmadas as presenças de 25 editoras, que apresentam títulos com descontos de 25 a 30%: 34, Autêntica, Boitempo, Brinque-Book, Cia. da Letras, Cia. Editora Nacional, Conrad, Cortez, Cosac Naif, Edgar Blücher, EdUFSCar, Expressão Popular, Fiocruz, Girassol, Global, Jorge Zahar, L&PM, Novo Conceito, Paz e Terra, Publisfolha, Record, UFMG, Unesp, Vozes e WMF Martins Fontes.

O evento, realizado no campus universitário (na Rodovia Washington Luís, Km 235), é uma realização da UFSCar e EdUFSCar, e conta com o apoio do Sesc de São Carlos e da Compacta Gráfica e Editora.
 

Fonte: UFSCar




O Programa de Pós-Graduação em Física da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) recebe, até o dia 30 de novembro, inscrições para o processo seletivo de alunos regulares nos cursos de mestrado e doutorado.

Para participar da seleção, os candidatos devem enviar os documentos pessoais e acadêmicos para a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Física, pessoalmente ou pelo correio. A divulgação dos resultados será no dia 14 de dezembro. Os procedimentos para a inscrição estão disponíveis no site: www.ppgfis.df.ufscar.br.

Já o programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP recebe, até o dia 14 de novembro, inscrições para o processo seletivo 2013 dos cursos de mestrado e doutorado.

Serão oferecidas vagas nas Áreas de Planejamento e Operação de Sistemas de Transportes e Infraestrutura de Transportes (Subáreas de Pavimentação e Geomática). As aulas terão início no primeiro semestre de 2013.

As inscrições poderão ser entregues pessoalmente ou pelo correio (mediante requerimento) no Departamento de Engenharia de Transportes da EESC, de segunda a sexta, das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30. O endereço é Av. Trabalhador São-carlense, 400. Mais informações: (16) 3373-9617.


Imprensa – SEESP
Informação da Fapesp



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