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Para reforçar a organização e ação sindical dos engenheiros em 2017, a diretoria executiva do SEESP, desde 13 de janeiro, vem realizando reuniões com os dirigentes das delegacias sindicais, no interior paulista, que somam 25. No dia 30 último, no período da tarde, o presidente Murilo Pinheiro conversou com o pessoal das regionais de São Carlos e Araraquara. Nas duas ocasiões, ele destacou os eventos e ações realizados em 2016, como o encontro da Engenharia Unida, em Barra Bonita (SP), um esforço dos profissionais da área, juntamente com suas diversas representações, para propor saídas à crise por que passa o País. Por isso, Murilo conclamou os participantes das duas reuniões a atuarem fortemente na região, agregando entidades e profissionais, fortalecendo a delegacia e realizando atividades que demonstrem o papel do SEESP.

No ano que se inicia, prosseguiu a liderança, a agenda dos engenheiros já está agitada com a realização de reuniões com parlamentares, representantes do governo federal e do estado paulista. O foco, ressalva Murilo, é a retomada do crescimento econômico para a geração de emprego para os engenheiros e outras categorias. Nesse sentido, o presidente da regional de São Carlos, Miguel Guzzardi Filho destacou a iniciativa certeira da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) em criar o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, em 2006. “Um trabalho que levanta há anos importantes pontos da engenharia nacional, com projeções de crescimento e desenvolvimento, participando ativamente da sociedade”, disse Guzzardi Filho.

Já Mario Luiz Donato, à frente da delegacia de Araraquara, levantou duas vertentes que causam muita preocupação para a categoria, são eles: a ferrovia e o setor de energia elétrica, sob as quais, informou, a delegacia foi estruturada, não existem mais. “Por isso, precisamos ter novas entradas de atuação junto aos nossos profissionais e às universidades, numa aproximação importante com os jovens”, defendeu Donato.

Murilo observou que o sindicato é o instrumento legítimo para defender as reivindicações em defesa dos profissionais e da engenharia nacional. Para o dirigente, existe a necessidade de a categoria participar ativamente do planejamento e projetos nacionais, levar as ideias para que os governantes possam voltar a ver o papel protagonista da profissão. “O sistema e as entidades precisam estar presentes, atuarem realmente nas questões da área tecnológica.”

Contribuição ao Brasil
Murilo salientou a contribuição que o SEESP está dando ao País com o primeiro curso de Engenharia de Inovação oferecido pelo Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). “Somos a primeira entidade sindical a ter uma faculdade e ajudando na formação de mão de obra altamente qualificada.” Ainda sobre qualificação e educação, Murilo lembrou que a cidade de São Carlos era o berço da tecnologia, de expertise em inovação e desenvolvimento tecnológico, um potencial, explicou, que deve ser usado pela delegacia da região.

Participaram das reuniões, pela executiva, os vice-presidentes João Carlos Gonçalves Bibbo e Carlos Alberto Guimarães Garcez e o 3º secretário Edilson Reis; e a coordenadora do Núcleo Jovem SEESP, Marcellie Dessimoni. E os diretores regionais de Araraquara José Luiz Dourado, Walter Marques Malavolta e Tiago Santiago de Moura Filho. Já em São Carlos, participaram os diretores regionais Marcos Antonio Pierri (1º vice-presidente), João Sergio Cordeiro (2º vice-presidente), José Antonio Zerbetto e Fábio de Santi; e o presidente e diretores da Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de São Carlos (Aeasc), respectivamente, Douglas Barreto e Everton Gianlorenço e Ademir Zanota. Ainda compareceram o secretário municipal de Planejamento e Gestão de São Carlos, Roberto Paulo Valeriani Ignatios, e seu chefe de gabinete Carlos Augusto Colussi.

Abrangência
A delegacia sindical de Araraquara, que tem sede própria, abrange as cidades de Boa esperança do sul, Gavião Peixoto, Nova Europa, Rincão, Américo Brasiliense, Santa Lúcia, Tabatinga, Matão, Monte Alto e Taquaritinga. Já a de São Carlos, Ibaté, Ribeirão Bonito, Descalvado, Brotas, Pirassununga, Porto Ferreira.

Em São Carlos, reunião ampliada conta com dirigentes de associação e da prefeitura local.

 

Araraquara discutir formas para atrair mais profissionais e jovens à ação sindical.
 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações e fotos de Paula Bortolini - assessora da Presidência

 

 

 

 

 

 

Unesp AraraquaraO número de depósitos de patentes na Universidade Estadual Paulista (Unesp) cresceu de 5 para 84 entre as décadas de 1990 e 2000, atingindo um total de 130 em 2012. “Nos anos de 2010, já é possível visualizar que esse número será maior do que na década passada”, afirmou Rondinelli Donizetti Herculano, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara e coordenador da pesquisa sobre patentes.

De acordo com a Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp, os principais fatores apontados por Donizetti foram a criação da Agência Unesp de Inovação (AUIN); a promulgação de novas leis, como a de estímulo à proteção da propriedade intelectual; e a cobrança da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) por excelência nos Programas de Pós-Graduação, o que gera uma busca por aumento dos conceitos (notas), consequentemente, uma maior procura dos docentes por depósitos de patentes.

De acordo com o levantamento, as primeiras posições em concentração de número de patentes são Araraquara (37,7%); Botucatu (15,4%); Rio Claro (9,2%); Guaratinguetá (7,7%); e Ilha Solteira (6,1%). Já em unidades como Assis, São Paulo ou Ourinhos, o deposito de patentes é mais baixo: 1,5%; 0,7%e 0,7%, respectivamente.

Além do perfil tecnológico, Donizetti constatou que a produção se concentra mais em locais de grande concentração de empresas, como Araraquara, Bauru, Botucatu, Jaboticabal e Rio Claro.

“Araraquara e Botucatu somam mais de 50% das patentes. A unidade de Araraquara, sozinha, tem aproximadamente 40% de toda a universidade, isto porque eles desenvolvem produtos que favorecem o patenteamento”, ressaltou.

Na análise por área, as que mais solicitam patentes são as de química (25,3%); saúde (22,3%); instrumentação (18,5%); pedido de sigilo (quando não especifica a área) (11,5%); e agricultura (5,4%). Porém, existem áreas que pedem patentes, mas têm valor baixo, a exemplo da bioquímica (0,77%); transporte (0,77%); vestuário (0,77%); desenho industrial (1,54%) e alimentos (1,54%).

Donizetti ressaltou, no entanto, que a maior questão não é o número de patentes depositadas pela universidade, e sim quantas patentes entrarão no mercado via empresas. “Muitas vezes um pesquisador deposita vários pedidos de patentes, mas nenhuma empresa tem interesse em adquirir a patente. Ou seja, o pedido não se torna um produto”, explica o professor. 

 

 

Fonte: Agência Fapesp

 

 

 

 

 

 

 

O projeto “Ciclovita: Projeto de Diagnóstico da Ciclovia do Percurso entre o Instituto de Química da Unesp e a Faculdade de Ciências e Letras (FCL) de Araraquara” foi apresentado, nesta quinta-feira (28/1), durante a 6ª Sessão Cidadã na Câmara Municipal local, pelos estudantes Emmanuel Pinto Monteiro e João Fredini, do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Administração Pública da FCL Unesp, Câmpus de Araraquara.

Os estudantes relataram que a ideia do projeto surgiu a partir de um convite para debater um plano de mobilidade urbana e descobrir as principais rotas dos usuários de bicicletas na cidade e auxiliar a implementação de novas ciclovias e ciclofaixas. “Nosso objetivo é incentivar e estimular ainda mais o uso de bicicletas como meio de transporte”, afirmaram os estudantes.

Os estudantes realizaram uma pesquisa por amostragem, ouvindo um total de 442 pessoas, incluindo estudantes e não estudantes usuários da ciclovia. Nos 7 dias pesquisados foi apurada uma média de 185 usuários de bicicletas e 256 pedestres. Entre as sugestões de melhorias na ciclovia, as principais são a iluminação e a construção de calçada para pedestres, além de pontos de ônibus adequados ao longo da ciclovia, melhorias na sinalização, limpeza e recuperação da pavimentação.

Além da revitalização/readequação da ciclovia, foram propostas a extensão da ciclovia para dentro da FCL/Unesp e a promoção de uma campanha para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo.

Depois da apresentação dos estudantes, o presidente da Câmara, Elias Chediek, informou que levará as propostas de melhorias na ciclovia à Prefeitura de Araraquara.

 

 

Fonte: Com informações da Câmara Municipal de Araraquara

 

 

 

 

 

 

 

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a abertura de um Centro Global de Serviços de Infraestrutura em Araraquara, interior de São Paulo. Para a nova operação, serão contratados 500 funcionários nas áreas de tecnologia, teleatendimento, recursos humanos e segurança do trabalho.

Entre as oportunidades destacam-se 30 vagas de assistentes de teleatendimento, que são dedicadas a pessoas com deficiência (PCDs). Os selecionados para estas posições passarão por um exclusivo programa de treinamento e desenvolvimento, que prioriza sua inclusão e acompanhamento contínuo na rotina de trabalho. Para se candidatar é necessário ter concluído o ensino médio.

O nível de escolaridade varia conforme a posição. As vagas de supervisores, coordenadores e gerentes de teleatendimento requerem curso superior em Administração de Empresas, Tecnologia da Informação ou Engenharia. Experiência em liderança operacional e inglês fluente serão diferenciais para as posições de supervisão e coordenação.

Os interessados devem se cadastrar no site http://www.br.capgemini.com/carreira. Após a seleção dos currículos, será realizada uma pré-entrevista com os candidatos e uma avaliação técnica específica para cada cargo, bem como encontros presenciais ou dinâmicas de grupo com os aprovados.

 


Fonte: Capgemini









AeroportoAraraquaradentroA Prefeitura de Araraquara desapropriou uma área de 145 mil m² vizinha ao Aeroporto Bartholomeu de Gusmão para garantir uma possível ampliação da pista. A intenção da administração, no entanto, é desapropriar mais 450 mil m² para permitir a ampliação da pista para 4 mil metros. Hoje a pista tem 1,8 mil metros.

Com isso, o aeroporto de Araraquara poderá receber voos de carga que são realizados no aeroporto de Viracopos em Campinas, o único do interior do Estado com essa finalidade.

Programa
No final do ano passado, Araraquara foi incluída no “Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos”, um conjunto de medidas do governo federal para melhorar a qualidade dos serviços e da infraestrutura aeroportuária, além de ampliar a oferta de transporte aéreo. No Estado de São Paulo, 19 aeroportos foram incluídos no programa, entre eles o Bartholomeu de Gusmão.

O programa também prevê o investimento de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais para aperfeiçoar a qualidade do serviço, aumentar o número de aeroportos da rede regular e de rotas operadas pelas empresas aéreas.

Segundo o prefeito, o programa pode financiar a ampliação da pista, o que poderá atrair empresas de carga e de passageiros para Araraquara.

Reforma
A ampliação do aeroporto está com 80% da obra concluída e deve ser entregue em abril deste ano. Estão sendo investidos R$ 7,5 milhões na construção do novo terminal de passageiros, oito vezes maior que o atual, salas de embarque e desembarque e espaços comerciais. A capacidade, após a ampliação, será de 200 passageiros por dia.

No ano passado, foram realizadas as obras do novo estacionamento de veículos, vias de acesso, adequação da pista de rolamento e colocação de alambrado.
 

Imprensa – SEESP
Informação da Prefeitura de Araraquara




A Unesp (Universidade Estadual Paulista) inaugurou, no dia 5 último, novos equipamentos na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), campus de Araraquara: o Núcleo de Proteômica, o Laboratório de Toxicologia Ocupacional, novas instalações da Unidade de Desenvolvimento e Produção de Derivados de Soja (Unisoja) e a Praça de Convivência e Jardim Didático de Plantas Medicinais “Prof. Dr. Arildo Bueno Rocha”.

Imprensa – SEESP
Informação da Agência Fapesp



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