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Quatro instituições públicas brasileiras estão no topo do ranking de universidades latino-americanas, sendo duas em primeiro e segundo lugar: Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O ranking é feito pela consultoria internacional Quacquarelli Symonds (QS). Outras duas aqui do Brasil: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em quinto lugar, e Universidade de Brasília (UnB) em nona colocação.

 

top 10 universidades latinas

 

Chile, México e Colômbia completam o topo da listagem das dez mais bem avaliadas, com duas instituições cada. O rankings QS leva em conta sete critérios, com diferentes pesos no resultado final da avaliação: reputação acadêmica (30%) e reputação no mercado de trabalho (20%), ambas avaliadas por meio de pesquisas de opinião; razão professor/aluno (10%), número de citações por artigo publicado (10%), número de artigos por professor (10%), taxa de professores com doutorado (10%) e impacto online da universidade (10%), avaliada segundo o ranking Webometrics.


Imprensa SEESP







Nesta terça-feira (19/04), foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo. A frente terá o enfoque prioritário no debate do caráter público dessas instituições de Ensino Superior e técnico presentes nas cidades paulistas, como promotoras de ações educativas, científicas, de desenvolvimento de novas tecnologias e inovação. O evento foi realizado no auditório Franco Montoro, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), entre às 10 e 13 horas.

A proposta do deputado federal Carlos Neder (PT-SP), tem por objetivo promover ações que visam identificar mudanças necessárias na situação em que se encontram as universidades públicas e institutos de tecnologia - sejam federais, estaduais e municipais. Busca também ser um interlocutor frente entre as administrações das universidades com o poder público, em suas diferentes esferas, e a sociedade.

“Pretendemos criar um espaço de debates sobre a realidade dessas instituições de ensino, pesquisa e extensão”, explicou Neder. “Queremos entender seus principais desafios para dar apoio e fortalece-las para eu cumpram sua missão.”

A frente será coordenada por Neder, e a vice-coordenação caberá ao deputado estadual Carlos Gianasi (PSOL-SP). Outros 30 deputados estaduais de diferentes partidos farão parte. Além dos parlamentares, a frente será composta por representantes das reitorias das instituições, representantes dos sindicatos e agremiações dos professores, servidores e discentes. 

Pró-reitora de Pesquisa da Unesp, Maria José Soares Mendes Giannini foi indicada para integrar a frente por ser atualmente vice-presidente do Foprope (Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pós-Graduação e Pesquisa das Instituições de Ensino Superior Brasileiras).

Cerimônia
Na cerimônia de lançamento, reitores, vice-reitores, pró-reitores, professores, servidores e estudantes da Unesp, USP, Unicamp, Unifesp, UFSCar, UFABC, Centro Paula Souza debateram o financiamento público das instituições, a inclusão de estudantes oriundos das escolas públicas de Ensino Básico, e a busca por mais recursos para os programas de permanência estudantil.

“O Estado de São Paulo não seria o mesmo, e nem desempenharia seu papel no país, sem a formação e Inovação realizadas nas universidades públicas”, defendeu o reitor da Unesp, Julio Cezar Durigan.

O reitor destacou o processo de inclusão de alunos oriundos das escolas públicas, e de pretos, pardos e índios. A Unesp teve a entrada de 35% desses alunos no processo seletivo deste ano. Pela proposta da Universidade, nos próximos dois anos, 50% dos estudantes ingressantes no vestibular virão da Educação Pública, respeitando a distribuição étnica da população paulista.

“Com o ingresso desses jovens, precisamos intensificar as políticas de permanência estudantil”, salientou Durigan. “E contamos com o apoio da Assembleia para resolução das questões que angustiam as universidades.”

 

 

 

Fonte: Agência Unesp de Notícias

 

 

 

 

 

 

 

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