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Bob Zeidman, engenheiro e desenvolvedor de softwares de análise de códigos e copyright, está disposto a provar que a Microsoft copiou o código fonte do CP/M, sistema operacional lançado nos anos 70 para o microprocessador Intel 8080. Segundo os rumores que já se estendem por décadas, a companhia de Redmond teria utilizado o código do CP/M para desenvolver a primeira versão do MS-DOS para o IBM PC.

 

MSDOS 600 larg



Apesar de suas constantes pesquisas e análises sobre o assunto, Zeidman ainda não conseguiu encontrar uma evidência significativa o suficiente para comprovar que o sistema operacional da Microsoft foi uma cópia. Em 2012, o engenheiro utilizou uma série de ferramentas de software criadas por ele mesmo para analisar o código do sistema. Mesmo não tendo encontrado nada relevante para o caso, Zeidman publicou os resultados do estudo em um artigo levando a Microsoft a disponibilizar uma parte do código fonte do MS-DOS para o Computer History Museum, como uma forma de provar que o sistema é autêntico.

Com os dados disponibilizados pela Microsoft, Zeidman encontrou ao menos 22 chamadas ao sistema (ações que enviam e recebem o texto de uma impressora, fax, disco rígido, etc) que teriam sido copiadas do código do CP/M. Como apenas essa descoberta não é suficiente para comprovar a culpa da Microsoft, Zeidman está oferecendo US$ 200 mil para qualquer pessoa que conseguir provar a existência de uma conexão ilegal entre ambos os sistemas operacionais. Metade da recompensa será para quem conseguir encontrar dentro dos códigos do MS-DOS um aviso de direitos autorais com o nome de Gary Kildall, o desenvolvedor do CP/M.

Os outros US$ 100 mil serão destinados a quem descobrir, através de técnicas de análises de direitos autoriais, que o MS-DOS foi construído com base nos códigos de outros sistemas operacionais.

Zeidman disponibilizou uma análise completa do código e dos documentos de apoio existentes para quem se interessar em colaborar com a "investigação" e tentar faturar o prêmio oferecido pelo engenheiro.


Fonte: CanalTech
Via The Next Web





JEnaTVdentroO programa desta semana do JE (Jornal do Engenheiro) na TV traz entrevistas interessantes com os professores Paulo Quintairos e Paulo Fortes Neto, ambos da Universidade de Taubaté (Unitau), que abordam, respectivamente, sobre o papel do engenheiro na gestão da TI (Tecnologia da Informação) e sobre a nova política nacional de resíduos sólidos.

Quintairos explica como a TI e a TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) convergem. “Na verdade, a TIC é uma evolução natural da TI, porque os elementos hoje de hardware são um mix. Difícil, por exemplo, distinguir um celular de um computador. Os smartphones e os tablets fazem essa fusão.”

No processo de gestão, o professor, que também é coordenador de apoio à pesquisa da Unitau, destaca dois movimentos distintos da TI: primeiro em relação ao planejamento para que a empresa consiga perceber o futuro e se situar em relação à concorrência, e depois na questão da própria gestão da empresa. “O TI é bastante relevante para a sustentabilidade e permite algumas economias”, observa.

Na segunda parte da entrevista, o professor Paulo Fortes Neto fala sobre a importância do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). Apesar das críticas que o plano pode suscitar, Neto diz que é um primeiro passo para um posicionamento nacional sobre o tema. Já nos municípios, indica, deverão ser criados planos locais de resíduos sólidos também. “Ele [o plano] tem o mérito de chamar a responsabilidade para os três elementos que compõem a cadeia de geração de resíduos sólidos: as indústrias que geram, o cidadão que descarta e a prefeitura que faz a coleta.”

Ainda abordando assuntos de sustentabilidade, a reportagem especial do JE na TV é sobre a coleta seletiva nas cidades.

CNTU
No quadro “No Ponto”, o presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, mostra a importância das campanhas nacionais que a CNTU (Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados) desenvolverá neste ano em várias áreas, desde saúde à internet.

O programa vai ao ar, na Capital paulista, sempre às terças-feiras, às 19h, também no mesmo dia e horário o JE pode ser assistido pela internet neste link. E é transmitido em dias e horários diversos para outras cidades paulistas e de outros estados, conforme grade neste link.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP




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Foi lançado nesta segunda-feira (20/08), em São Paulo, pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), o Programa Estratégico de Software e Serviços de TI, o TI Maior, com a finalidade de fomentar a indústria de software e serviços na área de tecnologia da informação (TI).

Com investimentos de aproximadamente R$ 500 milhões para o período de 2012-2015, o TI Maior está estruturado em cinco pilares: desenvolvimento econômico e social, posicionamento internacional, inovação e empreendedorismo, produção científica, tecnológica e inovação, e competitividade. Os recursos serão subvencionados por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).

O TI Maior prevê ações, como: aceleração de empresas com base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais; a preferência nas compras governamentais para softwares com tecnologia nacional; capacitação de jovens para atuar na área de TI e atração de centros de pesquisa globais.

“Queremos que a produção de softwares cresça no Brasil a uma taxa muito alta e que esse crescimento represente divisas para o país, geração de renda para as empresas e criação de postos de trabalho qualificados para os brasileiros. O software brasileiro deve fazer frente ao produzido no exterior”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.

O secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida, destacou que um dos maiores desafios do programa será a redução da defasagem científica e tecnológica que separa o Brasil das nações mais desenvolvidas. “O setor de TI já tem 73 mil empresas no Brasil e faturou US$ 37 bilhões apenas em 2011, ou seja, nossa indústria é qualificada. O TI Maior chega para fomentar esse campo portador de inovação, acelerando os demais setores econômicos do país”, ressaltou Virgilio.

Fomento
Um dos principais motores do Programa TI Maior será o fomento às start-ups, aceleradoras de pesquisa e desenvolvimento na área de softwares e serviços. As start-ups serão estruturadas em uma rede de mentores e investidores, por meio de consultorias tecnológicas, institutos de pesquisa e incubadoras, parcerias com universidades, articulação com grandes empresas nacionais e internacionais, além de programas de acesso a mercado e compras públicas.

A base tecnológica nacional deverá ser ampliada por meio de, certificações de tecnologia nacional de software e serviços (Certic’s), estabelecendo uma metodologia de avaliação de softwares elaborados com tecnologia nacional. “Os certificados nortearão o processo de preferência de compras e produtos resultantes de inovação e desenvolvimento tecnológico local, atendendo ao disposto na Lei 12.349/2010. O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), vinculado ao MCTI, será responsável por emitir as certificações”, explicou Virgílio Almeida.

Setores estratégicos
Para integrar os núcleos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, o TI Maior definiu doze setores estratégicos para o desenvolvimento de softwares e soluções de alta complexidade e impacto econômico e social: educação, defesa e segurança cibernéticas, saúde, petróleo e gás, energia, aeroespacial/aeronáutico, grandes eventos esportivos, agricultura e meio ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas (computação em nuvem, internet, jogos digitais, computação de alto desempenho e software livre).

Em todos os casos, o TI Maior estimulará a concepção de projetos nos institutos de pesquisa públicos e privados, bem como a formação de redes acadêmicas e empresariais em torno dos ecossistemas criados.

Nesse contexto, o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antônio Gil, reforçou a importância do setor privado no processo. “O TI Maior vem para elevar o Brasil ao papel de potência mundial no setor. Caberá ao setor privado garantir a excelência no desenvolvimento de softwares e serviços”, disse.

Diagnóstico
Com o objetivo de estimular a criação de empregos e a qualificação profissional, o MCTI – em parceria com o MEC e associações empresariais – traçou um diagnóstico do mercado de profissionais de TI no Brasil, que culminou no “Brasil Mais TI Educação”.

O foco é construir uma grande plataforma de relacionamento digital com estudantes e profissionais do setor de TI, oferecendo intermediação de vagas, cursos básicos e avançados, geração de informação profissional, oferta de cursos gratuitos para comunidades e estudantes, além de atualização tecnológica e acompanhamento de programas governamentais de apoio à iniciativa, como o Pronatec.

A meta é capacitar 50 mil novos profissionais até 2014. Até 2022, o objetivo é formar os 900 mil novos profissionais necessários, que serão adicionados à base atual de 1,2 milhão de profissionais de TI.

Medidas
Ciente do aumento no número de empresas dispostas a instalar centros de pesquisa no Brasil, o MCTI criou – como parte do TI Maior – uma série de medidas de apoio à instalação de polos tecnológicos no país, gerando ambientes propícios à inovação.

O programa prevê o lançamento de editais que destinem bolsas a pesquisadores brasileiros, para atuação em centros globais de pesquisa, em modelo similar ao adotado pelo Programa Ciência sem Fronteiras, assim como a avaliação de benefícios fiscais e tributários referentes à instalação e articulação com a “Sala de Inovação”, ponto focal de avaliação de políticas de investimentos internacionais em P&D. A meta é apoiar a fixação de quatro centros globais de pesquisa e desenvolvimento na área de software e de serviços de TI.

“Ao valorizar o software nacional, feito por empresa brasileira ou estrangeira, estaremos incentivando as atividades de pesquisa e desenvolvimento na área de TI. Isso significa que não só as empresas do setor serão estimuladas às atividades de P&D internamente, mas que também serão alargados os caminhos entre essas empresas e nossas universidades e centros de pesquisa para que possam estabelecer parcerias bastante produtivas e permanentes”, destacou Raupp.

 

Imprensa – SEESP
Informação do MCTI



Nesta segunda-feira (20/08), o ministro Marco Antonio Raupp e o secretário de Políticas de Informática Virgílio Almeida, do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), estarão em São Paulo, para o lançamento do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação - “TI Maior”.

Com o objetivo de fomentar a indústria de software e serviços de TI no Brasil, o programa se estrutura sobre cinco pilares: Desenvolvimento Econômico e Social, Posicionamento Internacional, Inovação e Empreendedorismo, Produção Científica, Tecnológica e Inovação, e Competitividade.

Entre as ações previstas no Programa estão a consolidação de ecossistemas digitais, a certificação e a preferência nas compras governamentais para software com tecnologia nacional, a aceleração de empresas nascentes de base tecnológica com foco em software e serviços, a atração de centros de pesquisa globais e a capacitação de jovens para o mercado profissional.

O “TI Maior” é integrado à Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia & Inovação 2012-2015, que prevê a elaboração de um programa específico para estimular o desenvolvimento do setor de software e TI. Também está articulado a outras políticas públicas do governo federal, como a Estratégia Nacional de Defesa (END), o Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC2), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o Programa Brasil Mais Saúde, o Plano Brasil Maior, o Plano Agrícola e Pecuário (PAP), além dos Regimes Especiais, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria de Semicondutores e Displays (PADIS) e TV Digital (PATVD).

 

Imprensa – SEESP
Informação da Assessoria do MCTI



A cidade de Jundiaí receberá provavelmente o curso de Engenharia da Computação da USP (Universidade de São Paulo), em 2014, conforme termo de compromisso assinado para a instalação do campus no município entre a instituição estadual de ensino e a prefeitura local, que fará a doação de um prédio de 7 mil m² no Complexo Fepasa na condição de receber um curso voltado para a área de tecnologia da informação (TI).

De acordo com o prefeito Miguel Haddad, a negociação para a vinda de uma universidade pública para a cidade teve a participação do deputado Ary Fossen, que morreu no último dia 18. "Foi ele quem agendou a primeira conversa. Agora estamos formalizando o compromisso. A intenção é trazer um curso voltado para a área de tecnologia, que é a vocação da cidade", aponta.

O reitor da USP, João Grandino Rodas, afirmou que a descentralização dos campus universitários faz parte das mudanças do ensino superior. "Jundiaí tem as características ideais, além do interesse, afinal está doando o espaço. E a universidade precisa de novos pólos", analisa.

Imprensa – SEESP
* Com informações do Jornal de Jundiaí



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