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Previsto no Plano Diretor

*Comunicação SEESP

Os engenheiros da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP), em greve para protestar em defesa da aposentadoria da categoria, se preparam para um novo dia de manifestação em frente à Câmara dos Vereadores. Um novo ato está marcado para às 13h de terça-feira (20/3), onde os servidores deliberarão sobre a permanência da greve, iniciada em 8 de março último. A expectativa é de que um número ainda maior compareça.


Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
engenheiros da PMSP ato 8 de marcoEngenheiros da Prefeitura de São Paulo durante manifestação realizada no Oito de Março, em defesa da aposentadoria.


Diante da onda de desinformação que pode atingir os profissionais da engenharia, o SEESP recomenda que entre em contato com o sindicato para o esclarecimento de dúvidas tanto sobre o PL, quanto sobre a greve. O telefone da ação sindical é 3113-2640. Ou pessoalmente na Rua Genebra, 25.

Os engenheiros realizaram uma greve de 24 horas no Oito de Março e retomaram o movimento de paralisação na segunda-feira (12), quando foi decidido, por unanimidade, pela retomada da greve.

A mobilização acontece em protesto ao Projeto de Lei 621/2016, que pretende extinguir a previdência municipal como é atualmente, criando um regime complementar para a aposentadoria a partir da ampliação da contribuição do servidor, que pode chegar a 19%. Todos os engenheiros terão esse índice de desconto, caso o PL seja aprovado.

O balanço da paralisação no setor da educação é de que mais de 90% das cerca de 1.600 escolas da rede municipal aderiram. Desde sexta (16), os engenheiros estão visitando as repartições para ampliar a mobilização da categoria, atualizando a situação política, conversando com colegas e distribuindo material informativo. Nesta segunda (19), a movimentação continua para organizar a mobilização, como a confecção de faixas, para o ato da próxima terça-feira.

“Todos os engenheiros estão convocados para a próxima mobilização”, enfatizou Sergio Souza, engenheiro da prefeitura e diretor do SEESP.

Novas adesões à greve estão ocorrendo como as equipes da Alimentação Escolar, que decidiram nesta sexta paralisar as atividades até terça (20).

Na terça (14), mesmo com os protestos e a violência empregada contra os manifestantes, naquela data, os vereadores da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) aprovaram o texto do PL por seis votos a três. Os vereadores que votaram a favor foram: André Santos (PRB), Aurélio Nomura (PSDB), Caio Miranda (PSB) – relator do PL que apresentou parecer favorável -, Edir Sales (PSD), João Jorge (PSDB) e Sandra Tadeu (Democratas). Os que foram contrários ao PL são Celso Jatene (PR), Claudio Fonseca (PPS), e Reis (PT).

Diversos vereadores da base do governo, no entanto, têm mudado de opinião sobre o PL. Como a bancada do PTB na Câmara que divulgou uma nota pública se posicionando "contrários à propositura" por três razões. A primeira é a realização de uma reforma da previdência no município
sem o prévio conhecimento do que será a reforma nacional, que poderá afetar diretamente os servidores municipais uma vez que, incrementando a alíquota de contribuição previdenciária, eles ainda poderão ser penalizados com duas reformas. Ainda de acordo com o PTB, questões técnicas na análise do PL 621/2016 precisam ser revistas "no que tange a revisão do texto da Lei Orgânica do Município, a criação de dois Fundos contrariando a legislação Federal que norteia a União, os Estados e Municípios, a constituírem um único Fundo Previdenciário, a autorização de seção onerosa de fluxos financeiros para fins de securidade, a progressividade de alíquotas sobre salários, destinação de bens como forma de garantia de obtenção de empréstimos criando dívidas para exercícios futuros, entre outros, demonstram uma série de questões que rompem com a constitucionalidade, legalidade e Lei de Responsabilidade Fiscal". Além disso, o texto retira conquistas históricas dos servidores.

Para que o PL vá a votação, é preciso passar por duas comissoões, o que pode ocorrer a qualquer momento. Na agenda da Câmara Municipal, desta terça, após a sessão ordinária de número 91º, a partir das 15h, estão convocadas 21 sessões extraordinárias entre hoje e amanhã (21),inclusive no período da madrugada. Os servidores alertam que essa é a estratégia adotada neste momento da base governista na Casa para aprovar o PL 621/16 em primeiro turno, caso se obtenha quórum. Hoje, constam na agenda a sessão 107ª até a 113ª. Amanhã, a partir da zero hora e cinco minutos as sessões extraordinárias da 114ª até a 120ª e para às 10h de amanhã as sessões extraordinárias 121ª a 127ª.



(matéria atualizada às 13h23 em 20/3/18)


Um dia após dizer que não daria aumentos salariais para servidores em 2017, o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), decidiu manter os reajustes ao funcionalismo negociados pela gestão Fernando Haddad (PT) e previstos no orçamento.

O tucano havia anunciado o congelamento de salários na segunda-feira (7), em entrevista no programa "Roda Viva", da TV Cultura. "Não tem condição", justificou ele, acrescentando que explicaria isso aos funcionários públicos "falando a verdade" sobre as finanças da cidade.

Para não dar reajustes, Doria teria que driblar lei que fixa cargos e salários na educação, barrar aumentos previstos pela gestão atual e correr o risco de começar seu mandato com paralisações.

O anúncio de que não daria aumento provocou reação até entre aliados do tucano. Como Doria recuou da ideia especificamente para algumas categorias em que os reajustes foram negociados, ele ainda deverá enfrentar a oposição de líderes sindicais.

Em nota, o prefeito eleito disse que vai valorizar e respeitar servidores "levando em conta a realidade das finanças". Na campanha, ele adotava um discurso de "premiar os bons funcionários".

Vereador eleito na coligação de Doria e presidente do Sinpeem (sindicato dos profissionais da Educação no município), Cláudio Fonseca (PPS) cobrou a aplicação de reajustes até o fim de 2018 previstos em lei de 2007 e acordados com Haddad.

"O piso salarial que conquistamos e que deve ser revisto todo ano tem que ser cumprido", disse Fonseca.

Os professores ficaram 43 dias em greve em 2014 depois que Haddad se opôs a reajustes previstos. Neste ano, após novas paralisações, o petista concedeu 7,57% de aumento no piso salarial (que subiu de R$ 3.300 para R$ 3.550) e se comprometeu com um novo reajuste nos anos seguintes - que, somados aos anteriores, somarão 29,65% até 2018.

O presidente do Sindsep (sindicato dos servidores municipais), Sérgio Antiqueira, afirmou que Doria está sendo "precipitado". "Não dá para dizer que não haverá reajuste no ano que vem sem análise das contas. São Paulo conseguiu renegociar sua dívida, situação diferente da do Rio de Janeiro, onde os servidores estão pagando a crise financeira", afirmou.

Claret Fortunato, diretora do Sindicato dos Fiscais do Município de São Paulo (Sivam), disse que a declaração de Doria repete o que outras gestões já fizeram. "O que ele fez foi antecipar o que outros já faziam na surdina", disse.

A categoria diz enfrentar um sucateamento há anos, com cerca de 400 fiscais para toda a cidade, que ganham salário de R$ 2.100 após 30% de aumento concedido em abril - o último havia sido em 2008.

Desde 2002, quando a gestão Marta Suplicy (PT à época) aprovou lei que regula o salário dos servidores concursados, muitas categorias ficaram sem reajuste.

Presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado, Murilo Pinheiro afirmou que "o prefeito eleito deve rever a sua posição" e que irá requisitar audiência com Doria. O presidente do Sindviários (que representa técnicos da CET), Reno Ale, ameaça ir à Justiça se não houver aumento.

 

Comunicação SEESP
Notícia publicada no jornal Folha de S.Paulo, no dia 9 de novembro de 2016

 

 

 

 

 

 

 

 

Confira um balanço das campanhas salariais da categoria, de 2016, na Entrevista do JE na TV desta semana, que conversou com a advogada do sindicato, Karen Blanco. Aepsar da crise, ela faz uma avaliação otimista. “Foi possível sim garantir essas melhoria das condições dos trabalhadores, preservando direitos sociais já conquistados em acordos coletivos anteriores. A maioria das negociações chegou a recompor a inflação, contrariando o cenário que tem sido divulgado”, afirmou.

Na Reportagem da Semana, saiba qual a situação das árvores na capital paulista, que foi atingida por alguns temporais. Na coluna semanal, No Ponto, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, convida a todos para se associar ao sindicato para fortalecer os profissionais.

O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Comunicação SEESP






Produtividade, sustentabilidade e Inovação. Esses foram os pontos centrais apontados por Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), durante a cerimônia de abertura do curso “Introdução à Gestão Integrada de Resíduos Sólidos” do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em parceria com a Prefeitura de São Paulo, com apoio da EcoUrbis.


murilo pinheiro curso de residuosMurilo Pinheiro fala durante aula inaugural do novo curso do Isitec


“Vocês estão dentro da casa da inovação. Esta é a primeira faculdade de Engenharia de Inovação da América. Posso dizer que já é uma referência em todo País e totalmente financiada pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. Estamos colocando no mercado engenheiros que tenham capacidade de inovar e debater as questões relevantes para a sociedade”, afirmou Pinheiro, lembrando que o SEESP é o mantenedor do Isitec.

O presidente do sindicato fez questão de frisar que não se trata de “uma faculdade para ganhar dinheiro”.  “Os mantenedores não recebem recursos financeiros de volta. Nosso retorno é interferir positivamente na sociedade brasileira. Essa é construção do SEESP e sua contribuição à sociedade brasileira”, completou.

 As aulas começaram nesta quinta e ocorrerão sempre as quintas, e vão até 25 deste mês. Para o diretor administrativo e financeiro da EcoUrbis, Cesar Urien, o curso retoma o que há de mais precioso no homem, que é a vontade de aprender. “Tenho orgulho em poder ser convidado pelo Sindicato dos Engenheiros  e pelo poder público em participar dessa iniciativa. Tenho orgulho em estar presente em um projeto que os próprios funcionários da minha empresa quiseram participar. Iniciativas como essa, retomam o melhor momento do homem, que é a fome por saber”, declarou Urien.

Ricardo Brandão, presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb),  órgão da prefeitura envolvido no projeto,  lembrou-se do momento em que surgiu a ideia de promover um curso com esse foco. “Surgiu numa conversa nossa quando assumi  a Amlurb. O nosso serviço na prefeitura é o único que  atende, no mínimo, 12 milhões de clientes, por dia. Todos os domicílios dependem dos serviços de coleta e gestão de lixo. E essa administração atual acumulou um conhecimento tal que pensamos que esse conhecimento aprendido deveria ser disseminado”, disse Brandão, lembrando que o curso irá reunir prática e teoria ao mesmo tempo. “ Isso tem tudo a ver com a inovação proposta pelo Isitec. Certamente esse conteúdo que será fornecido aqui nas aulas, nunca foi visto. É a junção da prática à teoria na gestão de resíduos”, ressaltou o presidente da Amlurb.

Quem também esteve presente foi a coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP, Marcellie Dessimoni, que falou de sua experiência prática com o sindicato, onde recentemente concluiu um estudo sobre o bairro de Itaim Paulista, Zona Leste da cidade, e que será lançado no sábado (6/8), no bairro que foi foco do levantamento. É o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Itaim Paulista. “Tive a oportunidade de trabalhar com os estudantes e professores do Isitec, nesse estudo ,  e eles demonstraram a preocupação com a comunicação com a comunidade,  em entender quais as necessidades do outro, de perceber quais são suas dificuldades e facilidades”, contou a jovem coordenadora, que é engenheira ambiental e falou, ainda, da importância da união de esforços entre sociedade organizada, poder público e iniciativa privada.

Quem também falou sobre isso foi Antonio Octaviano, diretor de Extensão e Serviços de Consultoria do Isitec. “Quanto mais interagirmos entre nós, sindicatos, organizações sociais, empresas e o setor público, mais ideias boas se concretizarão”, falou Octaviano, que apresentou os convidados aos presentes, que estavam ansiosos para o início.

Como a química, Dilcelli Soares Moura, 38 anos, que está buscando atualização no currículo. Ela atua no setor de resíduos sólidos há 10 anos, no setor privado, com avaliação das características químicas dos resíduos. “Quero entender mais a gestão dos resíduos, em todo o processo. Quero estar à frente das novas tendências. E também conhecer mais pessoas que atuam no setor ”, declarou Moura.


Deborah Moreira
Imprensa SEESP







O Departamento de Alimentação Escolar da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) em breve vai se tornar uma coordenadoria. A informação é do engenheiro agrônomo Douglas Damaro, 36 anos, trabalha para o departamento desde dezembro de 2014 é responsável pelo recebimento e fiscalização de todas as frutas, verduras, legumes, arroz e feijão que compõem a merenda escolar e vai para todas as unidades da rede de ensino municipal, totalizando 1,900 milhão de refeições ao dia, para 2800 unidades escolares.


Foto: arquivo pessoal
douglas 600 largO engenheiro agrônomo Douglas Damaro confere os alimentos que vão para as escolas municipais


Damaro, que é um dos engenheiros da prefeitura mais recentemente contratado, é engenheiro agrônomo formado desde 2007, pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), deixou o trabalho na CPTM, onde atuava como terceirizado, para prestar concurso para a Prefeitura. Atualmente, ele é um dos responsáveis pela merenda das crianças da rede pública municipal.

“Eu sou o último engenheiro contratado pela prefeitura. Eu e outros quatro engenheiros fazemos o recebimento do material em um barracão, próximo ao Ceagesp e somos fiscais dos contratos. Só no meu nome são 16 contratos, o que representa cerca de R$ 2 milhões, anual. No total, somos responsáveis por R$ 120 milhões em contratos”, relata Damaro.

O agrônomo recebe R$ 2 mil de salário líquido, ao mês, e faz parte dos cerca de 600 engenheiros concursados que atuam em 18 das 27 secretarias (429) e em todas as 31 subprefeituras (238) - segundo dados da PMSP de 2014.

Desde 2007, esses profissionais, bem como os aposentados, estão sem reposição das perdas inflacionárias em seus rendimentos. Isso por conta da Lei Salarial 13.303/02, que limita o reajuste os salários dos servidores em até 0,01%, ao ano. A lei está em discordância com o artigo 92 da Lei Orgânica do Município (que assegura proteção da remuneração contra os efeitos inflacionários, inclusive com a correção monetária dos pagamentos em atraso).

Desde a primeira gestão do atual prefeito Fernando Haddad, em 2013, a categoria, juntamente com os arquitetos, vem lutando pela valorização da carreira, reposição e adoção do piso mínimo salarial da categoria, conforme a Lei 4950-A/66. 


Deborah Moreira
Imprensa SEESP







A engenharia a favor do trabalhador. Com esse princípio, o departamento de Cemitérios do Serviço Funerário do Município de São Paulo (SFMSP) adquiriu três miniescavadeiras para que os sepultadores possam abrir as covas sem o uso da pá. A medida, além de economizar tempo, trará benefícios à saúde dos chamados coveiros, que geralmente adquirem sérios problemas de coluna antes dos 50 anos.


Fotos: divulgaçãominiescavadeira 1


“Muitos acabam entrando na lista dos funcionários com desvio de função, assumindo outras tarefas por conta da indisponibilidade de saúde. Com as mini escavadeiras, a ideia é que preservar o trabalhador e aproveitar o tempo livre, que restará, para capacitá-lo para fazer outros tipos de serviços nos cemitérios, como pequenos reparos e vigiar a água empossada nos vasos, evitando proliferação do mosquito da dengue”, explica o engenheiro da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) Frederico Jun Okabayashi, diretor do departamento.

Ele conta que foi a partir de conversar com sepultadores que identificou a necessidade de mudar a forma como o trabalho vem sendo feito, desde 1856, quando o primeiro cemitério, o Santo Amaro, foi inaugurado na capital paulista. O trabalho de coleta de informações e pesquisa também é feito pela engenheira de Segurança do Trabalho, Ana Cristina Yoko Kina.


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Em média, dois funcionários abrem uma cova levando cerca de uma hora. Com o uso do novo equipamento, o tempo cai para 20 minutos. Pelo menos 30 sepultadores serão capacitados para usar a miniescavadeira, que estarão operando, até fevereiro, em três cemitérios: Vila Formosa, São Luis e Vila Nova Cachoeirinha. Okabayashi adiantou que outras unidades deverão ser compradas em breve para levar a novidade para outros cemitérios, diante da grande receptividade dos servidores, cujos empregos estão garantidos.

“Já me questionaram sobre a garantia dos empregos. Não há como demiti-los porque além de serem concursados, temos muito trabalho que precisa ser feito. Haverá cursos de capacitação para a parte elétrica, obras, jardinagem, e o que mais for preciso”, completou Fred Okabayashi.


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Na manhã de terça-feira (12/1), houve uma cerimônia de demonstração e entrega das mini escavadeiras, no Cemitério da Vila Formosa. Participaram o secretário de Serviços Simão Pedro, a superintendente do Serviço Funerário Lucia Salles França Pinto, o vereador Laércio Benko (autor da emenda parlamentar que possibilitou, entre outros itens, a aquisição das miniescavadeiras) além da presença dos sepultadores, funcionários e equipe técnica da autarquia.

 




Deborah Moreira
Imprensa SEESP








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