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Da Agência Unesp de Notícias

O Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (Conbea) é um dos eventos mais tradicionais no Brasil, mantido pela Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (Sbea). A edição de 2018, a 47ª, será realizada em Brasília, de 6 a 8 de agosto, nas dependências do Centro Internacional de Convenções do Brasil, com o tema “A Engenharia agrícola no contexto das políticas públicas”.

ConbeaSerão três dias de relacionamento, negócios e debates com um público esperado de 500 pessoas, entre profissionais, técnicos, pesquisadores, estudantes de graduação e de pós-graduação, gestores e empresários do setor e, de forma geral, todas as pessoas interessadas no avanço da aplicação dos conhecimentos da Engenharia nas atividades rurais, constituindo-se em um fórum multidisciplinar onde se desenvolvem sessões técnicas com trabalhos de contribuição dos associados, trabalhos de convidados, conferências e palestras de especialistas, mesas-redondas sobre temas importantes, polêmicos e atuais, representando rara oportunidade para a efetiva troca de experiências entre os profissionais de diferentes áreas de atuação e conhecimento.

O congresso, segundo os organizadores, visa à maior aproximação entre a academia e o setor produtivo, público e privado, bem como a mais ampla divulgação da importância da agricultura e seus produtos junto à sociedade brasileira.

>> Mais sobre o evento em www.conbea.org.br

 

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), dentro da série Educação Política, concluiu e lançará em setembro uma nova cartilha, com o título “Políticas Pública e Ciclo Orçamentário”, com o propósito de chamar a atenção para a importância e necessidade de o cidadão conhecer, entender, discutir e intervir no processo de formulação, implementação e fiscalização das políticas públicas, bem como participar das disputas alocativas ou das batalhas por recursos do orçamento público para as políticas sociais.

A cartilha, elaborada sob a formula de perguntas e respostas, pretende ser um importante instrumento para o acompanhamento do processo de construção das políticas públicas, de elaboração das peças orçamentárias que lhes dão sustentação e do controle do gasto público. Ela traz esclarecimentos e informações sobre as decisões e os interesses envolvidos nesse processo, além de alertar para a necessidade do acompanhamento da formulação das normas legais que operacionalizam os direitos sociais e o planejamento do Estado.

O texto chama a atenção para o fato de que o conteúdo das políticas públicas resulta de decisão política que, por sua vez, é produto de disputa, especialmente entre quem financia o Estado e quem se beneficia dos serviços, bens e direitos distribuídos pelo Estado. Num ambiente de escassez orçamentária o conflito alocativo (simbolizado pelo excesso de demanda e a escassez de recursos) se acirra e tende a se sair melhor nessa disputa quem estiver mais bem preparado, contar com os melhores argumentos ou tiver capacidade ou poder de organização, de mobilização e de pressão.

A cartilha também busca desmistificar o suposto caráter técnico ou de especialização que se atribui à elaboração de políticas públicas e ao processo orçamentário, o que afasta o cidadão desse debate, lembrando que se trata de um processo de escolhas políticas, de definição de prioridades, do qual o cidadão, como titular do poder na democracia, sempre deve ser peça central.

O acesso à informação e o acompanhamento das decisões dos agentes públicos, inclusive nos campos de formulação de políticas e alocação de recursos públicos, faz parte do processo de transparência, de controle e de participação social, inclusive como forma de prevenção e combate à corrupção.

Se em período de crescimento econômico e pleno emprego já há a necessidade de acompanhamento e pressão sobre os agentes públicos na construção de políticas sociais e na alocação de recursos para sua implementação, em momentos de recessão, de contenção do gasto público e de governo neoliberal, como agora, essa atuação se faz ainda mais necessária. E nada melhor do que uma cartilha para servir de guia e de orientação aos cidadãos e setores organizados nesse processo de luta política por direitos, garantias e recursos.

Temos certeza de que a cartilha – cuja concepção, pesquisa e texto são de nossa autoria – a exemplo de outras publicações do DIAP destinadas a instruir ação de cidadania, será um importante instrumento de capacidade e educação política a serviço da sociedade na luta por justiça social e ação cívica. As demais cartilhas do órgão podem ser acessadas no portal www. diap.org.br.

 

 

* Antônio Augusto de Queiroz, jornalista, analista político e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)

 

 

 

 

 

 

 

 

Tomou posse como integrante do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia de Piracicaba, da Câmara Municipal da cidade, o engenheiro Walter Antonio Becari, presidente da Delegacia Sindical de Piracicaba, do SEESP.



Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESPbecari engenheiro 600 larguraEngenheiro Becari se torna conselheiro de C&T da Câmara Municipal de Piracicaba.



A posse foi na segunda-feira (1º de agosto), durante a primeira reunião do semestre, após o recesso parlamentar. O mandato vale até junho de 2018. As reuniões do conselho ocorrem periodicamente, sempre na primeira segunda-feira do mês.

“Ainda estou me inteirando sobre os temas discutidos no conselho. Mas trata-se de uma importante conquista para a categoria. São nos conselhos que podemos interagir e participar da vida pública da cidade”, declarou Becari.

Deborah Moreira
Imprensa SEESP





Com o tema Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza, a SPBC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) abriu no domingo (22/07) a 64ª reunião da entidade, que acontece até o dia 27 próximo, em São Luís (MA). De acordo com a presidente da SBPC, Helena Bonciani Nader, um dos desafios da reunião deste ano é encontrar caminhos para combater a pobreza intelectual.

“O que será discutido aqui não é só a pobreza no sentido socioeconômico, porque tirar da pobreza econômica não é difícil, isso está sendo feito. O que eu quero é um passo adiante. Daqui a quantos anos vamos ver essa população que precisa do Bolsa Família tendo seus filhos em escola de alta qualidade e com acesso à tecnologia que as classes mais abastadas têm? É isso que a gente quer para o Brasil, manter as pessoas com bolsa? Ou será que temos que dar para esses indivíduos a cidadania? A condição de ele poder ter o próprio trabalho?”, disse a Bonciani na abertura do evento, reivindicando o investimento de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) em educação e a partilha de 50% do Fundo Social formado por recursos obtidos com a exploração de petróleo na camada pré-sal para investimentos em educação e ciência e tecnologia.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, destacou que é preciso incorporar os conhecimentos tradicionais aos sistemas de ciência, tecnologia e inovação, “assegurando aos seus detentores a divisão justa e equitativa de sua produção”.

Raupp ressaltou ainda que a contribuição da ciência não ocorre apenas dentro de laboratórios. “A tendência mundial é que a ciência e o cientista deem uma colaboração maior na formulação de políticas públicas nas diversas áreas de atuação governamental.” O ministro engrossou a reivindicação dos recursos do pré-sal e estimulou a mobilização da comunidade científica. Além disso, destacou a realização do Fórum Mundial de Ciência, em 2013, no Brasil. "As discussões já começam em agosto deste ano, na cidade de São Paulo", disse.

 

Imprensa – SEESP
* Informações da Agência Brasil



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