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InovaçãoDireito editadaO Parque Tecnológico de Sorocaba recebe, entre os dias 27 e 29 de junho, a segunda edição do Movimento pela Inovação. Realizado pela Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP), com apoio da Prefeitura local, além de palestras, o evento apresenta opções de financiamentos e outros tipos de apoios à inovação, disponíveis pelo governo paulista a quem pretende tirar seus projetos do papel.

O objetivo da iniciativa é encurtar a distância entre as instituições de fomento, empresas, startups e centros de pesquisas, a impulsionar a economia paulista por meio de investimentos em inovação. Para isso os participantes contam com dicas de como e onde buscar recursos financeiros, além de obter orientação qualificada sobre quais são os obstáculos que podem comprometer o sucesso do seu projeto.

Na abertura, que ocorre às 14h da segunda-feira (27), empresários e pesquisadores de Sorocaba e região poderão conhecer as opções de financiamento e os diversos tipos de apoios à inovação. Nos dois dias seguintes, equipes de negócios da Desenvolve SP atenderão individualmente os empresários que desejam investir em inovação, a fim de conhecer de perto os projetos e poder indicar o apoio mais adequado.

O suporte oferecido pelo Movimento pela Inovação vai desde consultoria para formatação de projetos até a orientação para o financiamento mais adequado ao projeto de inovação, que contam com linhas de subvenção econômica (não reembolsáveis), de financiamento de longo prazo, ou ainda aportes via venture capital, por meio de Fundos de Investimento em Participações. São parceiros do Movimento pela Inovação Fapesp, IPT, Centro Paula Souza, Sebrae-SP, Finep e BNDES, entre outros.

Os empresários e pesquisadores de Sorocaba e região interessados em saber mais sobre as possibilidades de financiamento e outros tipos de apoio poderão agendar um horário com os consultores da Desenvolve SP e tirar todas as dúvidas. As inscrições para palestra e atendimento devem ser feitas acessando aqui.

 

 

Fonte: Prefeitura Municipal de Sorocaba

 

 

 

 

 

 

Pesquisadores e empresários rio-pretense se unem em um ambiente conectado com o empreendedorismo: o Parque Tecnológico de São José do Rio Preto. Com previsão de inauguração para julho deste ano, a ideia é que o parque impulsione o crescimento dos negócios entre as empresas e os pesquisadores da cidade e da região. Aproximadamente 90 empresas já confirmaram participação, sendo 20 delas na Incubadora. “Eu acredito que a interação entre pesquisadores e empresários aumente significativamente nos próximos anos. A participação dos pesquisadores se dará em parceiras, com foco no desenvolvimento de projetos e/ou em consultorias específicas”, afirma o professor Johnny Rizzieri Olivieri, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e atual diretor Científico e de Operações do parque tecnológico.   

De acordo com Olivieri, a interação entre o meio acadêmico e empresarial se dará principalmente por meio do desenvolvimento de projetos. Pode ser projetos específicos de interesse de um empresário, ou, na parceria entre eles. A proposta é transformar em produto o resultado de uma pesquisa realizada nos laboratórios acadêmicos.

Os temas trabalhados no equipamento são coerentes com as competências já instaladas no município, como Biotecnologia, Tecnologia Biomédica, Química Fina, Tecnologia da Informação e Comunicações, Design. Porém, segundo o diretor científico, o local poderá abrigar estudos e projetos desenvolvidos em outras áreas.  

Foco na inovação
A Unesp também terá seu espaço no parque. A proposta é transformar as pesquisas científicas, desenvolvida pela universidade, em produtos e serviços. Existem propostas apresentadas pelos pesquisadores, para a criação de laboratório de nanotecnologia; laboratório de análises; e laboratório de matemática aplicada à indústria. 

“A Unesp, sendo a principal Universidade da região, terá um papel fundamental nesse processo. Ela será, na verdade ela já é, a principal geradora de novos processos, projetos de pesquisas e formação de recursos humanos. Sem a Unesp dificilmente o Parque irá atingir seus objetivos”, ressalta o professor. 

Atualmente, diversos projetos estão sendo executados em indústrias da cidade em parceria com pesquisadores da instituição. Isto ocorre porque um empresário procura um pesquisador da universidade para resolver algum problema tecnológico de sua empresa, e, a partir daí, começa uma parceria maior. “É nesse momento que, além do pesquisador, os alunos também são envolvidos nos projetos, e muitas vezes são absorvidos pela empresas para dar continuidade às pesquisas e desenvolvimentos de produtos”, ressalta.

Outra maneira da participação do aluno é quando ele recebe apoio na criação de pequenas empresas, para transformar uma idéia nascida no seu trabalho de mestrado ou doutorado, em um produto para a sociedade. “Nesse caso, essas pequenas empresas irão para a Incubadora dentro do Parque”, explica. 

Recentemente, foram apresentadas quatro propostas de ex-alunos, todas em andamento, junto ao Centro Incubador de Empresas de Rio Preto. A sugestão é que elas comecem suas atividades dentro do Parque.

O Parque
O Parque Tecnológico de São José do Rio Preto compreende uma área de aproximadamente 110 ha (1.100.000 m2), com áreas destinadas à sede, à incubadora de empresas, ao Centro Empresarial e ao loteamento (por volta de 300 lotes iniciais). 

A Prefeitura da cidade disponibilizou o terreno e foi a responsável pela infraestrutura como (água, luz esgoto, rede de lógica, arruamento e pavimentação do loteamento). O Parque teve investimento do Governo do Estado de São Paulo, de aproximadamente R$ 7,2 milhões, e da Prefeitura da cidade, no valor aproximado de R$ 14 milhões, além do terreno doado. O parque fica na Avenida Abelardo Menezes, 1001, 607, São José do Rio Preto (SP).

 

 

 

Fonte: Unesp Agência de Notícias

 

 

 

 

 

 

A economia criativa tem se tornado um importante fator gerador de uma grande soma de recursos. Esse é um dos fatores motivadores de pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Design, do Câmpus de Bauru, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que verificou a viabilidade de implantar um parque tecnológico referencial em design, indústria e economia criativa para o município e a região. Pesquisa nesse sentido está sendo desenvolvida pela mestranda Ekaterina Emmanuil Inglesis Barcellos, com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp). Ela parte do princípio que a análise prática dos projetos de inovação concebidos em parques tecnológicos possibilita uma ação conjunta entre desenvolvimento científico e empreendedorismo criativo, proporcionando a troca de informações entre universidades e empresas de base tecnológica.

A necessária interação entre centros científicos e a iniciativa privada promove a melhoria de produtos e sistemas, serviços e experiências, intermediando a aplicação prática com o conhecimento científico, garantindo resultados futuros e promovendo o desenvolvimento econômico regional. Este estudo certificou que o município de Bauru e região apresentam, como referência, um polo universitário com centros de estudo qualificados, conhecimento e competência nas áreas de Design, Engenharia e Comunicações, entre outras, sinalizando a possibilidade de estender a qualidade teórico-intelectual para a iniciativa empreendedora.

Fatores favoráveis
A conjunção de fatores essenciais na região, como concentração de indústrias inovadoras, ambiente comercial e de serviços intenso, IDH e estrutura local propícia, logística e geografia favoráveis, permitiu a iniciativa e o avanço da pesquisa. Tomando por base a experiência de parques científicos tecnológicos que incluíram essas áreas de atuação em seu portfolio, foi realizada a pesquisa in loco, nos principais parques do Brasil e do estado paulista.

Partindo da atuação de políticas públicas que fomentam a relação universidade-empresa, em parcerias, o estudo identificou a importância, confirmou os indicadores adequados e elaborou uma proposta que viabilize a implantação de um Parque Tecnológico para Bauru e região, voltado à inovação criativa e ao Design. As informações das visitas, consolidadas por meio da submissão de formulários on-line a gestores e técnicos de Parques, confirmaram a especificidade e a viabilidade para a implantação do Parque local. A análise dos questionários em sobreposição aos dados obtidos nas visitas, possibilitou a definição das estratégias que potencializam o projeto proposto.

A pesquisadora destaca que várias iniciativas de PCTs (em projeto desde 2005) não prosperaram até o presente momento. Isso teria ocorrido em diversas regiões e localidades. Especialmente nesta década, algumas iniciativas foram canceladas ou suspensas, provavelmente em função da crise houve uma redução de fomento em diversas áreas Além das suspensões e cancelamentos, cerca de 5% dos PCT do Estado de São Paulo sofreram modificações na configuração (PCTs alterado para Centro de Inovação, exemplo que ocorreu em Jundiaí). Os motivos para o cancelamento ou suspensão se devem a fatores distintos: falta de verba pública, desacordo entre os agentes envolvidos, falhas de planejamento, problemas relativos à área física destinada e projeto etc..

Perfil para Bauru
A pesquisa aponta que o perfil essencial para Bauru é um PCT de DNA Criativo, voltado ao design, à área de comunicação e artes, audiovisual (TV e Rádio), engenharia, sistemas, TI e à inovação. Por seus aspectos, inter, multi e transdisciplinares, o design tem ampla atuação, podendo apoiar diversas áreas e setores, por sua natural transversalidade, como atividade ‘meio’ e como atividade ‘fim’. Não se restringindo a poucas areas priorizadas, como ocorre na maioria dos Parques estudados.

No que tange à proposta a ser elaborada, um planejamento estratégico consistente baseado em dados colhidos garantirá os rumos do modelo de um novo Parque no Estado para o Estado de São Paulo. Este trabalho, além de certificar a importância da iniciativa local na região de Bauru, encontrou 90% dos indicadores necessários para viabilizar a instalação de um Parque Científico Tecnológico atuando nas áreas-tema com total suporte e expertise.

Baseando-se nas visitas e entrevistas realizadas na região Sul, há a percepção de que os Estados visitados nesta região aplicaram, e aplicam, como uma estratégia o caráter empreendedor que os Parques agregam às universidades. A proximidade do Parque e da universidade é uma característica presente em quase todos os PCTs e os que não estão com estas configurações, se adequaram a ela, vide caso do Valetec e mudando essencial o perfil das mesmas. Esta atitude se assemelha ao que foi percebido na única visita internacional, ao Parque de Umbria em Cali/Colômbia.

Tendências internacionais
Esta visão corrobora com tendências internacionais, conforme apresentado na 25ª Conferência Anprotec, em 2015, que discutiu a evolução dos aspectos tecnológicos que levam à evolução naturam ao status inteligentes que permeia a evolução dos Parques no mundo. Há uma notória semelhança entre os modelos e o planejamento estratégico nessas localidades.

A região Sul do país tem usufruído exponencialmente desta aproximação entre a academia e as empresas, utilizando a pesquisa como agente de inovação e desenvolvimento, portanto tem alcançado os melhores resultados em consolidação de iniciativas e protagonismo em proporcionalidade.

Com relação às tendências, a autora aponta duas matrizes de soluções paralelas separadas em 2 eixos: Modelos de Parques ligados a universidades; e a Cidade de Bauru e viabilidade da proposta do Parque local.

 

 

Fonte: Unesp Agência de Notícias (UnAN)

 

 

 

 

 

O Parque Tecnológico de Santo André deu mais um importante passo para sair de vez do papel. No dia 19 último, foi assinado, pelo governo paulista e a prefeitura do município, o credenciamento, em definitivo, do parque andreense junto ao Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec). Além do complexo andreense, outros seis parques – quatro em Campinas, um em Botucatu e outro em São José do Rio Preto – também receberam a chancela.

Com o trâmite realizado nesta manhã, fica a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC – entidade gestora –, autorizada a receber incentivos fiscais, além de firmar convênios para que possa receber repasses para a execução das obras, além da compra de equipamentos. Um estudo preliminar realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de Santo André estimou em R$ 14 milhões o montante inicial necessário para poder viabilizar o projeto. O próximo passo será o envio de um projeto do Executivo para aprovação na Câmara para que seja designado o terreno que pertencia à indústria química Rhodia Têxtil, localizada na região central da cidade, como base tecnológica.

Instalações
Além do terreno de 8 mil m², sendo 5 mil m² de área construída, que pertencia à indústria química Rhodia Têxtil, outros dois locais também foram disponibilizados para implementação do Parque, sendo um de 30 mil m², próximo ao Auto Shopping Global, localizado na Avenida dos Estados, e o outro ainda maior, com 180 mil m², no Campo Grande, na região de Paranapiacaba.

 

 

Fonte: Prefeitura Municipal de Santo André

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Parque Tecnológico de São José dos Campos vai sediar nos dias 19 e 20 de maio, das 9h às 18h, o workshop Abordagem Sistêmica na Certificação de Aeronavegabilidade – Experiências Internacionais. Além da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), estarão presentes os órgãos reguladores norte-americano Federal Aviation Administration (FAA), europeu European AviationSafety Agency (Easa) e canadense Transport Canada Civil Aviation (TCCA).

Realizado pela Anac, em parceria com a Prefeitura de São José dos Campos e a Embraer, o evento está alinhado com o eixo de desenvolvimento sustentável do plano de governo do prefeito e tem como objetivo propiciar uma troca de experiências entre os diferentes players do segmento da certificação aeronáutica.

“Como polo nacional da indústria aeronáutica, São José dos Campos é a cidade ideal para sediar um evento deste porte. Além da Embraer, do DCTA e do ITA, temos aqui o IFI (Instituto de Fomento e Coordenação Industrial) e a gerência de certificação da ANAC, órgãos responsáveis pela certificação dos produtos aeronáuticos”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia.

O seminário é gratuito e voltado para os profissionais da indústria aeronáutica envolvidos com o processo de Certificação de Tipo. As inscrições podem ser feitas até o dia 7 de maio (quinta-feira) pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Com a realização deste encontro, a Anac espera fornecer uma visão intuitiva e prática dos diferentes sistemas implementados na América do Norte e na Europa na condução da Certificação de Tipo (ODA/DAO/DOA) à Autoridade Brasileira de Aviação Civil, à Indústria Aeronáutica e para outras organizações interessadas.

Segundo a Anac, espera-se também que os participantes do evento troquem informações sobre como arquitetar e adaptar sistemas de certificação de aeronavegabilidade funcionais e robustos. Os sistemas da FAA, da TCCA, e da EASA serão avaliados de um ponto de vista das autoridades e dos projetistas da indústria, buscando-se uma ideia prática das vantagens, dos inconvenientes e dos desafios.

“Não tenho dúvidas de que a troca de experiência proporcionada por este workshop será muito proveitosa para todas as partes e colocará o município como referência global em certificação aeronáutica, aspecto estratégico para a competitividade da indústria do setor”, disse o secretário.

 

 

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

O Parque Tecnológico de São José dos Campos iniciou, nesta semana, a segunda etapa da seleção de empresas que poderão se instalar no Centro Empresarial 2. Os interessados devem atender aos requisitos do processo de seleção e se inscrever até 11 de abril, seguindo as orientações contidas no site do Parque. Podem participar pequenas e médias empresas de base tecnológica, do Brasil e exterior.

Na primeira convocação foram selecionadas 14 empresas, que poderão começar a operar a partir de maio no novo espaço. O Centro Empresarial tem área construída de 12 mil metros quadrados em dois pavimentos. O prédio está dividido em módulos de 60, 70, 100, 110, 115 e 180 metros quadrados, oferecendo espaço a 50 empresas. O local tem ainda oito salas de reunião de uso comum, além de recepção, toaletes e laboratórios de uso compartilhado.

O novo centro empresarial oferece infraestrutura de qualidade para pequenas e médias empresas de base tecnológica de forma que elas possam desenvolver produtos e serviços de elevado valor agregado e que, mais à frente, contribuirão para a riqueza do município e a geração de empregos.


Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos










No próximo dia 9 de outubro, A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) inaugurará no Parque Tecnológico de Sorocaba. A exemplo da Pontifícia Universidade Católica (PUC), a UFSCar ocupará uma área de 170 metros quadrados, na parte interna do Núcleo Central, onde trabalharão inicialmente 12 pessoas nos projetos de pesquisas.

Conforme destaca a universidade federal, no Parque Tecnológico funcionarão trabalhos em diversas áreas, tais como: Centro Avançado de Computação, com desenvolvimento de soluções sustentáveis na área de mobilidade, ubiqüidade e cloud computing (computação em nuvem); Laboratório de Estudos de Sistemas Logísticos e de Operações, desenvolvendo pesquisas aplicadas para suporte a sistemas logísticos.

Outro trabalho será realizado pelo Laboratório de Economia Industrial, com pesquisas sobre diversos aspectos do setor industrial brasileiro, com ênfase às industrias localizadas na região de Sorocaba; em outra frente de pesquisa está o Núcleo de Geoprocessamento e Planejamento Ambiental, concentrando pesquisas voltadas ao planejamento ambiental e florestal e às atividades de geoprocessamento.

O Núcleo Estendido de Pesquisa em Administração da Ufscar Sorocaba contribuirá para a melhoria da competitividade de diversos setores e para o desenvolvimento socioeconômico local/regional, por meio de estudos e projetos de pesquisas na área de administração. O Centro Avançado de Análise de Dados atenderá demandas de capacitação de recursos humanos e eficiência das organizações relacionadas à difusão e aplicação de métodos quantitativos para sistematização e análise de dados econômicos, financeiros, ambientais e de desempenho organizacional.

 

Fonte: Prefeitura Municipal de Sorocaba

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) começou a construir seu parque tecnológico, o CTI-Tec, um investimento de R$ 15 milhões em infraestrutura destinada a abrigar 16 empresas de base tecnológica e mais uma incubadora. A primeira a se instalar na área será a Petrobras, que planeja implantar um Centro de Tecnologia de Engenharia de Poço (CTEP) no segundo semestre deste ano. Esse centro vai se dedicar à capacitação de pesquisadores, desenvolvimento de projetos de pesquisa e desenvolvimento para os setores de energia, petróleo e gás e gerar novas tecnologias que possibilitem explorar todo o potencial existente no pré-sal.

O CTI-Tec será o quarto parque tecnológico de Campinas integrante do Sistema Paulista de Parques (SPTec) — estão pré-credenciados o centro de tecnologia Ciatec, o parque científico da Unicamp, e o Polis, que funcionado no CPqD.

O parque do CTI pretende diminuir a distância entre o conhecimento produzido no País e as demandas por inovações técnicas do setor produtivo. O CTI, órgão ligado ao governo federal, é responsável pela produção de pesquisas nas áreas de microeletrônica, softwares e aplicações. O parque tecnológico instalado no local será voltado para empresas que atuam no campo da tecnologia da informação e comunicações (TIC), setor que cresce de forma acelerada no País.

Segundo o instituto de pesquisa, o CTI-Tec pretende criar um ecossistema em que a presença em um mesmo local de empresas e instituições científicas e tecnológicas, compartilhando seus recursos, formarão a base necessária para a geração de soluções inovadoras, possibilitando um processo de coevolução e de autossustentação do conjunto.

O principal critério de seleção estabelecido para uma empresa se instalar no novo parque é a apresentação de um projeto que possa ser desenvolvido em parceria entre o centro e a companhia empreendedora. Haverá o rateio das despesas condominiais e as empresas irão se comprometer a contratar projetos de pesquisa e desenvolvimento e inovação do CTI. “Não se trata de um empreendimento imobiliário, mas sim de um instrumento para apoiar a inovação na cadeia produtiva, para produzir pesquisa, desenvolvimento e inovação”, disse o diretor do centro de pesquisa, Victor Mammana.

A previsão é de que a primeira fase do CTI-Tec contemple a construção de um prédio de 1,8 mil metros quadrados, com investimentos de R$ 3 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A primeira fase tem como meta abrigar empresas voltadas para geração de inovação em bens e serviços de tecnologia de informação (TI).

Como atrativo às empresas, além dos incentivos fiscais e a sinergia com o centro de pesquisa, o parque vai viabilizar a instalação de empresas em local de fácil acesso a Campinas e região e com conexões logísticas com o resto do País e outros mercados, além de conexões com as demais entidades de pesquisa e ensino, especialmente as da Região Metropolitana de Campinas (RMC).
 

Fonte: Jornal Correio Popular - Campinas




Esses foram os temas da palestra realizada no dia 16 de abril último pelo professor-doutor Sylvio Goulart Rosa, diretor-presidente do ParqTec (Fundação Parque de Alta Tecnologia de São Carlos). Criada para ajudar no desenvolvimento de pequenas empresas no Brasil, é considerada a maior incubadora no País.


* Veja aqui as fotos da palestra


O evento ocorreu na sede do Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia), no centro de São Paulo, e teve a participação do secretário municipal do Trabalho e do Empreendedorismo, Eliseu Gabriel, acompanhado por seu adjunto, José Alexandre Sanches; do professor-doutor João Sérgio Cordeiro, da Universidade Federal de São Carlos; de Antônio Octaviano, diretor-geral do Isitec e dos professores desse instituto Dagoberto Antonio Redoschi e José Marques Póvoa. Também estiveram presentes Elizabeth Rodrigues, representante do Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo), bem como do presidente Newton Guenaga Filho e dos diretores Januário Garcia e Celso Renato de Souza, respectivamente das delegacias do SEESP na Baixada Santista, em Jacareí e em São José dos Campos.

Região de inovação
Ao fazer um breve relato sobre o ParqTec, Rosa disse que trata-se de uma entidade pioneira que surgiu da primeira política pública para institucionalizar a transferência de tecnologia da academia para o setor produtivo, aumentando a competitividade local. Tem contribuído na construção de uma região de inovação, formada por universidades públicas e privadas, centros de pesquisas, órgãos de governo e por duas centenas de empresas atuando nas áreas de tecnologia da informação e comunicação; novos materiais; instrumentação eletrônica; automação & robótica; química fina e óptica. Criado em1984 pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), com apoio da Universidade de São Paulo e da Prefeitura Municipal de São Carlos, implantou a primeira incubadora de empresas da América Latina e realizou a primeira Feira de Tecnologia no País em 1985. Ao longo do tempo, ganhou notoriedade. Dez anos depois, a Prefeitura doou uma área de 164 mil metros quadrados à construção do parque. Em 1995, lançou o Programa São Carlos Capital da Tecnologia,com dez metas para execução em dez anos, nas áreas de saúde pública, educação, infraestrutura e desenvolvimento econômico.

São Carlos 2022é outro planejamento estratégico de longo prazo para definir projetos e ações que atinjam a meta do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,922. A visão do ParqTec para 7 de setembro de 2022 – quando será celebrado o Bicentenário da Independência do Brasil – é garantir cidades ricas, justas, competitivas e desenvolvidas, capazes de proporcionar alto padrão de vida a toda a população. “Minha sugestão é puxar para o centro a proposta pedagógica, a inovação e o empreendedorismo. Criar empresas de base tecnológica em abundância, megaincubação e acesso ao capital”, apontou Rosa. Ao finalizar, enfatizou que “o projeto do Isitec está certo, é bom e necessário. É indispensável para formar o engenheiro do século XXI”. Para Octaviano, “a existência de parques tecnológicos com incubadoras de empresas casa perfeitamente com essa Faculdade de Engenharia de Inovação, sendo complementares”.

Cidade amiga
Segundo informou Eliseu Gabriel, no dia 5 de abril, a Prefeitura de São Paulo firmou convênio com a Caixa Econômica Federal e com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) para criação da Agência São Paulo de Desenvolvimento. A proposta integra o plano de sua Secretaria de estimular o empreendedorismo na capital. “Vamos tornar a cidade amiga do empreendedor”, assegurou, e acrescentou: “Estamostrabalhando para viabilizar o Parque Tecnológico na Zona Leste”. Durante a exposição, Sanches informou que o Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação foi criado pelo PL 377/09, de autoria do então vereador Eliseu, que culminou naLei 15.247. Na sua opinião, são imensos os benefícios. “Já tiramos uma proposta de lei de inovação para São Paulo, que contenha o Fundo Municipal de Inovação com recursos locais, do Estado e da União.” Ao encerramento, Octaviano disse que o engenheiro, por meio do exercício da profissão, poderá se tornar um empreendedor de sucesso, gerando riqueza para si e para o País.

 

Lourdes Silva
Imprensa - SEESP




Sorocaba31JAN2013dentroNa terça-feira (29/01), foi assinado o termo de doação de área entre a Prefeitura de Sorocaba e o reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) para expansão do campus em Sorocaba. O terreno de 2.089 m2, anexo à área da Universidade, foi desapropriado pela administração municipal.

Segundo o prefeito Antonio Carlos Pannunzio (à esquerda na foto ao lado), a ampliação se deve à demanda sempre crescente da universidade no município. "Ampliar não apenas para atender os jovens sorocabanos que querem estudar, mas também toda a região. E essa ampliação deverá incluir o número de cursos que oferece a nossa gente", afirmou.

Já o reitor Júlio César Durigan (foto ao lado) revelou que na conversa com o prefeito, além do uso da área cedida, foi abordada a perspectiva de crescimento da Unesp em Sorocaba. "Vamos estudar uma área maior, ao lado do Parque Tecnológico, para que possamos transferir para lá a nossa estrutura e cedermos à Prefeitura o espaço e a estrutura do Alto da Boa Vista. E aí, certamente criaremos novos cursos de graduação e pós-graduação, principalmente na área de engenharia", revelou.
 

Imprensa – SEESP
Notícia e foto da Prefeitura de Sorocaba




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