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O consumo de energia elétrica no país caiu 4,4% em novembro de 2015, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em novembro do ano passado, foram consumidos 39,1 mil gigawatts/hora (Gwh), segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.


Foto: Agência Brasil
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Entre os setores avaliados pela EPE, a maior queda foi observada na indústria (-8,9%), o principal consumidor de energia elétrica do país. O consumo caiu de 15,3 mil Gwh, em novembro de 2014, para 13,9 mil Gwh, em novembro do ano passado.

De acordo com a EPE, a queda de 8,9% foi a maior para um mês de novembro em 12 anos. Entre os motivos para a queda estão o desastre ambiental em Mariana, que paralisou a produção de algumas unidades de extração de minerais metálicos e deixou o mercado consumidor enfraquecido para as indústrias metalúrgicas.

O consumo residencial caiu 2,2%, fechando novembro com média de 11,1 mil GWh. A queda do consumo comercial, por sua vez, chegou a 2,6%. Em todos os setores, o consumo de energia elétrica acumula perdas de 2,1% no ano e de 1,7% no período de 12 meses.


Fonte: Agência Brasil




Já está disponível na Coletânea de Arquivos de materiais de estudos do Laboratório de Iluminação da Unicamp, o relatório do Grupo BioInitiative 2012. Participam desse grupo pesquisadores de diversos países: EUA, Itália, Índia, Eslováquia, Suécia, Grécia, Rússia, Canadá e Áustria.

As discussões sobre os impactos na saúde pelas ondas de Baixa Frequência (LF) e de Extrema Baixa Frequência (ELF) apresentam relação direta com as atividades não só dos profissionais ligados às áreas de transmissão de energia e comunicação, mas também dos profissionais das áreas correlatas à iluminação. Também pessoas com hipersensibilidade a emissões eletromagnéticas, segundo análise desse importante documento com mais de 1400 páginas, podem apresentar sérios distúrbios na saúde física, incluído ai o câncer em suas mais variadas manifestações.

Algumas pesquisas concluídas e outras em andamento observam ainda os complicadores em relação às fontes de iluminação fluorescentes compactas que, a partir desses estudos, mostraram-se obviamente formadores de campos eletromagnéticos insalubres.

Outro assunto não menos importante relatado no relatório versa sobre os problemas causados na saúde pela intermitência luminosa sobre as condições de alimentação. Outros casos relacionados aos problemas do sono em função da iluminação (alteração dos níveis de melatonina) e que comprovadamente foram co-responsáveis por câncer de mama e doença de Alzheimer, também foram incluídos nesse relatório.

Embora não temos como finalizadas as pesquisas nessa área abrangente que é o da emissão de ondas EL e ELF, podemos sem receio concluir que de alguma forma as informações que já temos são um passo importante para a tomada de decisões, o que poderá contribuir consideravelmente para a manutenção da saúde individual e pública.

 

Imprensa – SEESP
Fonte: Laboratório de Iluminação Unicamp




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