GRCS

Está sendo realizada, nesta sexta-feira (16/09), em Aracaju (SE), a quarta edição do Curso de Formação Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU). O evento começou às 9h e vai até às 18h. Voltada aos dirigentes das entidades filiadas à confederação, a atividade fará uma ampla abordagem da atual conjuntura política e econômica do País. Os engenheiros, como filiados à confederação, participam da atividade.

* Acompanhe mais informação sobre o andamento da atividade no Facebook da CNTU.

Nesse contexto, ganham destaque as batalhas sindicais do momento: terceirização da atividade-fim, mudanças na legislação trabalhista e a reforma da Previdência. Tais medidas, anunciadas pelo Governo como forma de ajustar as contas públicas ou já em trâmite no Congresso, representam graves ameaças aos direitos conquistados historicamente. “Nossa luta é pelo desenvolvimento com valorização do trabalho, garantia de emprego e renda. Em nada ajudará o País restringir o acesso a direitos ou precarizar as relações do trabalho”, afirma o presidente da CNTU, Murilo Pinheiro.

O dirigente, que fará exposição sobre os riscos da terceirização indiscriminada durante o curso de formação sindical, lembra que é preciso qualificar as lideranças para que essas possam “representar e defender os profissionais de forma eficaz”.

Organizar e comunicar
A programação do curso de formação sindical inclui ainda orientação à organização e regularização das entidades para que essas cumpram com suas obrigações legais e possam atuar plenamente, representando a respectiva categoria.

Encerrando, entra na pauta o debate sobre comunicação em rede e a luta sindical. Falará sobre o tema o jornalista e blogueiro Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.

Confira a programação completa do curso aqui.

 

Comunicação CNTU

 

 

 

 

 

 

O JE na TV desta semana traz uma cobertura completa sobre o III Curso de Formação Sindical da CNTU, que ocorreu nos dias 15 e 16 de outubro, em Maceió (AL). Ainda sobre a Confederação, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, também presidente da CNTU, falou do lançamento do Departamento de Alimentação Saudável, no dia Mundial de Alimentação, em 16 de outubro, também na capital alagoana.


Reprodução JE na TV

je na tv 2610-3 600 larg



Na entrevista, o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nese, que fala sobre o déficit da Previdência Social e aponta saídas para a crise econômica como a desoneração do trabalho, a partir da substituição de um tributo que atualmente incide sobre a folha de pagamento, por uma taxação sobre a movimentação financeira.

Tudo isso e muito mais você confere no JE na TV, programa do SEESP, que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Imprensa SEESP





A Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU) realiza, nos próximos dias 15 e 16, em Maceió (AL), a terceira edição do curso de formação sindical. A ideia é contribuir para que os profissionais possam contar com entidades organizadas, fortes e prontas a lutar por seus direitos e também por novas conquistas.

Confira a programação a seguir:

15 de outubro

9 horas – Abertura

9h30 – A conjuntura econômica brasileira - Ademir Figueiredo - Economista e assessor da Direção Técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)

10h30 – Cenário político e sindical – João Guilherme Vargas Netto – Consultor sindical da CNTU

11h30 – Debate

14h – Previdência, aposentadoria e fator previdenciário - Denise Lobato Gentil - Professora do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ)

15h – A ameaça da terceirização - Antônia Mara Loguércio – Juíza do Trabalho

16h – A pauta dos trabalhadores no Congresso Nacionalm - Antônio Augusto de Queiroz – Diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)

17h Debate

16 de outubro

9h – Negociação coletiva e o papel da Justiça do Trabalho - Davi Furtado Meirelles – Desembargador Federal do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT/SP) e Ivani Contini Bramante –  Desembargadora da 4ª Turma e da Seção Especializada em Dissídio Coletivo do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT/SP)

10h30 – Gestão das entidades sindicais - Pedro Afonso Gomes – Presidente do Sindicato dos Economistas de São Paulo (SindeconSP)

11h30 – Debate

14h – A comunicação dos trabalhadores - João Franzin – Jornalista e diretor da Agência Sindical

15h – Debate 




Imprensa SEESP







A despolitização presente na sociedade, alimentada pela imprensa e reproduzida de forma acrítica nas redes sociais, se não for enfrentada à altura, além de prejudicar o cidadão em suas variadas dimensões, irá fortalecer o mercado, que tem como metas exclusivas a competição e o lucro a qualquer custo.

O movimento sindical precisa urgentemente intensificar seus programas de formação para atrair novos militantes, construir novas lideranças, resgatar a consciência política, reforçar valores cívicos e éticos e, principalmente, dar continuidade à organização e à luta em defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores.

A educação formal, a cargo das escolas, infelizmente, não tem instruído para a vida, mas apenas para o mercado. A lógica é toda da competição, do egoísmo, do individualismo. Conceitos como cidadania, solidariedade de classe, ajuda mútua e tolerância não frequentam o imaginário dessas novas gerações.

O programa governamental de educação profissional, cuja condução foi entregue ao ‘Sistema S’, vinculado às entidades sindicais patronais, utiliza exclusivamente a pedagogia da competência. Ela ignora completamente a tomada de consciência de classe e dá ênfase à tese da empregabilidade e da culpabilidade do trabalhador por sua condição de desempregado.

Precisamos resgatar o conceito de cidadania, tanto pela educação formal ou profissional, quanto pelos programas de formação dos setores organizados. A cidadania traduz a ideia de participação e atuação em todos os aspectos políticos da sociedade, em especial na construção e usufruto de direitos. Isso pressupõe não apenas conhecimento sobre o Estado, suas instituições políticas e as leis, como também consciência de suas obrigações.

O movimento sindical, por meio dos programas de formação, pode abordar a cidadania em suas cinco dimensões e calibrar a importância que cada uma delas deve ter na vida das pessoas. São elas: 1) eleitor, 2) contribuinte, 3) usuário de serviços públicos, 4) consumidor, e 5) trabalhador.

Como eleitor, o cidadão é o titular do poder. Quando vota, ele apenas delega para que alguém legisle, fiscalize, aloque recursos públicos ou administre em seu nome, mas com base num programa, com prestação de contas e alternância no poder. Sem esses pressupostos, o representante estará usurpando o poder do representado.

Em sua dimensão de contribuinte, o cidadão precisa ter consciência de que o tributo é uma necessidade do Estado e que precisa ser instituído e cobrado de forma justa, ou de modo proporcional à capacidade do contribuinte.

A justiça fiscal precisa estar presente tanto na tributação quanto na destinação dos tributos. No primeiro caso deve incidir menos sobre o consumo e o salário e mais sobre a renda, o lucro, o patrimônio, a herança e as grandes fortunas. No segundo, o produto da arrecadação deve ser aplicado obrigatoriamente em políticas sociais, serviços públicos de qualidade e no combate às desigualdades humanas, regionais e materiais.

Na dimensão de usuário de serviços públicos, o cidadão pode e deve cobrar dos governantes serviços suficientes e de qualidade nas áreas de educação, saúde, segurança e transporte. Para tanto, precisam fiscalizar para que os agentes públicos não desviem recursos públicos para beneficiar quem vive de renda nem para alimentar a corrupção.

Como consumidor, o cidadão precisa ter consciência da necessidade de preços justos, de um lado, e da importância da sustentabilidade, de outro. Assim, deve evitar consumir produtos de empresas que não respeitem o meio ambiente ou pratique trabalho degradante, entre outras formas condenáveis de exploração da atividade econômica e/ou da venda de bens e serviços.

Por fim, na dimensão de trabalhador, o cidadão precisa ter clareza de sua importância na formação da riqueza nacional. Deve exigir jornada decente, condições de trabalho adequadas e remuneração digna. A forma de fazê-lo é participando e valorizando sua entidade sindical e, na hipótese de ela não representá-lo adequadamente, fazer oposição e pressioná-la a mudar de posição ou disputar sua direção.

A despolitização presente na sociedade, alimentada pela imprensa e reproduzida de forma acrítica nas redes sociais, se não for enfrentada à altura, além de prejudicar o cidadão em suas variadas dimensões, irá fortalecer o mercado, que tem como metas exclusivas a competição e o lucro a qualquer custo.

A forma de enfrentar e evitar esse risco de retrocesso político e social é qualificando o militante para, com conhecimento, argumentos e conteúdo, mostrar que sem política não há solução para os problemas coletivos. E essa tarefa deve ser assumida com prioridade pelo movimento sindical, sob pena de perda de legitimidade e representatividade. Formar novos quadros para bem representar os trabalhadores, combater as forças conservadoras e neoliberais, e reduzir a ignorância política no País.


 

* Antônio Augusto de Queiroz, jornalista, analista político e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)  








Para o professor e economista Marcio Pochmann, a ideia de que os movimentos sociais precisam conscientizar as bases beneficiadas por políticas públicas implementadas na última década soa quase como um mantra. Na quarta-feira (30/7), terceiro dia da 14ª Plenária Nacional da CUT, em Guarulhos, ele defendeu mais uma vez que a ascensão econômica de 37 milhões de brasileiros da pobreza para a classe média nos últimos 10 anos não trouxe junto a conscientização dos brasileiros beneficiados por essa transformação social.



Foto: Dorival Elze/CUT Nacional
pochman cut

 


Segundo ele, o desafio para o movimento sindical é justamente cumprir o papel de agente de politização para construir uma maioria afinada com as reformas que o país obrigatoriamente terá de fazer. Entre essas, a sindical. Para isso, Pochamann defendeu uma fórmula baseada num tripé formado pelo investimento em formação para qualificar os quadros sindicais, na escolha de dirigentes de acordo com sua capacidade de gestão e na comunicação com a base.

“A grande imprensa somos nós (movimento sindical). Quantos panfletos os sindicatos fazem por semana? Quantos jornalistas a imprensa sindical possui? O problema é que em muitas publicações, das 10 páginas, 12 trazem fotos do presidente. Ou quando há uma análise econômica, o artigo é da Dona Leitão (ironizando a economista global Miriam Leitão). Essa gente não entende nada de nós. O que precisamos é aprimorar o diálogo com as bases, fazer pesquisa para saber como o trabalhador vê a nossa comunicação”, sugeriu.

Para ilustrar a situação, Pochmann observou que mais de 22 milhões de pessoas tiveram acesso ao emprego formal. Porém, de cada 10 trabalhadores, apenas dois são sindicalizados. E 40% diz não aderir aos sindicatos porque, apesar de reconhecer a importância dessas organizações, não sabe quem defende a categoria porque não está presente no local de trabalho.

Ele apontou que a ampliação do acesso ao ensino superior, seja pelas políticas de inclusão como o Programa Universidade para Todos (ProUni), seja pela ampliação do poder econômico, elevou o trabalhador a um outro patamar de conhecimento e mudou o grau de exigência sobre as organizações sindicais. “O aprimoramento dos quadros que temos nos sindicatos é fundamental, porque a classe trabalhadora muitas vezes está num nível superior ao dos dirigentes”, pontuou.

Serviços
Para Marcio Pochmann, o mercado de trabalho vive uma fase de transição, do trabalho material, predominantemente industrial, para o imaterial, em que impera o setor de serviços e, em muitos casos, a terceirização e a fragmentação da classe trabalhadora. Essa realidade traz também uma nova relação para o trabalhador, conectado 24 horas por dia com sua atividade profissional e não mais apenas quando está no local de trabalho. O novo cenário traz um desafio para a representação sindical que, segundo o economista, não se adequou às mudanças. “Estamos evoluindo rapidamente para uma ineficiência ainda maior da estrutura sindical por conta dessas transformações”, falou.

CUT na próxima década
Ao avaliar o cenário político, ele apontou que a vitória dos governos progressistas a partir da eleição do ex-presidente Lula, em 2002, representaram a vitória de uma coalizão de vítimas do neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso, como trabalhadores, pequenos empresários e industriais. Porém, o que levou à vitória também representa um desfio: como superar os grupos econômicos organizados para recuperar os prejuízos que tiveram no período neoliberal para fazer as reformas citadas.

Mudanças que dependem também do fortalecimento do Ministério do Trabalho, esvaziado nos últimos anos e que deve ser um aliado nessa mudança de rumo. Para Pochmann, a CUT têm ainda o desafio de pensar seu papel para o próximo ano. “Temos que ter um plano como ‘CUT+10’, para planejar qual deve ser o papel da Central na próxima década, uma maneira de fortalecer o projeto cutista para os trabalhadores”, afirmou.

Fonte: CUT Nacional





A atividade aconteceu nos dias 19 e 20 de março, em Brasília, e foi uma versão piloto visando a formatação de um curso a ser realizado nas diferentes regiões do País, de acordo com a demanda das entidades ligadas à confederação.  “A ideia é que depois desse encontro inicial se faça uma mesa-redonda de avaliação”, informou o presidente da CNTU, Murilo Pinheiro, durante a abertura.  Ele salientou ainda que a proposta foi abordar a experiência a partir da prática sindical.

Na opinião do consultor sindical João Guilherme Vargas Netto, “a responsabilidade da CNTU é muito grande porque estamos tentando desenvolver uma experiência que associa qualificação do dirigente com capacidade de intervenção na sociedade”.  Segundo sua avaliação, “a preocupação ao organizar esse ciclo experimental é, com qualidade, criar e fazer um curso que leve os dirigentes à ação; a ideia não é simplesmente aprender, mas fazer”.

Nessa primeira edição, denominada “Organização, mobilização e expressão”, entraram em pauta temas essenciais da organização sindical no dia a dia e da compreensão desse universo.


 

Conjuntura positiva

As palestras foram abertas por Vargas Netto, que fez uma explanação sobre a atual conjuntura sindical brasileira. Segundo ele, as grandes características dessa realidade hoje podem ser divididas em quatro condições, duas de ordem material e duas subjetivas. As primeiras são incremento do emprego e do ganho real. “O Brasil hoje é um dos raros países do mundo em que pode haver pleno emprego. Nunca tivemos um período tão longo de ampliação da massa de trabalhadores empregados, inclusive com formalização, o que é antídoto ao subemprego”, contextualizou.  Esse quadro, ponderou, leva ao fortalecimento sindical.

Além disso, afirmou, embora o salário represente apenas 40% da renda nacional, há nove anos a remuneração da classe trabalhadora vem subindo continuamente. “A média de ganho real foi 2,5 vezes o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)”. Apesar de essa melhoria não ter atingido todas as camadas igualmente – os  salários da classe média cresceram menos de 1%, enquanto os mais baixos subiram 25% -  é fato que a base vem empurrando a pirâmide, acredita ele.


Soma-se a tal cenário favorável, disse Vargas Netto, a unidade entre as centrais sindicais, que tem permitido ao movimento não só defender bandeiras comuns, mas também realizar ações conjuntas.  Um exemplo foi a sétima marcha ocorrida em 6 março, quando 60 mil pessoas fizeram uma passeata em Brasília e lideranças encontraram-se com os chefes dos poderes executivo, legislativo e judiciário.  “Qual outro país do mundo oferece essa situação?”, indagou.

Por fim, num  momento em que há um choque entre o rentismo e o produtivismo, o movimento sindical alia-se a esse último, a despeito de ter reivindicações nesse campo.

A perspectiva otimista, ressaltou o consultor, está longe de ser “passivista”, já que é inerente à luta dos trabalhadores sempre reivindicar mais. “A conjuntura favorável melhora as nossas condições de intervenção, elimina a desorientação”, concluiu.

 

Construir a entidade forte


O presidente da CNTU, Murilo Pinheiro, discorreu sobre as preocupações fundamentais para que uma entidade sindical seja forte e representativa. Em primeiro lugar, lembrou, é preciso obedecer ao estatuto e ao regimento interno da entidade. “Caso seja necessário, uma assembleia da categoria pode mudar essas regras, as que estão em vigência devem ser observadas cuidadosamente”, alertou.

Ponto extremamente importante da ação sindical são as campanhas salariais e a negociação coletiva, “por meio da qual se dá a efetiva representação da categoria e a defesa de seus direitos”, afirmou.  “Como diz a música ‘todo artista tem de ir aonde o povo está’. Ou seja, temos que fazer o que a categoria deseja. É uma dificuldade fazer com que as assembleias sejam fortes, participativas, mas é preciso vencer esse desafio, compreendendo quais são os anseios.”

Para Pinheiro, é ainda essencial que haja entrosamento entre as organizações de base, que são os sindicatos, e as de grau superior, federações e confederações. “Uma só é forte se as demais forem. Assim como o sindicato precisa estar atento à base,  a confederação não pode ser voltada para si mesma”, exemplificou.

Na avaliação do presidente, é preciso ainda que as entidades tenham inserção social e discutam os temas relevantes. “Não podemos, por exemplo, deixar de participar de audiências públicas que envolvam as nossas categorias. Não podemos abrir mão da ação política, independentemente de preferências pessoais.” Por fim, ele lembrou que, além da ação sindical clássica, há um importante trabalho de oferecer benefícios aos associados.  “O movimento sindical é feito em cima de trabalho, propostas, representação e unidade”, resumiu.
 
Para a vice-presidente da CNTU, Gilda Almeida, são três as questões fundamentais para que os sindicatos se constituam em grandes defensores dos anseios dos trabalhadores: negociação coletiva, formação e comunicação.

 

Pauta essencial

A programação contou ainda com palestras sobre Justiça do Trabalho, por Claudio Santos, professor de Direito do Trabalho e sócio-diretor do escritório Alino & Roberto e Advogados; exercício jurídico no dia a dia sindical, abordando contribuição e registro sindical, por Jonas Matos e Silvia Martins, assessores jurídicos da CNTU, os interesses dos trabalhadores na pauta do Congresso Nacional e no Governo, por Antonio Augusto de Queiroz (Toninho), diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar); conjuntura econômica, por Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos); mídia, democracia e o papel da imprensa sindical, por Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé; e o trabalho de comunicação desenvolvido pela CNTU, abordado pela assessoria da entidade nessa área.

Serão produzidos, a partir dos conteúdos abordados no curso, um DVD com a íntegra das palestras e uma cartilha com as principais questões abordadas. Ambos os materiais ficarão disponíveis no site da CNTU e serão distribuídos às entidades ligadas à confederação.

Autor: Rita Casaro – Comunicação CNTU  Imprensa SEESP     

agenda