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Estão abertas, até 8 de julho próximo, inscrições para bolsas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para pós-doutorado em Engenharia de Processos e de Alimentos.

A Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu uma vaga de pós-doutoramento em Engenharia de Processo para o projeto temático “Da fábrica celular à biorrefinaria integrada Biodiesel-Bioetanol: uma abordagem sistêmica aplicada a problemas complexos em micro e macroescalas”.

Os candidatos devem ter título de doutor obtido há no máximo sete anos, no Brasil ou no exterior, preferencialmente na área de Engenharia de Alimentos ou correlatas. Interessados devem enviar currículo (em PDF) até 8 de julho de 2017 para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O assunto do e-mail deve incluir o seguinte texto "PD – Process Engineering” e o nome completo do candidato. O candidato receberá um e-mail informando se ele foi indicado ou não para a bolsa. Mais informações sobre a vaga estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1619.

Já o pós-doutorado em Engenharia de Alimentos está relacionado ao projeto temático “Equilíbrio e processos de produção de biocombustíveis e bioprodutos”, também com uma vaga na mesma faculdade. O tema é “Uso de etanol associado a líquidos iônicos no refino de óleos vegetais, e na produção e modificação das propriedades físicas de biodiesel”.

Os interessados devem enviar currículo (em PDF) até 8 de julho de 2017, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O assunto do e-mail deve incluir o seguinte texto "PD Fellowship - Food Engineering" e o nome completo do candidato. Após o pedido, o requerente receberá uma notificação. Mais informações sobre a vaga estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1618.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Texto editado a partir de informações da Agência Fapesp

 

 

 

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) acaba de lançar o trabalho "Visão geral dos serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil". Na pesquisa, a entidade informa que "os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário constituem, juntamente com o manejo de resíduos sólidos e a drenagem das águas pluviais urbanas, o saneamento básico – conjunto de medidas que visam promover a saúde e a qualidade de vida da população". E prossegue: "Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para cada R$ 1,00 investido em saneamento há uma economia de R$ 4,00 em saúde. Estudos da Organização das Nações Unidas (ONU) estimam que uma criança morra no mundo a cada 2,5 minutos por causa de água não potável, saneamento e higiene deficientes. A água é um recurso natural renovável, essencial à sobrevivência dos seres vivos e ao desenvolvimento humano, porém, é um bem finito e de uso comum, e, portanto, deve ser considerada como um recurso de valor social."

Em janeiro de 2016, a ONU reconheceu o saneamento básico como um direito humano. Para o relator da ONU sobre os direitos humanos à água potável e ao saneamento básico, o brasileiro Léo Heller, o reconhecimento “dá para as pessoas uma percepção mais clara do direito (ao saneamento), fortalecendo sua capacidade de reivindicá-lo quando o Estado falha em prover os serviços ou quando eles não são seguros, são inacessíveis ou sem a privacidade adequada”. A resolução reconheceu a natureza distinta do saneamento em relação à água potável, embora tenha mantido os direitos juntos (ONU Brasil, 2016).

A prestação dos serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil apresentou diferentes configurações ao longo do último século, acompanhando as transformações políticas, econômicas e sociais do País. De forma bastante sucinta é possível destacar seis importantes momentos: (a) o uso privado e desregulado da água até meados da década de 1930; (b) maior regulação e participação do Estado, com a prestação do serviço público durante o processo de industrialização que seguiu durante as décadas de 1940 a 1970; (c) maior centralização das políticas setoriais e transferência de grande parte da prestação dos serviços municipais para as Companhias Estaduais de Saneamento Básico (Cesbs) durante o regime militar; (d) descentralização e maior participação social com o processo de redemocratização; (e) tentativa de privatização dos serviços públicos durante o período neoliberal nos anos 1990; e (f) retomada do planejamento setorial descentralizado com o recente Plano Nacional de Saneamento Básico
(Plansab).

Para ler o importante trabalho do Dieese, na íntegra, clique aqui.

 

 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Texto extraído do boletim do Dieese

 

 

 

 

 

 

 

 

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