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Comunicação SEESP*

A Tesla, que vem ganhando reconhecimento tecnológico por causa da comercialização de carros elétricos, promete inovar também na geração de energia solar. A empresa anunciou recentemente que começará a produzir pra valer, neste ano, suas telhas fotovoltaicas na fábrica SolarCity em Buffalo, Nova York, nos Estados Unidos. O projeto, que havia sido anunciado em 2016, seria iniciado em meados do ano passado. No entanto, seu fundador, Elon Musk, declarou que o produto precisava de um tempo maior de testes para funcionar melhor e de maneira mais adequada.

 

telhas da tesla home



E pelo jeito deu certo. As chamadas Solar Roof começam a ganhar os telhados ainda em 2018, segundo previsão da própria empresa. Além de possuírem um design completamente diferente das placas atuais placas fotovoltaicas, terão um preço muito mais baixo. Segundo a empresa, custarão US$ 21,85 por metro quadrado, o que significa US$ 2,65 a menos do que a mesma metragem de uma telha comum nos EUA.

As telhas de Elon Musk têm a aparência das convencionais feitas de barro ou pedra, mas, são feitas de vidro temperado e texturizado e, segundo a Tesla, três vezes mais resistentes do que as telhas comuns. As novas telhas devem chegar a uma vida útil de 50 anos, segundo Musk e o telhado solar terá 98% de eficiência quando comparado a um telhado solar tradicional, e que eles produzirão quase a mesma quantidade de energia por centímetro quadrado.O material é completamente translúcido, atravessado pela luz. Dali, a luz é transmitida para células solares, que ficam escondidas debaixo das telhas. A empresa anunciou que haverá quatro modelos de telha: ardósia, toscano, liso e texturizado.

Para armazenar a energia captada, a Tesla desenvolveu uma super bateria, a Energy Powerwall 2, que guarda o excesso de energia gerada durante o dia e que pode, também, abastecer o carro elétrico da Tesla, recarregado em um tomada. A bateria funciona ainda como um gerador de emergência quando há queda de energia elétrica regular.

A Powerwall 2 conta com 14kw, o dobro da potência do modelo anterior, e é capaz de alimentar uma casa de dois banheiros por um dia. A bateria está em pré-venda no site da Tesla por US$ 5500, com combinações para quem já possui energia solar ou para quem precisa de uma instalação completa.

O projeto da Tesla inclui a intercalação de telhas comuns e solares, já que não é necessário que todas as peças sejam capazes de produzir energia. A quantidade de telhas solares vai depender da capacidade de energia que a residência precisa produzir. O projeto é customizável, e o consumidor pode incluir, no máximo, 70% de telhas solares. As peças solares e não solares são muito parecidas e não dá para perceber a diferença entre elas depois de instaladas.

De acordo com agências de notícia, quando a pré-venda começou, em maio do ano passado, os clientes nos EUA desembolsaram cerca de US$ 1 mil para receber as telhas solares da Tesla em suas casas.


* Com agências





Comunicação SEESP*

O Brasil alcançou a marca de 1 gigawatt (GW) de potência instalada em usinas de fonte solar fotovoltaica conectadas à matriz elétrica nacional. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), responsável pelo levantamento, a potência é suficiente para abastecer 500 mil residências e atender o consumo de 2 milhões de brasileiros. O resultado também coloca o Brasil entre os 30 países do mundo, de 195, que possuem mais de 1 GW de fonte solar.


Foto: Renew Energia
energia solar fotovoltaica foto Renew EnergiaImagem aérea feita por drone.



O presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, reconhece que houve avanço, mas destaca que o País ainda está abaixo do seu potencial. “O Brasil está mais de 15 anos atrasado no uso da energia solar fotovoltaica. Temos condições de ficar entre os principais países do mundo nesse mercado, assim como já somos em energia hidrelétrica, biomassa e eólica. Para isso, precisamos de um programa nacional estruturado para acelerar o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica”, disse por meio de nota.

Ele também explicou que O desempenho positivo se deve ao crescimento dos mercados de geração centralizada, com a inauguração de grandes usinas solares fotovoltaicas contratadas pelo governo federal em leilões de energia elétrica realizados em 2014 e 2015. Neste caso, as usinas em funcionamento estão localizadas principalmente na Bahia, Piauí, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Pernambuco e representam uma potência total de 0,935 GW.

Também houve aumento da chamada geração distribuída, quando as placas solares estão em residências, prédios comerciais ou públicos, também foi registrado crescimento no uso pela população, empresas e governos, bem como nas zonas rurais das diversas regiões brasileiras. A potência total, neste caso, é de 0,164 GW.

Somando, os dois segmentos atingem praticamente 1,1 GW operacionais em todo o País desde o início de 2018.

Incentivo
Por pressão do mercado, alguns governos têm isentado a cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia injetada na rede e compensada na geração distribuída. Atualmente, 23 estados brasileiros mais o DF aderiram ao Convênio ICMS nº 16/2015. Ainda faltam aderir Amazonas, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.

Em São Paulo, o governo do estado publicou recentemente, no Diário Oficial, o Decreto 63.695 que altera o Regulamento do ICMS e isenta equipamentos e componentes para geração de energia elétrica solar fotovoltaica destinada ao atendimento do consumo de prédios próprios públicos estaduais. Ainda no primeiro trimestre deste ano a Universidade Estadual Paulista (Unesp) apresentará um edital público para fornecimento de energia solar para seus prédios.

O benefício impacta as partes, peças, estruturas de suporte, transformador, cabos elétricos, disjuntor, inversor CC/CA ou conversor, string box ou quadro de comando e rastreador solar (tracker). A norma foi divulgada ainda no final de dezembro e atende a uma demanda do setor fotovoltaico ao validar o convênio ICMS 114/2017 celebrado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária.

O levantamento do potencial solar paulista mostra que São Paulo pode gerar até 12 TWh/ano. O mapeamento dos níveis e faixas de irradiação apontam a viabilidade técnica e econômica para a geração de energia fotovoltaica entre as faixas de radiação anual de 5,61 e 5,70 kWh/m² ao dia, considerando a melhor faixa de aproveitamento, correspondente a 0,3% do território paulista.


* Com Agência Brasil e Canal Energia



Profissionais da área tecnológica participaram de mais uma palestra de aprimoramento na Delegacia Sindical do SEESP em Taubaté.  Foi na noite do dia 6 de outubro último com a palestra “Como usufruir da eletricidade fotovoltaica” ministrada por Herve Cocallemen e Antonio Puzzo.
 

Foto: Rosana Gonçalves de Souza/Delegacia Sindical de Taubaté
Taubate 06OUT2016 2 
Mais uma palestra bem-sucedida na delegacia sindical de Taubaté.


 Comunicação SEESP








Começa amanhã (23/8) e vai até quinta (23) a Intersolar South America, uma feira do setor de energia solar, que congrega profissionais e empresas do mundo inteiro no esforço de aumentar a participação desse tipo de fonte energética, na geração e fornecimento de energia elétrica. De acordo com os organizadores, há um aumento de 100% no espaço de exposição desde a última edição, em 2015.


Foto: Solar Promotion International GmbH
Intersolar South America 2015 600 largOs visitantes receberão informações sobre as áreas de energia fotovoltáica e tecnologias termossolares.



Para Edgard Laureano da Cunha Jr, diretor executivo da Aranda Eventos, que promove o evento, o aumento do número de expositores é um termômetro sobre o setor, que vem crescendo no País: “É um sucesso esmagador. Dá pra sentir que os investidores globais e as empresas nacionais têm confiança no mercado brasileiro”.

A feira oferecerá uma grande variedade de expositores, incluindo fabricantes de células e módulos fotovoltáicos (FV), empresas de inversores, fornecedoras de componentes FV, de tecnologia de monitoração e controle, de sistemas de rastreamento, de sistemas de montagem, de tecnologia termo-solar, de sistemas de armazenamento de energia, além de distribuidoras de aplicativos FV.

Para uma das empresas participantes, a Schletter, fornecedora de sistemas de montagem, o Brasil será um mercado central no futuro da América do Sul. A empresa já possui um destacado projeto de referência no Brasil – um parque solar ao sul de Florianópolis que é um dos maiores projetos FV do país. “A Intersolar South America é o principal ponto de encontro do setor solar no continente. É perfeito para fazer contatos e negócios, e para nos atualizarmos sobre os mais recentes avanços. O mercado brasileiro oferece um futuro promissor para a tecnologia solar,” declara Silke Kaufmann, da empresa.

Paralelamente à feira, ocorrerá o Congresso da Intersolar South America , e este ano com mais sessões e oficinas. O número de congressistas esperados ultrapassará os 800 do ano passado. O congresso trará informações em primeira mão sobre o desenvolvimento futuro do setor solar brasileiro. Analisando os desafios dos sistemas de compensação de energia, tributação, procedimentos de conexão à rede, disseminação e financiamento, o congresso também examinará o segmento bastante promissor da energia FV distribuída. Outro ramo emergente enfocado no congresso será o da geração centralizada, especialmente em vista dos exitosos leilões nacionais de energia FV, conduzidos pelo Governo Federal nos últimos 3 anos. Outro leilão está previsto para dezembro de 2016.

As múltiplas facetas do congresso se completam com eventos paralelos especiais tais como a apresentação do relatório da Greenpeace, “A Alvorada da Revolução Energética”, além de um jantar exclusivo de entrosamento.

Tal como nas edições anteriores, haverá oficinas especiais para técnicos em instalação, como, por exemplo, “Como instalar sistemas de aquecimento solar em casas existentes”, para engenheiros e, juntamente com o “Programa Intersolar de Estudos”, também para estudantes de mestrado em engenharia e economia.

As fontes renováveis oferecem um ampla variedade de novas oportunidades de carreira. Pela primeira vez, a feira incluirá um fórum de empregos e carreiras, que oferecerá uma plataforma de informações sobre opções de treinamento e formação.

A entrada à feira é gratuita, aberta das 12h às 20h. É preciso pré-cadastrar-se aqui. Mais informações em www.intersolar.net.br





Fonte: Intersolar





O Jornal do Engenheiro na TV, o ‪JEnaTV‬, ouviu o grupo que é favorável a derrubada do Viaduto Costa e Silva, o ‪Minhocão‬, e também o movimento que é a favor de mantê-lo como parque. Seja qual for a decisão uma coisa é certa: até 2029 nenhum carro poderá mais trafegar por ele. Esse é o tema da Reportagem da Semana.

Já na entrevista, o tema é energia fotovoltáica e quem conversa com o apresentador Fabio Pereira é o engenheiro eletricista e projetista de sistemas de captação de energia solar, Ailton Nogueira. Na coluna No Ponto, com Murilo Pinheiro, é abordada a "famigerada reforma da Previdência Social. "A medida é claro atentado direito aos trabalhadores, especialmente aos mais pobres, que em geral começam sua vida laboral mais jovens", lamenta Pinheiro.

Tudo isso e muito mais você confere no JE na TV, programa do SEESP, que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Imprensa SEESP





Com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos”, envolvendo as placas solares convencionais, empresas italianas aprimoraram a tecnologia e desenvolveram uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício. Um dos motivos que levou ao desenvolvimento da nova telha, foi o fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de grande parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, impedindo a disseminação da energia solar.

 

Foto: divulgação
telha-solarTelhas são feitas de cerâmica e possuem células fotovoltaicas embutidas.

 

Feita cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor. De acordo com o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a telha, batizada de Tegola Solare, pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa tranquilamente. Porém, um impedimento para adquirir o produto, ainda, é que são mais caras do que as placas convencionais.

De acordo com os fabricantes, cidades como Veneza já adoraram a telha para manter suas características. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Como é a instalação?
A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.


Com informações do site Pensamento Verde






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Desde o dia 1º de março estão valendo as novas regras da Resolução Normativa nº 482/2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabelece condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica, com sistema de compensação de energia elétrica. Com isso, a partir de agora o consumidor está permitido a instalar pequenos geradores (tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, entre outras fontes renováveis) em sua casa ou outro local, denominado como unidade consumidora, para trocar energia com a distribuidora local com objetivo de reduzir o valor da sua fatura de energia elétrica.

Foto: Divulgação Renew Energia
energia fotovoltaica foto divulgacao



As adesões ao modelo de geração distribuída têm crescido expressivamente desde as primeiras instalações, em 2012. Entre 2014 e 2016 os registros quadruplicaram passando de 424 conexões para 1930 conexões. Com a revisão da norma, que simplifica procedimentos de registro, a estimativa é que até 2024 mais 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia, o equivalente a 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.

A resolução autoriza o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.
 
Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. O prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses, e podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos é chamado de “autoconsumo remoto”.

Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

A Aneel criou ainda a figura da “geração compartilhada”, o que possibilita que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a Aneel estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor. O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias.
 
Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.
 
A geração de energia perto do local de consumo traz uma série de vantagens, tais como redução dos gastos dos consumidores, economia dos investimentos em transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica. A expansão da geração distribuída beneficia o consumidor-gerador, a economia do país e os demais consumidores, pois esses benefícios se estendem a todo o sistema elétrico.

Fonte: Aneel




Na entrevista desta semana, o JE na TV conversa com Hewerton Bartoli, da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), sobre empresas recicladoras de entulho que estão se organizando em todo País. A Reportagem da Semana traz uma novidade para consumidores de energia: o brasileiro já pode gerar sua própria energia.


Ilustração Eliel Almeida
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Programa vai ao ar de segunda-feira a domingo 


As chamadas micro (com potência instalada menor ou igual a 100kW) e minigeração (superior a 100kW e menor ou igual a 1MW) distribuídas de energia elétrica já se tornaram realidade em países como Alemanha, China, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), em 2013 havia 140 gigawatts (GW) em energia solar fotovoltaica no mundo, o que equivale a toda a energia elétrica instalada no Brasil. Só os alemães têm 40GW. Aqui, a previsão é de que o número de unidades consumidoras triplique neste ano, alcançando 50GW.

A tecnologia fotovoltaica utiliza a luz do sol. “nada mais é do que a transformação da energia luminosa em energia elétrica. Como o próprio nome diz fotovoltaica, que é fótons em volts”, explica o engenheiro eletricista Ernesto Mertens.

Na coluna No Ponto, o presidente do SEESP lembra da importância do sindicato para o trabalhador não somente na assessoria jurídica, no encaminhamento ao mercado de trabalho,  mas também no engajamento das pautas relevantes para o desenvolvimento do País. “ Nós temos o nossos sindicato que hoje participa de todas as negociações do estado de São Paulo. Venham conosco, nos ajudem, nos critiquem. Ajude a mudar o que está errado”, afirma Pinheiro.


Tudo isso e muito mais você confere no programa que vai ao ar, às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet  no mesmo dia e horário neste link. O programa é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.



Deborah Moreira
Imprensa SEESP





 

 

 

 


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