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ChuvaSorocabadentroSorocaba acumulou nos dias 14, 15 e 16 de dezembro um volume de 149 milímetros de chuva, o que colocou a Defesa Civil em estado de alerta. Agentes já estão visitando os pontos da cidade com mais riscos de inundações e deslizamentos para realizar vistorias preventivas nos imóveis e orientar os moradores. No entanto, as ações da prefeitura, nos últimos oito anos, por meio do programa Vítima Zero de Enchente, preveniram em mais 90% os problemas ocasionados pela chuva, beneficiando mais de dez mil pessoas. Um destes exemplos são as obras de elevação da pista e ampliação do sistema de drenagem da Avenida Dom Aguirre.

A prefeitura revitalizou a Dom Aguirre em julho de 2010, com a elevação de alguns pontos mais baixos da pista entre 70 cm e 1,80m, e reforços no sistema de drenagem e bombeamento da água. De acordo com o secretário da Segurança Comunitária e coordenador da Defesa Civil, Roberto Montgomery, os 149 mm acumulados de chuva elevaram a régua usada para acompanhamento do volume de água do Rio Sorocaba em 30 cm. "Antes das obras, quando a régua chegava a 10 cm era volume suficiente para inundar a Praça Lions e abaixo da Ponte Francisco Dellosso. Com certeza, sem as obras, uma chuva igual a deste fim de semana teria interditado a pista", explica.

Montgomery ressalta que, durante a chuva, os sistemas de bombeamento do Rio Sorocaba instalados abaixo da Ponte Francisco Dellosso e na bacia de contenção do Jardim Abaeté funcionaram plenamente, impedindo o alagamento desses pontos. Em razão dos altos índices pluviométricos registrados nos últimos dias, agentes da Defesa Civil estão visitando casas em pontos suscetíveis a inundações ou deslizamentos. "Este trabalho consiste numa vistoria visual nos imóveis e o questionamento aos moradores sobre incidência de ruídos, por exemplo. Além disso, são orientados em como atuar preventivamente e no acionamento da Defesa Civil, em casos de emergências". Em situações dessa natureza, dúvidas ou orientações podem ser obtidas pelo telefone 199, da Defesa Civil.

 

Imprensa – SEESP
Informação Prefeitura Municipal de Sorocaba



EnchenteSBCampodentroA edição 2012/2013 da Operação Guarda-Chuva (OGC), ação da Prefeitura que tem como objetivo minimizar os problemas causados às comunidades pelas fortes chuvas de verão, foi iniciada oficialmente no dia 3 de dezembro último em São Bernardo do Campo.

A operação compreende um conjunto de medidas preventivas e emergenciais em toda a cidade, como a eliminação de situações consideradas de risco muito alto – deslizamentos de barracos em áreas habitadas – e a divulgação de informações para a população.

"Se olharmos para os dados de 2010 para 2011 e do ano passado para este houve uma queda na ocorrência dos índices e isso se deve às ações preventivas que tomamos durante estes anos. Além disso, uma diretriz minha foi de que se tivermos algum imóvel que venha a evoluir para risco quatro (muito alto) este deve ser desocupado. Isso é uma prevenção para preservar vidas", ressaltou o prefeito Luiz Marinho, pedindo, ainda, a construção do piscinão do Jaboticabal. "Faço um apelo ao governo do Estado. São Caetano e São Bernardo dependem deste piscinão para evitar enchentes do Ribeirão dos Couros no km 13 da Anchieta. É preciso que de fato o Estado e a Prefeitura de São Paulo corram para resolver isso. Há mais de dez anos falamos sobre este piscinão, mas não vemos uma ação concreta neste sentido", alertou.

Operação
A OGC é realizada entre os dias 1º de dezembro e 15 de abril de cada ano e é considerada uma das ações mais importantes da Prefeitura na prevenção de acidentes, uma vez que, desde que foi implementada, em 2010, evitou que o município registrasse a ocorrência de mortes durante o período de verão.

A exemplo do que ocorreu no ano passado, duas importantes ações serão colocadas em prática novamente nesta temporada. A Operação Informar Pra Prevenir que vai mostrar, por meio de material impresso, as 59 áreas em situação de risco e vai realizar nas 38 áreas prioritárias reuniões de reforço de informação com a população local. A outra ação é a Operação Alerta Sai de Casa, para os casos de remoção e acomodação de desabrigados, em que uma Rede de Refúgios e de Voluntários da Defesa Civil auxilia as famílias que moram em locais de risco.

Visando o início da operação, a Prefeitura realizou uma série de medidas preventivas ao longo do ano. Entre elas estão a ampliação da varrição de 12 mil para 15 mil quilômetros/mês, coleta mensal de 7,2 mil toneladas de entulho, limpeza de cerca de 70 mil unidades de bocas de lobo, remoção de aproximadamente 5.600 m³ (total no ano) de resíduos durante limpeza de córregos, monitoramento permanente e contínuo das áreas mais críticas da cidade.

Também foram limpas as Estações Elevatórias – equipamentos responsáveis pelo bombeamento de águas pluviais – instaladas na Vila Vivaldi, na Rua Nelson Patrizzi e na Vila Helena. A unidade do Rio Claro teve a capacidade ampliada em função das obras de rebaixamento da Avenida Lions e será testada pela primeira vez nesta operação.

Além disso, os dez piscinões da cidade, operados e mantidos pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) do governo do Estado, também foram limpos e estão em plenas condições operacionais para receberem as chuvas que costumam cair na região durante o verão.

Reuniões comunitárias
Com o objetivo de preparar melhor as famílias para as medidas de proteção durante o período chuvoso, a Defesa Civil realizará 13 reuniões comunitárias em diversas regiões da cidade. Em cada um destes encontros, os agentes darão diversas orientações aos moradores, dentre elas: como identificar os sinais de perigo e de que forma proceder nestas situações, quais são e onde estão localizados os 22 refúgios que estarão disponíveis em pontos estratégicos do município, caso sejam necessários, além da distribuição de material gráfico composto por calendário temático e informativo da OGC.

Os agentes de Zoonoses, da Secretaria de Saúde, também estarão presentes ao lançamento da operação e ficarão responsáveis por orientar os munícipes quanto aos cuidados sanitários em casos de enchentes ou alagamentos.

Outra orientação dada pelos agentes foi o acesso ao blog da Defesa Civil. Por meio dele, a população pode obter diversas informações, como a localização dos 22 refúgios instalados na cidade, dados de pluviometria (medição das águas das chuvas), previsão do tempo para os próximos dias, quando e como chamar a Defesa Civil, entre outras.

 

Imprensa – SEESP
Informação da Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo



As enchentes e suas graves consequências para a população da cidade de São Paulo foram discutidas em seminário organizado pelos engenheiros, no dia 28 último. O evento reuniu especialistas, como Ubiratan de Paula Santos, membro do Conselho Tecnológico do sindicato, Ricardo Pereira, engenheiro da Rodvias Engenharia e ex-coordenador de obras e operações urbanas da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização), Silvana Guarnieri, presidente da Delegacia Sindical do SEESP no Grande ABC e vice-prefeita eleita de Diadema e o Cel. PM Luiz Dias Filho, chefe de gabinete da Subprefeitura de São Miguel Paulista. Na abertura dos trabalhos, o presidente do sindicato, Murilo Celso de Campos Pinheiro, destacou que os profissionais da área tecnológica têm a obrigação de debater o drama dos alagamentos para reduzir o impacto desse problema na vida das pessoas. “Este seminário tem o propósito de indicar aos nossos governantes medidas para que a cidade e os seus cidadãos não fiquem tão vulneráveis às chuvas, que já se aproximam. Por isso, vamos elaborar um documento que será encaminhado aos prefeitos eleitos da Grande São Paulo.”

* Veja aqui as fotos do evento

SilvanaEnchentes

Na primeira apresentação, Silvana Guarnieri listou várias ações importantes do poder público para evitar as tragédias que acontecem no período das fortes chuvas na região. Entre outras coisas, destaca que os ´piscinões´devem ser repensados e redimensionados e, principalmente, ter a devida manutenção e desassoreamento. O levantamento dos pontos de enchentes e alagamentos ocorridos nos últimos anos é outra medida de relevância, inclusive para disponibilizar as informações para as entidades e a sociedade.

Verificar a situação da rede de drenagem é aspecto fundamental, observa e critica que existe atualmente uma dificuldade em saber de quem é a responsabilidade dessa função, se do município ou do estado. Para ela, isso não deveria atrapalhar o serviço, “ele deve ser feito”. Outro ponto é flexibilizar o horário da coleta de lixo no período das grandes precipitações pluviométricas para evitar que sacos e outros dejetos entupam bocas de lobo, por exemplo. A rede de semáforos é também uma situação que agrava a vida da cidade, pois os mesmos se apagam com as chuvas, causando grandes transtornos no trânsito.


Solidão nas tragédias

UbiratanEnchentes

Já Ubiratan de Paula Santos ressaltou que a intenção do debate era fornecer algumas ideias e contribuições emergenciais ao prefeito eleito de São Paulo para que a cidade possa ter um impacto menor, no período das chuvas. “Tenho tido a infelicidade de presenciar em diversos episódios de enchentes, nos momentos de grandes dificuldades, onde as famílias têm suas casas alagadas e perdem tudo, uma certa solidão de falta de presença ativa, solidária e cuidadora do poder público, que animaria as pessoas a enfrentarem o problema.”

Como sugestão levantou alguns problemas, não estruturais, que deveriam ser equacionados imediatamente, com implantação já a partir de 1º de janeiro próximo. A rede de drenagem da cidade, que é muito impermeabilizada, precisa manter um sistema de limpeza das galerias, dos ramais, das bocas de lobo e de leão. “Os pontos de alagamento precisam de uma intervenção agora e durante todo o período das chuvas. Vejo que isso é uma questão central.”

Santos esclarece que a limpeza dos córregos é atribuição do Estado, porém, defende, que essa questão não é impedimento para que o serviço seja feito. “As subprefeituras têm um papel super importante nesse processo. Elas deveriam se entender com os municípios que fazem divisa com a cidade e encaminhar e fazer a intervenção, e depois tratar com o Estado. O que se deve pensar é que agora se trata de um problema agudo, que acontecerá entre dezembro e março, e o objetivo é salvar vidas e evitar perdas e danos à população.”

Ele informou, ainda, que a cidade paulistana tem 500 mil habitações em áreas de risco ou em locais não normais, como favelas ou aglomerados humanos com dificuldade de arruamento e que geralmente têm córrego perto e problema na adequada coleta de lixo. “Nesses lugares são gerados 1.500 toneladas de dejetos, suficiente para levar a oclusão de vários córregos. Não é uma coisa pequena, por isso as subprefeituras deveriam se entender com as operadoras de coleta para que seja feita uma intervenção imediata.”

Santos também falou sobre a limpeza das ruas das feiras livres, a questão semafórica, sugeriu a constituição de equipes de 24 horas de atuação e checagem nas subprefeituras e também cobrou sobre a atualização do mapa das áreas de risco da cidade.


Ações da Defesa Civil

CELPMLuizEnchentes O Cel. PM Luiz Dias Filho fez uma explanação de todas as ações preventivas, assistenciais e recuperativas da Defesa Civil durante as situações emergenciais geradas pelas consequências das fortes chuvas em São Paulo. Explicou que com a decretação de estado de calamidade pública existe a facilidade de contratação de pessoal.

A ideia de defesa civil, ensinou, começou com as guerras mundiais. No Estado de São Paulo, o serviço foi criado em 1976 depois da ocorrência de grandes catástrofes, como a de Caraguatatuba, em 1967, e os incêndios dos edifícios Andraus (1972) e Joelma (1974).

Segundo ele, os problemas são sérios, graves, complexos e as variáveis mudam a cada instante. “O cenário altera o tempo todo, é uma invasão nova, uma área que não era de risco e passa a ser”, acrescentando que a Defesa Civil gerencia todos os recursos que estão disponíveis, em todos os níveis, para que se tenha um bom resultado de socorro. “Não estamos falando de política mais, mas de atenção à população, por isso tanto faz quem é o governante, temos de usar e otimizar todos os recursos.”


Mapeamento dos riscos

RicardoPereiraEnchentes Ricardo Pereira, da Rodvias Engenharia e ex-coordenador de obras e operações urbanas da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização), relembrou fato que presenciou, em 4 de janeiro de 1989, quando, nos primeiros dias do governo da prefeita Luiza Erundina, fez um sobrevoo na cidade que estava quase toda submersa em grandes alagamentos depois de fortes chuvas. Passados 23 anos, a sua grande preocupação é com o enfraquecimento da administração municipal, que vem se descapitalizando de equipamentos e de pessoal próprio.

Pereira critica a falta de transparência de informação, para a população, sobre os riscos e os problemas que ela pode enfrentar numa situação de fortes chuvas. “Não sabemos quem deve ser acionado num momento de emergência. Hoje existe uma imensa “caixa preta”, porque não sabemos como as coisas funcionam. Precisamos ter conhecimento dos planos de emergência.” Há 20 anos, informa, foi feito mapeamento das áreas de riscos, que envolviam enchentes e deslizamentos, que eram em torno de 200 pontos, e decidiu-se trabalhar nos 100 pontos principais à época. “Esse mapeamento certamente foi mudando ao longo do tempo, no entanto não se deu a devida divulgação sobre esse fato”, alerta.

Para ele, é uma vergonha que, numa sociedade que consegue mandar espaçonaves para Marte, ainda não consiga prevenir ou acabar com as consequências de fenômenos naturais, como as chuvas. Pereira disse que sempre teve um sonho de criar uma engenharia de cidades, por isso se mostrou satisfeito em saber que o SEESP está criando o Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia) e torce para que a prefeitura estreite laços com a nova escola. “A engenharia de São Paulo hoje está muita desvalorizada, há um grande esvaziamento, envelhecimento e cansaço daqueles poucos que ainda batalham. Poderia-se criar uma unidade da engenharia para enfrentar esses problemas.”

* Veja aqui a apresentação da engenheira Silvana Guarnieri
* Veja aqui a apresentação do CEL. PM Luiz Dias Filho

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



Os engenheiros de São Paulo promovem, nesta quarta-feira (28/11), das 9h às 12h, evento para discutir como evitar enchentes e proteger a população de São Paulo. O encontro, que é aberto ao público, será na sede do SEESP, na Capital paulista. Para Ubiratan de Paula Santos, membro do Conselho Tecnológico do sindicato, simultaneamente à formação do novo governo, à transição entre as gestões e às ações para os primeiros meses, algumas providências podem ser tomadas de imediato pelo novo prefeito de São Paulo, antecipando-se a armadilhas futuras. “Entre elas, até porque terá que responder pelo problema tão logo tome posse, está a proteção da população paulistana contra um problema recorrente, as enchentes do verão”, alerta.

O debate reunirá engenheiros e especialistas no tema, que deverão traçar um diagnóstico da situação do município. Como observa Santos, numa cidade marcada por elevada impermeabilização do solo, núcleos habitacionais precários e pela falta, sobretudo nos últimos anos, de investimentos e de manutenção adequadas na rede de drenagem, as repercussões das chuvas têm sido impiedosas com a população pobre, lembrando do caso do Jardim Pantanal, mas não só, como Pompéia e até minhocão alagados.

Nesse sentido, ressalta, alguns aspectos e providências são relevantes para melhor enfrentar o problema, desde identificar os pontos de enchentes e alagamentos recorrentes nos últimos quatro anos; verificar a situação da limpeza da rede de drenagem – bueiros, bocas de lobo, ramais, galerias e córregos na cidade como um todo e nas bacias onde os alagamentos têm sido recorrentes e proceder programa e ações de limpeza imediatos; até fazer diagnóstico da rede de semáforos que apaga a cada chuva, o que agravar o trânsito e o consequente deslocamento das pessoas.

“É preciso também, além das medidas concretas, para prevenir efeitos da chuva, que provocou mortes nos últimos anos, uma visível solidariedade e apoio do poder público nos momentos de agruras e aflição, algo que tem faltado com recorrência ao poder municipal. Às subprefeituras, responsáveis pelo território descentralizado, cabe papel de destaque nas ações e no amparo solidário”, observa Santos.

Veja, a seguir, a programação do evento:

9h – Abertura
9h30 – Palestras e propostas com:
- Ubiratan de Paula Santos – membro do Conselho Tecnológico do SEESP
- Ricardo Pereira – engenheiro da Rodovias Engenharia e ex-coordenador de obras de operações urbanas da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização de São Paulo)
- Silvana Guarnieri – presidente da Delegacia Sindical do SEESP no Grande ABC e vice-prefeita eleita de Diadema
- Cel. PM Luiz Dias Filho – chefe de gabinete da Subprefeitura de São Miguel Paulista
- Danny Dalberson de Oliveira – engenheiro do Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica)

O evento também terá transmissão online aqui.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



Medidas emergenciais a serem tomadas na cidade de São Paulo para evitar as enchentes típicas do verão serão abordadas por especialistas em evento sobre o tema. Promovida pelo SEESP, a iniciativa ocorrerá na sede desse sindicato, na Capital paulista, no próximo dia 28 de novembro, das 9h às 12h. Também estarão em pauta as providências necessárias para proteger a população dos efeitos das chuvas.

 

Entre os participantes, Ubiratan de Paula Santos, membro do Conselho Tecnológico do SEESP; Ricardo Pereira, engenheiro da Rodvias Engenharia e ex-coordenador de obras de operações urbanas da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização de São Paulo); Silvana Guarnieri, presidente da Delegacia Sindical do SEESP no Grande ABC e vice-prefeita eleita de Diadema; Cel. PM Luiz Dias Filho, chefe de gabinete da Subprefeitura de São Miguel Paulista; e Danny Dalberson de Oliveira, engenheiro do Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica). As propostas resultantes dos debates serão apresentadas ao prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad. O evento será transmitido online pelo linkMais informações pelo telefone (11) 3113-2641 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..


Imprensa - SEESP

 

 

O Fórum Suprapartidário por uma São Paulo Saudável e Sustentável vai participar do seminário “Ocupação Urbana e Macrodrenagem: desafios e perspectivas”, promovido pela Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo. O evento, que será realizado no próximo dia 12 de novembro, das 8h30 às 17h, na sede do Legislativo paulistano, reunirá especialistas e representantes do poder público para debater questões relacionadas às enchentes e aos alagamentos que a cidade sofre praticamente todos os anos. Entre os pontos a serem abordados estão: a impermeabilidade e a forma de ocupação do solo urbano, o escoamento dos córregos, a política de construção dos chamados “piscinões” e as alterações do clima.

 

Um dos maiores problemas enfrentados pela cidade tem sido o das enchentes, principalmente em consequência das formas inadequadas de ocupação do espaço urbano e, mais recentemente, agravado pelas alterações climáticas. A prevenção e o controle das enchentes não se restringem a ações de caráter pontual, mas envolvem um conjunto de ações simultâneas, cuja implementação não se restringe aos limites administrativos dos municípios. Além disso, alguns dos mecanismos atualmente adotados acabam produzindo um grande impacto sobre o entorno no qual estão inseridos.

 

Considera-se, portanto, que a análise da eficácia de tais medidas pode trazer elementos importantes para a reavaliação das soluções que vêm sendo utilizadas na cidade, para combater o problema, dentro de uma visão sistêmica e metropolitana. Por outro lado, o estudo de mecanismos não convencionais de drenagem urbana também pode colaborar na busca de novas alternativas para enfrentar a situação, dentro de padrões de maior sustentabilidade ambiental.

 

Nesse sentido, o seminário “Ocupação Urbana e Macrodrenagem - Desafios e Perspectivas” pretende trazer à discussão um tema de grande relevância para a cidade e a população que sofre com as suas consequências, procurando contribuir na busca de alternativas para enfrentar o problema.

 

Programação

8h30 – credenciamento

9h00 – abertura

 

Tema 1 - Ações institucionais: política de drenagem e medidas de combate e prevenção às enchentes

9h30 – representante do DAEE

10h00 – representante da PMSP

 

10h30 – 10h45 – Intervalo

 

Tema 2 - A origem e as causas do problema: as formas de ocupação do espaço urbano, as alterações do clima, o regime de chuvas nas últimas décadas e a incidência de enchentes

10h45 – palestrante: Prof. Jurandyr Luciano Sanches Ross – FFLCH USP/Departamento de Geografia;

11h15 – palestrante: Geol. Álvaro Rodrigues dos Santos – consultor;

11h45 – 12h15 – Perguntas / Debates

 

12h15h – 14h00 – Almoço

 

Tema 3 – Gestão das águas urbanas e medidas de controle da drenagem urbana

14h00 – palestrante: Eng. Aluísio Canholi - consultor

14h30 – palestrante: Eng. Júlio Cerqueira César

15h00 – palestrante: Prof. Paulo Renato Mesquita Pellegrino – FAUUSP

15h30 – 15h45 – Intervalo

 

Tema 4 - Ações em escala metropolitana: a eficácia das medidas já implantadas e planejadas e outras necessárias para diminuir o impacto das enchentes na cidade

15h45 – palestrante: Prof. Ricardo Toledo Silva – FAUUSP

16h15 – 17h00 – Perguntas / Debates
 

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Imprensa – SEESP





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