GRCS

Mostrando itens por marcador: eleições 2014

 

Matéria atualizada às 12h do dia 18 de novembro de 2014.

Passo importante à remuneração justa e valorização profissional dos engenheiros – bandeiras do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) – foi dado neste mês de novembro. No dia 5, foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado o Projeto de Lei da Câmara (PLC) no 13/2013, que institui a carreira de Estado para engenheiros (inclusive agrônomos) e arquitetos que atuam como efetivos no serviço público federal, estadual e municipal. Para tanto, acrescenta parágrafo único ao artigo 1o da Lei no 5.194, de 24 de dezembro de 1966. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), contudo, apresentou recurso à matéria no dia 14 de novembro. Consequentemente, essa deverá ser incluída em ordem do dia e retornar para apreciação ao Plenário, antes que siga à sanção presidencial. Leia mais sobre o assunto aqui.


Foto: Beatriz Arruda
Dilma sancionaDilma Rousseff esteve na sede do sindicato dos engenheiros, em 9 de setembro último,
durante o processo eleitoral, para participar de debate sobre a banda larga.
Na ocasião, presidente Murilo Pinheiro entregou o projeto Cresce Brasil - Novos desafios
e destacou o engajamento da categoria no desenvolvimento do País



Relator na CCJ, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) observa que o prazo máximo é “de 15 dias corridos” a partir do recebimento pela presidente Dilma Rousseff. E apontou suas perspectivas: “Não creio em veto. O projeto não é inconstitucional, é uma sinalização política e técnica que não impinge em acréscimo de salário. Os servidores concursados dessas áreas já estão atuando, mas precisam ter o papel reforçado e valorizado, como ocorre com outras carreiras no serviço público.” Por seu empenho e compromisso para que se alcançasse essa vitória na CCJ, Jucá foi agraciado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU) com o prêmio Personalidade Profissional em Engenharia 2013. Ele é categórico: “Os engenheiros e arquitetos são muito importantes para o País, que precisa de infraestrutura logística, de ampliar seu crescimento, e tem nessas carreiras técnicas uma base importante. Aprovamos e reconhecemos essas carreiras dentro do setor público, que serão consideradas típicas de Estado. Portanto, é um fortalecimento de seu papel no setor público, o que tem impacto imediato nas condições de trabalho.”

Cresce Brasil
Visão que vai ao encontro da necessidade apontada no projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado pela FNE em 2006 e atualizado desde então, de se garantir mais e melhores engenheiros ao desenvolvimento nacional sustentável. Segundo afirmou Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do SEESP e da federação, a falta de valorização profissional dificulta a consolidação desse cenário e para reverter tal quadro, a aprovação do projeto é fundamental. A introdução da carreira de Estado para engenheiros é uma forma de dotar as administrações públicas dos profissionais necessários ao desempenho de suas atividades, seguindo exemplos como o da China, cuja expansão econômica vem sendo marcante, que mantém no setor público grande contingente desses profissionais.

Em reportagem publicada em 2013 no jornal Engenheiro, da FNE, o autor do projeto, deputado federal José Chaves (PTB-PE), que é engenheiro civil, observou que o projeto deveria atrair a atenção do gestor público para a necessidade de contratar mais profissionais e estruturar melhor as áreas técnicas. “Assim, teremos condições adequadas de fazer mais estudos e projetos, em quantidade e melhor qualidade”, afirmou. Passando ao status de carreiras típicas de Estado, explicou o parlamentar na reportagem, os profissionais, se forem servidores públicos estáveis, têm direito a garantias especiais contra a perda dos seus cargos. “Atualmente, diplomatas e servidores de carreiras jurídicas, de auditoria e de gestão governamental, entre outras, têm esse benefício.”

No mesmo texto, o presidente da Associação Nacional dos Servidores Públicos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Poder Executivo Federal (Anseaf), José Roberto Senno, destacou que o projeto não significará qualquer ônus aos governos. “Cria apenas um status para o profissional”, observou, informando que hoje existem 16 carreiras típicas de Estado, como a do advogado. Ele lembrou que a engenharia é uma atividade que está presente na administração pública desde a Independência do Brasil.

O vice-presidente da FNE, Carlos Abraham, acompanhou a votação na CCJ, juntamente com o diretor do SEESP, Celso Atienza. Destacando a importância do projeto inclusive ao controle de gastos em obras públicas, esse último frisou: “Estão sendo feitas gestões pela sua sanção. A FNE pediu audiência à Presidente da República.”

Histórico
O PLC foi apresentado em 16 de abril de 2013. Objeto de audiências públicas na Câmara dos Deputados, em que a FNE esteve presente, havia sido aprovado em 7 de agosto do ano passado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, com relatoria da senadora Ana Amélia (PP-RS). Antes, em 15 de julho, os dirigentes da federação puderam destacar a relevância da matéria em reunião com essa parlamentar. O tema foi também objeto de correspondência enviada em 12 de agosto à presidente Dilma Rousseff, na qual a entidade salientava a importância de se valorizar os engenheiros brasileiros – o que foi reiterado pelo SEESP junto aos diversos candidatos a cargos majoritários nas últimas eleições gerais. “É preciso dar esse passo fundamental para a organização do Estado e da mão de obra imprescindível ao seu funcionamento”, disse Pinheiro à época.


 

Soraya Misleh
Colaborou Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









Como sempre faz nos processos eleitorais, o SEESP realizou, de julho a setembro deste ano, o ciclo de debates “A engenharia, o Estado e o País”, recebendo candidatos aos cargos majoritários – senador, governador e presidente – às eleições estaduais e nacionais, encerradas em 26 de outubro. Além dos postulantes ao governo estadual e Senado, o sindicato, pela primeira vez desde que começou a atividade, há quase 20 anos, acolheu, em sua sede, na Capital paulista, a então candidata Dilma Rousseff (PT) à reeleição na Presidência da República e também Marina Silva (PSB).


Foto: Beatriz Arruda
Ciclo de debate Maringoni Ciclo garantiu debates importantes com candidatos nas eleições deste ano


Os vários debates atraíram, ao todo, mais de duas mil pessoas, entre profissionais da categoria e público em geral. As discussões foram em alto nível, onde os candidatos apresentaram suas propostas eleitorais e mantiveram um diálogo com o público, este apresentando ideias e sugerindo propostas.

O sindicato tem certeza que contribuiu, mais uma vez, à reflexão tão necessária num processo eleitoral, mostrando que a democracia – onde o cidadão pode apresentar suas ideias sem qualquer tipo de represália, constrangimento ou intolerância – é a melhor forma de se viver em sociedade. É assim que evoluímos, e ajudamos a garantir um País mais humano, generoso e justo.

Neste link os internautas podem conferir como foram os debates do nosso ciclo, com matéria, fotos e vídeos.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









 

Em 26 de outubro, os brasileiros foram às urnas e democraticamente reelegeram a presidente Dilma Rousseff para governar o País por mais quatro anos. Em primeiro lugar, temos a comemorar o amadurecimento da nossa democracia com a realização da sétima eleição direta para a Presidência da República, em perfeita normalidade. É importante lembrar que, num passado bastante recente, há 30 anos, isso ainda era um sonho a ser realizado e um direito a ser conquistado. À presidente eleita, cabe agora fazer jus a essa vitória, que traz a enorme responsabilidade de pôr em marcha iniciativas que possam recolocar o Brasil no rumo do crescimento econômico e de ampliação da justiça social.

Conforme propõe o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), é preciso reverter o quadro de baixa expansão econômica que voltou a afligir o País. Em que pesem as dificuldades causadas pela crise internacional, da qual não estamos imunes, são necessárias medidas que se contraponham tanto quanto possível ao cenário desfavorável.

Essencial neste momento é reverter o quadro de desindustrialização precoce que estamos vivendo. Essa meta exige que se adotem medidas macroeconômicas adequadas, administrando-se taxa de juros e câmbio de forma muito precisa. Requer também uma política industrial de fato. Temos que ampliar a produtividade do trabalho, mas também aprimorar a capacidade do capital, com modernização de processos, atualização de técnicas de gestão, capacitação gerencial e empresarial, contínua renovação de parques industriais e incessante incorporação de tecnologia avançada. Ou seja, a inovação deve ser a tônica.

Ainda como sugere o “Cresce Brasil”, deve haver incentivo ao adensamento das cadeias produtivas, levando-se em conta vantagens competitivas já estabelecidas ou potencialmente viáveis no curto prazo. Um primeiro grupo a ser considerado é o da industrialização local dos insumos agrominerais, em cujo fornecimento o País já tem condições privilegiadas de custos, acessibilidade e qualidade. Adicionalmente, deve ser estimulada a produção nacional de bens intermediários demandados por setores industriais em que já temos bom posicionamento internacional, pois as próprias empresas atuantes nesses segmentos podem operar como incubadoras de uma rede de fornecedores e satélites.

Simultaneamente a esse esforço de aprimoramento da nossa indústria, é imprescindível valorizar o trabalho. O Brasil deve caminhar para uma realidade de erradicação da informalidade, com garantia de direitos a todos, salários que assegurem uma vida digna e condições adequadas de exercício da atividade produtiva. Pautas históricas do movimento sindical, como a redução da jornada, combate à terceirização, fim do fator previdenciário e manutenção da política de aumento do salário mínimo, devem ser incorporadas à agenda do desenvolvimento.

Que o novo governo, democraticamente eleito com o compromisso de atuar em prol de todo o nosso povo, tenha sucesso nessa empreitada.


 

* por Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do SEESP









 

Confirmados os resultados eleitorais que deram vitória “por una cabeza” à presidente Dilma, eu me insurjo contra a tentativa de descrever o quadro como o da divisão do Brasil, seja regional, seja territorialmente; houve apenas a divisão eleitoral, legítima na democracia, nas condições de segundo turno e com os resultados totais com pequena diferença.

A explicação fácil e errônea da divisão baseia-se no método do ladrilhamento em que cada quadrado leva uma cor de acordo com o candidato vitorioso nele.

Mas, referindo-se às cinco grandes regiões brasileiras, em nenhuma delas a presidente Dilma teve menos que 40% dos votos e teve tantos votos no Sudeste quanto no Nordeste.

A “teoria da divisão” mascara, atrás de erros de método, uma profunda desorientação e uma tentativa de acirramento pós-abertura das urnas e com os resultados finais proclamados.

A maior prova que dou do caráter errôneo da “teoria da divisão” é a própria experiência do movimento sindical que apresentou aos candidatos sua pauta unificada e obteve deles compromissos de acatar, considerar e implementar inúmeras medidas. Por exemplo, ambos se comprometeram a discutir alternativas ao fator previdenciário. É de se supor que, contrariamente ao modelo “divisionista”, ambos os grupos políticos aceitem implementar tal orientação quando chegar a hora e sob vigilância do movimento sindical.

Para nós e para o movimento que manteve unitária sua pauta, apesar da disputa eleitoral, a teoria do Brasil dividido é mais que um crime, é um erro.

 

 

* por João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical









Pode parecer cabotinismo de minha parte e talvez o seja, mas não posso deixar de citar o professor da PUC do Rio de Janeiro, Cesar Romero Jacob, especialista em análises eleitorais que confirma -agora com o endosso acadêmico- uma análise que eu havia feito no último texto publicado.

Depois de comparar as correlações de voto de Dilma e Aécio com o IDH (baixo ou alto) e a Bolsa Família (sim ou não), eu escrevi:

“Continuo achando que a esfinge a ser decifrada é paulista, ganha de 2,5 a 5 salários mínimos, mora em grandes cidades e tem idade adulta: a chamada classe C, que é também a base sindical”.

O professor confirma: “A divisão de votos por classes mostra Aécio muito bem nas classes A e B e Dilma muito bem nas classes D e E. A classe C é a que reproduz essa divisão nacional e pode decidir a eleição”.

Faltou ao professor identificar na classe C a base sindical, como o faço. Daí a importância da pauta trabalhista e sindical na disputa.

As pessoas que conquistaram muito (passaram do sabão de coco ao sabonete Dove, do frango ao bife e do ônibus ao avião) com emprego, crédito e ganhos reais de salários precisam de serviços públicos para “manter seu padrão de vida” (diz o professor) e precisam ser convencidas em suas dúvidas de que perderão ou continuarão ganhando –e com quem- já que estão “com o copo meio cheio, copo meio vazio” e procuram referências concretas nas campanhas, esclarecimentos, propostas e promessas.

A disputa da base sindical é muito mais importante que o apoio e a adesão das direções sindicais, que têm seu peso, mas dependem do encaminhamento das campanhas de seus respectivos candidatos.



* por João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical







 

O Congresso eleito em 5 de outubro de 2014, apesar de renovado em 46,39% na Câmara e em 81,48% em relação às vagas em disputa no Senado, será um dos mais conservadores desde a redemocratização, em 1985. As razões são muitas e variadas.

Os custos de campanha, por exemplo, foram determinantes para a redução da bancada identificada com os trabalhadores e com os movimentos sociais e o crescimento das forças vinculadas ao mercado e ao setor empresarial, inclusive no ramo do agronegócio.

As coligações entre partidos sem identidade programática, igualmente, resultaram em prejuízo aos partidos à esquerda do espectro político, especialmente o PT, que perdeu importantes quadros, entre os quais merece destaque o senador Eduardo Suplicy.

A campanha moralista de parte da classe média e da grande imprensa, que atribui todas as mazelas do país a um suposto aumento da corrupção, combinada com a ausência de resposta do PT e do governo contra essa onda de denúncias infundadas, também teve reflexos na redução dos partidos que dão sustentação ao governo Dilma.

Poucos governos, como os do PT, contribuíram tanto para o combate à corrupção: Portal da Transparência, lei da compra de votos, lei da ficha limpa, lei geral de acesso à informação, lei de conflitos de interesse, lei de responsabilização da pessoa jurídica, abertura do voto na apreciação de vetos e de cassação de mandatos foram aprovadas nos últimos doze anos. Mas a falta de divulgação dessas realizações, entre outras questões, abriu caminho para uma campanha difamatória contra os partidos da base.

As cruzadas de caráter homofóbico, reativas às pautas LGBT, combinadas com a campanha das forças conservadoras pela redução da maioridade penal, igualmente, proporcionaram votações estratosféricas para os líderes desses movimentos, como o pastor Feliciano (PSC-SP), Jair Bolsonaro (PP-RJ), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Fraga (DEM-DF), Major Rocha (PSDB-AC), entre muitos outros.

Do ponto de vista da condução do processo legislativo, mesmo com a diminuição da bancada dos três grandes partidos no Senado e do PT e do PMDB na Câmara, não houve mudança de posição: o PT permanece com a primeira bancada da Câmara e a segunda do Senado, o PMDB com a primeira no Senado e a segunda da Câmara e o PSDB em terceiro lugar nas duas Casas do Congresso.

Em resumo, foram os custos de campanha, as coligações sem lógica ideológica e/ou programáticas, os motes moralistas dos meios de comunicação e da classe média, as cruzadas religiosas, especialmente contra a emancipação das mulheres e dos movimentos LGBT, e os programas de rádio e televisão com caráter policialesco, com ênfase na redução da maioridade penal, que levaram a uma onda de conservadorismo que resultou na eleição de um dos Congressos mais atrasados do período pós-redemocratização.

A propalada renovação nas duas Casas, entretanto, foi apenas no aspecto formal. Na verdade, o que houve foi uma circulação no poder, com o retorno de ex-agentes públicos, seja no Parlamento, seja no Poder Executivo. Os “novos” ou sem experiência política anterior ou são parentes de políticos tradicionais, ou são celebridades, pastores evangélicos, policiais contrários aos direitos humanos dos infratores, endinheirados ou apresentadores de programas de rádio e TV.

 

* por Antônio Augusto de Queiroz, diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em todo o Brasil, bancários saíram às ruas para protestar contra a proposta de conferir independência ao Banco Central, defendida por alguns candidatos nessas eleições. Ao longo desta quinta-feira (2/10), a categoria ocupou espaços públicos em torno das sedes do Banco Central em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza e Belém.


Foto: CTB
CTB Bacen Presidente nacional da CTB, Adilson Araújo: "Nãopodemos deixar que os banqueiros ditem o ritmo
da economia, que eles ajustem os juros e a inflação exclusivamente pelos próprios interesses."


As manifestações foram organizadas pelas centrais sindicais e contaram com o apoio de movimentos sociais (como o MST, presente em grande peso na sede de São Paulo) e partidos políticos da esquerda, como PT e PSTU. O protesto é parte de uma mobilização nacional dos bancários que estão em greve desde o dia 30 de setembro.

O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, foi um dos sindicalistas a discursar na manifestação de São Paulo. “Não podemos deixar que os banqueiros ditem o ritmo da economia, que eles ajustem os juros e a inflação exclusivamente pelos próprios interesses. Nossa união é essencial para não darmos passos para trás”, conclamou.

Alex Livramento, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, explica mais a fundo a questão: “Fica claro para nós que somos do movimento sindical que é muito importante a independência do Banco Central em relação aos banqueiros, e não em relação ao governo. A questão principal é que o Banco Central é quem dita as políticas que indicam os rumos da economia do país, e ele tem que estar ligado ao conjunto de medidas do governo federal. Do contrário, ele estaria exclusivamente a serviço dos banqueiros”.

O ato de São Paulo reuniu cerca de mil pessoas, entre integrantes da CTB, CUT, Conlutas e Intersindical. Iniciado às 16 horas, ele paralisou duas faixas da Av. Paulista.

Vozes de Salvador
O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, já havia se manifestado mais cedo quanto à greve nacional dos bancários: “Nossa luta não é apenas por salários, mas por dignidade no trabalho, contra o assédio moral, por mais investimentos em segurança, por menos juros, mais contratações e um atendimento de qualidade para a população”. Para ele, a luta contra a autonomia do Banco Central é central para essa discussão.

O evento de lá contou com a participação do Sindicato dos Metalúrgicos, do Sintracom, Sindbebi, Unegro, UNE e UJS, além de bancários dos bancos públicos e privados. Para o presidente da CTB Bahia, Aurino Pedreira, é preciso esclarecer a população sobre o que está em jogo quando se fala em dar autonomia ao Banco Central e de como isso influencia diretamente na vida de todo mundo. “Este não é um debate novo, mas que voltou com força total agora, em uma tentativa da grande mídia de legitimar a criação de um quarto Poder no Brasil, além do Executivo, Legislativo e Judiciário, que decidirá, por exemplo, se os bancos públicos devem investir no desenvolvimento do país ou para atender os interesses do mercado financeiro. Este também será o poder que vai regular a atuação dos bancos privados e por isso mesmo precisa continuar nas mãos daqueles que são eleitos pelo povo e não os escolhidos pelo mercado”.


 

Fonte: Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)








Desde 31 de julho deste ano, quando foi lançada a nova versão do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” com o subtema “Novos Desafios”, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) entregou a publicação especial a dezenas de candidatos que concorrem nestas eleições. O objetivo é contribuir com suas plataformas políticas para alavancar o desenvolvimento  nacional. Confira fotos da entrega aqui. Entre os que receberam o documento, estão as candidatas à Presidência da República com mais chances de disputar o segundo turno da eleição Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB).


Fotos: Beatriz Arruda/Imprensa SEESP
presidenciaveis cresce brasil
As candidatas à Presidência da República receberam as propostas do "Cresce Brasil" "Novos Desafios"

 

O "Cresce Brasil" tornou-se importante instrumento de mobilização dos engenheiros por um país mais justo e democrático e vem sendo constantemente atualizado e aprimorado desde sua primeira edição, em 2006. “É uma responsabilidade muito grande levar à frente o Cresce Brasil, que se mostra dinâmico na continuidade em contribuir com a sociedade”, declarou Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE, durante o lançamento da nova fase do projeto, na sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), na Capital.

Murilo Pinheiro enfatizou que o projeto inspirou e deu origem a importantes iniciativas governamentais, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), anunciado pelo governo federal em 2007 e que já está na segunda fase.  A publicação especial reúne as propostas dessa nova etapa do projeto, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

Gilberto Maringoni, que disputa o governo de São Paulo pela Frente de Esquerda PSOL-PSTU, ao receber as propostas , em 8/8, frisou que o Cresce Brasil recoloca “no centro da política nacional a questão do desenvolvimento, após quase 20 anos de baixíssimo investimento”. Outro ponto destacado por ele é que a iniciativa pauta a discussão sobre o papel do Estado para assegurar investimentos estruturais. Para ele, esse é um tema que virá à tona muito em breve.

Maringoni e outros candidatos, como ao Senado Federal por São Paulo (Eduardo Suplicy, PT; Gilberto Kassab, PSD; José Serra, PSDB; e Marlene Machado, PTB), participaram do ciclo de debates "A Engenharia, o Estado e o País", promovido pelo SEESP, nos meses que antecederam a eleição 2014 com o objetivo de abrir um espaço para que os mesmos apresentassem suas ideias e propostas aos engenheiros e demais categorias.

Todos os debates foram gravados em vídeo e podem ser conferidos na página do evento.

Novos desafios
A edição reitera a necessidade de prosseguir com os investimentos e projetos em infraestrutura ao desenvolvimento sustentável do País. Para tanto, é necessário conter, com urgência, o processo brasileiro de desindustrialização precoce no País, e investir no fortalecimento da indústria nacional, com inovação e ganhos de produtividade.

Um dos grandes desafios elencados no “Cresce Brasil” é recuperar setores estratégicos. Na visão do economista Marcos Dantas, consultor do projeto, é o de comunicação. Atualmente, a indústria eletroeletrônica deixou de existir e o Brasil apenas monta equipamentos. “A iniciativa da FNE é muito importante ao recolocar a engenharia brasileira no centro da formulação de uma política industrial e tecnológica que recupere essa nossa capacidade”, afirmou.

O coordenador da consultoria técnica do "Cresce Brasil", Carlos Monte, destacou, durante o lançamento da nova fase, as propostas na área de energia, que incluem a geração a partir do lixo, da madeira, da cana-de-açúcar, o carro elétrico e a garantia de eficiência. “Com a busca incessante por inovação e eficiência, vamos superar o conflito de se ampliar a taxa de juros para combater a inflação, o que na verdade garante ganhos aos banqueiros”, disse.

O projeto reflete a busca dos profissionais da engenharia pelo desenvolvimento do País. Como salientou o coordenador da iniciativa, Fernando Palmezan, seu lançamento e continuidade é motivo de orgulho para toda a categoria.

Saiba como foi o lançamento em 31 de julho deste ano aqui.


Imprensa SEESP






O programa informativo de televisão do SEESP, o Jornal do Engenheiro (JE), desta semana, traz os debates realizados pelo sindicato, no período eleitoral, com vários candidatos ao governo do Estado de São Paulo e ao Senado; além de ter recebido as presidenciáveis Dilma Rousseff e Marina Silva no “Diálogos Conectados”, série promovida pela Campanha A Banda larga é um direito seu!.

No quadro “No Ponto”, o presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro traz as boas novas com relação ao Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), que já está com o processo seletivo aberto desde o dia 1º último (leia aqui as condições de participação).

A entrevista especial prossegue com a série “80 anos do SEESP” com a participação dos ex-presidentes da entidade. Nesta edição, o entrevistado é Antonio Octaviano, que esteve à frente do sindicato de 1983 a 1986. Ele conta como foi exercer a atividade sindical em período ainda sem a abertura democrática. “Não tínhamos tido ainda a redemocratização do País, fato que aconteceu plenamente com a instalação da Constituinte, em 1985”, informa. Todavia, observa, o movimento sindical já se preparava para ter uma atuação mais nacional e social nos destinos do País. Já sobre a organização dos engenheiros, Octaviano lembra que, à época, “tratamos de cuidar da expansão do sindicato para o interior do estado”.

Confira essas e outras atrações no JE na TV que é exibido às segundas-feiras, às 19h30, na Capital paulista, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet  no mesmo dia e horário neste link. O programa é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.

A seguir, o programa da semana:


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









Na reta final do primeiro turno das eleições (que pode ser turno único em inúmeras eleições e o é para senadores e deputados federais e estaduais) o movimento sindical afirma com orgulho que apesar das disputas partidárias não se dividiu e manteve-se unido em torno da pauta trabalhista.

Este é um grande feito até mesmo porque a insistência na pauta provocou em cada um dos candidatos ou a necessidade de afirmação, ou de negação e até mesmo, às vezes, desconforto, mesmo em relação aos dirigentes que o apoiavam.

Além da unidade e baseado nela, o movimento manteve sua capacidade de mobilização nas campanhas salariais que, do lado dos trabalhadores, seguiram seu curso em busca de aumentos reais sem a partidarização (melhor dizendo, a ideologização) que assistimos no lado patronal.

É óbvio que em todo o processo (sindical, político e partidário) estão previstos deslocamentos de posições relativas com os resultados das urnas.

Esses deslocamentos não refletem o abandono da pauta, mas podem produzir dificuldades no relacionamento de dirigentes com os poderes institucionais; preocupa-me o alcance das alianças do movimento sindical com as representações políticas que serão vitoriosas, principalmente na esfera legislativa e na escolha do futuro ministro do Trabalho e Emprego.

Devemos levar em conta também, na própria medida do êxito do movimento, um certo enrijecimento das posturas patronais mortificadas pela ideologia, estranha aos seus interesses estratégicos, que condena os ganhos dos trabalhadores como intrinsecamente maus.

Deve-se acrescentar a tudo isso o peso das coligações, apoios e acordos de cúpula que caracterizam as candidaturas aos poderes executivos; embora tenha passado o seu recado em defesa da pauta trabalhista, o movimento sindical não tem uma posição proeminente que, por si só, garanta o atendimento de nossas reivindicações.

Vamos às urnas e nos preocupemos em votar bem com atenção especial para os candidatos nas eleições proporcionais.


* por João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical







Ex-prefeito da Capital e na disputa por uma vaga no Senado pelo PSD, Gilberto Kassab participou, na terça-feira (16/9), do Ciclo de debates A engenharia, o Estado e o País, que vem sendo promovido pelo SEESP desde julho com a participação dos candidatos aos cargos majoritários nas Eleições 2014. Colocando-se como a opção de “renovação” em relação aos concorrentes diretos, Eduardo Suplicy (PT), com mandato atualmente, e José Serra (PSDB), que já exerceu o cargo (eleito em 1994), Kassab criticou o conjunto da bancada paulista. “Há uma decepção como os nossos senadores. São Paulo perdeu representação em Brasília nos últimos 30 anos”, afirmou.

De acordo com o ex-prefeito, falta iniciativa aos parlamentares que representam o Estado no Congresso. “Quando houve a ameaça à Zona Franca de Manaus, os senadores Amazonas ameaçaram parar as votações. Os do Rio se mobilizaram para defender o direito aos royalties do petróleo. Os de São Paulo não fazem isso”. Completando a crítica aos adversários, estocou: “O Suplicy fala sobre renda mínima num dia e no outro também. E o Serra, quer ser senador ou é o que sobrou?”

Entre as iniciativas que, em sua opinião, deveriam ser tomadas em defesa do Estado, Kassab inclui a revisão no pacto federativo de modo a permitir que o Estado receba mais recursos. “No ano passado, São Paulo arrecadou para a União R$ 323 bilhões; teve retorno de cerca de R$ 27 bilhões, menos de 10%. O Brasil está quebrando São Paulo.” Segundo o ex-prefeito, há grave carência de recursos financeiros, que impedem a solução de inúmeros problemas enfrentados por São Paulo, como a baixa qualidade do ensino público, a falta de segurança e até a crise hídrica. “Hoje, o reservatório da Cantareira está em 8,9%, a situação é gravíssima e ninguém faz nada. O governo está esperando passar a eleição. No dia seguinte, virá uma solução radical, pois a represa está na iminência do colapso”, alertou.

Outro setor no qual, segundo ele, São Paulo deveria contar com mais apoio federal é o do transporte público. “Precisamos de dinheiro. A questão da mobilidade é uma vergonha, não se põe recurso a fundo perdido aqui”, queixou-se.

Propostas
Kassab afirmou que, se eleito, pretende aprovar um projeto nacional de incentivo ao ensino integral nas escolas municipais. Ainda na educação, o candidato do PSD afirmou que defenderá o estímulo à pesquisa. Para a saúde, a proposta são mais verbas e descentralização. Na área da segurança pública, defendeu melhores salários aos policiais e garantia de recursos “carimbados” para o setor, evitando possibilidade de que sejam usados para outra finalidade.

O ex-prefeito afirmou que trabalhará também por uma reforma tributária que vise “a redução da carga de impostos e a desburocratização”. Defendeu ainda a reforma política que impeça a existência de “legendas de aluguel”.

Ao final do debate com os engenheiros, Kassab recebeu do presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a publicação “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento – Novos Desafios”, que traz propostas de ações visando o desenvolvimento nacional, sobretudo o combate à desindustrialização. O ex-prefeito foi presenteado ainda com os livros comemorativos aos 80 anos do SEESP, que se completam no próximo dia 21, e aos 50 anos da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), celebrados em 25 de fevereiro último.

 

 

 

* Confira outras fotos do evento aqui.

 

Rita Casaro
Imprensa SEESP

 

Na segunda-feira (22/9), às 17h, a candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, participa da série de eventos "Diálogos conectados", promovida pela campanha "Banda larga é um direito seu!". A atividade acontece no auditório do Sindicato dos Engenheiro no Estado de São Paulo (SEESP). O evento é aberto ao público mediante inscrição prévia pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O credenciamento estará aberto a partir das 16 horas e a entrada no auditório será feita de acordo com a ordem de chegada. Haverá transmissão online neste link.

O formato do encontro seguirá as bases da primeira edição, realizada com a presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff, em 9 de setembro. Assim, haverá uma apresentação inicial das propostas da Campanha Banda Larga, seguida de manifestação da candidata e três rodadas de perguntas e respostas sobre acesso à Internet e direitos digitais. A primeira rodada será focada em acesso e infraestrutura para a prestação da banda larga; a segunda dirá respeito à privacidade, direitos digitais e Marco Civil da Internet; e a terceira será mais focada em tecnologias livres e estímulo à produção de serviços, aplicações e conteúdos nacionais para a rede.

 

 

Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

Confira agora a participação do candidato a vice-presidente da República Michel Temer (PMDB), na chapa de Dilma Rousseff (PT), no ciclo de debates "A engenharia, o Estado e o País", promovido pelo SEESP.

 

 

Com base em informações qualificadas – como serviços prestados, vinculação a grupos políticos, econômicos e sociais, influência regional, estrutura partidária e apoio financeiro – o DIAP promoveu um amplo levantamento destinado à elaboração de prognóstico sobre a composição da Câmara dos Deputados, a ser eleita em 2014.

Adotou-se, como metodologia, a consulta a jornalistas, parlamentares, pesquisas eleitorais, especialistas, e também partiu-se do pressuposto que os candidatos à reeleição, deputados estaduais, vereadores de capitais e ex-prefeitos de grandes centros, bem como os suplentes bem votados na eleição de 2010, dependendo da coligação, são competitivos. A referência na tabela constitui outros diferenciais de cada candidato.

Advirta-se, desde logo, que levantamentos com estas características, destinados a identificar os candidatos mais competitivos, estão sempre sujeitos a imprecisões e surpresas, razão pela qual o fato de constar o nome nesta lista não significa que será eleito nem a ausência significará derrota. Trata-se de um esforço de antecipar tendência em relação à composição das bancadas partidárias, identificando os candidatos com potencial de eleição.

De acordo com a tabulação dos dados, que considera o possível desempenho eleitoral de cada partido em cada uma das 27 unidades da Federação, a Câmara dos Deputados continuará muito pulverizada, com a redução das bancadas dos principais partidos em relação ao pleito de 2010 e aumento do número de agremiações com representação na Casa, que deve passar de 22 para 28, conforme tabela abaixo.

Partido

Bancada eleita 2002

Bancada eleita 2006

Bancada eleita 2010

Bancada atual

Prognóstico 2014

Mínima

Média

Máxima

PT

91

83

88

88

70

82

95

PMDB

75

89

78

72

48

60

73

PSD

0

0

0

45

29

38

48

PSDB

70

66

53

44

36

44

53

PP

49

41

41

40

29

35

41

PR

32

25

42

32

23

27

32

DEM

84

65

43

28

20

22

25

PSB

22

27

34

24

23

28

34

SD

0

0

0

21

16

18

20

Pros

0

0

0

20

15

17

20

PTB

26

23

21

18

18

22

27

PDT

21

24

28

18

13

15

18

PCdoB

12

13

15

15

12

16

20

PSC

1

9

17

12

11

13

16

PRB

0

1

8

10

10

13

16

PV

5

13

15

8

9

11

14

PPS

15

22

12

6

9

10

11

PSol

0

3

3

3

2

3

4

PMN

1

3

4

3

3

3

4

PTdoB

0

1

3

3

3

3

4

PRP

0

0

2

2

2

3

4

PEN

0

0

0

1

1

2

3

PTC

0

3

1

0

1

1

2

PHS

0

2

2

0

1

1

2

PRTB

0

0

2

0

1

1

2

PSDC

1

0

0

0

1

1

2

PTN

0

0

0

0

0

1

1

PSL

0

0

0

0

1

1

2

Fonte: Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP)

A provável redução da bancada ou o número de eleitos se justifica, entre outras razões, pela criação de partidos em 2013, como PSD, Pros e SD, que tiveram importantes adesões, com a consequente perda de parlamentares em todos os grandes e médios partidos, com exceção do PT.

Segundo o prognóstico do DIAP, apesar de menores em relação às atuais bancadas, o PT e o PMDB continuarão, respectivamente, como primeira e segunda maiores bancadas. O PSDB continuará em terceiro lugar e o PSD e o PP disputam a quinta posição. O PR e o PSB disputam a sexta posição, seguidos do DEM, do PTB, do Pros, do SD, do PDT e do PCdoB.

Apenas dois partidos (PT e PMDB), que certamente terão mais de 50 deputados, poderão ser classificados como grandes. Na categoria de médio, com entre 20 a 49 deputados, podemos citar PSDB, PP, PSD, PSB, PR, DEM e PTB. Podem ser enquadrados como pequenos, com entre 10 a 19 deputados: PRB, PV, PPS, SD, Pros, PDT, PCdoB e PSC. Na condição de muito pequenos, apelidados pejorativamente de nanicos, com menos de dez deputados, podemos citar: PSol, PMN, PTdoB, PRP, PRTB, PTC, PEN, PHS, PSDC, PTN e PSL.

A julgar pelos aspectos apontados, o próximo presidente da República, seja quem for, terá que negociar com vários partidos no varejo (caso a caso) para formar maioria pontual e, acima de tudo, ficará na mão dos partidos médios (muitos dos quais fisiológicos). Num cenário desses, as chances de reformas estruturais são praticamente nulas. Ou haverá pressão popular ou o “toma-lá-dá-cá” tende a aumentar.

Confira o prognóstico dos candidatos com chance de eleição em 2014 por estado:

AC

Eleições 2014: prognóstico da bancada do Acre na Câmara para a legislatura 2015-2019

AL

Eleições 2014: prognóstico da bancada de Alagoas na Câmara para a legislatura 2015-2019

AP

Eleições 2014: prognóstico da bancada de Amapá na Câmara para a legislatura 2015-2019

AM

Eleições 2014: prognóstico da bancada de Amazonas na Câmara para a legislatura 2015-2019

BA

Eleições 2014: prognóstico da bancada da Bahia na Câmara para a legislatura 2015-2019

CE

Eleições 2014: prognóstico da bancada da Ceará na Câmara para a legislatura 2015-2019

DF

Eleições 2014: prognóstico da bancada da Distrito Federal na Câmara para a legislatura 2015-2019

ES

Eleições 2014: prognóstico da bancada da Espírito Santo na Câmara para a legislatura 2015-2019

GO

Eleições 2014: prognóstico da bancada da Goiás na Câmara para a legislatura 2015-2019

MA

Eleições 2014: prognóstico da bancada da Maranhão na Câmara para a legislatura 2015-2019

MT

Eleições 2014: prognóstico da bancada do Mato Grosso na Câmara para a legislatura 2015-2019

MS

Eleições 2014: prognóstico da bancada do Mato Grosso do Sul na Câmara para a legislatura 2015-2019

 
 
 
* Por Antônio Augusto de Queiroz, jornalista e diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)


Nesta segunda-feira (18/8), às 17h30, dando prosseguimento ao ciclo “A engenharia, o Estado e o País”, o SEESP recebe o candidato do PCB ao governo paulista, Wagner José Gonçalves Farias. Na oportunidade, ele apresentará suas propostas ao Executivo estadual, assim como a categoria e o público em geral poderão fazer perguntas ou indicar ideias ou contribuições.

O evento já recebeu outros candidatos majoritários das próximas eleições e será finalizado, de acordo com a legislação eleitoral, em setembro. O presidente do sindicato, Murilo Celso de Campos Pinheiro, observa que a iniciativa tem a virtude de colocar em pauta o que de fato importa no processo eleitoral: os problemas que afligem os cidadãos e a melhor saída técnica à disposição para resolvê-los. “Os eventos são também uma boa oportunidade para que os eleitores possam decidir em quem votar mais conscientemente”, destaca. 

Os debates são aberto ao público e acontece sempre na sede do SEESP, na Rua Genebra, 25 – Bela Vista –, São Paulo. O “A engenharia, o Estado e o País” também terá transmissão pela internet. Para assistir basta acessar aqui.


 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









Página 1 de 2

agenda