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É hora de participar! Engenheiros da Duke Energy se mobilizam para escolher o próximo Representante dos Empregados no Conselho de Administração da empresa. O regulamento eleitoral e o calendário com os prazos gerais do processo serão publicados, pela Duke, nesta sexta-feira (27/2).

Imagem: Laerte/divulgação

laerte eleicao DUKE ENERGY

Na quarta-feira (25/2), patronal e entidades sindicais se reuniram na Usina Hidrelétrica de Chavantes para deliberarem sobre o processo eleitoral que definirá o representante dos empregados no Conselho de Administração da companhia.

O SEESP considera muito importante uma representação dos engenheiros no Conselho. Por isso, o profissional que quiser se candidatar ao pleito deve contatar o sindicato para uma participação conjunta.


Imprensa SEESP





O ciclo de debates “A engenharia e a cidade” recebe a candidata à Prefeitura de São Paulo, Ana Luiza de Figueiredo Gomes, do PSTU, nesta sexta-feira (27/07), às 15h, na sede do SEESP.

A candidata, que é funcionária pública federal, ajudou a fundar o Sintrajud (Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal de São Paulo), e participa da diretoria da Fenajufe (Federação Nacional do Judiciário).
 

Até setembro, devem participar todos os concorrentes à Prefeitura da Capital, que terão a oportunidade de falar sobre seus programas de governo e receber sugestões dos engenheiros, profissionais que muito têm a contribuir para a solução dos problemas urbanos.


A atividade é aberta ao público e acontece sempre na sede do SEESP, na  Rua Genebra, 25 – Bela Vista – São Paulo.
 O ciclo “A engenharia e a cidade” também será transmitido pela internet. Para assistir basta acessar aqui. 

 

Já foram realizados debates com os candidatos Soninha Francine (PPS), Miguel Manso (PPL), Fernando Haddad (PT) e Celso Russomanno (PRB).

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP

 

 

 

A avaliação é do candidato do PT à Prefeitura da cidade, Fernando Haddad, que participou, no dia 25 de julho, na sede do SEESP, do ciclo de debates “A engenharia e a cidade”. Haddad, que foi ministro da Educação nos governos Lula e Dilma, disse que nos últimos seis meses manteve reuniões e contatos por todo o município para elaborar seu programa de governo e concluiu que o clima é de mudança. “São Paulo perdeu uma grande oportunidade, nos últimos oito anos, de crescer junto com o País”, criticou.  Ele comparou a capital paulista com a cidade do Rio de Janeiro, que, mesmo tendo uma renda per capita bem menor, conseguiu empreender uma capacidade maior de investimento público. 

* Veja aqui as fotos do debate com Fernando Haddad

O candidato petista apresentará seu programa de governo no dia 13 de agosto próximo, sugerindo que a proposta faz um “redesenho urbano” da cidade, a partir de temas complexos, como educação, saúde, transporte e habitação. Apoiado na sua experiência à frente do MEC (Ministério da Educação), no período de 2005 a 2012, Haddad garante que promoverá uma grande mudança na área em São Paulo, da educação infantil à pós-graduação, com a implantação de escolas técnicas, centros de formação do professor nas subprefeituras, educação por tempo integral, utilização de verba do MEC, no valor de R$ 250 milhões, para a instalação de creches e pré-escolas. Para ele, a cidade vive a contradição de ser a mais rica do País, mas de não ter a educação condizente a essa situação. 

Outro ponto que ganhou destaque no debate foi transporte e mobilidade urbana. Para Haddad, é necessário um “pacto federativo” pelo transporte público, o que envolve convênios diretos entre a administração municipal e o governo federal, inclusive para expansão do Metrô, hoje a cargo do Estado. “Estamos desde 2010 sem um único ‘tatuzão’ [equipamento que faz as escavações dos túneis do metrô].” Ele também criticou a administração atual por não ter apresentado projetos para participar do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade. No seu plano de governo, afirmou, vai retomar os corredores de ônibus que não cresceram além dos 126 quilômetros implantados até a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy (2000-2004). O candidato prometeu ainda discutir a implantação de monotrilhos, mas “levando em conta o impacto visual e urbanístico”. 

Além de investir em transportes, ponderou Haddad, resolver o problema da mobilidade  paulistana envolve planejamento urbano. “Todos os dias São Paulo faz um megadeslocamento, transportando um Uruguai e meio”. Daí, conclui, a necessidade de aproximar a cidade do bairro e o emprego do trabalhador. Nesse sentido, agirá também para combater o déficit habitacional de mais de 510 mil moradias. “Nos últimos oito anos foram entregues menos de 15 mil habitações”, criticou.

Saúde e zeladoria
São Paulo também está frágil na área de saúde, segundo o candidato do PT, que  prometeu retomar os investimentos no setor, com a construção de três hospitais e a implantação de um plano de carreira de forma a atrair os médicos para a rede pública. “Somos uma cidade que tem muitos médicos, mas que não estão no serviço público porque não se oferecem salário e condições de trabalho adequados.”  Ainda no setor, comprometeu-se a implantar  um conceito de gestão, regulação e informatização para que o tempo de espera para consulta, exames e cirurgias diminua. Hoje, segundo Haddad, espera-se seis meses para a realização de um exame e um ano para uma cirurgia. 

O candidato defendeu que a cidade tenha uma “zeladoria” com um painel de controle de forma a se ter um “apanhado, em tempo real, do que está acontecendo na cidade, desde a poda de árvore até a manutenção de calçadas e das obras de arte [viadutos, pontes, passarelas]”.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP

 

 

A Delegacia Sindical da Baixada Santista do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) realizará o ciclo de debates “A engenharia e a cidade” com os candidatos à Prefeitura de Santos. O objetivo é fazer com que os prefeituráveis apresentem suas propostas em várias áreas importantes para o desenvolvimento do município, ao mesmo tempo em que os profissionais da engenharia também podem apresentar suas ideias e contribuições. O primeiro debate acontece nesta quinta-feira (26/07), às 18h30, com o candidato José Antonio Marques Almeida (Jama), do PRTB, na sede da Delegacia, que fica na avenida Senador Pinheiro Machado, 424, no Marapé.

Já estão agendados, sempre às 18h30, outros candidatos: Fábio Alexandre de Araújo Nunes (Prof. Fabião), do PSB, no dia 16 de agosto; Luiz Xavier, do PSTU, no dia 23 de agosto; Beto Mansur, do PP, no dia 27 de agosto; Nelson Rodrigues (PSL), no dia 30 de agosto; Telma de Souza, do PT, no dia 3 de setembro; Sérgio Aquino, do PMDB, no dia 10 de setembro; e Eneida Koury, do PSOL, no dia 13 de setembro. 

Entre os temas que serão abordados nos debates estão: estrutura de gestão, mobilidade urbana, habitação, sustentabilidade e outras questões mais específicas de interesse dos engenheiros.

Inscrições para participação no debate e mais informação sobre o evento pelo telefone (13) 3239-2050.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP
* Notícia atualizada no dia 26 de julho de 2012 - às 16h15 


Será no terceiro debate do ciclo “A engenharia e a cidade” nesta quarta-feira (25/07), às 9h30, na sede do SEESP (Rua Genebra, nº 25, Bela Vista, SP). O evento, que o sindicato promove com os candidatos a prefeito de São Paulo e de outras cidades do estado, é aberto ao público. Os encontros com os candidatos da cidade paulistana serão transmitidos ao vivo durante sua realização neste link.

Fernando Haddad, postulante do PT, foi ministro da Educação nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef, entre os anos 2005 e 2012; também participou da gestão de Marta Suplicy, em 2001, na prefeitura da Capital paulista. É a primeira vez que concorre a um cargo eletivo.

Os engenheiros pretendem, assim como fizeram nos dois primeiros debates já realizados com os candidatos Soninha Francine (PPS) e Miguel Manso (PPL), apresentar contribuição para os vários temas importantes para a cidade de São Paulo, como nas áreas de mobilidade urbana, sustentabilidade, educação e saúde.

O ciclo de debates do SEESP é uma forma de aproximar ainda mais os programas de governo dos candidatos com a realidade da população. “Essa dinâmica, além de absolutamente democrática, já que abre rigorosamente o mesmo espaço a todos, permite que sejam tratadas de forma apropriada questões de monta que precisam ser enfrentadas. A histórica falta de planejamento, o processo de especulação imobiliária que expulsa contingentes de trabalhadores para periferias cada vez mais distantes enquanto os empregos continuam concentrados na região central e a supremacia do automóvel no sistema viário paulistano geraram a situação que hoje já é insustentável”, observa o presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro.

Acompanhe neste link os debates já programados.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



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