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Em 2020, é ainda mais importante premiar a excelência

 

Prêmio Personalidade da Tecnologia chega à sua 34ª edição, cumprindo o papel de homenagear o conhecimento e a competência colocados a serviço do desenvolvimento e do bem-estar da população. Categorias selecionadas para este ano reforçam essa vocação.

prêmio palavra murilo quadrada 

Desde 1987, o SEESP comemora o Dia do Engenheiro (11 de dezembro) com a entrega do Prêmio Personalidade da Tecnologia a profissionais que se destacaram em suas respectivas áreas de atuação. A láurea, que chega à sua 34ª edição, tem uma categoria constante – valorização profissional – e outras cinco que variam a cada ano, de forma a contemplar os setores mais cruciais naquele período.

 

Comandado pelo Conselho Tecnológico do sindicato, o processo conta com uma comissão julgadora de notáveis que fazem essa seleção de áreas e nomes. Reunindo-se periodicamente para a realização de debates online que têm sido profícuos e de altíssimo nível, o órgão definirá em breve quem serão os homenageados de 2020. Já estão, contudo, fechados os campos de atuação considerados fundamentais neste momento.

 

Os escolhidos – educação, saúde, saneamento, tecnologias emergentes e transporte e mobilidade – refletem muitíssimo bem o espírito do prêmio. Numa conjuntura para lá de desafiadora, como tem sido esta que estamos vivendo, o sindicato destaca a importância de setores essenciais e daqueles que viabilizam o trabalho, o ensino e a aprendizagem, a cultura, o lazer, enfim, o acesso a todo e qualquer serviço.

 

Ao celebrar as realizações nessas áreas e reconhecer a sua relevância, o prêmio do SEESP também lança luz sobre os enormes obstáculos a serem superados. A dedicação dos profissionais da saúde e as tecnologias desenvolvidas para prevenção e tratamento da Covid-19 entrarão certamente para a história. Mas outro legado dessa pandemia é a consciência da urgência em se fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para oferecer, sempre, o melhor atendimento a todos os brasileiros. A questão sanitária é ainda colocada na berlinda pelos recentes retrocessos regulatórios no setor do saneamento, que precisam ser revistos.

 

A suspensão das aulas presenciais trouxe com força o debate sobre o modelo mais adequado de educação na atualidade, os aprimoramentos necessários e o abismo de desigualdade nessa área que é determinante do futuro dos jovens e do País. Reduzir o déficit existente é meta a ser perseguida com determinação. Nessa discussão, entram, sem dúvida, as tecnologias emergentes, notadamente as de comunicação e informação, que possibilitaram a continuidade de inúmeras atividades, apesar da quarentena e do distanciamento social.

 

Por fim, segue na pauta a necessidade de superar a precariedade ou insuficiência em transporte e mobilidade para garantir o bem-estar da população desde já e especialmente quando as atividades voltarem ao normal em todo o País. Nesse quesito, causa preocupação a extinção da Empresa Metropolitana de Transporte Urbano (EMTU) pelo Governo do Estado de São Paulo. Superavitária e funcionando autonomamente, a companhia era responsável pelo transporte intermunicipal e tinha vocação de contribuir com integração metropolitana. Sem esse instrumento, a tarefa certamente ficará mais difícil.

 

Cumprindo com sua vocação de contribuição com a agenda de desenvolvimento nacional, o SEESP, por meio de seu Conselho Tecnológico, celebrará a nossa profissão neste árduo 2020 premiando a excelência, como não poderia deixar de ser, e apontando caminhos possíveis para o bem-estar de todos.

 

 

Eng. Murilo Pinheiro – Presidente

Comunicação SEESP*

Acontecerá na quarta-feira (18/7), entre 9h e 12h30, o “Workshop: Infraestrutura urbana de telecomunicações: novas tecnologias” na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, centro de São Paulo (SP). Entre os palestrantes o diretor do SEESP Carlos Augusto Kirchner e o consultor e coordenador do Grupo de Infraestrutura, ligado ao Conselho Tecnológico do sindicato, Marcius Vitale.
   

O foco central das palestras será o emaranhado de fios nos postes das grandes cidades que necessitam de reorganização e novos investimentos por parte das distribuidoras de energia, operadoras de telecom e pequenos provedores.

A atividade se propõe a apontar soluções tecnológicas e padronizações de procedimentos para a execução de projetos, obras e fiscalização. Também serão abordadas as necessidades de realização de planejamento e ações integradas, bem como o compartilhamento da infraestrutura de redes aéreas e subterrâneas.


Também está confirmada a participação de Vitor Levy Castex Aly, secretário municipal de Serviços e Obras de São Paulo; Sidney Simonaggio, vice-presidente de Relações Externas da Eletropaulo; e Helmann Strobel Penze, analista de Redes da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

A participação é gratuita. Informações e inscrição no site da Fiesp.

 


*Com informações da Fiesp



Workshop sobre Telecomunicações

Comunicação SEESP*

Os fios de energia elétrica e cabos de telefonia em situação irregular, que podem causar risco a motoristas e pedestres, são o alvo principal nesta fase da Comissão de Infraestrutura Aérea Urbana de Bauru, criada pela prefeitura no ano passado, por iniciativa da Delegacia Sindical de Bauru do SEESP com apoio da Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Bauru (Assenag). A Comissão espera que a população contribua com informações sobre a situação no município e para recebê-las criou dois canais de comunicação um por e-mail e ou por Whatsapp, que podem ser enviadas até o dia 30 de abril.


Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
fios home bia arruda


A Comissão foi criada em outubro do ano passado e fez a primeira reunião em dezembro. O grupo conta com membros do governo municipal, e técnicos das entidades de engenharia citadas acima e ainda da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), das prestadoras de serviços de telefonia e da concessionária de distribuição de energia elétrica, além da comunidade, sendo um deles da área de transportes de cargas e passageiros. O objetivo é atender a Lei Municipal 6.779/2016, acabar com a bagunça de fios para proporcionar uma melhoria na prestação de serviço.

Foram editadas quatro resoluções locais, sendo a primeira delas com o Regimento Interno da Comissão, e as demais com ações práticas, contando com autorização da Secretaria de Obras e do prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD). A Resolução Coinfra 4 deve ser publicada em breve no Diário Oficial, e é a que conta com maior presença da população para ajudar a reduzir o problema. Os engenheiros Carlos Kirchner, Marcos Wanderley Ferreira e Veríssimo Barbeiro, todos da Delegacia Sindical, com atuação na Comissão, ressaltam que a medida já começou a valer em março e vai até 30 de abril. A resolução permite a prorrogação por mais um mês, o que será definido posteriormente.

Os canais também estão disponíveis para o esclarecimento de dúvidas. Os dados devem conter o endereço e uma foto identificando o problema e, se possível, uma foto identificando placa de rua. Nome e telefone são opcionais. "Com essa medida, a população poderá nos ajudar, pois receberemos reclamações da cidade inteira, onde as pessoas passam sempre, e isso será usado depois para que as empresas responsáveis tomem as devidas providências e resolvam", comenta Kirchner. Ele lembra que, de acordo com a legislação nacional, os cabos de energia devem ficar a, no mínimo, cinco metros do solo.

Serviço
Motoristas e pedestres podem enviar as informações para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou WhatsApp (11) 99419-3346.


* Com informações do Jornal Cidade de Bauru Online




Comunicação SEESP*

Acontece na terça-feira (27/2) o Workshop Procedimentos para Projetos, Obras e Fiscalização de Infraestrutura de Telecomunicações Urbana , que contará com a participação dos engenheiros Carlos Augusto Kirchner, diretor do SEESP, Marcius Vitale, coordenador do Grupo de Trabalho de Infraestrutura de Rede, vinculado ao Conselho Tecnológico do sindicato, e Marcondes de Oliveira Buarque, diretor adjunto do sindicato e membro do Conselho Assessor de Comunicação e Telecomunicações.

O evento é voltado aos servidores públicos municipais e ocorrerá no auditório da Prefeitura na Galeria Olido, no centro da cidade de São Paulo. Além do apoio da Secretaria Municipal de Serviços e Obras da Prefeitura da Cidade de São Paulo e do Departamento de Controle de Uso de Vias Públicas da Secretaria Municipal de Serviços e Obras (Convias), o evento conta ainda com o apoio do SEESP, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD).

Vitale, responsável pela consultoria do evento, integrará as mesas “Redes Caóticas – Situação da Infraestrutura de Redes de Telecomunicações no Brasil”, às 8h45, logo depois da mesa de abertura, às 8h30; e às 16h “Normas e Procedimentos de Segurança na Construção e Manutenção de Redes de Telecomunicações: NR 10, NR 33, NR 35”. “O Município e a Infraestrutura de Telecomunicações” é o nome da mesa a qual participa o diretor do sindicato Carlos Kirchner.

Já Marcondes Buarque coordenará a Mesa Redonda das 16h30 composta pelos palestrantes para discussão dos temas apresentados no período da tarde.

Confira abaixo a programação completa:

Manhã

8:00 - 08:30 - Inscrição dos Participantes

8:30 – 08:45 - Abertura dos trabalhos pelo Secretário de Obras da Prefeitura da Cidade de São Paulo – Engenheiro Marcos Penido

08:45 – 09:30 - Redes Caóticas – Situação da Infraestrutura de Redes de Telecomunicações no Brasil – Marcius Vitale – SEESP / Adinatel

9:30 – 10:00 - O Município e a Infraestrutura de Telecomunicações – Carlos Augusto Kirchner - SEESP / FNE

10:00 - 10:45 - Cidades Inteligentes e Sustentáveis – Carolina Leão – Especialista em Cidades Inteligentes do INATEL – Instituto Nacional de Telecomunicações

10:45 – 11:30 - A Importância da Conectividade para Cidades Inteligentes – Vinicius Garcia - CPQD

 11:30 – 12:00 -Mesa Redonda composta pelos palestrantes para discussão dos temas apresentados no período da manhã. Coordenação dos trabalhos – Marcos Romano do CONVIAS

12:00 – 14:00 Intervalo para Almoço

Tarde

14:00 – 14:45 - A importância do inventário de rede Georeferenciado para as Utilities e Cidades Inteligentes – Maurício Tonsig – Diretoria de Negócios e Soluções de Mercado do CPQD

14:45 – 15:30 - Execução das Obras – Valmir Ferreira Dias – Especialista em Infraestrutura de Redes da Omega Engenharia

15:30 – 16:00 - Gestão da Ocupação da obra de Infraestrutura urbana no Sistema Viário – Fernando Godwin – Arquiteto Urbanista - CET

16:00 – 16:30 -Normas e Procedimentos de Segurança na Construção e Manutenção de Redes de Telecomunicações: NR 10, NR 33, NR 35 – Marcius Vitale – SEESP / Adinatel

16:30 – 17:00 - Mesa Redonda composta pelos palestrantes para discussão dos temas apresentados no período da tarde. Coordenação dos trabalhos – Marcondes de Oliveira Buarque do SEESP

17:00 – 17:30 - Palestra Convias e Encerramento – Marcos Romano – Diretor do Convias


* Com informações da assessoria de imprensa



Comunicação SEESP*

Os engenheiros Jurandir Fernandes, coordenador do Conselho Assessor de Transportes e Mobilidade Urbana do SEESP, Edilson Reis, diretor do SEESP e membro do Conselho Assessor, se reuniram com Maurício Ferro, presidente da Comissão Especial de Mobilidade Urbana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na pauta, a parceria entre as entidades para a troca de experiências e a soma de esforços no sentido de viabilizar projetos para o setor.


Imagem: Fotos Públicas
mobilidade home



Durante a reunião, ocorrida em 8 de novembro último, na sala de reunião da Presidência do sindicato, o representante da OAB contou que a Comissão montará um observatório para acompanhar os projetos de leis em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo e na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Jurandir Fernandes fez um breve relato sobre as atribuições do Conselho Assessor, que consiste em assessorar tecnicamente o coordenador do Conselho Tecnológico, bem como o presidente do sindicato, e que vem debatendo políticas públicas e tendências para o transporte público de passageiros, em especial transporte sob demanda (aplicativos) e seu impacto no estado.

O representante da OAB contou que a comissão que preside também tem como finalidade assessorar integrantes da Ordem sobre o setor, no sentido de acompanhar a Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Ao final, foram dados alguns encaminhamentos como a participação em atividades futuras nas duas entidades, participação conjunta da análise de viabilidade de projetos de lei que tramitam nas Comissões de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana da CMSP e Alesp. Maurício Ferro contou que está realizando levantamento dos projetos na Câmara e na Assembleia Legislativa.

A convite da OAB, o SEESP participará de evento para avaliar os resultados operacionais dos 5 anos da Lei Federal da Mobilidade Urbana. As duas entidades articularão com as Comissões de Transporte, Trânsito e de Mobilidade Urbana das duas casas legislativas de São Paulo para, formalmente, participarem ativamente da análise dos projetos de lei na área.

Por fim, ficou combinado uma série de seminários, em parceria com a Comissão Especial da OAB para o próximo ano, como: fontes de financiamentos e de Custeio de Infraestrutura de Transporte, Bem Como de Tarifas e Remuneração; Veículos Autônomos e as responsabilidades técnicas e jurídicas; Avaliação dos Estatutos: da Mobilidade, da Metrópole, da Cidade, do Pedestre, etc e sua contribuição para a mobilidade urbana.


* Com informações do Conselho Assessor de Transporte e Mobilidade Urbana do SEESP



Aconteceu na tarde de quinta-feira (10/8), no segundo andar do SEESP, na capital paulista, uma atividade para contribuir com a ampliação do debate sobre automação de veículos e cidades inteligentes. O evento foi promovido pelo Conselho Assessor de Transporte e da Mobilidade Urbana do SEESP, em parceria com a União Internacional dos Transportes Públicos (UITP) para a América Latina e o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec).

 

Foto: Beatriz Arrudamesa

Da esq. para a dir., Tristão, Pieracciani, Fernandes, Krichanã e Garcez.



Jurandir Fernandes, coordenador do Conselho e presidente da UITP América Latina, que vem guiando as discussões no sindicato sobre a eletrificação das frotas do transporte coletivo em todo o mundo, apontou, ao abrir o evento: “Vertente que não está mais no campo da ficção é a dos carros autônomos. Já tem teste, e isso vai acontecer também aqui no Brasil. Os subprodutos da automação já estão em uso.”


O veículo autônomo vem sendo objeto de pesquisa em universidades e gigantes da tecnologia como Google, Uber e, no setor automotivo, Mercedes. No País, há algumas experiências financiadas atualmente por institutos de pesquisa como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados (INCT-SEC).

Apesar de ainda ser muito embrionário, os palestrantes convidados contaram que há muitos avanços e caminhos apontados que precisam de reflexão, como o fato de as cidades estarem preparadas para receber carros como esse. Não somente a padronização de vias e placas, como mudanças acentuadas na programação de semáforos ou até mesmo a eliminação deles, uma vez que os carros é que terão sensores inteligentes para frear quando necessário.

Para dar início às discussões, o diretor-geral do Isitec, Saulo Krichanã Rodrigues, ressaltou a necessidade de mudar a maneira de adquirir conhecimento, falando da criação do instituto e das demandas nacionais ao alcance de processos inovadores. Para tanto, apresentou alguns indicadores internacionais que medem o desenvolvimento dos países, levando-se em conta estrutura, eficiência e grau de inovação. O Brasil, como lembrou, está muito atrás. Em um rol de 90 nações, está em 81º lugar.

“O conhecimento, embora cada vez mais virtual, é alimentado por um conhecimento gerado nas universidades. Durante muitos anos se discutiu o que seria o profissional de engenharia no século XXI. E a aposta do sindicato foi desenvolver um estudo do perfil de quem estava trabalhando com inovação. Foi então que surgiu um projeto e se discutiu com diversos parceiros um novo modelo de ensino para a engenharia. O sindicato então decidiu criar seu próprio curso”, destacou o diretor do Isitec, que desde 2015 oferece vagas para a graduação em Engenharia de Inovação.

 

Tendências
Em seguida, o consultor em tecnologia Valter Pieracciani, diretor da Pieracciani Consultoria, fez uma palestra sobre tendências tecnológicas selecionando 29 delas, como inteligência artificial, realidade aumentada, nanotecnologia, computação quântica, biometria, robótica, tecnologias vestíveis, tecnologias limpas, impressoras 3D, entre outras. Cada uma estava representada em um minipôster. Todos foram colados na parede. Após explicá-las, desafiou a plateia a aplicar “o montante de R$ 500 mil em tecnologias a sua escolha”, representado por adesivos coloridos. “Vamos fazer uma pesquisa que vai responder a pergunta que todos fazemos: quais são as tecnologias que vão chacoalhar as nossas vidas”, indagou o palestrante. Ao final, ele apontou as que têm mais investimento, como internet das coisas e nanotecnologia – confira o ranking com as tecnologias mais votadas, no documento anexo, ao final da matéria.

Rogério Santana Tristão, sócio-fundador e diretor comercial da Geocontrol , encerrou a atividade contando a sua experiência na empresa, que oferece soluções para o Exército Brasileiro, especificamente para os blindados guaranis e fabricação de notebooks para a Brigada Paraquedista. Há 18 anos no mercado, parte da companhia (33%) foi adquirida há dois anos pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer).

Ele lembrou que, apesar de ainda não ser realidade nas grandes cidades, alguns carros comercializados já possuem aplicações, os chamados semiautônomos, como o detector de faixa, o sistema "siga-me", que faz com que o carro faça a mesma trajetória do carro à frente, com igual velocidade; detecção de comportamento do motorista sob estado sonolento; e piloto automático.

Para desenvolver produtos como esses, a Geocontrol criou uma startup de desenvolvimento e divisão computacional e inteligência artificial, a Motora, que mantêm uma parceria com o Laboratório de Engenharia da Universidade Federal do Espírito Santo, que há oito anos atua com uma linha de pesquisa sobre o tema.

Como explicou, "a base para que o carro autônomo funcione é formada por visão computacional baseada em câmeras estereoscópicas e laser, chamado sistema velodyne, um nicho que fica no teto do carro que funciona como scanner". “O velodyne escaneia poste, gente, rua, placa, cachorro, vai pegando tudo em volta e vai entendendo todo o ambiente por onde passa. Para o veiculo autônomo se deslocar, faz primeiramente uma rota, a partir de GPS, e depois, vai aprendendo com as próximas viagens, por sensores e câmeras, entendendo o que são os elementos em volta. Se tiver um engarrafamento, ele vai parar, se entrar uma pessoa na sua frente, ele vai parar”, detalhou Tristão, que mostrou um vídeo sobre uma experiência realizada com o carro, que percorreu 74 quilômetros entre Vitória (ES) e Guarapari (BA).

Carlos Alberto Guimarães Garcez, vice-presidente do SEESP, que também integrou a mesa, fez uma saudação a todos os presentes, lembrando o papel da entidade no debate sobre temas  relacionados à inovação.

Confira as apresentações:

Isitec

Consultoria Pieracciani

Ranking com resultado da pesquisa sobre tendências tecnológicas

Geocontrol - carro autônomo

Deborah Moreira
Comunicação SEESP





Ocorreu na manhã desta segunda-feira (13/6), na sede do SEESP, a segunda reunião do Conselho Assessor de Energia do Conselho Tecnológico do sindicato, e a primeira realizada com a subsecretaria de Gás e Petróleo, da Secretaria Estadual de Energia e Mineração de São Paulo.


Foto: Jessica Silva

reuniao conselho assesor energia 600 largIntegrantes do Conselho Assessor de energia se reúnem com representantes de Gás e Petróleo do estado

 

Durante o encontro, que contou com a presença do subsecretario da Pasta Ubirajara Sampaio de Campos, e do engenheiro Ricardo Cantarani, que também integra a subsecretaria, o assunto tratado foi a implantação de uma termoelétrica, com capacidade para 1500 megawatts, na cidade de São Paulo com o objetivo de gerar energia e contribuir com a segurança energética do Estado, uma vez que estuda-se a implantação dentro do centro de carga (de energia).
Ainda em fase de estudos, a Empresa Metropolitana de Água e Energia (Emae) fez um chamamento público.para prospectar empresas interessadas em participar da viabilização dos investimentos, que será de grande porte.

De acordo com o engenheiro Carlos Augusto Ramos Kirchner, coordenador do Conselho Assessor, a reunião foi bastante produtiva, e novos encontros serão marcados para dar prosseguimento. Essa atividade foi realizada em decorrência da palestra ocorrida em 1º de junho, no SEESP, com o Secretário Estadual de Energia e Mineração, Eng. João Carlos de Souza Meirelles. Em breve serão marcadas reuniões com os subsecretários da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, senhores Henrique de Souza Ferraz - (Subsecretário de Energia Elétrica), e com Antônio Celso de Abreu Jr. (Subsecretário de Energias Renováveis).


Imprensa SEESP







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