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Soraya Misleh
Comunicação SEESP

 

foto dia 10 Ato unificado na Sé: resistência às reformas. Foto: Beatriz Arruda.

 

Como parte do Dia Nacional de Luta e Defesa dos Direitos nesta sexta-feira (10), trabalhadores de várias categorias realizaram ato unificado na Praça da Sé, na Capital. Segundo organizadores, mais de 30 mil participaram do protestos contra as reformas trabalhista - que entrou em vigor no dia 11/11 – e da Previdência. Todas as centrais sindicais se fizeram presentes, além de movimentos populares e sociais.

Miguel Torres, dirigente da Força Sindical, destacou que as paralisações e protestos começaram ainda pela madrugada, a partir das portas das fábricas. Ele afirmou que a resistência à reforma trabalhista - que ameaça direitos duramente conquistados - já tem se dado nas campanhas salariais das categorias. E foi categórico: "Se o governo insistir com a reforma da Previdência, este país vai ter a maior paralisação de sua história."

Esse também foi o tom da fala de Luiz Carlos Prates, o Mancha, membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular): "Se o governo Temer e o Congresso esperavam que a reforma trabalhista seria comemorada pelo povo, aqui está a demonstração que não. Mais do que isso, esse governo está querendo colocar a reforma da Previdência e hoje nós estamos dizendo: 'não vai passar, o Brasil vai parar'. Precisamos imediatamente convocar uma greve geral.”

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), destacou que é preciso atentar para os parlamentares que votaram contra os trabalhadores e não reelege-los no pleito de 2018.

Ao final, os presidentes de todas as centrais chamaram os participantes a votarem: “Se mexerem na Previdência, quem concorda em realizar a maior paralisação que este país já teve?” Os braços unânimes levantados a favor da proposta demonstraram a seriedade da resistência e a disponibilidade de luta.

 

 

*Atualizada em 13/11/2017, às 11h33.

João Guilherme Vargas Neto*

A sociedade brasileira e o próprio movimento dos trabalhadores encontram-se em um estado de passividade resiliente. Resistem às dificuldades e apoiam-se no que ainda resta do colchão social, mas permanecem, en masse, passivos.

Para explicarmos essa situação não basta a geografia social da superfície, mesmo com seus vales e montes. É preciso estudar a geologia profunda das classes sociais e seus comportamentos costumeiros, com camadas e placas tectônicas dominantes e dominadas que se acomodam com lentidão, a menos que irrompa um cataclismo.

Há muitas causas que explicam o estado de ânimo da população, em primeiro lugar a conjuntura econômica que parou de piorar depois de dois anos terríveis.

A conjuntura política também induz à paralisia e os campos antagônicos em que se dividiu a sociedade projetam suas expectativas e preocupações para o ano que vem. “Unamo-nos para 2018!” ou “Em 2018 daremos o troco!” absorve as energias e revela o cansaço na atualidade.

A resistência às medidas regressivas do governo deve, no entanto, quebrar a monotonia. Com três bandeiras – resistência à lei da deforma trabalhista, não à deforma previdenciária e repulsa à portaria escravocrata – o movimento sindical prepara a grande jornada do dia 10 de novembro, uma sexta-feira, véspera da entrada em vigor da lei celerada.

Os dirigentes sindicais metalúrgicos, que com sua iniciativa e unidade desencadearam o processo ao traçarem a estratégia de defesa dos acordos e Convenções vigentes nas campanhas salariais, veem com orgulho a participação das Centrais Sindicais e das Confederações que reforçarão na jornada o caráter classista amplo e intersindical.

Desde o início do movimento, passando pela plenária do dia 29 de setembro, os metalúrgicos de Catalão (GO) mostraram sua força derrotando com greve as tentativas da direção da empresa Mitsubishi de menosprezar o Sindicato nas negociações salariais. Os trabalhadores e o Sindicato foram vitoriosos e seu empenho e exemplo iluminam o caminho traçado que contraria o “movimento parado” da passividade social.


Joao boneco atual


* consultor sindical





Fonte: Agência Sindical


Cresce o repúdio nacional contra a Portaria 1.129/2017, publicada dia 16 pelo governo Temer. Desta vez, quem se posiciona são as Centrais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB em Nota conjunta contra a medida do governo Temer, que facilita a vida dos patrões que praticam trabalho escravo.


Imagem: reprodução Rede Brasil Atual

trabalho escravo reproducao RBA

 

As entidades acusam o governo de "atender interesses espúrios de pequena parcela de maus empresários, principalmente ruralistas e agronegócio". Para as Centrais, o Brasil retrocede aos tempos coloniais.

História

A nota lembra que, "desde a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, em 1995, período em que mais de 50 mil pessoas foram resgatadas de modelos predatórios de exploração de mão de obra existente desde os tempos da Colônia, o Brasil se tornou referência mundial no combate ao trabalho escravo".

Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), disse à Agência Sindical que o governo está enterrando o futuro de gerações. Para o dirigente, a Portaria, associada à terceirização e à reforma trabalhista, estimula a precarização do trabalho, com altos índices de mortalidade. As Centrais exigem a revogação da Portaria e prometem denunciar o governo, junto a órgãos internacionais.

"Testemunhamos ofensiva sem limites contra o nosso povo. A Portaria não só atende aos interesses dos que exploram de forma desumana a classe trabalhadora, como dificulta a fiscalização dos que ainda hoje são condenados a condições de total precarização. Não se trata apenas de desmontar normas que equilibram a relação capital-trabalho. Mais que isso. Trata-se da redução do trabalho a patamares arcaicos, onde imperam a violência e o embrutecimento", afirma Adilson.

OIT também emitiu nota

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também criticou duramente a Portaria por meio de um comunicado público, enviado à Presidência da República. Para a OIT a medida causará "retrocessos lamentáveis" e vai interromper "a trajetória de sucesso do Brasil no combate ao trabalho escravo". A entidade aponta que eventuais consequências da Portaria poderão ser analisadas pelo seu Comitê de Peritos, que avalia a mudança como "enfraquecimento e limitação da efetiva atuação da fiscalização do trabalho, com o consequente aumento da vulnerabilidade de uma parcela da população brasileira já muito fragilizada".

Senado

O ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira foi convocado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado para explicar a Portaria. Audiência pública deve ocorrer em 8 de novembro.



As centrais sindicais divulgaram Nota Conjunta em que conclamam parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria. O texto enfatiza que as Centrais têm acompanhado os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através das reformas trabalhista e da Previdência.

O texto também exalta a ação unitária, que tem resultado em grandes mobilizações em todo o País, como nos dias 8 de março, 15 de março, na greve geral em 28 de abril e no Ocupa Brasília dia 24 de maio. Como resultado do amplo movimento, conseguiu-se frear a tramitação da Reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na reforma trabalhista, com a reprovação na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

Reprodução da nota das centrais a seguir:

Dia 30 de junho - Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos da aposentadoria

As Centrais Sindicais têm acompanhado cotidianamente os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a mais ampla e profunda tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através da tramitação das Reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional.

A ação unitária das Centrais Sindicais tem resultado em uma grande mobilização em todos os cantos do país, como vimos nos dias 8 de março, 15 de março, na Greve Geral de 28 de abril e no Ocupa Brasília em 24 de maio. Como resultado do amplo debate com a sociedade e das mobilizações, conseguimos frear a tramitação da reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na reforma trabalhista, com a reprovação na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado.

Mas ainda não enterramos essas duas reformas, e por esse motivo, continuamos em luta.

Nesse contexto, as Centrais Sindicais reunidas no dia de hoje conclamam todas as entidades de trabalhadores a construir o dia 30 de junho de 2017 e o seguinte calendário de luta:

• 27 de junho: audiência dos Presidentes das Centrais Sindicais no Senado;

• 27 a 29 de junho: atividades nos aeroportos, nas bases dos senadores e no senado federal;

• 30 de junho: Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria.

• No dia da Votação da Reforma Trabalhista no Senado: mobilização em Brasília

Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores

 

Informação da Agência Sindical
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

As centrais sindicais definiram na manhã desta quarta-feira (7), durante reunião na sede do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo, organizar uma série de atividades em todo o País no dia 20 de junho – data indicada para um grande esquenta rumo à greve geral do dia 30.

A orientação às confederações, federações e sindicatos é fazer grandes ações com panfletagens e carro de som com o objetivo de conscientizar os trabalhadores e a população sobre o que está em jogo nas propostas de reformas trabalhista e previdenciária.

 

Foto: Agência Sindical
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Representantes das centrais em reunião na sede do Dieese.

Também no dia 20 está programada a realização de assembleias nas bases e locais de trabalho e atos em aeroportos e nas bases dos senadores e deputados, para pressionar contra as reformas. Os dirigentes sindicais voltam a se reunir nesta sexta-feira (9), às 10 horas, na sede do Dieese. Na pauta, o detalhamento das ações para o esquenta e a elaboração de um jornal eletrônico, que será veiculado nos sites das entidades.

Agenda
A Agência Sindical inaugura seção do site destinada à agenda de mobilizações das centrais, bem como seminários, debates de campanhas salariais e outras iniciativas ligadas ao mundo do trabalho. Clique aqui e acompanhe as datas.

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

Em reunião na segunda-feira última (5), as centrais sindicais definiram um calendário de luta para o mês de junho, com indicativo de greve geral no dia 30. A reunião, realizada na sede da Nova Central São Paulo, contou com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Intersindical, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

As entidades esperam que a data seja referendada pelas categorias em plenárias e assembleias estaduais por todo o Brasil, previstas para acontecerem entre os dias 6 e 23 de junho. Ficou definido, também, 20 de junho como o Dia Nacional de Mobilização rumo à greve.

Em nota conjunta as centrais afirmam que “irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada". 

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

Entre esta segunda e terça-feira (5 e 6/6), o Projeto de Lei da Câmara da reforma trabalhista (PLC 38/2017) deve ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O movimento sindical concentra esforços junto aos 27 membros da CAE. As entidades tentam evitar o avanço da matéria, que agride os trabalhadores e o sindicalismo.

Marcos Verlaine, jornalista e assessor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), observa que os apoiadores de Temer atuam com habilidade e coordenação. “Romero Jucá e outros senadores da base governista não são meros jogadores de dama. Eles conversam, ouvem nossas razões, ponderam, mas não perdem de vista seus objetivos”, comenta.

Para Verlaine, o momento é de luta, é hora de “conversar, expor nossos argumentos e defender nossas teses, ponto a ponto”. Sobre o ambiente na Comissão Especial que vota pelas reformas, ele alerta: “O capital está fazendo a sua parte, buscando garantir o apoio dos senadores. E nós temos que garantir os apoios já declarados e ganhar eventuais indecisos.”

Ações
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) convocou sua base para fortalecer a mobilização com ações em aeroportos e vigílias, na Capital Federal, a partir desta segunda-feira (5). “Vamos reforçar o contato com os parlamentares e acompanhar a votação", diz o secretário-geral Wagner Gomes. O presidente da entidade destaca: “Somente com luta conseguiremos preservar os direitos trabalhistas das perversas reformas de Temer.”

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) também seguirá com atos regionais para sensibilizar os parlamentares a rejeitarem a matéria, segundo afirma o secretário nacional de Assuntos Jurídicos, Valeir Ertle.

Luiz Carlos Prates, da executiva nacional da Central Sindical e Popular (CPS-Conlutas), afirma que a militância atuou junto às bases dos senadores da CAE durante o final de semana. “Segunda e terça vamos para o corpo a corpo no Senado”, frisa. 

Além dessas gestões, em reunião nesta segunda-feira (5), as centrais definiram como data indicativa para a próxima greve geral o dia 30 de junho – a anterior se deu em 28 de abril. 

 

Foto: reprodução Agência Sindical
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Sindicalistas em reunião com o senador Renan Calheiros (PMDB), no último dia 31/5. 

 

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

Crescem as ações para a vigília nesta quarta-feira (17/5) e para o Ocupa Brasília, na quarta, dia 24, quando haverá uma grande marcha a capital federal. Centrais sindicais e outras entidades mobilizam suas bases. O objetivo é aumentar a pressão no Congresso Nacional e impedir o avanço das reformas neoliberais.

 

ocupe brasilia ctb

 

Das centrais participam Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), Intersindical e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e CSP-Conlutas.

As Centrais têm se reunido semanalmente para planejar a mobilização. Nesta manhã, ocorre encontro no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para o balanço da situação nas diferentes frentes e o ajuste das ações.

Nenhum direito a menos
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), Miguel Torres, ligado à Força Sindical, está otimista com a mobilização: "Nós temos que ir a Brasília. Os políticos precisam entender que essas reformas só prejudicam a classe trabalhadora. O Sindicato de São Paulo decidiu que vai levar três ônibus. A Federação está programando mais 40. Nos próximos dias, teremos o número preciso de todo o Brasil", comenta Miguel.

Em Curitiba, a mobilização também é intensa. "Vamos levar cinco ônibus, que sairão dia 23. Mas teremos outras manifestações conjuntas com as Centrais até o dia 24. Estaremos em vigília por todo o Estado até o dia da Marcha a Brasília", diz Sérgio Butka, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba e da Federação paranaense.

Paulo Cayres, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse que a base cutista está mobilizada contra a retirada de direitos. "Nós pretendemos ocupar Brasília. A expectativa é levar cinco mil metalúrgicos de todo o Brasil. Já temos confirmados, por exemplo, sete ônibus do Rio Grande do Sul, de onde a viagem é mais longa", adianta a dirigente.

Nesta quarta, sindicalistas de todo o País visitarão os gabinetes dos deputados, para buscar apoio contra as reformas da Previdência, a trabalhista e a nova lei da terceirização. Pressão também ocorre nas bases eleitorais dos parlamentares.

A Frente Povo Sem Medo emitiu, no último sábado (13), uma nota oficial em que convoca sua militância para participar do movimento #OcupeBrasília, que instalará um acampamento na capital federal no dia 24 de maio. A decisão foi tomada depois uma reunião do comando da Frente na sede nacional da CTB, em São Paulo.

Para o secretário de Políticas Sociais da CTB, Carlos Rogério Nunes, o momento político exige medidas extraordinárias na luta contra as “contra-reformas do governo Temer”. “A luta não é só para tirar o governo ilegítimo de Temer e convocar eleições diretas, mas também para aprofundar propostas populares que não foram totalmente executadas nos governos Lula e Dilma”, refletiu.

As Centrais devem armar acampamento na Esplanada dos Ministérios, a partir desta semana, no “OcupeBrasília”.

Com informações da Agência Sindical e CTB
(publicado por Deborah Moreira)


A cidade de São Paulo sediou, nesta segunda-feira (24/04), duas reuniões das centrais sindicais, ambas na sede da Força Sindical. A avaliação é de que a mobilização está forte, e crescente, em todo o Estado.

Segundo o dirigente do setor de transporte urbano, Luiz Gonçalves (Luizinho), presidente da Nova Central no Estado de SP, o clima é de otimismo: "A avaliação é que faremos uma grande greve geral dia 28. A mobilização das categorias e o entrosamento de Sindicatos em setores estratégicos indicam que poderemos fazer uma paralisação nacional, de muito peso, histórica mesmo", disse.

Sindicatos de diversas categorias da Baixada Santista preparam a paralisação. Na manhã desta segunda, diversos dirigentes se reuniram nos Bancários de Santos para debater detalhes dos protestos na região. O presidente dos Químicos da região, Herbert Passos, disse à Agência Sindical que a movimentação está intensa. "Estamos fazendo assembleias em portas de fábricas todos os dias. Estamos atuando em conjunto com as categorias, Centrais e Sindicatos", conta. De acordo com o sindicalista, ainda não está definido se haverá uma grande manifestação ou várias. "Uma ideia é pulverizar os atos por todas as cidades aqui da região", explicou.

Passos pondera que será preciso observar dois fatores: "A logística para as pessoas chegarem em um ato grande, porque o transporte público vai parar. E a truculência da PM. Aqui na Baixada, eles agem com muita violência. Nao queremos esse confronto."

Agenda
Os sindicalistas da Baixada estão panfleteando nas principais cidades da região. No sábado (22), houve “arrastão” na orla de Santos. As entidades agendaram assembleia conjunta na quarta (26), às 19h, no Sindipetro-LP, para o ajuste rumo ao movimento de 28 de abril.

Categorias como portuários, bancários, petroleiros, rodoviários e condutores já aprovaram a paralisação. A greve geral na Baixada está ganhando a adesão de setores como o movimento estudantil.

O presidente do Sindicato dos Urbanitários de Santos e Região, Carlos Alberto de Oliveira Cardoso (Platini), destaca que cartazes e panfletos alertam a classe trabalhadora para os retrocessos que serão causados com a aprovação das propostas do governo Temer.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Informações do boletim eletrônico da Agência Sindical

 

 

 

 

 

 

As nove centrais sindicais que estão à frente da Greve Geral, organizada para o próximo dia 28, se reúnem na sede da Força Sindical, em São Paulo, nesta segunda-feira (24/4), a fim de avaliar o quadro das mobilizações e definir ações práticas da paralisação geral marcada para sexta (28/4). O objetivo é afinar a organização e traçar estratégias de mobilização.

O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, outras ações ocorrerão até lá. "As direções sindicais, com base no relato das mobilizações pelo País, vão definir o que será feito nos dias que precedem a paralisação e também no próprio dia 28", afirma.

A paralisação promete ser nacional e forte, com adesão de amplos setores, de peso na economia e nos serviços. Segundo o coordenador da Intersindical, Édson Carneiro, o Índio, “muitas categorias fizeram plenárias, aprovaram greve e estão mobilizando as bases”. O sindicalista também vê crescer simpatia ao movimento. “A greve ganha força na medida em que as pessoas vão tomando consciência real das maldades que Temer tenta impor com suas reformas”, comenta.

Organização
Sindicalista do setor de vestuário, Alvaro Egea, que é secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), entende que a reta final da greve é a hora certa de fazer os ajustes. Ele comenta: “O Brasil é grande e variado. Cada setor tem uma experiência própria. Vamos tomar pé da mobilização nas categorias pelo País e verificar de que modo podemos fazer uma paralisação nacional, com forte participação da classe trabalhadora e também apoio social”.

Dieese
Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos  (Diesse), falará aos dirigentes sobre os impactos das reformas, especialmente o que aponta o relatório da reforma trabalhista, aprovado em caráter de urgência. “Temos que pensar o dia 28 e também o pós 28”, orienta.


Fonte: Agência Sindical
(publicado por Deborah Moreira)


Os trabalhadores da Educação se mobilizam em todo o País, a fim de combater as propostas de reforma trabalhaista e da Previdência, do governo Michel Temer. Após a paralisação nacional de 15 de março, a categoria segue mobilizada, preparando a greve geral convocada pelas centrais sindicais em 28 de abril.

apeoesp ato paulista 31M
Em São Paulo, os professores da rede pública estadual aprovaram integrar seu calendário de lutas à mobilização unitária, que organiza uma paralisação inédita no Brasil. A Apeoesp (sindicato) decidiu pela adesão à greve em assembleia realizada na avenida Paulista, com a participação de 40 mil educadores. Os profissionais da rede privada, coordenados pela Fepesp (Federação estadual), também aprovaram participar da greve geral.

A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, disse que a jornada de lutas dos educadores prevê a continuidade da pressão sobre os deputados federais de São Paulo, para que votem contra as reformas. Também está mantida a consulta popular sobre a reforma da Previdência, que é uma forma didática de se debater o tema com a população em geral e denunciar o desmonte do sistema previdenciário.

Além disso, a categoria está realizando aulas públicas sobre o tema, atos em todas as regiões onde a Apeoesp tem base e articulando pronunciamentos nas Câmaras Municipais.

“Nossa militância está engajada, buscando empreender esforços para que a greve geral de 28 de abril seja um sucesso. Essa paralisação é extremamente necessária, para dar um basta nestas reformas que, na verdade, promovem uma desregulamentação geral do mercado de trabalho e de nossos direitos”, afirma Bebel.

Sinpro
A primeira-secretária do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), Silvia Celeste Barbára, contou que uma assembleia da entidade aprovou, por unanimidade, engrossar o movimento convocado pelas centrais, orientando que os professores paralisem as atividades dia 28 nas escolas particulares.

“Nós fizemos panfleto sobre as reformas e a importância de aderir ao movimento, além de adesivos que estão sendo distribuídos aos trabalhadores. Também disponibilizamos ramal telefônico do Sindicato e e-mail específico, apenas para atender às demandas da greve. Temos ciência da dificuldade de parar o ensino particular, mas estamos entusiasmados e confiantes no engajamento da categoria”, destaca.

Até o dia 28, os sindicatos do setor realizarão atividades em todo o Estado, como panfletagens, visitas às escolas e distribuição de material. Também haverá um comando de greve aberto, que vem se reunindo no Sindicato, por volta das 16h30.


Fonte: Agência Sindical
(publicado por Deborah Moreira)



Após a Câmara dos Deputados ter aprovado, na última quarta-feira (22/3) o PL 4.302/98, da era Fernando Henrique Cardoso (FHC), dirigentes sindicais se reuniram na manhã de ontem, na capital paulista, para traçar novas estratégias de resistência. Um ato com paralisações em todo País estão previstos. Depois do encontro, sindicalistas divulgaram nota oficial. A reação de entidades sindicais e organizações classistas foi imediata e contundente. A medida dos parlamentares libera geral a terceirização, rasga a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), afronta a Constituição, institucionaliza o capitalismo selvagem e, segundo o documento divulgado, "condena o trabalhador à escravidão".


Foto: Divulgação Força Sindical
reuniao centrais terceirizacao home

 

Assinam a nota: Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central e Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas).

O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna) disse que é preciso reforçar as mobilizações: "Definimos pela continuidade das mobilizações. Na semana que vem, os presidentes das Centrais anunciam o calendário. Vamos trabalhar a questão do veto. As mobilizações e a pressão fortalecem essa negociação".

Alvaro Egea, secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasil eiros (CSB), defende ação imediata do meio sindical. "Esse projeto é nefasto. É um retrocesso brutal nas relações do trabalho”, denunciou. E complementou: "Não descartamos a negociação, mas o governo precisa abrir um canal de diálogo com as centrais e a sociedade. O que foi feito é terrorismo contra os trabalhadores”.

O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) também deve promover reunião extra das Confederações, para tratar do tema.

Hélio Gherardi, advogado trabalhista de várias entidades e consultor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), diz esperar que o presidente Michel Temer vete o que considera os itens mais lesivos do texto.

Para o advogado, o mais grave é legalizar a terceirização na atividade-fim e retirar a responsabilidade solidária da contratante. “Vai se contratar empresa com sede em terreno baldio”, alertou.Gherardi também apontou contradições. “O texto define que vale o negociado sobre o legislado. Portanto, se uma Convenção estabelecer que naquele setor não se pode contratar terceiros, prevalecerá a norma. Ou seja, o texto do Projeto joga contra ele mesmo”. O advogado prepara parecer sobre o tema.

No painél de votação do PL, na Câmara, foram 231 votos a favor, 188 contrários e oito abstenções (veja aqui).

Leia a íntegra da nota:

São Paulo, 23 de março de 2017

A terceirização aprovada condena o trabalhador à escravidão

É inaceitável!

O projeto de terceirização, PL 4302/98, aprovado nesta quarta-feira, dia 22, é um retrocesso e acaba com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Com mais de 12 milhões de desempregados, o trabalhador não pode ser ainda mais penalizado pelo governo para resolver a grave crise político/econômica do País.

Essa terceirização promove uma reforma trabalhista e sindical. Aumenta a insegurança jurídica, acaba com os direitos trabalhistas, divide as categorias e permite que o setor patronal faça o que bem entender com os sindicatos dos trabalhadores.

O trabalhador ganhará menos, trabalhará mais e ficará exposto a acidentes de trabalho. O governo Temer e o Congresso Nacional atendem somente a interesses da classe empresarial.

As Centrais Sindicais condenam o projeto da forma que foi aprovado. Seguimos firmes na organização de nossas bases, cobrando a abertura de negociações e a manutenção da proibição de terceirização na atividade fim.

As Centrais Sindicais reiteram todos os esforços de mobilização dos trabalhadores, mas afirmam estar abertos ao dialogo.

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Adilson Araújo
Presidente da CTB

José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Antonio Neto
Presidente da CSB

 

Publicado por Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical





Após as grandes manifestações do Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, lideranças das centrais sindicais se reuniram na última quinta-feira (16/3), em São Paulo, para fazer um balanço das atividades e definir uma agenda para esta semana. A ação dos dirigentes continua, depois da sinalização de que o Projeto de Lei 4.302/98, que trata da terceirização, pode ser colocado em votação nesta terça-feira (21/3), na Câmara dos Deputados.

O encontro teve a participação de representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A avaliação dos atos ocorridos no País foi positiva, e todos concordaram que houve um salto de qualidade na luta contra as reformas. “Foi uma manifestação importante, forte, que terá peso frente aos ataques que estamos sofrendo”, disse à Agência Sindical o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio.

Agenda
Nesta segunda (20), haverá reunião com o ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) para tratar da reforma trabalhista; na terça (21), com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na pauta, o PL da terceirização.

Na quinta (23), as centrais voltam a se reunir, em São Paulo, a fim de definir uma agenda de ações para o mês de abril.


Publicado por Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Fonte: Agência Sindical






Como aponta o analista político e consultor sindical João Guilherme Vargas Netto, o total de sindicalizados no País ultrapassa 18 milhões, contra 5 milhões de leitores regulares de jornal impresso e 12 milhões de filiados a partidos políticos. Ou seja, é uma força considerável. Vito Giannotti, outro estudioso e militante do movimento operário brasileiro, em vários dos seus trabalhos, sempre salientou que a maior redação do País era a dos sindicatos.

Tais dados são importantes no momento político por que passa o País para mostrar que os assalariados brasileiros precisam ser respeitados no que tange aos seus direitos históricos, consagrados por lei e pela Constituição Federal de 1988, a “Constituição cidadã”, como costumava definir o ex-presidente do PMDB e do Congresso constituinte (1987-1988), Ulysses Guimarães. Por isso, esta quarta-feira, 15 de março, é um marco na luta sindical. Por todo o Brasil ocorrem manifestações nas ruas e paralisações para mostrar a total insatisfação com relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, encaminhada pelo governo Temer ao Congresso Nacional em dezembro de 2016, que muda drasticamente o regime previdenciário nacional com claros prejuízos aos trabalhadores.

Nessa grande demonstração democrática estão inseridas diversas categorias profissionais, como a dos engenheiros, capitaneados pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e seus 18 sindicatos filiados, incluindo o SEESP. Em São Paulo, os profissionais se juntarão ao ato que acontecerá às 16h no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Também estão comprometidos com a luta os profissionais que compõem a Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU).

Em vídeo gravado, o presidente do SEESP e da FNE, Murilo Pinheiro, salienta que a proposta de reforma da Previdência é inadmissível, porque, entre outros pontos, impõe a idade mínima de 65 anos de idade para homens e mulheres e ao menos 49 anos de contribuição para se ter acesso à aposentadoria integral. E conclama: “Não a essa injustiça. Nenhum direito a menos.”

O que está em jogo nessa PEC não é pouca coisa: é a aposentadoria de todos os brasileiros e brasileiras (leia aqui os sete pontos que mostram como a proposta do governo é inaceitável). O futuro do País está nas mãos do Congresso Nacional, que não pode se mostrar arredio ou de costas aos reclamos democráticos da sociedade brasileira.

Faixa da FNE

Faixa da CNTU

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Milhares de trabalhadores já estão a postos para a grande mobilização marcada para quarta-feira (15), convocada pelas centrais e frentes formadas por diversas entidades sindicais e sociais, em todo o País, contra as reformas trabalhista, previdenciária e do ensino médio. Uma lista inicial com as capitais e seus respectivos locais de concentração foi divulgada. Além dos atos de protesto, muitos cruzarão os braços.

Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
centrais foto bia home

Sob o mote “Nenhum direito a menos”, categorias inteiras como metalúrgicos e portuários paralisarão suas atividades por um período de 24 horas. Outras, como professores, deflagrarão uma greve geral, por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações dos docentes estão a manutenção da aposentadoria especial, a não equiparação da idade mínima entre homens e mulheres – já que mais de 80% do professorado é formado por mulheres –, e repúdio à reforma do ensino médio imposta por meio de medida provisória, sem debater com trabalhadores e estudantes.

Os motoristas e cobradores de ônibus de algumas cidades farão paralisações ao longo do dia. Em São Paulo, não haverá circulação desse tipo de transporte da 0h às 8h. Os metroviários da capital paulista decidiram uma greve de 24 horas. Outras categorias que prestam serviços públicos devem parar, como eletricitários, servidores da Sabesp, dos Correios e do Judiciário, que também realizaram assembleia no 8 de março e decidiram aderir à paralisação de 24 horas.

Organização

Representantes de centenas de organizações sociais, sindicais, estudantis e partidárias vêm realizando uma série de encontros para organizar as manifestações e reiterar a convocatória para toda a classe trabalhadora brasileira a se engajar na luta.

Em nota de convocação, as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, as quais reúnem organizações que participarão das atividades do dia 15, falam da importância de resistir e conscientizar a população em seus locais de trabalho, escolas, universidades, no campo e na cidade, sobre os ataques aos direitos que vêm ganhando força no Congresso Nacional, sem nenhum debate público, sem qualquer compromisso com a população. "É preciso fazer a luta nas ruas! Por isso no dia 15 de março estaremos juntos com os trabalhadores/as da educação em greve e com o conjunto da classe trabalhadora paralisada, para realizar grandes manifestações que mostrem que não aceitamos o fim da aposentadoria e nem um governo que seja instrumento para caçar direitos e piorar a vida dos brasileiros/as", diz um trecho da nota.

"No dia 15 de março vamos todos às ruas para dizer não à essa injustiça. Não à reforma da Previdência. Nenhum direito a menos", afirma Murilo Pinheiro, presidente do SEESP. Confira seu chamado em vídeo abaixo.



 

Locais de mobilização:

Maceió (AL) – 10h Praça dos Martírios

Salvador (BA) – 15h Campo Grande

Fortaleza (CE) – 8h Praça da Bandeira

Vitória (ES) – 7h Pracinha das Goiabeiras

Cuiabá (MT) – 16h Praça do Ipiranga

Belo Horizonte (MG) – 10h Praça da Estação

Belém (PA) – 9h Praça da República

João Pessoa (PB) – 16h Ministério da Previdência

Curitiba (PR) – 9h Praça Tiradentes

Recife (PE) – 9h Praça Oswaldo Cruz

Rio de Janeiro (RJ) – 16h Candelária

Natal (RN) – 14h Praça Gentil Ferreira

Porto Alegre (RS) – 18h Esquina Democrática

Porto Velho (RO) – 9h Praça Estrada de Ferro Madeira Mamoré

Florianópolis (SC) – 16h Praça Miramar

São Paulo (SP) – 16h Masp

Piracicaba (SP) - 9h Poupatempo

São José do Rio Preto (SP) -  15h Terminal Central

Ribeirão Preto (SP) - 17h Terminal Dom Pedro II

Sorocaba (SP) -  7h Praça Coronel Fernando Prestes

Americana (SP) - 16h Praça Comendador Muller

Aracaju (SE) – 14h Praça General Vadalão

Palmas (TO) – 8h30 Colégio São Francisco


Comunicação SEESP

(Matéria atualizada em 14/3/2017, às 10h49)





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