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Comunicação SEESP

Depois de muita negociação e defesa dos interesses da categoria, o SEESP apresentou a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho para apreciação dos engenheiros da empresa. E foi com grande e representativa participação, que os profissionais aprovaram, nas quatro assembleias gerais extraordinárias realizadas em 5 de dezembro último, nas principais sedes da empresa em São Paulo, o aditivo de 2017 ao Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2018 e o Programa de Participação nos Resultados (PPR) para o biênio 2018/2019.

Entre outros itens, o acordo prevê a manutenção da data-base em 1º de setembro; reajuste salarial de 1,73% em agosto/2018; reajuste de 1,73% do piso da categoria em agosto/2018, totalizando R$ 8.057,02; correção dos vales alimentação e refeição em 1,73%, e do vale-alimentação extraordinário em 1,85%, ambos em janeiro de 2018; manutenção das demais cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho em vigor; elevação do target do PPR para 2,3 salários em 2018 e para 2,4 salários em 2019.

Os engenheiros da empresa aprovaram também nas assembleias, por expressiva maioria, em contrapartida aos resultados da campanha salarial deste ano, o procedimento de fortalecimento sindical, que prevê o repasse ao SEESP, na folha de dezembro de 2017, de todos os engenheiros da Telefônica/Vivo, da taxa negocial de R$ 190,00. Na aprovação desse item, diante da forma em que a taxa será aplicada, foi decidido pelas assembleias, que o instrumento de oposição ao desconto não ocorrerá.

 

Comunicação SEESP*

O SEESP convoca a todos os (as) engenheiros (as) da Telefônica Vivo a participarem das assembleias que serão realizadas nas unidades da empresa, conforme quadro abaixo. As atividades integram a
Campanha Salarial 2017 e são fundamentais para que haja mobilização e pressão para que a empresa melhore sua proposta. As assembleias ocorrem na quarta-feira (29/11).

 

ASSEMBLEIAS VIVO TELEFONICA HOME

 

Confira:

Local: Ao lado da recepção da sede da empresa
(Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860, Brooklin – São Paulo/SP)
Horário: 13h30 (primeira convocação) e 14h (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da CRSO Santana
(Avenida Ataliba Leonel, 2.419 – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da sede da empresa
(Rua Martiniano de Carvalho, 851 – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da sede da empresa
(Rua Humberto I, 880, entrepiso – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Pauta:
1) Informes e discussão sobre o atual estágio das negociações, com vistas ao fortalecimento dos principais pontos de nossa pauta de reivindicações, reiterados pela categoria nas assembleias de 18 e 19 de outubro e até o momento não atendidos pela Telefônica/Vivo, que são:
a) manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho em vigor;
b) correção dos salários e benefícios pelo maior dos índices inflacionários calculado na data-base;
c) aumento real dos salários na data-base, a título de produtividade; e
d) piso salarial de R$ 8.433,00, na data-base, em conformidade com a Lei nº 4.950-A/66, que rege o salário mínimo profissional da categoria;

2) Discussão e deliberação sobre a proposta da empresa a ser apresentada na reunião de negociação que ocorrerá no SEESP na manhã do próximo dia 29, com possibilidade, inclusive, de deliberação

sobre deflagração de greve;

3) Declarar as assembleias abertas em caráter permanente até o término da presente campanha salarial.




Comunicação SEESP

A Telefônica/Vivo apresentou proposta aquém dos interesses dos engenheiros na quinta rodada de negociação, ocorrida na terça-feira (7/11), sobre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2017. A empresa trouxe algumas alterações em relação à proposta anterior, no entanto, não corrige perdas inflacionárias e não avança em relação ao Plano de Carreira para a categoria. A próxima rodada ocorrerá na terça (21), na sede do SEESP.

 

Rodada de negociacao Telefonica Vivo 21 11 red


A proposta da empresa prevê:

1) Manutenção do ACT sem reajuste de salários, pisos e benefícios na data-base;
2) manutenção do PPR por mais dois anos, elevando o target de 2,2 para 2,3 salários no PPR do exercício de 2019;
3) pagamento de abono indenizatório correspondente a 35% do salário junto com a folha de novembro de 2017;
4) reajuste de 1,73% nos salários, incluso o piso da categoria, em 1º de agosto de 2018;
5) reajuste de 1,73% no auxílio-alimentação em 1º de abril de 2018;
6) reajuste de 1,73% nos demais benefícios de caráter econômico em 1º de janeiro de 2018; e
7) ampliação do período de compensação do banco de horas para 180 dias.

O SEESP, por sua vez, reitera sua proposta:

a) Reajustar o piso salarial dos engenheiros em 6,48% na data-base de 1º de setembro de 2017, totalizando R$ 8.433,00;
b) aumentar o percentual do abono proposto para quem ficar acima do piso de R$ 8.433,00; e
c) incluir cláusula que preveja a criação, no prazo de 60 dias, de comissão com vistas à implantação de um Plano de Carreira do engenheiro na empresa.




Do Dieese

No primeiro semestre de 2017, cerca de 60% dos reajustes resultaram em aumentos reais, 30% tiveram reajustes em valor igual à inflação e 10% registraram perdas salariais, tomando-se por referência a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (INPC-IBGE), em cada data-base. Os resultados mostram que, na primeira metade de 2017, houve ligeira recuperação das negociações com ganhos reais, favorecidas pelos baixos índices de inflação registrados no período.

Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base no Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS) da entidade. O departamento divulgou um balanço das negociações dos reajustes salariais do primeiro semestre de 2017, disponível no site. Neste estudo, foram analisados os reajustes de 300 unidades de negociação de empresas privadas e estatais dos setores da Indústria, do Comércio e dos Serviços em todo o território nacional.

Os reajustes com ganhos reais se concentraram na faixa de até 0,5 ponto percentual acima da inflação. Foram observados reajustes iguais à inflação em 30% das negociações analisadas. Já os reajustes com perdas reais correspondem a 10%. Mais da metade destes resultou em perdas de até 0,5 ponto percentual abaixo da inflação. A variação real média dos reajustes no primeiro semestre de 2017 foi de 0,32%, voltando a ser positiva após a perda real média observada em 2016.

Também consta a distribuição dos reajustes salariais, segundo as atividades econômicas acompanhadas pelo Dieese. Na Indústria, os metalúrgicos obtiveram o melhor resultado (84% das negociações com aumentos reais e sem registro de negociação com perda salarial). Entre as atividades do setor do Comércio, o de minérios e derivados do petróleo obteve o melhor resultado (cerca de 63% dos reajustes acima da inflação). O varejista e atacadista não registrou negociações abaixo da inflação. Nos Serviços, as categorias que conquistaram os melhores resultados foram os securitários, os empregados na educação e em transportes.

A região Sul foi a que teve o melhor resultado em negociação coletiva. Dois terços das negociações conquistaram reajustes com ganhos reais e menos de 3% resultaram em perdas. Nas demais regiões, os reajustes acima da inflação estão em um mesmo patamar, entre 50% e 60%. Em relação à proporção de reajustes abaixo da inflação, também não há diferenças relevantes e fica por volta de 10%, com exceção da região Norte, que registra 29%.

A análise da negociação coletiva de trabalho no primeiro semestre de 2017 revela uma mudança no comportamento dos reajustes salariais em comparação aos semestres imediatamente anteriores. Após dois anos consecutivos de piora, os dados apontam aumento da proporção de reajustes acima da inflação e redução dos reajustes que ficaram abaixo. Contudo,  a grande concentração de reajustes próximos à inflação resultou num aumento real médio de apenas 0,32%.

É possível perceber o quadro de mudança positiva com mais detalhe ao se observar a evolução mensal da distribuição de reajustes e a evolução da inflação. Após registrar o nível mais alto no primeiro semestre de 2016, a inflação iniciou trajetória de queda. O impacto da queda da inflação nos reajustes salariais só foi observado em 2017, quando a variação do INPC ficou abaixo de 6% ao ano.



Deborah Moreira
Comunicação SEESP

Os engenheiros da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) se somaram à luta dos servidores municipais na sexta-feira (27/10), Dia do Servidor, quando ocorreu uma manifestação em frente ao gabinete do prefeito João Dória, no centro da capital paulista. Juntamente com as demais categorias, eles reivindicam a valorização do serviço público na cidade, além de bandeiras históricas dos profissionais da engenharia.


Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
Engenheiros PrefSP Dia do ServidorEngenheiros e representantes do SEESP presentes no ato do Dia 27 de Outubro.

 

Entre elas, a preservação do Instituto de Previdência do Município (Iprem), contra o aumento de alíquota previdenciária, pelo fim do reajuste anual de 0,01%, contra as terceirizações e privatizações, em defesa de novos concursos públicos, não ao projeto de exonerações de servidores, não à reforma da Previdência.

A mobilização foi resultado de amplo debate, deliberada no Fórum das Entidades, abrangendo todas as entidades de representação dos servidores municipais.

Audiêncie sobre Orçamento 2018
Haverá nova mobilização no salão nobre, no 8º andar da Câmara Municipal de São Paulo na quarta-feira (1º), das 10h às 13h, quando os engenheiros se reúnem para acompanhar a audiência pública marcada para discutir o Orçamento 2018, cujo projeto enviado pelo Executivo, não prevê reajuste salarial à categoria. 




Comunicação SEESP

Acontece na segunda-feira (30/10), às 14h, uma nova rodada de negociação entre engenheiros e representantes da Telefônica/Vivo. A expectativa é que a empresa melhore sua proposta. Na rodada anterior, em assembleias gerais extraordinárias, realizadas na empresa nos dias 18 e 19 de outubro passados, os profissionais decidiram não aprovar a proposta da empresa apresentada na reunião de negociação de 6 de outubro passado.

A proposta, diferente da anteriormente divulgada, só houve o aumento do abono, que de 18% passou para 25% do salário.

Os profissionais reiteraram à empresa sua pauta Pauta de Reivindicações de 2017: correção dos salários e benefícios na data-base pelo maior dos índices inflacionários calculado na data-base; aumento real dos salários na data-base, a título de produtividade; aplicação, na data-base, do piso salarial de R$ 8.433,00, em conformidade com a Lei nº 4.950-A/66, que rege o salário mínimo profissional da categoria; e manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho em vigor.




Comunicação SEESP

Está marcada para sexta-feira (20/10) uma Assembleia Geral Extraordinária dos engenheiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para avaliação e deliberação sobre a proposta feita pela empresa para o Acordo Coletivo do Programa de Participação nos Resultados (PPR) 2017.

A atividade será na sede da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (Rua José Paulino, 7, Bom Retiro – São Paulo/SP), às 18h30 (segunda convocação). Foi enviado nesta segunda (16) um boletim informativo à categoria convocando a presença dos profissionais.



Comunicação SEESP

Os engenheiros da Prefeitura Municipal de São Paulo estão convocados para importante assembleia da Campanha Salarial 2017. Será no dia 11 de outubro próximo (quarta-feira), às 13h, em segunda convocação, na sede do SEESP, na Capital (Rua Genebra, 25, Bela Vista). Na pauta: as modificações no sistema de Previdência Municipal, conforme exposição feita no Sistema de Negociação Permanente (Sinp) e seu envio à Câmara Municipal de São Paulo pela Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP); discussão e deliberação sobre as contrapropostas apresentadas e mantidas pela PMSP às reivindicações dos engenheiros; e discussão e deliberação sobre ações e atos de mobilização, bem como decretar greve.

Prefeitura não negocia
Em reunião do Sistema de Negociação Permanente realizada em 29 de setembro último, os representantes da PMSP comunicaram a intenção do governo de enviar à Câmara Municipal, ainda neste mês de outubro, um projeto de lei com mudanças nas regras do sistema previdenciário do município. Apesar das tentativas de se obter informações e dados sobre o tema, o Executivo disse que isso se daria “concomitantemente” ao envio do PL ao Legislativo. O que significa dizer que não aceita negociação com os servidores.

Segundo os representantes do SEESP, ficou evidente que a administração municipal pretende que os servidores assumam o déficit bilionário e crescente do Instituto de Previdência Municipal (Iprem), sem negociação e sem expor o quanto isso custará a cada um dos servidores, e o seu tempo de duração. 

 

Comunicação SEESP

O SEESP instaurou, no dia 20 de setembro último, junto ao Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), Dissídio Coletivo Econômico. A ação do sindicato se deu depois de três  reuniões de negociação com os representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) sobre a Convenção Coletiva de Trabalho de 2017 dos profissionais. A entidade patronal, inclusive, na última reunião, em 15 de setembro, apresentou uma proposta de acordo aquém dos interesses da categoria, restando ao SEESP rejeitar a propositura à mesa.

O Sinaenco, entre outros itens, propõe reajuste salarial de 2,0% retroativo a 1º de maio último, mais um acréscimo de 0,5% em janeiro próximo; o piso salarial dos engenheiros teria uma majoração de 6,47%; os demais itens econômicos da convenção não teriam qualquer aumento; e ainda exclusão das cláusulas da PLR (Participação nos Lucros e Resultados); da estabilidade pré-aposentadoria; da alta médica programada; da contribuição assistencial e do banco de horas.

O SEESP considera tal proposta um retrocesso, por isso, encaminhou uma contraproposta prevendo reajuste salarial de 3,99% em 1º de maio, o mesmo índice valendo para as demais cláusulas econômicas; e manutenção dos demais itens sociais da convenção. O sindicato indicou o prazo até o dia 20 de setembro último para uma resposta do Sinaenco. Como esse retorno não aconteceu, o sindicato dos engenheiros instaurou o processo junto ao TRT-SP.


 

 

Engenheiros da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) se reuniram no início da tarde de quarta-feira (16/8), na sede da Prefeitura Regional Sé, região central da cidade, para discutir estratégias para a campanha salarial e debater a negativa da administração na negociação do reajuste para a categoria. Novas mobilizações como essa se repetirão nas próximas semanas. No dia 30 próximo, a categoria se reúnirá na Regional de Santana, às 13h.


Fotos: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP


Os delegados sindicais do SEESP na prefeitura lembraram que os negociadores da administração municipal ofereceram 0,01% de reposição, alegando cumprir a lei salarial Municipal, o mesmo argumento utilizado por gestões anteriores. Reunidos em assembleia, no último dia 2 de agosto, na sede do sindicato, os servidroes decidiram, por unanimidade, rejeitar a proposta de 0,01% de reajuste salarial e de 10% de majoração do vale-refeição apresentada pelo Executivo.

Desde 2002, a Lei Salarial 13.303 permite que a prefeitura conceda esse 0,01, ao ano. Esse é um dos pontos reivindicados pelos engenheiros nos últimos anos. A categoria defende a revisão e adequação da lei, que contraria a Lei Orgânica do Município e a própria Constituição Federal, uma vez que não há reposição da inflação do período.

Durante o encontro, os servidores presentes se manifestaram, tiraram dúvidas e apontaram propostas, como uma campanha ainda maior para mostrar aos cidadãos paulistanos sobre a importância do engenheiro para a cidade.

 

engenheiros editadaDa direita para a esquerda: Sergio Souza (delegado sindical), Carlos Hanickel (assessor do SEESP), Eduardo Odloak (prefeito regional da Sé) e Carlos Eduardo Lacerda (delegado sindical). 


Ao final, o prefeito regional Eduardo Odloak, técnólogo em edificações e administrador de empresas, que anteriormente ocupou diversos cargos na administração pública, e de 2005 a 2008 foi subprefeito da Mooca, fez questão de comparecer a mobilização dos engenheiros. "A Casa está à disposição. Tudo que é de interesse público e que tenha relevância para a cidade, faz parte do papel da Regional ceder o espaço. Estamos de portas abertas, vocês são sempre muito bem vindos", declarou Odloak à categoria.


Deborah Moreira
Comunicação SEESP

(Matéria alterada às 10h16 em 22/8)


As negociações salariais de 2017 com a Telefônica Vivo foram iniciadas em 11 de agosto último. O SEESP e a categoria estão firmes na defesa de um Acordo Coletivo de Trabalho decente e que valorize o esforço e o trabalho dos engenheiros da empresa. No primeiro encontro, foi assegurada a data-base em 1º de setembro e apresentada, pela companhia, uma prévia do Programa de Participação nos Resultados (PPR) atual com base nos bons resultados aferidos no primeiro semestre desse ano – se a apuração terminasse hoje atingiríamos 109% da meta.

Ainda à mesa, os representantes patronais, considerando que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de agosto/2017 só será divulgado em 6 de setembro próximo, propuseram calendário de negociação com reuniões nos dias 15 e 29 de setembro. Na sequência, eles fizeram uma preleção sobre a conjuntura econômica do País e os resultados obtidos pela Telefônica Vivo e, a partir dela, indicou que caminharia nessa negociação para postergar o reajuste salarial para o início de 2018 com a contrapartida de formas de compensação do atraso da aplicação do reajuste a serem avaliadas (abono, por exemplo).

Todavia, o sindicato esclareceu que a categoria não pode aceitar novo atraso no reajuste salarial, pois tal procedimento tem redundado em perda salarial crescente nos últimos anos, até porque abono não integra salário. O SEESP também reiterou, em relação à valorização profissional dos engenheiros, o devido cumprimento da Lei 4.950 A/66 que define o piso salarial dos engenheiros.

Na oportunidade, o sindicato indicou o histórico das campanhas salariais realizadas neste ano em relação às demais empresas e setores econômicos com quem negocia, que tem tido como regra pelo menos a correção inflacionária integral, aumento real em alguns casos e várias situações de significativo aumento real nos demais benefícios de caráter econômico, com destaque para os vales refeição e alimentação, garantindo-se sempre a retroatividade à data-base. Por isso, o SEESP espera que a Telefônica Vivo reveja sua posição, trazendo, já na próxima reunião, proposta compatível com os anseios da categoria e o bom momento econômico vivido pela empresa.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Os profissionais da siderúrgica de Cubatão (SP), em assembleia, no dia 11 de julho último, na sede da Delegacia Sindical do SEESP na Baixada Santista, decidiram pela aprovação da proposta da Usiminas para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Segundo o presidente da regional, Newton Guenaga Filho, após duas rodadas de negociação, a companhia apresentou proposta com os itens econômicos e sociais. Foi oferecida a mesma proposição aos metalúrgicos da empresa, que também aprovaram o acordo. O dirigente informa que um dos grandes avanços da proposta foi o aumento da licença maternidade, dos atuais 120 dias para 180 dias. 

Entre outros itens, o acordo aprovado prevê reajuste salarial de 4,5%, sendo 4% retroativo à data-base, 1º de maio, e 0,5% a partir de setembro próximo; e abono de R$ 1.500,00 a ser pago em cinco dias após a assinatura do acordo, o que foi realizado nesta quinta-feira (13). Guenaga destaca uma questão importante que foi preservada na proposta atual, qual seja a garantia do pagamento do piso salarial dos engenheiros, conforme a Lei 4.950-A/66. Além disso, foi mantida a cláusula de garantia de emprego na pré-aposentadoria. "As demais cláusulas sociais também foram renovadas nos moldes atuais."


Foto: Reginaldo Noccioli/Delegacia Sindical da Baixada Santista
Após apreciação, profissionais aprovam acordo em assembleia, na sede da regional.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

 

 

 

No dia 5 de julho último, os engenheiros, em assembleia geral extraordinária, aprovaram a proposta final da São Paulo Transporte (SPTrans) para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2017-2019. Entre outros itens, destacam-se: reajuste salarial de 4,08% pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado no período de maio de 2016 a abril de 2017 sobre os salários vigentes em abril último; reajuste de 4,08% pelo IPCA de maio de 2016 a abril de 2017 sobre os valores de referência estabelecidos na cláusula auxílio-alimentação, firmada no aditivo ao ACT 2015-2017 em abril último, ao vale-alimentação e ao vale-refeição, eventualmente sendo objeto de discussão os demais benefícios de natureza econômica; seleção interna – a empresa se compromete a constituir uma comissão para identificar cargos prioritários no prazo de 30 dias contados a partir da assinatura do acordo. 
 
Em complemento à proposta da SPTrans, enviada ao SEESP em 29 de junho último, foi incluída a aplicação do IPCA de 4,08% sobre outras cláusulas econômicas, da seguinte forma: Cesta de Natal – R$ 544,62, por meio de crédito em cartão alimentação; Programa de Participação nos Resultados – R$ 5.034,87, mantida a regra atual; 
vale-refeição de R$ 698,83 e vale-alimentação de R$ 544,62.
 
 
Comunicação SEESP
 
 
 
 
 

 

Após um difícil processo de negociação, com muita intransigência inicial por parte da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) em atender às reivindicações dos engenheiros; a quinta rodada negocial, realizada em 12 de julho último, durou quatro horas também com muita discussão, tendo como resultado a apresentação de uma nova proposta patronal para o Acordo Coletivo de Trabalho 2017, cuja data-base é 1º de junho. O SEESP e os demais sindicatos vão levar a proposta à apreciação e deliberação em assembleias de suas respectivas categorias, as dos engenheiros serão realizadas de 19 a 21 próximo (confira tabela abaixo).

Entre os itens da nova proposição está o reajuste salarial e da Participação de Lucros e Resultados (PLR) pelo índice de 3,6% (IPCA-IBGE). Os benefícios de vale-refeição e cesta básica incluem mais 1% de ganho real ao mesmo índice inflacionário do período. O piso salarial será mantido, conforme a Lei 4.950-A/66.

Agora, o sindicato convoca os profissionais para assembleias, onde vão discutir e deliberar sobre a proposta final da Cteep e os próximos passos da campanha salarial. Confira agenda: 

AgendaAssembleias Cteep JUL2017

 

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em reunião de negociação realizada no dia 3 julho último, o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) propôs irrisórios 2,0% de reajuste salarial. Além disso, sugeriu modificações na atual Convenção Coletiva de Trabalho que prejudicariam os engenheiros. Entre as mudanças, a entidade patronal pretende a redução do auxílio-refeição/alimentação –  cujo valor já ficou congelado no ano passado – para R$ 23,00. Para completar, quer a retirada da garantia da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), uma conquista histórica da categoria.
 
Diante de tal posição, o  SEESP rejeitou a proposta à mesa de negociação e reiterou ser inadmissível a redução de direitos dos profissionais. Os representantes do sindicato enfatizaram ainda ser necessária a recomposição do poder de compra dos engenheiros, o que implica reajuste mínimo de 3,99%, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
 
O SEESP considera lamentável a postura do Sinaenco, que não aponta para a necessária valorização profissional dos engenheiros, e segue pleiteando o devido reconhecimento à importância da categoria.
 
 
Comunicação SEESP
 
 
 
 
 
 
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