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No próximo dia 23 de agosto acontece o segundo seminário do ciclo “Ciência que elas fazem”, uma iniciativa do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. O ciclo tem como principal objetivo divulgar o trabalho que mulheres da ciência estão realizando ou já realizaram, apresentando a trajetória de cada uma.

O próximo encontro tem como tema “Lógica e pensamento crítico”, e conta com a palestra de Itala Loffredo D’Ottaviano, professora da Universidade Estadual de Campinas e a primeira mulher latino-americana eleita para a Académie Internationale de Philosophie des Sciences.

O ciclo de seminários foi idealizado a partir de uma parceria entre a professora Thaís Jordão, do ICMC, e duas estudantes: Juliana Gimenez, mestranda em Matemática no ICMC, e Jacqueline Lopes, graduanda em Física no Instituto de Física de São Carlos (IFSC). “A ideia surgiu de um crescente movimento da sociedade em busca de divulgar o trabalho das mulheres e suas histórias, em particular a trajetória de cientistas e de suas pesquisas. Muitos desses relatos são pouco conhecidos até em âmbito acadêmico”, explica Jordão.

As organizadoras ressaltam que graduandas, mestrandas, doutorandas e pesquisadoras que atuam no campo da matemática e da física, bem como em áreas correlatas, são bem-vindas a apresentar seus trabalhos no ciclo de seminários. Elas poderão falar sobre as pesquisas que realizam ou abordar a evolução e a contribuição do trabalho de outras pesquisadoras. Para participar, basta entrar em contato por meio do site: http://elascientistas.icmc.usp.br.

A primeira palestra do ciclo foi realizada em 21 de junho, pela aluna do último ano do Bacharelado em Física Computacional no IFSC Natália Palivanas. Ela apresentou a astrônoma Vera Rubin, primeira mulher a trabalhar no maior telescópio de seu tempo.

“Muitas vezes e por todos os lados, garotas são desencorajadas a fazer ciência desde sua infância ou têm seus trabalhos acadêmicos negligenciados. Dar a chance às próprias garotas de mostrarem o que fazem, ou falarem de outras cientistas que representam algo para elas, não é apenas uma fonte de inspiração para outras mulheres que gostariam de estar na ciência, mas também um processo de autovalorização das próprias cientistas”, diz Palivanas.

Os seminários ocorrerão mensalmente, às quartas-feiras, durante a terceira ou quarta semana de cada mês, das 13 às 13h45, sempre no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano (USP São Carlos). Em julho, não haverá palestra devido o recesso escolar.

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações de Jornal da USP / Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC

 

 

 

 

Alunos da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, lançaram no dia 14 de maio último uma sonda experimental à estratosfera. A missão, que foi batizada como Garatéa, faz parte de um projeto do grupo Zenith, formado por estudantes de graduação da Escola de Engenharia da mesma instituição (EESC-USP), que realizam trabalhos extracurriculares na área de engenharia aeroespacial.

O grupo tem como proposta desenvolver e difundir tecnologias aplicadas ao setor aeroespacial para estimular e ampliar a visibilidade dessa área do Brasil. O objetivo do lançamento da sonda, que foi levada por um balão meteorológico com gás hélio, é expor microorganismos extremófilos em condições extremas para analisar sua capacidade de sobrevivência e os danos moleculares sofridos.

 

Fonte: Agência USP de Notícias

 

 

 

 

 

SãoCarlos USPNo mês de março último, estudantes do campus da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, que integram o Time Enactus CAASO-USP se reuniram no Anfiteatro Jorge Caron, da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, onde apresentaram os objetivos e as ações empreendedoras do grupo, a fim de recrutar novos membros para o time. O projeto Enactus, que reúne times formados por alunos universitários em diversos países, tem como objetivo cooperar com comunidades locais, através do desenvolvimento de projetos capazes de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Em São Carlos, os projetos envolvem assistência a assentamento rural, combate a evasão escolar e a criação de uma cooperativa.

Somente no Brasil existem oitenta instituições de ensino superior engajadas na iniciativa. “Nosso principal objetivo é aplicar a ação empreendedora, de modo que as comunidades possam dar continuidade aos projetos que desenvolvemos para ajudá-las”, diz Luana Nogueira, que atua como coordenadora geral do Enactus e que cursa o terceiro ano de Engenharia Mecânica na EESC.

A partir do projeto GerAÇÃO Helena, o time tem apoiado quatorze famílias do Assentamento Santa Helena, localizado próximo ao Centro de São Carlos. Em colaboração com membros da sociedade Ordem DeMolay, essa equipe distribuiu filtros de água para instalação nas residências de todas as famílias desse local e em parceria com a Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa) instalou cloradores de água nos lotes do povoado. Além de terem firmado parcerias com uma dentista e uma nutricionista, que têm apoiado os moradores desse local, os alunos adquiriram também um biofertilizante para adubar o solo onde as famílias plantam seus alimentos.

Alimentos orgânicos
Há anos, essas famílias produziam diversos produtos orgânicos, mas tinham dificuldades para comercializá-los. Por isso, o time também colaborou com a renda financeira dos moradores do assentamento, comercializando cestas com os alimentos cultivados por essas famílias. A ideia resultou no aumento de cerca de 36% da renda do assentamento. “Agora, pretendemos comercializar as cestas em condomínios, já que acreditamos que essa alternativa é mais sustentável e prática para quem quer comprar os alimentos”, comenta Luana.

Parte dos membros do time tem desenvolvido projeto G Alfa, que visa diminuir a evasão de alunos na escola estadual Jesuíno de Arruda, sediada em São Carlos. O objetivo da ação é tornar o ambiente escolar mais atrativo aos estudantes, através da implantação de uma horta. “A ideia é que essa atividade permita aproximar os alunos de seus professores e familiares”, explica Luana, acrescentando que a falta de interação com os pais é um dos principais fatores que resultam na evasão dos jovens estudantes.

O Madre Chef é outro projeto que tem sido desenvolvido pelos alunos das unidades do campus USP São Carlos. Ao ter conhecido o projeto Madre Cabrini, iniciativa voltada a jovens carentes, o time soube do desejo que algumas mães de jovens têm de trabalhar com culinária. Para apoiá-las, alguns membros da equipe já criaram inclusive a marca Madre Chef, uma espécie de cooperativa que deverá ajudar diversas outras mães que querem atuar na área em questão.

 

 

Fonte: Agência USP de Notícias

 

 

 

 

 

 

Ele saiu do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), em São Carlos, para empreender em terras inglesas. Rafael Libardi está, desde dezembro, empenhado em desenvolver sua startup, a UkkoBox, cuja sede está instalada em uma incubadora de empresas e aceleradora europeia especializada em cybersegurança, situada em Londres, na Inglaterra. Ao espalhar informações pelo mundo, o sistema desenvolvido pelo pesquisador oferece segurança e privacidade aos usuários que desejam armazenar seus arquivos na internet. A ideia de desenvolver a ferramenta surgiu durante o mestrado do ex-aluno no ICMC, quando foi orientado pelo professor Julio Cesar Estrella, do Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente (LaSDPC).

Ao longo de sua pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Libardi estudou questões de segurança na internet, enxergou que a área tinha potencial e poderia gerar um novo negócio. Foi isso que levou à UkkoBox, uma startup que Libardi criou junto com dois sócios: Paul Ngum, que cuida da parte de negócios da empresa, e Edgard Regolão, publicitário e designer. A startup também conta com dois programadores.

Segundo Libardi, o principal objetivo da UkkoBox é assegurar segurança e privacidade aos usuários que desejam armazenar seus arquivos na internet. O ex-aluno, que se formou em Sistemas de Informação no ICMC, conta que a empresa se diferencia da maioria dos serviços de proteção de dados na internet disponíveis no mercado, os quais só criptografam os documentos, transformando-os em códigos: “Nós dividimos os arquivos em partes e as enviamos para diferentes provedores. Eles podem até mesmo ficar em países distintos”. Libardi diz que a vantagem de utilizar esse processo de dispersão é que, se um hacker conseguir acessar um desses pedaços dos arquivos, não haverá qualquer risco de obter as informações ali contidas.

 

Fonte: Agência USP de Notícias

 

 

 

 

IPT nanoO aluno de Bioengenharia da USP de São Carlos Caio José Perecin, em parceria com o IPT por meio do Programa Novos Talentos, está trabalhando no projeto de mestrado com o tema ‘Nanopartículas superparamagnéticas encapsuladas com polímeros para tratamento de câncer por hipertermia’. A ideia é que as nanoestruturas, aliadas à aplicação de um campo magnético alternado, promovam um aumento de temperatura na região afetada para gerar um efeito citotóxico nas células tumorais (ou seja, ‘matá-las’), já que essas são mais sensíveis ao calor do que as células sadias. 


Iniciado em fevereiro de 2014 no Programa de Pós-Graduação Interunidades da USP sob a orientação do professor Sérgio Yoshioka e co-orientação da pesquisadora Natalia Cerize, do Núcleo de Bionanomanufatura do IPT, o trabalho inova no tema da encapsulação das nanopartículas superparamagnéticas, empregando a tecnologia de secagem por nano spray dryer e a rota de síntese. “A ideia é desenvolver uma nanopartícula polimérica que tenha ação direcionada ao alvo (no caso, as células tumorais) e ao núcleo superparamagnético, para a geração de calor no local”, afirma Natalia. 

A nanopartícula estudada no IPT é composta por magnetita, um tipo de óxido de ferro que possui as propriedades magnéticas para gerar calor. Além de atuar como agente de hipertermia devido ao seu teor magnético, as nanopartículas do mineral também podem ajudar na veiculação de uma molécula terapêutica para uma região de interesse. Devido à sua composição, ela pode ser atraída por um campo magnético até uma região como um tumor, por exemplo.

“Elas também podem atuar como agente de contraste para a captura de imagens por ressonância magnética, que é uma forma de diagnóstico do câncer. Hoje em dia, há outros tipos de agentes de contraste usados para obter as imagens, mas as nanopartículas são uma opção interessante devido à sua reduzida toxicidade”, declara Perecin.
 
A encapsulação polimérica utilizada no IPT é uma estratégia para estabilizar as nanopartículas, evitando a aglomeração da magnetita – o que poderia causar efeitos indesejados caso estivesse presente na corrente sanguínea – e contribuindo para que as partículas sejam absorvidas preferencialmente pelas células tumorais. A encapsulação é feita no Instituto usando o nano spray dryer, um dos únicos equipamentos no País. Perecin está testando diferentes tipos de polímeros para viabilizar uma alta eficiência de encapsulação e verificar a viabilidade para diminuir a aglomeração de material.

Um dos polímeros analisados pelo estudante é a maltodextrina, usada por jogadores de futebol e maratonistas, que auxilia na passagem por barreiras biológicas, usando um tensoativo que interage com as células endoteliais (que recobrem o interior dos vasos sanguíneos) e atravessa, por exemplo, a barreira hematoencefálica, já que um dos focos dos pesquisadores é o tratamento do gliobastoma (um tipo de câncer de cérebro).

Outro polímero utilizado foi o Eudragit, que pode ser utilizado para auxiliar no direcionamento das partículas até um câncer de intestino, por exemplo. E ainda foi utilizada uma matriz polimérica composta por Policaprolactona (PCL) e Pluronic, também já relatada na literatura com sucesso para tratamento de tumores cerebrais.

O projeto conta com apoio de oito profissionais ligados diretamente ao trabalho, de diversos laboratórios do IPT. Além da parceria com a unidade da USP em São Carlos, também há a ajuda do professor Valmir Chitta, do Instituto de Física da USP, que trabalha com magnetismo, e no IPT o pesquisador Adriano Marim de Oliveira, do Laboratório de Processos Químicos e Tecnologia de Particulas. 

Ainda em parceria com outros laboratórios do instituto, o trabalho conta com a ajuda das pesquisadoras Catia Fredericci, do Laboratório de Processos Metalúrgicos, e Patricia Leo, do Laboratório de Biotecnologia Industrial, que está fazendo testes nas nanopartículas para avaliação de citotoxicidade e avaliação em células neoplásicas de câncer de colo de útero e fígado para analisar como a partícula se comporta em diferentes meios.

É importante ressaltar que o trabalho dos pesquisadores estuda uma terapia alternativa para o tratamento do câncer, indicando a existência de um potencial que ainda não foi testado em animais ou humanos e ainda está em desenvolvimento. “É um desafio preparar nanopartículas que sejam biocompatíveis, consigam chegar até a região do tumor e matem seletivamente as células tumorais”, acrescenta Perecin.

“Hipertermia é uma terapia já utilizada e possui eficácia, mas o tipo de partícula usada para essa terapia é ainda um desafio. Se conseguirmos desenvolver um tipo de partícula nova, que possibilite maior desempenho terapêutico reduzindo efeitos colaterais, atingindo menos as células sadias e preferencialmente as tumorais, então teremos uma potencial tecnologia”, completa Natalia.

Como resultado do projeto de mestrado, algumas publicações foram realizadas. Caio participou do XXIV Congresso Brasileiro de Engenharia Biomédica (CBEB) em Uberlândia no ano passado, e já teve trabalhos aprovados para o XIV Encontro da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais (SBPMat) e para a Soft Magnetic Materials Conference (SMM 22), que ocorrerão em setembro no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente.
 
 
 
 
Fonte: Instituto de Pesquisas Tecnológicas
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Foi inaugurado nesta terça-feira (14/07), na Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, o cluster computacional Euler do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.


Foto: CeMEAI
Euler SCarlos 
Financiado pela FAPESP, o sistema computacional poderá ser usado
não apenas por pesquisadores do CeMEAI, mas também por outros
pesquisadores vinculados a universidades
e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo 


Adquirido ao custo de R$ 4,5 milhões, o sistema computacional para processamento científico de alto desempenho é o mais rápido instalado em universidades no Estado de São Paulo, de acordo com os coordenadores do projeto.

“O cluster foi instalado em janeiro e entrou em operação em março. Desde então já vem sendo utilizado por diversos usuários para realização de estudos que requerem computação de alto desempenho”, disse José Alberto Cuminato, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos e diretor do CeMEAI.

Batizado em homenagem ao matemático e físico suíço Leonhard Paul Euler (1707-1783) – que contribuiu para o avanço científico em diversas áreas, como a teoria dos números, análise matemática aplicada e mecânica de fluidos –, o sistema computacional é composto por 104 computadores ligados em rede de alta velocidade, que são dotados de dois processadores com 20 núcleos de processamento cada computador.

Enquanto um laptop comum é capaz de realizar 10 bilhões de operações matemáticas básicas (como adição, subtração, multiplicação e divisão) por segundo – chamadas de FLOPs, da sigla em inglês de Floating Point Operations por Second) –, o supercomputador é capaz de fazer 47 trilhões de FLOPs por segundo.

“O Euler é mais indicado para aplicações que possam ser calculadas em paralelo, usando muitos processadores simultaneamente, como simulações de escoamento de fluidos como o petróleo, além de aerodinâmica, medidas de previsão de tempo e processamento de grandes volumes de dados”, disse Fabrício Simeoni de Sousa, professor do ICMC-USP e responsável pelo cluster computacional.

Instalado em uma sala de hospedagem no Centro de Tecnologia da Informação (Ceti), localizado no campus da USP de São Carlos, o sistema computacional já está sendo utilizado por pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo.

Um grupo de pesquisadores do ICMC-USP já está usando o cluster computacional para realização de simulações de refino e combustão de petróleo em parceria com a Petrobras.

Já outro grupo de pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados (IEA) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) tem utilizado o sistema computacional para a realização de simulações aerodinâmicas, como as do foguete suborbital brasileiro SARA, previsto para ser lançado ainda este ano.

“Antes demorávamos 150 dias para fazer uma simulação aerodinâmica. Hoje, com o supercomputador, conseguimos fazê-las em 20 dias”, comparou Carlo Junqueira-Junior, doutorando no IEA/CTA.

Por se tratar de um equipamento multiusuário financiado pela FAPESP, o sistema computacional poderá ser usado não apenas por pesquisadores do Cepid CeMEAI, como também por outros pesquisadores vinculados a universidades e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo.

“A FAPESP já financiou diversos clusters computacionais em universidades e instituições de pesquisa no Estado de São Paulo”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

“O desafio das instituições que receberam o financiamento para aquisição desses equipamentos é facilitar e viabilizar o acesso de qualquer pesquisador interessado, vinculado a uma universidade ou instituição de pesquisa paulista”, afirmou.

Mais informações sobre o sistema computacional Euler podem ser obtidas no site www.cemeai.icmc.usp.br



 

 

Fonte: Agência Fapesp/Elton Alisson, de São Carlos









O Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), instalado na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, ganhará um cluster computacional — um agregado de processadores ligados em rede. O equipamento faz parte dos recursos aprovados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O equipamento constitui-se de um computador de grande porte para o processamento científico de alto desempenho. Em 2013, a fundação autorizou a compra de um equipamento inicial, além de um upgrade da máquina após dois anos da primeira aquisição. Foram destinados US$1,25 milhão para a compra da máquina, e outros US$625 mil para o upgrade. Quando o equipamento estiver em total operação, outros pesquisadores interessados poderão utilizá-lo.

“Os primeiros testes já começaram e acreditamos que o cluster esteja totalmente operacional até nos próximos dias” explica Leonardo José Martinussi, analista de sistemas responsável pela administração técnica do equipamento. O supercomputador – batizado provisoriamente de “ICE-X” – tem 2.100 núcleos de processamento.

“E a expectativa é que esse número chegue a 4 mil processadores quando o upgrade previsto pra daqui 2 anos for realizado. Para se ter uma comparação, um laptop comum normalmente tem apenas 4 núcleos de processamento. São 350 terabytes de espaço para armazenamento de dados, sendo que um computador pra uso pessoal tem cerca de 1 terabyte. De memória RAM são aproximadamente 13 teras (13.440 gigabytes) contra 8 gigas de um laptop normal”.

 

 

Fonte: Agência USP de Notícias







O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) está com inscrições abertas, até 12 de janeiro, para o concurso que busca preencher uma vaga de professor doutor na área de Eletrônica e Processamento de Sinais. Leia aqui o edital deste concurso.

O aprovado no concurso será contratado em regime de dedicação integral à docência e à pesquisa (RDIDP), com salário de R$ 9.184,94, e ministrará as disciplinas Processamento Digital de Sinais, Aplicação de Processamento Digital de Sinais, Instrumentação Eletrônica I e Circuitos Eletrônicos II.

O programa do concurso envolve assuntos relacionados a sinais e sistemas discretos, filtros digitais, periodograma, circuitos detectores de pico, entre outros.

O processo de seleção inclui duas fases. Na primeira, os candidatos serão submetidos a uma prova escrita dissertativa, que terá duração de cinco horas e, somente os que obtiverem nota igual ou superior a 7, passarão para a segunda fase.

A segunda etapa da seleção consiste no julgamento do memorial com prova pública de arguição e prova didática. O julgamento do memorial deverá refletir o mérito do candidato em relação às atividades e titulações e a prova didática versará sobre o programa da área de conhecimento exigido, podendo o candidato usar o material didático que julgar necessário.

As inscrições são recebidas pessoalmente, por procuração ou por correspondência, pelo Serviço de Assistência aos Colegiados da Escola de Engenharia de São Carlos, que fica na Avenida Trabalhador São-carlense, 400, em São Carlos (SP).

Concurso de Química

O Instituto de Química de São Carlos, também da USP, está com inscrições abertas – até 11 de dezembro – para o concurso que busca preencher uma vaga de professor doutor no Departamento de Química e Física Molecular. Leia aqui o edital deste concurso.

O docente ministrará as disciplinas de química de alimentos e análise sensorial, será contratado em RDIDP e receberá remuneração mensal de R$ 9.184,94.

O concurso será realizado em duas fases. A primeira envolve a realização de uma prova escrita que será baseada em um dos pontos do programa. Somente os candidatos que obtiverem nota maior ou igual a 7,0 estarão habilitados para a segunda fase.

A segunda fase será composta pelo julgamento do memorial com prova pública de arguição e prova didática. O julgamento do memorial terá peso 5,0 e deverá avaliar o mérito do candidato em suas produções, atividades e títulos obtidos.

A prova didática (peso 3,0) será pública e o candidato terá de 40 a 60 minutos para expor, com o material que julgar necessário, um dos temas da área de conhecimento que será sorteado com 24 horas de antecedência.

As inscrições devem ser feitas, pessoalmente ou por procuração, na assistência acadêmica do IQSC, que fica na Av. Trabalhador São-Carlense, nº 400, em São Carlos.

 

Fonte: Agência Fapesp





O professor do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC/USP) Valtencir Zucolotto lançou na internet e em DVD o “Curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto”, com dicas para pesquisadores e estudantes de pós-graduação que escrevem textos para publicações científicas.

Os DVDs, com vídeo-aulas abordando a estrutura e a linguagem dos artigos, serão distribuídos gratuitamente para bibliotecas e instituições públicas. Eles serão enviados às universidades públicas paulistas e a outras universidades federais – neste caso, sob demanda e de acordo com a disponibilidade.

O material – que consiste em oito módulos, divididos em dois DVDs – tem tópicos como seções de um artigo regular, aspectos de linguagem e editoração. Um dos módulos fala especificamente sobre a redação em inglês. De acordo com o professor, por enquanto não há previsão de colocar os DVDs à venda.

Todo o conteúdo está disponibilizado na página www.escritacientifica.com. “Os interessados poderão acessar não apenas os vídeos dos cursos, mas também fazer o download de apostilas e outros materiais de apoio”, afirmou Zucolotto.

Além de professor no IFSC, onde coordena o Laboratório de Nanomedicina e Nanotoxicologia, Zucolotto é membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e editor associado da publicação internacional Journal of Biomedical Nanotechnology. Ele ministra cursos de escrita científica há mais de oito anos. O DVD foi produzido em parceria com o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (Cepof) do IFSC/USP.

Mais informações pelos telefones (16) 3373-9778 e 3373-9779 e pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Fonte: Agência Fapesp




A USP em São Carlos, como parte da Semana Nacional do Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro, debate o tema “A rua é para todos?”, com o apoio da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), a Associação São-carlense de Ciclismo (ASC), e a prefeitura local.

Além do debate em torno do tema da Semana - Década mundial e ações para a segurança do trânsito 2011/2020: não exceda a velocidade, preserve a vida - serão abordados a Lei de Mobilidade Urbana e o Plano Municipal de Mobilidade Urbana, o uso da bicicleta como transporte, o aluguel de bicicleta e o uso do espaço público. O evento contará com palestras, mesa-redonda, pedalada, oficina de condução segura e mecânica básica de bicicleta, dentre outras atividades.

A programação completa pode ser conferida aqui. Ou mais informações pelo site http://ruaparatodos.blogspot.com.br.

 

Imprensa – SEESP
Informação da USP São Carlos



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