GRCS

Da Agência Fapesp*

UFSCar 2O Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas, até 19 de janeiro próximo, para o processo seletivo para os cursos de mestrado e doutorado, com início em 2018. O programa tem as seguintes áreas de concentração: Física Atômica e Molecular, Física Estatística e Física da Matéria Condensada.

Para a inscrição, os candidatos devem enviar pelos Correios ou entregar diretamente na secretaria do programa (rod. Washington Luiz, Km 235, Caixa Postal 676, CEP 13565-905, São Carlos, SP) um envelope contendo uma cópia em papel de todos os documentos para candidatura. Além disso, os interessados devem encaminhar uma cópia eletrônica dos documentos, na forma de anexo para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., com cópia para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., indicando no assunto da mensagem "Processo Seletivo 1/2018 - Nome do candidato".

Os documentos obrigatórios são: ficha de inscrição, que pode ser obtida no site do PPGF; resultado do Exame Unificado das Pós-graduações em Física (EUF); currículo; e histórico escolar completo.

A seleção terá como critério o desempenho do candidato no EUF. Os demais documentos serão utilizados para eventual desempate entre os inscritos. O resultado da seleção será divulgado em 30 de janeiro. Mais informações: www2.ufscar.br/noticia?codigo=10351.


* Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

Da Agência Fapesp*

Estão abertas até o dia 1º de setembro de 2017 as inscrições para o Processo Seletivo 2018 para mestrado e doutorado no Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

O programa se concentra na área de Gestão da Produção, a qual compreende seis linhas de pesquisa: Gestão de Sistemas Agroindustriais; Instituições, Organizações e Trabalho; Gestão da Qualidade; Gestão da Tecnologia e da Inovação; Planejamento e Controle de Sistemas Produtivos; e Trabalho, Tecnologia e Organização.

Estão disponíveis 70 vagas. O processo seletivo consiste na realização de três etapas: duas provas escritas (prova de Gestão da Produção e prova de conhecimento específico), defesa oral do projeto e avaliação curricular.

Os interessados devem preencher ficha de inscrição e entregá-la na secretaria do PPGEP da UFSCar, que fica na rodovia Washington Luís, km 235, São Carlos (SP). A ficha de inscrição deve ser entregue junto com: histórico escolar de graduação (para os candidatos ao mestrado) ou histórico escolar de mestrado (para os candidatos ao doutorado); curriculum vitae; projeto de pesquisa com a proposta inicial de projeto de dissertação ou tese, com o máximo de dez páginas; cópia autenticada de CPF, RG, certidão de nascimento ou de casamento; diploma ou certificado de conclusão de curso de nível superior para os candidatos ao Mestrado e diploma ou certificado de conclusão do curso de Mestrado para os candidatos ao Doutorado.

Mais informações sobre as vagas e o processo seletivo no edital ou pelo site do PPGEP.

 

* Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

 

 

Estudantes de graduação e pós-graduação em Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) destacaram-se no 22º Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais (CBECiMat): dos 12 prêmios para os melhores trabalhos apresentados no evento, cinco foram para estudantes da instituição.


Engenharia Materiais UFSCar

Renato Belli Strozi, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM), foi contemplado com o prêmio de Melhor Trabalho Oral, com o trabalho intitulado "Propriedades de armazenagem de hidrogênio da liga Mg - 8% Zr processada por melt-spinning e laminação a frio", que também tem como autores Daniel Rodrigo Leiva, Alberto Moreira Jorge Júnior, Tomaz Toshimi Ishikawa e Walter José Botta Filho, todos docentes do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar (DEMa). Menções honrosas de Trabalho Oral também foram outorgadas para a UFSCar, para os seguintes trabalhos: "Caracterização de nanocompósitos de adesivos poliméricos", apresentado por Cibele Carneiro Pessan, também mestranda no PPGCEM, e com participação de Edson Roberto Leite, docente do Departamento de Química da UFSCar (DQ); e "Obtenção e condutividade elétrica de vitrocerâmicas do sistema NAGP", apresentado pelo doutorando do PPGCEM Jairo Felipe Ortiz-Mosquera, e com participação da também doutoranda do PPGCEM Adriana Marcela Nieto Muñoz e da docente do DEMa Ana Cândida Martins Rodrigues.

Além destes, dois trabalhos apresentados por graduandos em Engenharia de Materiais foram contemplados com menções honrosas de Trabalho Poster. Fabio Yuji Kachiwazaki apresentou o trabalho "Caracterização microestrutural e resistência à corrosão de ligas quasicristalinas do sistema Al-Fe-Nb", que teve a participação também de Laura Galvão Barbosa de Oliveira, mestranda no PPGCEM, e dos docentes do DEMa Conrado Ramos Moreira Afonso e Carlos Alberto Della Rovere. Luís Otávio Zaparoli Falsetti apresentou o trabalho "Simulação de dinâmica molecular de liga a base de Cu com efeito de memória de forma", que contou com a participação dos docentes do DEMa Piter Gargarella e Marcelo Falcão de Oliveira, e de Luis César Rodríguez Aliaga, docente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

O 22º CBECiMat aconteceu de 6 a 10 de novembro, em Natal (RN), com apoio das três entidades que congregam os pesquisadores e instituições da área: a Associação Brasileira de Cerâmica (ABC), a Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM) e a Associação Brasileira de Polímeros (ABPol).

 

Comunicação SEESP
Notícia do portal da Unicamp

 

 

 

 

 

 

 

 

A dissertação de mestrado "Entre os documentos e as retomadas: movimentos da luta quilombola em Brejo dos Crioulos (MG)", desenvolvida pelo antropólogo Pedro Henrique Mourthé de Araújo Costa no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da UFSCar, foi contemplada com o VII Prêmio Antropologia e Direitos Humanos, na categoria Mestrado, outorgado pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA). A dissertação, defendida em setembro de 2015, foi desenvolvida sob a orientação de Catarina Morawska, docente do Departamento de Ciências Sociais da UFSCar. Atualmente, Mourthé desenvolve o seu doutorado no PPGAS, com o olhar voltado à luta das comunidades quilombolas do Sertão Norte Mineiro, onde está situada, inclusive, a comunidade de Brejo dos Crioulos.

O interesse de Pedro Mourthé na temática da luta por direitos territoriais – e especificamente na comunidade de Brejo dos Crioulos – vem desde a sua graduação em Ciências Sociais, realizada na Universidade Estadual de Montes Claros, em Minas Gerais. No mestrado, a ideia era a de realizar uma etnografia capaz de compreender as relações que os quilombolas de Brejo dos Crioulos constituem como mecanismos de resolução do conflito fundiário vigente na área. Um dos destaques da dissertação resultante foi o olhar para o duplo movimento de pessoas e de papéis, incorporando a antropologia dos documentos ao estudo de comunidades quilombolas. Isso porque, embora as ocupações como estratégia de luta sejam ponto recorrente nas análises sobre movimentos sociais do campo, pouca atenção tem sido dada às estratégias quilombolas para fazer circular os documentos nos órgãos responsáveis pelo reconhecimento de seus territórios.

Vítima de um violento processo de expropriação territorial desde a década de 1930, a comunidade de Brejo dos Crioulos iniciou os procedimentos para a regularização fundiária das terras que habita em 1998, ou seja, já há 18 anos, e ainda está no caminho para ser a segunda comunidade negra rural de Minas Gerais a obter a titulação de suas terras – das mais de 400 comunidades identificadas no Estado. Brejo dos Crioulos foi reconhecida como remanescente de quilombo em 2004 pela Fundação Cultural Palmares e, em 2011, a Presidente Dilma Rousseff assinou o decreto de desapropriação dos imóveis rurais na área da comunidade.

Em sua dissertação, Mourthé procura justamente descrever os vários movimentos que compõem essa luta pelo território, destacando como dois tipos de estratégias são utilizadas, frente à morosidade estatal na desapropriação das fazendas localizadas no território: as retomadas (ocupações) e a mobilização de uma rede de parceiros e, também, de documentos – processos jurídicos, inquéritos, boletins de ocorrência, relatórios, laudo antropológico, decretos, correspondências, projetos, dentre outros. Ao longo do trabalho, a opção do pesquisador foi pelo foco na luta sob o ponto de vista quilombola, justamente para colocar em evidência essa perspectiva.

"O prêmio da ABA destaca a contribuição da pesquisa antropológica para a temática dos Direitos Humanos e acaba sendo uma oportunidade de evidenciar, partindo da perspectiva dos próprios sujeitos, a árdua luta dos moradores de Brejo dos Crioulos pela efetivação dos direitos quilombolas", avalia Mourthé. "É relevante registrar que a pesquisa de mestrado e a atual pesquisa de doutorado do estudante premiado estão inseridas nos debates teórico-metodológicos e em um conjunto de trabalhos de pesquisadores vinculados ao Laboratório de Experimentações Etnográficas do PPGAS", complementa Morawska.

 

Comunicação do SEESP
Notícia da UFSCar

 

 

 

 

 

 

 

 

Um vídeo preparado por especialistas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) explica, em linguagem didática, como a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 55/2016, que congela os gastos da União por 20 anos, vai afetar os gastos sociais e mostra outros prejuízos à sociedade brasileira com o "novo regime fiscal". A peça, com aproximadamente seis minutos, tem o objetivo de ampliar o debate sobre o tema, que deve ser discussão obrigatória para todo brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

Mais duas patentes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), ambas do Departamento de Engenharia Química, depositadas pela Agência de Inovação, foram concedidas recentemente pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A primeira invenção se refere ao “Processo de preparação e catalisador zeolítico para reações de condensação”, um catalisador que tem propriedade altamente básica, sólida, insolúvel e com aplicação em diversas reações químicas de interesse industrial. O invento foi desenvolvido pelos pesquisadores Dilson Cardoso e Leandro Martins e tem titularidade da UFSCar e da Fapesp.

Atualmente, em vários processos de interesse industrial, o catalisador se encontra na forma homogênea, ou seja, os reagentes e o próprio catalisador formam uma solução, o que faz com que seja utilizado um processo relativamente complexo para recuperá-lo, encarecendo o produto final. O invento da universidade inova nesse aspecto: o novo catalisador, além de ter propriedades básicas mais fortes que os demais, é um sólido formado por peneiras moleculares, com alta atividade catalítica e insolúvel nos reagentes. Essas características fazem com que uma simples filtração seja suficiente para separá-lo, diminuindo o custo do processo.

Este material tem perspectivas de aplicação em diversos tipos de reações, principalmente naquelas realizadas pela indústria de química fina para a produção de perfume, fármacos, aromas, pesticidas, entre outros. A patente teve seu pedido depositado em dezembro de 2005 e sua concessão foi publicada na RPI 2352 do dia 2 de fevereiro de 2016.

Já a segunda patente se refere a um equipamento versátil, robusto e com perfil comercial, denominado “Sistema reacional pneumático e uso do mesmo”, de autoria dos pesquisadores Alberto Colli Badino Junior, Carlos Osamu Hokka e Marcel Otávio Cerri. Trata-se de uma invenção composta por biorreatores com dispositivos que promovem de forma eficiente as transferências de calor e de massa, cujo sistema é utilizado principalmente em processos biológicos, envolvendo enzimas, células e microrganismos ou como reator químico, tanto para atividade de ensino como de pesquisa por indústrias de bioprocessos, institutos de pesquisa e universidades.

O invento inova por ser mais versátil. Isso porque o sistema desenvolvido permite o uso de três escalas, com 2, 5 ou 10 litros de capacidade útil, e de três modelos de biorreatores: coluna de bolhas ou torre, airlift de cilindros concêntricos e airlift tipo “Split”. Assim, a versatilidade consiste no grande diferencial de comportar em uma só estrutura três modelos e três escalas, o que soma nove tipos de biorreatores, além da grande praticidade de transformar um modelo em outro com simples troca de acessórios, o que é vantajoso para o mercado. Ressalta-se também o fato do equipamento ser robusto, de simples operação e de baixo custo.

Por possuir um preço inferior ao mercado e, por conta de sua aplicação industrial rápida e simples, antes mesmo de ser concedida, a patente já havia sido licenciada para produção – em março de 2010 – pela empresa Tecnal Equipamentos Científicos, que atua no desenvolvimento de equipamentos de alta tecnologia e representação de companhias internacionais desde 1976, contribuindo para o trabalho de laboratórios, usinas, indústrias, instituições de ensino e empresas de diversos segmentos. A patente depositada em abril de 2007, teve sua concessão publicada na RPI 2363 de 19 de abril de 2016.


 

 

Comunicação SEESP
Informação da UFSCar

 

 

 

 

 

 

 

Conhecida como capital da tecnologia, São Carlos é uma das oito cidades brasileiras que vão sediar a etapa regional do Ideas for Milk, uma competição voltada a estimular a criação, a aceleração e o investimento em startups que busquem soluções tecnológicas para o mercado lácteo. O lançamento do desafio na cidade acontecerá dias 25 e 26 de agosto, quando serão realizadas palestras na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, e a UFSCar são correalizadores da iniciativa, que é liderada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e tem o apoio de diversas empresas, aceleradoras e investidores-anjo.

O leite é produzido em 99% das cidades brasileiras por cerca de 1,3 milhões de produtores e transformado em uma centena de derivados lácteos pelas cerca de duas mil indústrias do setor, que expandiu 78% nos últimos cinco anos e faturou R$ 60 bilhões somente em 2015. A dimensão gigantesca desse setor contrasta com a carência de soluções em softwares, aplicativos e hardwares que auxiliem nas atividades produtivas e viabilizem a tomada de decisões mais precisas. Aproximar professores, estudantes, pesquisadores, empreendedores, profissionais do mundo do leite e do mundo da tecnologia é uma das metas do Ideas for Milk, já que essa união poderá criar oportunidades para o desenvolvimento de negócios em conjunto.

As inscrições na competição são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 12 de outubro. Podem participar equipes informais e startups já constituídas propondo soluções web, mobile ou em hardware e apresentando inovações em modelos de negócio, produtos, processos, serviços e tecnologias. As propostas devem ter foco nas grandes áreas temáticas do agronegócio do leite, como insumos agropecuários, logística de captação e distribuição do leite, indústria de laticínios, mercado e consumidores finais.

Palestras de lançamento - Com a intenção de explicar como vai funcionar o desafio, mostrar as oportunidades da cadeia do leite e esclarecer as possíveis dúvidas do público, duas palestras acontecerão em São Carlos nesta semana: a primeira será na quinta-feira, dia 25, às 14 horas, no auditório Sérgio Mascarenhas, no Instituto de Física de São Carlos (IFSC), no campus da USP; a segunda ocorrerá na sexta-feira, dia 26, às 9 horas, no auditório I da Biblioteca Comunitária da UFSCar, na área norte do campus São Carlos (ao lado do Teatro Florestan Fernandes).

Nos eventos, os participantes serão informados sobre as três etapas que compõem o Ideias for Milk. A primeira fase é local e vai selecionar as cinco melhores ideias inscritas em cada uma das oito cidade-sede: São Carlos, Belo Horizonte, Campinas, Juiz de Fora, Lavras, Piracicaba, Porto Alegre e Viçosa. Essas cinco melhores propostas participarão da segunda fase do desafio, as finais locais, em que será definido o ganhador de cada cidade. As oito ideias finalistas participarão da final nacional, em Brasília, no dia 14 de dezembro.




Comunicação SEESP
Informação da Assessoria de Comunicação da ICMC-USP








A 13ª Semana de Engenharia Química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) acontece de 1 a 5 de agosto, tendo como tema “Engenharia Química no Século XXI: novas carreiras e tecnologias”. O evento tem o objetivo de aproximar os estudantes e demais interessados na área, promovendo o conhecimento e colaborando com a construção de profissionais mais completos e versáteis. Em sua última edição, cerca de 100 participantes compareceram à semana, entre alunos de engenharia química, biotecnologia, química e estudantes de cursinhos da região de São Carlos. Em 2016, a atividade também comemora os 40 anos de fundação do Departamento de Engenharia Química (DEQ) da universidade.

A programação conta com palestras ministradas por professores da Universidade, como Ignes Caracelli, docente do Departamento de Física; Edson Luiz da Silva, Dilson Cardoso e Gustavo Dias Maia, todos ligados ao DEQ da Instituição; e outros especialistas. Além de temas acadêmicos, serão abordados nas palestras assuntos como empreendedorismo social, mercado de trabalho, dentre outros. Ainda haverá mesas-redondas, um bate papo com egressos do curso de Engenharia Química da UFSCar e visitas técnicas a empresas do ramo. O cronograma do evento também prevê minicursos sobre Eficiência Energética, Catálise Heterogênea, Enzimas, Intensivo de Seleção de Bombas, Células à Combustível, Tecnologia de Biorreatores, Tecnologia da Indústria Cervejeira e Tratamento de Águas Residuárias.

Estudantes que estejam realizando pesquisa na área de Engenharia Química podem divulgar seu trabalho na Mostra de Iniciação Científica da Semana de Engenharia Química da UFSCar e ainda podem ganhar prêmios. A Mostra tem como objetivo incentivar os alunos do curso de graduação a desenvolverem, sob orientação de professores, projetos e pesquisas na área de Engenharia Química, incluindo os estudantes do Programa Jovens Talentos para a Ciência, do Governo Federal. Para participar é necessário ter realizado ou estar realizando pesquisa acadêmica na área e estar devidamente inscrito na Semana. A inscrição na Mostra é realizada a partir do envio de um resumo descritivo do trabalho e os participantes deverão elaborar um painel para apresentação. 

Os trabalhos inscritos serão avaliados por uma banca formada por professores do DEQ da UFSCar, sendo cada um pertencente a uma área de pesquisa. São elas: Controle Ambiental; Engenharia Bioquímica; Reatores Químicos Heterogênicos e Catálise; Simulação e Controle de Processos; Sistemas Particulados; Termodinâmica e Processos de Separação. Os três primeiros colocados da Mostra serão premiados. 

Os interessados em participar podem se inscrever pessoalmente, até o dia 8 de julho, na praça do DEQ, localizado na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar, das 12h30 às 14 horas. Já as inscrições online podem ser realizadas pelo site www.seq.deq.ufscar.br, no qual também há outras informações, assim como na página do evento no Facebook. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (16) 3351-8264.



Fonte: UFSCar







De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em estudos divulgados no ano de 2015, cerca de 800 milhões de pessoas sofrem com a fome no mundo. Uma em cada nove pessoas. No Brasil, são aproximadamente 7,2 milhões de afetados pelo problema. Mas, será que realmente não há alimentos disponíveis para toda a população brasileira e mundial? Intrigado por essa questão, Danilo Rolim Dias de Aguiar, pesquisador do Departamento de Economia (DEco) no Centro de Ciências em Gestão e Tecnologia (CCGT) do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), decidiu analisar a produção de alimentos no País – tanto aquela voltada ao consumo interno quanto as exportações – e investigou se seus resultados não seriam mesmo suficientes para alimentar toda a população brasileira.

Brasil FomeDurante a pesquisa, Aguiar levantou os números da produção nacional de arroz, feijão, trigo, ovos, leite, milho, soja, banana, açúcar e mandioca, além dos da produção das carnes de frango, porco e bovina e transformou os volumes produzidos anualmente em quantidade total de calorias e proteínas, dois dos macronutrientes fundamentais em uma dieta balanceada. “Então, considerando o quanto uma pessoa necessita desses nutrientes na alimentação diária para manter uma vida saudável, pudemos constatar que sim, a produção nacional desses alimentos é suficiente para alimentar todos os mais de 204 milhões de brasileiros”, afirma o pesquisador da UFSCar.

E porque ainda há tanta gente sofrendo com a fome no Brasil? De acordo com Aguiar, a resposta a essa pergunta passa por, pelo menos, dois fenômenos principais: desperdício e acesso. Segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o desperdício de alimentos no País chega a 40 mil toneladas por dia; além disso, a desigualdade social e de renda faz com que as pessoas tenham níveis desproporcionais de acesso aos diferentes tipos de alimentos. “Percebemos, portanto, que a fome não tem a ver com déficit na produção, mas com os elevados níveis de desperdício e com a baixa renda de grande parte da população que dificulta o acesso a uma alimentação equilibrada”, diz o professor.

A desigualdade social explica, portanto, o fato de o Brasil ser o quinto país no ranking mundial da obesidade e conviver ao mesmo tempo com mais de 7 milhões de famintos e mais de 30 milhões de subnutridos. “Temos um problema evidente de má distribuição de renda que gera, consequentemente, níveis muito diferentes de acesso e consumo dos alimentos mais nutritivos que são sempre mais caros”, destaca Aguiar.

O trabalho também avaliou o potencial da produção nacional de alimentos que é voltada para a exportação. Igualmente, o volume de alimentos exportado foi transformado em número de calorias e proteínas e as conclusões dão conta que, considerando as quantidades de proteína produzida e necessária em uma dieta balanceada, as exportações poderiam alimentar duas vezes a população brasileira; e considerando apenas as calorias, os alimentos que o Brasil exporta seriam suficientes para a alimentação de quase 700 milhões de pessoas. “É importante observarmos que os resultados das análises do potencial alimentar tanto da produção para consumo interno como daquela exportada podem ser considerados subestimados já que há outros alimentos produzidos no Brasil e que não foram considerados no estudo”, lembra Aguiar.

Simulações
A problemática da produção de alimentos versus a realidade da fome encontrada ao redor do mundo se depara também com outros dois agravantes: a chamada concorrência entre alimento, ração animal e biocombustível; e a crise ambiental. No que se refere à concorrência enfrentada pela produção de alimentos, ela diz respeito ao fato de, por exemplo, a criação de gado competir em espaço e insumos. “Além das enormes áreas destinadas às pastagens e que poderiam servir à lavoura, o gado muitas vezes é alimentado com soja e milho, proteínas e carboidratos que poderiam estar servindo à alimentação humana. Em última análise, é possível afirmar que os seres humanos, sobretudo os de baixa renda, estão competindo por alimentos com os animais que, diga-se, são criados e tratados para se tornarem a alimentação dos mais ricos”, avalia o pesquisador. O que também compete com a produção de alimentos é a cultura da cana-de açúcar destinada à fabricação de biocombustíveis no Brasil.

Além disso, o aquecimento global é uma preocupação central para as sociedades modernas e a produção de alimentos tem que passar a ser considerada a partir de critérios de sustentabilidade. As estimativas da ONU indicam que, em 2050, a população mundial ultrapasse os nove bilhões de indivíduos, e manter o padrão de alimentação atual é ambientalmente inexequível. “A produção de carne bovina, por exemplo, é responsável por 10% das emissões de gases do efeito estufa na atmosfera, sendo o principal emissor do agronegócio. É completamente inviável para a vida no planeta imaginar o crescimento da criação de gado para mantermos o consumo de carne nos níveis atuais”, afirma Aguiar. O professor defende que será necessário, além de uma mudança cultural no que se refere à alimentação, o desenvolvimento de sistemas produtivos menos poluentes.

A partir desse cenário de competição e de crise ambiental, Aguiar traçou três situações hipotéticas para a produção de alimentos no Brasil: e se o País deixasse de produzir alimentos de origem animal e ocupasse metade das áreas de pastagens existentes hoje em território nacional apenas com o cultivo de alimentos de origem vegetal? Essa primeira hipótese levou à conclusão de que o Brasil poderia nutrir com calorias uma população 8,7 vezes maior que a sua atual; e garantir proteínas para uma população 3,4 vezes maior. A segunda hipótese da pesquisa sugeriu, para fins de simulação, que o Brasil ocupasse com a produção de alimentos toda a área atualmente ocupada com o plantio de cana-de-açúcar destinada aos biocombustíveis. “Essa simulação revelou que poderíamos garantir calorias para uma população 1,38 maior e proteínas para uma população 1,53 maior. Concluímos, assim, que a fabricação de etanol não é um concorrente forte à produção de alimentos e permanece como alternativa importante aos combustíveis fósseis, que são muito mais poluentes”, afirma Aguiar. O terceiro cenário assumiu as duas hipóteses dos cenários anteriores, e o que se viu foi um aproveitamento muito próximo ao do primeiro cenário, porém menos sustentável, já que se perderiam os benefícios de redução de emissões de gases do efeito estufa decorrentes da utilização de etanol.

“Apesar das simulações radicais, fato é que será cada vez mais necessário repensarmos a ocupação dos espaços produtivos, criarmos sistemas de produção mais eficientes e ambientalmente sustentáveis e revermos hábitos de consumo se quisermos preservar a vida no Planeta. Entendo que são necessárias tanto ações de conscientização como também políticas públicas que incentivem a transformação dos processos de produção atuais”, defende o pesquisador.

Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), os resultados da pesquisa foram apresentados no primeiro semestre deste ano em evento científico na Inglaterra. A intenção do pesquisador da UFSCar é aprofundar as análises sobre os três cenários simulados, descrevendo as contribuições ambientais de cada um deles; outra frente de trabalho pretende entender a produção de alimentos, as emissões de gases do efeito estufa e os hábitos de consumo por região do Brasil, para que no futuro sejam possíveis proposições de transformação localizadas e mais eficientes.

 

 

Fonte: UFSCar

 

 

 

 

 

 

A UFSCar assinou, junto ao Ministério da Educação, o Termo de Adesão ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU), confirmando a oferta de 2.873 vagas em 63 opções de cursos de graduação presenciais para ingresso no primeiro semestre de 2016, incluindo os novos cursos de Administração e Ciências Biológicas do Campus Lagoa do Sino.

O Termo de Adesão ao SiSU contém informações sobre os pesos e as respectivas notas mínimas para cada uma das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em cada opção de curso e turno, além de explicitar a forma de distribuição das vagas de acordo com o estabelecido pela Lei 12.711/2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Também estão detalhadas as informações sobre a documentação exigida para matrícula para os estudantes que se inscreverem em cada uma das cinco modalidades de concorrência adotadas pela UFSCar no âmbito da Lei 12.711/2012. Na UFSCar, desde o ano de 2014, já está sendo aplicado o percentual de 50% de reserva de vagas, para preenchimento nos termos da legislação vigente.

Novos cursos
O Campus Lagoa do Sino da UFSCar, localizado no município de Buri (SP), iniciará as atividades dos novos cursos de bacharelado em Administração, com 50 vagas, e Ciências Biológicas, com 40 vagas, ofertados em turno integral. Os dois cursos foram devidamente autorizados pelo Ministério da Educação e seus projetos pedagógicos foram aprovados pelo Conselho de Graduação da UFSCar. São cursos que estão alinhados com as características e com a proposta pedagógica trabalhada nos demais cursos de graduação implantados em 2014 e vinculados ao Centro de Ciências da Natureza.

Concebido na linha de formação “Sistemas Agroindustriais”, o Bacharelado em Administração proporciona aos estudantes uma formação que os torne aptos a contribuir nas áreas tradicionais de atuação do administrador, além de especificidades organizacionais, institucionais e tecnológicas dos sistemas agroindustriais e suas complexas e diversificadas produções de alimentos. Além das habilidades tradicionais, o curso busca desenvolver em seus estudantes habilidades para liderança e execução de estratégias específicas para a administração de operações agroindustriais, para a comercialização de alimentos, aprimoramentos das finanças em sistemas agroindustriais e produções alimentares, capacidade de previsões de ambientes macroeconômicos e microeconômicos e capacidade de desenvolvimento de políticas públicas e agroindustriais para regiões heterogêneas que envolvem não somente grandes empreendimentos, como também aqueles relacionados a associações e cooperativas da agricultura familiar.

Já o curso de bacharelado em Ciências Biológicas segue a linha de formação relacionada à Biologia da Conservação, propiciando aos estudantes o desenvolvimento de estudos alinhados com as características da localidade onde está instalado o campus Lagoa do Sino, região com características ambientais interessantes, com remanescentes de Mata Atlântica e de Cerrado, sendo uma das regiões do Estado de São Paulo com os maiores índices de preservação da vegetação nativa.

Calendário de inscrições pelo SiSU
Assim que forem divulgados os resultados do Enem 2015, o Ministério da Educação (MEC) publicará o cronograma do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), por meio do qual os estudantes poderão fazer suas inscrições para concorrer à uma vaga na Universidade, seja na modalidade de ampla concorrência ou nas modalidades específicas da Lei 12.711/2012. As datas de chamadas e matrículas e o calendário completo das inscrições serão divulgados juntamente com o edital de seleção para ingresso e também estarão disponíveis no endereço www.ingresso.ufscar.br.

Outras informações podem ser obtidas junto à Coordenadoria de Ingresso na Graduação da UFSCar pelo telefone (16) 3351-8152.

 

 

 

 

Fonte: UFSCar

 

 

 

 

 

 

 

Os estudantes do curso de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, Renata Camillo e Renato Nunes Moraes, desenvolveram o Sistema Automático de Umidificação de Parques (SAUPA), o qual busca estabelecer um nível de umidade relativa do ar confortável, de maneira inteligente, no ambiente onde estiver instalado. O sistema monitora o local, processa os dados, interpreta o ambiente e, a partir disso, toma uma decisão operacional. O projeto foi o vencedor da primeira edição do desafio “Telit Cup Brasil”, promovido pela empresa Telit Solutions Wireless, no dia 15 de maio e possibilitou aos estudantes a possibilidade de viajarem a Las Vegas (Estados Unidos), entre os dias 6 e 10 de setembro, com o objetivo de vivenciarem uma grande experiência nas áreas de empreendedorismo, tecnologia e inovação.

 

Foto: Imagem de internet
Parques 


A competição teve como objetivo incentivar e promover projetos científicos na comunidade universitária que possibilitassem soluções para a melhoria da qualidade de vida no ambiente urbano por meio da aplicação de conceitos de inovação e empreendedorismo relacionados à internet das coisas. Em setembro, os alunos embarcarão para os Estados Unidos a fim de participar da “Telit DevCon 2015″ e do “CTIA Super Mobility 2015″, eventos mundiais de inovação. Lá, eles pretendem apresentar a solução e ter a chance de atrair investidores para o negócio.

A ideia do sistema surgiu como um projeto visando a participação na competição nacional após muita pesquisa com o professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC, Edson Gesualdo, que foi o orientador do trabalho. Os estudantes também consultaram a professora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, em São Carlos, Luciana Bongiovanni Martins Schenk, que foi responsável pelo projeto de revitalização do Parque do Kartódromo “Antenor Garcia Ferreira”, em São Carlos. Ela apresentou aos alunos a demanda por um sistema inteligente de umidificação para espaços públicos, que fosse eficiente para a população e não causasse desperdício de água.

Analisando essa demanda, os estudantes constataram que criar uma solução para o problema também atenderia os principais quesitos da competição: inovação e qualidade de vida. “Muitas pessoas deixam de frequentar os espaços públicos para fazer suas atividades físicas por causa da insalubridade do tempo seco”, comenta Renata. O SAUPA é constituído de sensores instalados em pontos estratégicos que captam a temperatura e a umidade do ar dentro da área de monitoramento e fazem com que o sistema aja automaticamente, diferente dos umidificadores para redução de sensação térmica que geram uma nuvem de água pulverizada para amenizar o calor do corpo do usuário quando acionados manualmente — equipamentos como esses já são utilizados em alguns parques como, por exemplo, o Ibirapuera, em São Paulo.

Sensoriamento
O sensoriamento ocorre por intermédio de uma lógica do sistema que atua de forma autônoma: ao identificar o baixo nível de umidade do ar, ela ativa ventiladores com vapor de água no ambiente até regularizá-lo, e a operação é repetida sempre que o nível abaixar. Todo o sistema funciona com uma rede sem fio, e o investimento total para a implantação gira em torno de R$50 mil para uma área aproximada à do Parque Dom Pedro II, localizado na capital paulista. A solução também disponibiliza o acesso a um aplicativo para o sistema Android com informações sobre temperatura e umidade do ar no local, assim o usuário pode acompanhar quando o sistema está funcionando. Os alunos afirmaram que é possível integrar mais tecnologia, por se tratar de um projeto constituído em módulos, como um sensor de radiação solar para medir o nível de raios UVA e UVB.

“Esse módulo serviria como informação aos usuários e conscientização do uso de protetor solar, bonés e chapéus, quando a radiação estiver em níveis considerados de risco a saúde”, explica Renata. Para a avaliação dos jurados, foi construído um protótipo da rede de sensores com a central de informações e os umidificadores operando automaticamente em tempo real. Todo o desempenho pôde ser acompanhado por meio do acesso aos dados disponibilizados no site e no aplicativo SAUPA. Moraes comenta que há outros detalhes para aperfeiçoar o sistema com o objetivo de adequá-lo a um produto comercial. “Ainda estamos amadurecendo a ideia”, ressalta. O sistema tem como público-alvo prefeituras e subprefeituras, além de organizações esportivas, empresas com o perfil sustentável e fabricantes de protetores e bloqueadores solares.

Para os alunos, conquistar o primeiro lugar no desafio foi muito gratificante. Moraes avalia que o prêmio reconhece toda a dedicação e o objetivo alcançado na prática. “O projeto saiu do ponto zero, foi muito trabalho até conseguir tirar algo do papel, como um projeto promissor que pode funcionar e ser útil”, comemora. Renata ainda comentou que esse é o primeiro passo para a vida profissional da dupla. “A gente aprendeu muito e correu atrás de tudo para transformar a ideia em um protótipo. Acredito que o prêmio é muito importante e um diferencial pela notoriedade da empresa. Os contatos que iremos fazer em Las Vegas serão de grande relevância para nós”.

Para o professor, a compreensão adequada por parte dos estudantes, o cumprimento do regulamento da Telit no projeto, a capacidade de agregar outros dispositivos ao sistema e a escolha do tema foram os destaques que levaram os alunos à vitória. “Esse projeto satisfaz as exigências da Empresa, é de fácil instalação, apresenta real benefício às pessoas que utilizam as áreas urbanas e tem potencial econômico”, descreve Gesualdo. Ele também ressalta que há sempre uma grande satisfação quando seus alunos realizam um projeto que os destacam no cenário nacional. “Isso mostra o quanto os estudos abrem essas possibilidades, dando-os conhecimento e autoconfiança. Isso destaca também nosso departamento e a Escola”.

 

 

Fonte: Agência USP de Notícias

 

 

 

 

 

 

 

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) abriu processo de concurso público para contratação de professor adjunto do Departamento de Engenharia de Produção. As inscrições estão abertas até o dia 19 de maio. Podem concorrer à vaga candidatos que tenham graduação e doutorado na área. A vaga é para a sub-

-área de Planejamento e Controle de Produção.

Para se inscrever, os interessados devem preencher a ficha de inscrição, disponível no site www.concursos.ufscar.br; realizar o pagamento da taxa; e encaminhar, até o última dia de inscrição, a documentação exigida, em envelope lacrado, para a ProGPe. A seleção é composta por provas escrita e didática, arguição de Plano de Trabalho em Ensino, Pesquisa e Extensão e análise de curriculum.

O edital com todas as informações necessárias encontra-se disponível no site de concursos da universidade.


 

Imprensa – SEESP
Com informação da Assessoria de Comunicação da UFSCar









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