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Comunicação SEESP*

O SEESP convoca a todos os (as) engenheiros (as) da Telefônica Vivo a participarem das assembleias que serão realizadas nas unidades da empresa, conforme quadro abaixo. As atividades integram a
Campanha Salarial 2017 e são fundamentais para que haja mobilização e pressão para que a empresa melhore sua proposta. As assembleias ocorrem na quarta-feira (29/11).

 

ASSEMBLEIAS VIVO TELEFONICA HOME

 

Confira:

Local: Ao lado da recepção da sede da empresa
(Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860, Brooklin – São Paulo/SP)
Horário: 13h30 (primeira convocação) e 14h (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da CRSO Santana
(Avenida Ataliba Leonel, 2.419 – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da sede da empresa
(Rua Martiniano de Carvalho, 851 – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da sede da empresa
(Rua Humberto I, 880, entrepiso – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Pauta:
1) Informes e discussão sobre o atual estágio das negociações, com vistas ao fortalecimento dos principais pontos de nossa pauta de reivindicações, reiterados pela categoria nas assembleias de 18 e 19 de outubro e até o momento não atendidos pela Telefônica/Vivo, que são:
a) manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho em vigor;
b) correção dos salários e benefícios pelo maior dos índices inflacionários calculado na data-base;
c) aumento real dos salários na data-base, a título de produtividade; e
d) piso salarial de R$ 8.433,00, na data-base, em conformidade com a Lei nº 4.950-A/66, que rege o salário mínimo profissional da categoria;

2) Discussão e deliberação sobre a proposta da empresa a ser apresentada na reunião de negociação que ocorrerá no SEESP na manhã do próximo dia 29, com possibilidade, inclusive, de deliberação

sobre deflagração de greve;

3) Declarar as assembleias abertas em caráter permanente até o término da presente campanha salarial.




Comunicação SEESP

A Telefônica/Vivo apresentou proposta aquém dos interesses dos engenheiros na quinta rodada de negociação, ocorrida na terça-feira (7/11), sobre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2017. A empresa trouxe algumas alterações em relação à proposta anterior, no entanto, não corrige perdas inflacionárias e não avança em relação ao Plano de Carreira para a categoria. A próxima rodada ocorrerá na terça (21), na sede do SEESP.

 

Rodada de negociacao Telefonica Vivo 21 11 red


A proposta da empresa prevê:

1) Manutenção do ACT sem reajuste de salários, pisos e benefícios na data-base;
2) manutenção do PPR por mais dois anos, elevando o target de 2,2 para 2,3 salários no PPR do exercício de 2019;
3) pagamento de abono indenizatório correspondente a 35% do salário junto com a folha de novembro de 2017;
4) reajuste de 1,73% nos salários, incluso o piso da categoria, em 1º de agosto de 2018;
5) reajuste de 1,73% no auxílio-alimentação em 1º de abril de 2018;
6) reajuste de 1,73% nos demais benefícios de caráter econômico em 1º de janeiro de 2018; e
7) ampliação do período de compensação do banco de horas para 180 dias.

O SEESP, por sua vez, reitera sua proposta:

a) Reajustar o piso salarial dos engenheiros em 6,48% na data-base de 1º de setembro de 2017, totalizando R$ 8.433,00;
b) aumentar o percentual do abono proposto para quem ficar acima do piso de R$ 8.433,00; e
c) incluir cláusula que preveja a criação, no prazo de 60 dias, de comissão com vistas à implantação de um Plano de Carreira do engenheiro na empresa.




As negociações salariais de 2017 com a Telefônica Vivo foram iniciadas em 11 de agosto último. O SEESP e a categoria estão firmes na defesa de um Acordo Coletivo de Trabalho decente e que valorize o esforço e o trabalho dos engenheiros da empresa. No primeiro encontro, foi assegurada a data-base em 1º de setembro e apresentada, pela companhia, uma prévia do Programa de Participação nos Resultados (PPR) atual com base nos bons resultados aferidos no primeiro semestre desse ano – se a apuração terminasse hoje atingiríamos 109% da meta.

Ainda à mesa, os representantes patronais, considerando que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de agosto/2017 só será divulgado em 6 de setembro próximo, propuseram calendário de negociação com reuniões nos dias 15 e 29 de setembro. Na sequência, eles fizeram uma preleção sobre a conjuntura econômica do País e os resultados obtidos pela Telefônica Vivo e, a partir dela, indicou que caminharia nessa negociação para postergar o reajuste salarial para o início de 2018 com a contrapartida de formas de compensação do atraso da aplicação do reajuste a serem avaliadas (abono, por exemplo).

Todavia, o sindicato esclareceu que a categoria não pode aceitar novo atraso no reajuste salarial, pois tal procedimento tem redundado em perda salarial crescente nos últimos anos, até porque abono não integra salário. O SEESP também reiterou, em relação à valorização profissional dos engenheiros, o devido cumprimento da Lei 4.950 A/66 que define o piso salarial dos engenheiros.

Na oportunidade, o sindicato indicou o histórico das campanhas salariais realizadas neste ano em relação às demais empresas e setores econômicos com quem negocia, que tem tido como regra pelo menos a correção inflacionária integral, aumento real em alguns casos e várias situações de significativo aumento real nos demais benefícios de caráter econômico, com destaque para os vales refeição e alimentação, garantindo-se sempre a retroatividade à data-base. Por isso, o SEESP espera que a Telefônica Vivo reveja sua posição, trazendo, já na próxima reunião, proposta compatível com os anseios da categoria e o bom momento econômico vivido pela empresa.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

A campanha salarial dos engenheiros da Telefônica Vivo - data-base 1º de setembro - está bem difícil. A empresa, na segunda rodada de negociação em 16 de setembro último, ofereceu zero de reajuste salarial, entre outros itens também considerados ruins pelo SEESP. O sindicato rejeitou a contraproposta patronal à mesa, dizendo que ela não corresponde à realidade da companhia e não valoriza, como deve, a categoria. Já está agendada nova negociação no dia 4 de outubro próximo.

Além do reajuste zero, a empresa propôs indenização adicional para quem for demitido no período do acordo em valores crescentes até o término do período (30%, 60% e 90% do salário em cada terço do período); índice zero também para o tíquete restaurante; reajuste de 5,45% em 1º de janeiro de 2017 para o auxílio-creche e de 6% para o auxílio-creche especial; vigência de dois anos para as cláusulas sociais com negociação anual das cláusulas de caráter econômico; e validade bianual para as cláusulas sociais.

O sindicato mostrou que é um contrassenso a negação de reajuste salarial já que a empresa obteve R$ 3,4 bilhões de lucro em 2015 e lucro acumulado de R$ 1,9 bilhões no primeiro semestre de 2016. A empresa, defendeu o SEESP, por seu desempenho e pela ampliação de sua participação no mercado mediante aquisição recente e pelas características próprias do mercado de concessão de serviços de telecomunicações, está se saindo muito bem em relação à crise econômica no País.

Nesse sentido, o sindicato reafirmou as principais reivindicações da categoria, entre elas: reajuste de 11,68% no piso salarial dos engenheiros em consonância com a Lei 4.950A/66 e reajuste salarial correspondente às perdas geradas pela inflação, mais aumento real a título de produtividade nos demais salários, extensível aos demais benefícios de caráter econômico.

É desta forma, avisa o SEESP, que se valoriza a categoria, e não a proposta de indenização adicional em caso de demissão dentro da vigência do acordo, que só traz estranheza e nutre insegurança entre os trabalhadores.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

A primeira reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho de 2016 foi realizada em 26 de agosto último, na sede do SEESP, na Capital paulista, com a Telefônica Vivo. A empresa, nesse contato inicial, fez uma explanação sobre sua situação financeira. Da apresentação o sindicato viu evidente contradição, pois enquanto indica resultados satisfatórios no primeiro semestre deste ano, em linha com as metas propostas para o Programa de Participação e Resultados (PPR) 2016, afirma ter dificuldades insuperáveis que inviabilizariam reajuste salarial.

Por isso, o sindicato rejeitou o raciocínio da empresa e reiterou a reivindicação da categoria de reajuste, na data-base 1º de setembro, pela variação do maior dos índices inflacionários no período de 1º de setembro de 2015 a 31 de agosto de 2016, com o devido aumento real, condizente com os ganhos de produtividade da empresa. Pleiteia ainda elevação do piso salarial dos engenheiros, conforme previsto na Lei nº 4.950-A/66, para R$ 7.920,00, também na data-base. Os representantes do SEESP solicitaram revisão da posição da Telefônica Vivo até a próxima reunião. A companhia ficou de analisar a questão e apresentar nova proposta, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de agosto de 2016.

Além disso, os dirigentes do sindicato pediram à empresa que trouxesse uma contraproposta também em relação aos demais itens da pauta de reivindicações da categoria. A Telefônica Vivo se comprometeu a apresentá-la na próxima rodada de negociações. A reunião foi agendada para o dia 16 de setembro.


 

Lourdes Silva
Comunicação SEESP







Os engenheiros da Telefônica Vivo aprovaram, nesta terça-feira (17/12), em Assembleia Geral Extraordinária declarada aberta em caráter permanente no dia 6 último, a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2014 com base na proposta apresentada pela empresa na reunião de negociação de 28 de novembro.

O pagamento dos salários reajustados e do abono previsto ocorrerá em 2 de janeiro próximo. No mesmo mês, o SEESP retomará as negociações com a empresa relativas ao Plano de Cargos e Salários, conforme compromisso assumido pela Telefônica Vivo.


Imprensa - SEESP






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