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São José do Rio Preto será sede de um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), que oferece cursos técnicos, licenciaturas nas áreas de ciência e matemática, cursos de formação inicial e continuada, tecnologias, engenharias e pós-graduação. A autorização foi anunciada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, no último dia 20.

Para o prefeito do município, Edinho Araújo, o instituto federal será uma conquista que marcará a cidade. “Serão novas oportunidades aos nossos jovens, que poderão estudar mais perto de casa, com ensino de qualidade e gratuito”, destacou.

Agora, a cidade aguarda auditoria do Ministério para, em sequência, programar audiências públicas para definir os cursos que serão oferecidos. O campus já tem endereço proposto: o antigo Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério (Cefam), prédio doado pelo governo do estado que estava em desuso, localizado no Jardim Congonhas. 

Segundo Araújo, há recursos da ordem de R$ 1,5 milhão para as adequações necessárias no prédio. Os recursos virão de uma emenda parlamentar de autoria da prefeitura, apresentada no ano passado ao orçamento da União.

O presidente da delegacia sindical do SEESP em São José do Rio Preto, Amaury Hernandes, analisa a iniciativa como de extrema importância na capacitação profissional dos jovens da região. “Nos dias de hoje, com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, o diploma é um pré-requisito para conquistar um bom emprego, e com melhores salários”, ressalta.



Foto: Fabrício Spatti

850 RioPreto InstitutoTecPrédio do antigo Cefam, que será utilizado como sede do instituto.

 

O instituto 

O IFSP é uma autarquia federal de ensino. Fundada em 1909, como Escola de Aprendizes Artífices, é reconhecida pela sociedade paulista por sua excelência no ensino público gratuito de qualidade.

Nele, são destinados 50% das vagas para os cursos técnicos e, no mínimo, 20% para os cursos de licenciatura, sobretudo nas áreas de Ciências e da Matemática. Complementarmente, oferece cursos de formação inicial e continuada, tecnologias, engenharias e pós-graduação. 

O instituto é organizado em diversos locais e possui mais de 40 mil alunos matriculados nas 37 unidades distribuídas pelo Estado de São Paulo.

 

 

 

Jéssica Silva
Comunicação SEESP

 

 

 

 

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), a partir de 19 de maio, oferece pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, com duração de dois anos, em São José do Rio Preto.  O curso dará ao estudante uma nova habilitação profissional que o permitirá atuar em diversas áreas.
 
Como diferencial, possui uma grade curricular com conhecimentos específicos sobre o agronegócio. Ou seja, além das disciplinas regulares previstas para que o profissional se especialize e atue em qualquer área da engenharia, o curso também contará com um módulo específico sobre o campo, abordando, por exemplo, as condições de segurança e o meio ambiente do trabalho nas atividades rurais, ampliando as possibilidades de atuação nesse segmento, inclusive junto ao agronegócio.

 

O objetivo é expandir a qualificação dos profissionais considerando o melhor aproveitamento das oportunidades no mercado de trabalho, bem como ampliar o uso do conhecimento, da tecnologia e da engenharia no campo.

A coordenação técnica do curso é do professor Celso Atienza, renomado especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho. Em sua avaliação, a pós-graduação visa ampliar a qualificação do agronegócio brasileiro. "Precisamos de uma agricultura com práticas cada vez mais sustentáveis, executadas por técnicos que tenham a capacidade para acompanhar o avanço tecnológico representado pelo surgimento de novos equipamentos, novos métodos e processos de trabalho. Tivemos a preocupação em formatar um curso que pense em geração de empregos, em sustentabilidade e em criar melhores condições de trabalho", observa.

As aulas serão ministradas semanalmente nos fins de semana (sextas à noite e sábados nos períodos da manhã e da tarde), com carga horária de 680h e duração de dois anos. As inscrições podem ser feitas junto à Delegacia Sindical do SEESP em São José do Rio Preto. Contatos: (17) 3232-6299 e e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. A regional fica na Alameda das Orquídeas, 150.

 

Informações
O valor é de 24 parcelas mensais de R$ 700,00, durante os dois anos do curso. Associados ao SEESP têm 10% de desconto, bem como registrados em dia com o pagamento da anuidade junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP) e profissionais vinculados aos sindicatos Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) e da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), .

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

Garantir a engenharia onde estão os problemas. Essa foi a tônica destacada na reunião na Delegacia Sindical do SEESP em São José do Rio Preto, em 7 de fevereiro último, com a diretoria executiva do sindicato. O presidente da regional, Amaury Hernandes, observou que várias questões enfrentadas hoje em obras se devem à falta de projetos bem estruturados e executados. Para ele, é necessária uma formação profissional qualificada e rigorosa da área tecnológica. 

O presidente Murilo Pinheiro fez uma explanação sobre os problemas atuais do Brasil, que padece de políticas econômicas focadas no desenvolvimento nacional, e as ameaças com as reformas trabalhista, previdenciária e sindical pretendidas pelo governo federal. “Vamos ter que trabalhar ainda mais contra as maldades que estão sendo colocadas para a classe trabalhadora”, avisou. Para ele, 2017 trará ainda mais preocupações e problemas do que o ano passado. “Temos que nos esforçar para continuar com a agenda propositiva e o otimismo que temos tido em nossas entidades.” 

Murilo defende a engenharia nacional como protagonista nas discussões de propostas e soluções à crise por que passa o País. Ele citou, como exemplo, o caso da cidade de Mariana, em Minas Gerais, que há um ano sofreu com o rompimento de barragem da Samarco. Com esse objetivo, o movimento Engenharia Unida, lançado pela Federação Nacional dos Engenheiros, em março de 2016, vem se ampliando com a inclusão de mais entidades em prol da categoria e dos profissionais da área tecnológica. Nesse sentido, o presidente do SEESP destacou a importância de envolver entidades da região de São José do Rio Preto e os jovens estudantes da área nessa frente de debate e ação. 

Abrangência
A regional de São José do Rio Preto, que tem sede própria, abrange as cidades de Bady Bassitt, Fernandópolis, Guapiaçú, Ibirá, Icém, José Bonifácio, Mirassol, Monte Aprazível, Nova Aliança, Nova Granada, Nova Guanabara, Orindiúva, Paulo de Faria, Poloni, Potirendaba, Tanabi, Uchoa e Votuporanga. 

Presença
Participaram ainda da reunião os diretores da delegacia George Oda, Oswaldo Gomes da Silva Junior e Antonio Osmar Fontana; e o vice-presidente do SEESP João Carlos Gonçalves Bibbo e a coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro, Marcellie Dessimoni.


Foto: Paula Bortolini
Qualificação profissional e projetos executivos de grandes obras são destaque de reunião na regional de São José do Rio Preto.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações da assessora da Presidência – Paula Bortolini

 

 

 

 

Em mais uma entrevista da série sobre as atividades das delegacias sindicais do SEESP neste ano, o engenheiro civil com especialização em segurança do trabalho Luiz Roberto Pagani fala sobre as diversas atividades e ações empreendidas em 2016 pela regional que preside em Bauru. O dirigente já apresenta o planejamento das atividades para o próximo ano, que tem como foco, além da própria valorização da categoria, manter relação estreita com os poderes constituídos - Legislativos e Executivos - no sentido de apresentar propostas da engenharia para a construção de cidades melhores para se viver. "Para isso, tomamos como base o projeto "Cresce Brasil - Cidades" da nossa federação", observa.


Foto: Divulgação
Pagani 2 
Presidente da Delegacia de Bauru destaca, nesta entrevista, diversas ações da regional,
como as campanhas salariais das energéticas e a defesa dos interesses da sociedade.
 

Qual o balanço que o senhor faz das atividades e ações sindicais empreendidas pela Delegacia Sindical em 2016 na região?
Luiz Roberto Pagani –
Acredito que positivo. Estivemos à frente de muitas ações e participamos de tantas outras. Primeiramente, como interesse direto dos engenheiros, destaco as negociações coletivas com as energéticas - Cesp, Electro, Cteep, Emae e AES. Na outra ponta, saliento a defesa dos interesses dos moradores de Bauru com a representação junto ao Ministério Público Estadual sobre a inconstitucionalidade de vários artigos da Lei de Regularização de Imóveis.

Tivemos ainda participação ativa na 6ª Conferência Municipal da Cidade de Bauru, elegendo três diretores da nossa Delegacia, o João Carlos Herrera, o Cezar José Sant’anna e o Afonso Celso Pereira Fabio, como delegados à conferência estadual. Da mesma forma tivemos uma atuação ativa em diversos conselhos criados pela Prefeitura Municipal de Bauru, com reuniões mensais e que tratam de assuntos ligados à segurança pública, abastecimento de água, esgoto e energia, habitação, entre outros.

Muitas atividades mesmo.
Pagani –
E ainda tem a execução de toda infraestrutura para o curso de Engenharia de Segurança no Trabalho, com ênfase na área rural, promovido pelo Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia), com previsão de início em janeiro de 2017. Está em pleno funcionamento o projeto de moradia econômica, o Promore, coordenado pelo nosso diretor Luiz Antônio Battaglini, destacando que neste ano de 2016 foram iniciados 45 processos de construção nessa modalidade; e elaboração do documento “A Engenharia e a Cidade”, que juntamente com a revista “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, foram entregues a todos os seis candidatos à Prefeitura de Bauru, apresentando os principais problemas e sugestões de solução, na área de engenharia.

Como foi o ano para os profissionais da região que a delegacia representa?
Pagani –
Pelo que pudemos observar não foi um bom ano para a nossa categoria, principalmente na área de relação empregado/empresa. Tivemos muita dificuldade nas campanhas salariais e enfrentamos um quadro de demissões, somente neste ano realizamos 35 homologações. Outra luta importante é pela criação de novos empregos e pelo cumprimento do piso salarial de acordo com a Lei 4.590-A/66.

Quais os planos de trabalho para 2017?
Pagani –
Dar ampla divulgação aos programas do SEESP, notadamente para os estágios, elaboração de currículo, carreira profissional e oportunidade de emprego, em nossa região, motivando assim os jovens engenheiros a se associarem e terem uma participação mais ativa na área sindical. Promover palestras nas universidades da região para divulgar o trabalho e as ações do nosso sindicato.

Está no nosso planejamento manter relação próxima aos Executivos e Legislativos das cidades da região de forma a poder influenciar no desenvolvimento da engenharia na nossa região.

Como o senhor vê a inovação e a tecnologia para o profissional da engenharia?
Pagani –
Nesse mundo globalizado em que vivemos, principalmente na área em que atuamos, a inovação e a tecnologia são imprescindíveis. E aqui, mais uma vez, nosso presidente Murilo Pinheiro demonstrou total alinhamento com essas premissas, ao dar integral apoio à criação do Isitec. Entendemos esse Instituto como o grande diferencial para os futuros engenheiros e também para os atuais, fomentando cursos de graduação e pós-graduação em áreas ainda não exploradas pelas demais instituições existentes no mercado atual.

Quantos profissionais e quais cidades a Delegacia Sindical abrange?
Pagani –
Na região de abrangência de nossa Delegacia, composta pelas cidades de Agudos, Arealva, Avaí, Balbinos, Bariri, Barra Bonita, Bocaina, Bauru, Boracéia, Cabrália Paulista, Dois Córregos, Duartina, Iacanga, Itapuí, Jau, Lençóis Pta., Lucianópolis Macatuba, Mineiros do Tietê, Pederneiras, Pirajuí, Piratininga, Presidente Alves, Reginópolis e Ubirajara estimamos um total de três mil engenheiros, sendo que desse total cerca de 600 são associados.

Quando foi fundada a Delegacia?
Pagani –
A nossa Delegacia foi fundada em setembro de 1983, tendo como primeiro presidente nosso amigo Alberto Pereira Luz, que junto com os engenheiros José Roberto Munhoz e Clóvis Peralta Garcia, constituíram a primeira diretoria, que foi chamada de transitória, da Delegacia do SEESP/BAURU. Na época, o presidente estadual do SEESP era o engenheiro Antonio Octaviano, que iniciou o programa de interiorização do sindicato, uma vez que naquela ocasião existiam apenas a sede em São Paulo e a Delegacia de Campinas.

Como o senhor vê o movimento Engenharia Unida lançada, neste ano, pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE)?
Pagani –
Esse movimento foi mais uma brilhante iniciativa da nossa federação. Aliás, sempre que tenho oportunidade destaco que na nossa visão, o nosso sindicato tem duas fases distintas, antes e depois do Murilo. Ele está conseguindo com sua habilidade, unir os vários setores da engenharia em todo o Brasil e considero isso fundamental ao sucesso futuro da nossa classe profissional. Precisamos estar unidos, associações, sindicatos, conselhos e institutos representativos da nossa classe para defender os direitos adquiridos bem como conseguir melhorar nossa representatividade e participação nas questões da área de engenharia não só a nível nacional como também mundial. Vale aqui dizer uma frase criada por um dos nossos diretores: “Engenharia é inteligência e a Engenharia Unida é uma alternativa inteligente”.



Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP







 

 

A Delegacia Sindical do SEESP em São José do Rio Preto, assim como outras regionais, realiza seminário sobre segurança no trabalho na área rural. O evento será no dia 3 de novembro próximo, das 18h30 às 21h30, na sede da Sociedade dos Engenheiros local (Rua Raul Silva, 1417, Nova Redentora). Mais informação pelo telefone (17) 3232-6299 ou nesse link.


Comunicação SEESP







Pesquisadores e empresários rio-pretense se unem em um ambiente conectado com o empreendedorismo: o Parque Tecnológico de São José do Rio Preto. Com previsão de inauguração para julho deste ano, a ideia é que o parque impulsione o crescimento dos negócios entre as empresas e os pesquisadores da cidade e da região. Aproximadamente 90 empresas já confirmaram participação, sendo 20 delas na Incubadora. “Eu acredito que a interação entre pesquisadores e empresários aumente significativamente nos próximos anos. A participação dos pesquisadores se dará em parceiras, com foco no desenvolvimento de projetos e/ou em consultorias específicas”, afirma o professor Johnny Rizzieri Olivieri, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e atual diretor Científico e de Operações do parque tecnológico.   

De acordo com Olivieri, a interação entre o meio acadêmico e empresarial se dará principalmente por meio do desenvolvimento de projetos. Pode ser projetos específicos de interesse de um empresário, ou, na parceria entre eles. A proposta é transformar em produto o resultado de uma pesquisa realizada nos laboratórios acadêmicos.

Os temas trabalhados no equipamento são coerentes com as competências já instaladas no município, como Biotecnologia, Tecnologia Biomédica, Química Fina, Tecnologia da Informação e Comunicações, Design. Porém, segundo o diretor científico, o local poderá abrigar estudos e projetos desenvolvidos em outras áreas.  

Foco na inovação
A Unesp também terá seu espaço no parque. A proposta é transformar as pesquisas científicas, desenvolvida pela universidade, em produtos e serviços. Existem propostas apresentadas pelos pesquisadores, para a criação de laboratório de nanotecnologia; laboratório de análises; e laboratório de matemática aplicada à indústria. 

“A Unesp, sendo a principal Universidade da região, terá um papel fundamental nesse processo. Ela será, na verdade ela já é, a principal geradora de novos processos, projetos de pesquisas e formação de recursos humanos. Sem a Unesp dificilmente o Parque irá atingir seus objetivos”, ressalta o professor. 

Atualmente, diversos projetos estão sendo executados em indústrias da cidade em parceria com pesquisadores da instituição. Isto ocorre porque um empresário procura um pesquisador da universidade para resolver algum problema tecnológico de sua empresa, e, a partir daí, começa uma parceria maior. “É nesse momento que, além do pesquisador, os alunos também são envolvidos nos projetos, e muitas vezes são absorvidos pela empresas para dar continuidade às pesquisas e desenvolvimentos de produtos”, ressalta.

Outra maneira da participação do aluno é quando ele recebe apoio na criação de pequenas empresas, para transformar uma idéia nascida no seu trabalho de mestrado ou doutorado, em um produto para a sociedade. “Nesse caso, essas pequenas empresas irão para a Incubadora dentro do Parque”, explica. 

Recentemente, foram apresentadas quatro propostas de ex-alunos, todas em andamento, junto ao Centro Incubador de Empresas de Rio Preto. A sugestão é que elas comecem suas atividades dentro do Parque.

O Parque
O Parque Tecnológico de São José do Rio Preto compreende uma área de aproximadamente 110 ha (1.100.000 m2), com áreas destinadas à sede, à incubadora de empresas, ao Centro Empresarial e ao loteamento (por volta de 300 lotes iniciais). 

A Prefeitura da cidade disponibilizou o terreno e foi a responsável pela infraestrutura como (água, luz esgoto, rede de lógica, arruamento e pavimentação do loteamento). O Parque teve investimento do Governo do Estado de São Paulo, de aproximadamente R$ 7,2 milhões, e da Prefeitura da cidade, no valor aproximado de R$ 14 milhões, além do terreno doado. O parque fica na Avenida Abelardo Menezes, 1001, 607, São José do Rio Preto (SP).

 

 

 

Fonte: Unesp Agência de Notícias

 

 

 

 

 

 

Unesp RioPretoDia 10 de abril, a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Unesp, Câmpus de São José do Rio Preto, completa 59 anos de história. Um evento com programação comemorativa foi preparado para o aniversário e será realizado no dia 08. A partir das 8h30, no Hall de entrada, haverá um café da manhã.

Além disso, obras do Artista plástico Maurício Borim formarão uma Exposição de telas de pintura sobre o Câmpus. Depois, das 9h às 12h, no Auditório A, terá a abertura oficial, com apresentações Culturais do Coral Ibilce/Unesp e do Quarteto Riopretense. Logo em seguida, a Direção fará um pronunciamento, e a apresentação da Comissão de Resgate da Memória Fafi/ Ibilce, com o lançamento do livro “Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras – FAFI: uma história de conquistas e divergências”. Após o lançamento, a Comissão estará disponível para um momento de autógrafos.

Para a diretora do Instituto, professora Maria Tercília Vilela de Azeredo Oliveira, "resgatar a história desta universidade significa reverenciar os cidadãos riopretenses idealistas da década de 50, que sonharam em instalar  uma universidade numa cidade do interior, distante a mais de 400 km da capital". 

Nesses 59 anos de existência o Ibilce/Unesp tem oferecido ensino público e gratuito de excelente qualidade aos alunos, além de realizar pesquisas de reconhecimento internacional, e oferece aos cidadãos da comunidade serviços de extensão em todas as áreas do conhecimento.

 

 

Fonte: Unesp Agência de Notícias

 

 

 

 

 

A partir desta quinta-feira (8/08), os engenheiros da região de São José do Rio Preto contam com as novas instalações da delegacia sindical do SEESP, na cidade. Segundo o presidente da delegacia, Amaury Hernandes, a sede própria significará novos projetos e serviços aos profissionais. “Vamos ter a possibilidade de desenvolver várias atividades e mais adequados ao atendimento dos profissionais”, comemora.

O imóvel foi adquirido no início do ano e passou por uma reforma para adequar salas administrativa, de reunião e de aula, entre outras dependências. “Vamos incrementar o nosso trabalho principalmente na área de requalificação, trazendo cursos de especialização, do Isitec [Instituto Superior de Inovação e Tecnologia]”. Iniciativa do SEESP, a instituição está em fase final de credenciamento junto ao Ministério da Educação (MEC).

A nova sede fica na Alameda das Orquídeas, nº 150, no Jardim Seixas. 


Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP




 

A Delegacia Sindical do SEESP em São José do Rio Preto inaugura sua sede própria no dia 8 de agosto próximo, às 19h. Agora com um espaço específico, os engenheiros da região contarão com uma programação maior de organização e qualificação, de acordo com o presidente da delegacia, Amaury Hernandes. “Vamos ter a possibilidade de desenvolver várias atividades, cursos, palestras. Estaremos mais adequados ao atendimento dos profissionais”, observa.

O imóvel foi adquirido no início do ano e passou por uma reforma para adequar salas administrativa, de reunião e de aula, entre outras dependências. “Vamos incrementar o nosso trabalho principalmente na área de requalificação, trazendo cursos de especialização, do Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia) – uma iniciativa do SEESP, que está em fase final de credenciamento junto ao Ministério da Educação (MEC) –, entre outros eventos”, completa.

A nova sede fica na Alameda das Orquídeas, nº 150, no Jardim Seixas. Mais informação sobre a inauguração do dia 8 pelo telefone (17) 3232-6299 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP 




SaoJosedoRioPretodentroSão José do Rio Preto é a segunda melhor cidade do Brasil para se viver. A primeira é Indaiatuba. Rio Preto também figura como um dos 10 municípios brasileiros que mais tem se desenvolvido sócio-economicamente na última década. A avaliação é da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que analisou 5,5 mil cidades brasileiras. Rio Preto, aparece com grau de desenvolvimento, como a segunda do Estado de São Paulo e também do Brasil.

A situação de Rio Preto inclusive melhorou, em 2009, o município estava em 5º lugar e hoje figura como segundo em desenvolvimento. O município está a frente inclusive das principais capitais do País, como São Paulo, que ficou em 32º no ranking nacional e 29ª colocação, no Estado e Rio de Janeiro, que figura como 123º na avaliação nacional e em sexta no Estado carioca.

O índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada localidade em quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento.

Os 10 primeiros colocados no ranking do IFDM 2010 em São Paulo é a mesma da classificação nacional. Esses municípios, de acordo com a Firjan, apresentam alto grau de desenvolvimento em todas as áreas analisadas, atingindo pontuações superiores a 0,9 pontos.

Em relação à área da Saúde, Rio Preto, no ano de 2010, 88,7% das gestantes tiveram sete ou mais consultas pré-natais e a mortalidade infantil foi de 7,08, a menor em 31 anos da história da cidade. Na área de Educação, o número de crianças matriculadas na educação infantil era de 32.138.

“O índice da Firjan é o reconhecimento de um trabalho árduo que a Prefeitura de Rio Preto tem desenvolvido nos últimos anos. Demonstra principalmente os investimentos na área de Saúde e Educação, como a construção, reforma e ampliação de novas unidades de saúde e escolas, bem como parcerias do município com a área privada para a geração de novos empregos no município”, afirma o prefeito de Rio Preto, Valdomiro Lopes.
 

Imprensa – SEESP
Informação da Prefeitura Municipal de Rio Preto



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