GRCS

Mostrando itens por marcador: Engenharia de Inovação

Comunicação SEESP*

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo SEESP, sediará o seminário “Educação empreendedora e novas diretrizes curriculares em engenharia”, no dia 19 de março próximo. A atividade é uma realização da Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge). O diretor de graduação do instituto, José Marques Póvoa, destaca a importância do evento à engenharia nacional, porque “na proposta das novas diretrizes curriculares a formação empreendedora será indispensável”. Ele prossegue: “Todos os cursos da área terão que se adequar para atender a essas condutas, sendo uma delas fazer com que o profissional atue em todo o ‘ciclo de vida’ e contexto do empreendimento, inclusive na sua gestão e manutenção.”

Nesse sentido, observa o professor, o Isitec pode se tornar um “modelo, uma vez que já fomos criados com essa visão”. E explica: “No nosso curso de Engenharia de Inovação, pioneiro no País, temos sete disciplinas, como momentos de discussão, sobre empreendedorismo/design/inovação.”

O seminário da Abenge tratará, entre outros temas, de políticas públicas e privadas para a educação empreendedora em engenharia, lançando perspectivas e debatendo relatos de casos. “A proposta para as novas diretrizes foca em um perfil desejado do engenheiro para o século XXI, uma das premissas para criar o Isitec e a graduação em Engenharia de Inovação”, exalta Póvoa.

O seminário será das 8h às 19h, na sede do instituto, na Rua Martiniano de Carvalho, 170, bairro Bela Vista, capital paulista.  Confira a programação preliminar.

* Matéria publicada, originalmente, no Jornal do Engenheiro, Edição 513, de março de 2018

 

Isitec

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) renovou a parceria com a empresa de engenharia JHE, assinando novo termo de cooperação entre as duas instituições. Na prática, alunos das turmas de Engenharia de Inovação do Isitec poderão se candidatar a uma de cinco vagas por semestre para atuarem como monitores de algumas das disciplinas, ajudando estudantes mais novos e aprimorando os próprios conhecimentos.

Os monitores poderão ajudar os colegas com dificuldades que eles mesmos podem ter passado nos primeiros semestres e também contribuir com a disseminação do método de aprendizagem do instituto, inovador em comparação as demais faculdades de engenharia do Brasil. As vagas de monitoria cobrem as seguintes disciplinas: ​Física 1; Cálculo 1; Geometria Analítica; Centro de Inovação (Equipes 2,3,5). O estudante deve dedicar ao menos oito ​horas por semana às atividades do programa.

Phelipe Mendes, hoje no sétimo semestre, fez parte do primeiro grupo de monitores. Na opinião dele a essência da monitoria não está apenas no auxílio aos estudantes, mas também à liberdade e confiança existentes entre monitor e aluno. Ele atesta: “Muitas vezes, durante as aulas, temos dúvidas que aparentam ser simples demais para ser perguntadas ao professor, o que gera insegurança por parte do aluno. Na monitoria existe mais liberdade, pois nós, por também sermos estudantes, compreendemos algumas dificuldades existentes devido a algum assunto não desenvolvido de forma adequada no ensino médio ou, simplesmente, devido à complexidade do tema estudado”.

​De acordo com o professor José Marques Póvoa, diretor da Graduação, o programa de monitoria ajuda fomentar a integração entre os estudantes, permitindo aos monitores um contato muito próximo tanto com os demais estudantes quanto com os professores. “Essa maior integração principalmente com os estudantes ingressantes contribuiu para melhoria do ambiente de aprendizado que estamos nos propondo no Isitec. É relevante também destacar a importância das parcerias, em especial com a JHE. Com isso podemos trazer para o mundo acadêmico um pouco da visão do mercado”, ele afirma.


>>> Saiba mais sobre o programa de monitoria clicando aqui.

 

 

 

 

Comunicação SEESP*

A próxima sexta-feira, 15/12, é o último dia para inscrições ao vestibular do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). São 40 vagas no curso de graduação em Engenharia de Inovação, para início no primeiro semestre de 2018.

O curso tem a duração de cinco anos, em período integral, propondo ao estudante o desenvolvimento amplo e eficaz de conhecimentos técnicos, científicos e empresariais. O engenheiro do futuro será preparado para identificar, estruturar e solucionar demandas de inovação em qualquer área em que atue.

Processo seletivo
Os candidatos serão selecionados mediante um processo classificatório divido em três etapas. A primeira é um teste de Análise de Aptidão Lógica online. A nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entra como segunda etapa e, por fim, o candidato fará uma prova de Análise e Interpretação de Linguagens, incluindo Linguagem Matemática e Produção Textual, realizada presencialmente na sede do Isitec.

Os 20 primeiros colocados serão contemplados com 100% de bolsa de estudo. Os 10 seguintes recebem 80% de bolsa e, os 10 últimos, terão 50% de desconto ao valor da mensalidade. Saiba mais e inscreva-se: http://www.isitec.org.br/processo-seletivo-engenharia-de-inovacao-2/

Tour no Isitec
A prova presencial acontece no próximo sábado, 16/12, às 13h30, na sede do Isitec, capital paulista. Na ocasião, os candidatos e seus acompanhantes poderão conhecer as instalações da faculdade além de participarem de um bate-papo sobre o mercado de trabalho com os professores Marcelo Melo Barroso e José Marques Póvoa, também diretor de graduação do instituto.

 

 

 

*Com informações do Isitec

 

 

 

 

               

Comunicação SEESP*
Notícia atualizada em 6 de dezembro, às 11h23

A assessoria de comunicação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) informa que o prazo para a inscrição do vestibular do curso Engenharia de Inovação foi prorrogado para o dia 15 de dezembro próximo. A instituição de ensino, mantida pelo SEESP, está oferecendo 40 novas vagas para mais uma turma de graduação (bachalerado), com início no primeiro semestre de 2018.

O processo seletivo acontece em três etapas: a primeira, até dia 8, com inscrições e teste online de Análise de Aptidão Lógica; a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entra como segunda parte e, a terceira, é uma prova presencial de Análise e Interpretação de Linguagens, incluindo Linguagem Matemática e Produção Textual, realizada na sede do Isitec. Os 20 primeiros colocados do processo seletivo ganham bolsa de 100%.

O curso tem a duração de cinco anos, em período integral. A matriz curricular tem como objetivo o desenvolvimento amplo e eficaz de conhecimentos técnicos, científicos e empresariais, além das atitudes profissionais do futuro engenheiro.

>>> Saiba mais sobre o vestibular e faça sua inscrição aqui

Projetos em destaque
O Isitec, faculdade pioneira no curso no Brasil, já se destaca quando o assunto é desenvolvimento de projetos para o mundo real, em apenas quatro anos de atuação. Os mais recentes foram cinco soluções propostas pelos estudantes e incubadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e Elektro Distribuidora de Energia, durante a primeira edição da Maratona de Inovação do Isitec.

Em fase de implantação, o aplicativo Apprimore também é um relevante projeto desenvolvido pelos alunos do sexto semestre de Engenharia de Inovação com o Núcleo de Inovação Tecnológica Mantiqueira (NIT Mantiqueira). Trata-se de uma cartilha digital sobre propriedade intelectual direcionado aos jovens [link].

Este trabalho diferencial e produtivo do Isitec foi citado como exemplo de formação adequado em estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 2015, através da iniciativa Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). No estudo, foram analisadas as graduações de engenharia de todo o País em comparação as necessidades do mercado de trabalho.

Em entrevista ao jornal da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), o coordenador da MEI Paulo Mól, avalia o plano pedagógico do Isitec como formador do profissional que a indústria precisa [link]. “O instituto tem um modelo de desenvolvimento de graduação com parcerias, com problemáticas reais, isso é trabalhar inovação, a inovação é quando o conhecimento gera valor de mercado”, ele externa.

Para o diretor de graduação do Isitec, José Marques Póvoa, esses resultados são também mérito dos professores e alunos. “Os estudantes conversam sobre projetos em automação e controle, robótica, tecnologia de construções civis, ciências ambientais integradas, engenharia eletroquímica etc. Estou tendo o privilégio de ver esses jovens se esforçando para se tornarem engenheiros e contribuírem com o desenvolvimento do País”, declara Póvoa.

 

 

*Com informações do Isitec

 

 

 

Comunicação SEESP*

Os aprovados no vestibular para a graduação em Engenharia de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) terão pelo menos meia bolsa de estudos garantida. Isso mesmo. Até para os que não ficarem nas primeiras colocações do processo seletivo, haverá um desconto de 50%. São 40 vagas disponíveis.

 

vestibular isitec home

Para os 20 primeiros colocados serão concedidas bolsas de 100%. Já para os 10 colocados seguintes, serão 80% de bolsa. E os 10 restantes ficarão com as de 50%.

Esse é somente um dos diferenciais do Isitec, instituição brasileira de Ensino Superior mantida por um sindicato de trabalhadores, o SEESP, que planejou durante anos um curso de engenharia para atender as demandas do mercado.

Trata-se da primeira graduação em Engenharia de Inovação do Brasil (bacharelado), em período integral, com cinco anos de duração, com o objetivo de formar um profissional capaz de identificar, estruturar e solucionar demandas de inovação em qualquer área em que atue.

Dessa forma, o curso pretende formar profissionais flexíveis, dinâmicos e interdisciplinares, que se adaptem às mudanças do mundo e que sejam capazes de absorver tendências de forma rápida e eficiente.

Com o conhecimento do que é essencial em diversas áreas da engenharia, o engenheiro de Inovação questiona os processos existentes e enxerga sua complexidade para buscar soluções, levando em conta as necessidades sociais, as tecnologias existentes e os possíveis modelos de negócios que podem ser apresentados. Ou seja, o profissional não se limita a apenas olhar tecnicamente e cientificamente para a questão, mas também social e empreendedor.

Essa capacidade de transição entre diferentes áreas é adquirida por meio de uma ampla e multidisciplinar grade curricular, que envolve estudos sobre design thinking, incentivo ao empreendedorismo e constantes desafios, que se estendem do método independente de estudos ao desenvolvimento de projetos extracurriculares. A união de todas as competências desenvolvidas nessa graduação permitirá que os engenheiros formados sejam estrategistas, criativos e tenham dos uma visão sistêmica procedimentos que ocorrem a sua volta.

Tanto o Isitec, quanto a graduação, foram homologadas em 2013 pelo Ministério da Educação (MEC). A primeira turma começou suas atividades em janeiro de 2015. Este será o sexto processo seletivo.


Transferência
Estudantes de cursos de Engenharia ou de Ciências Exatas e da Terra, que tenham cursado pelo menos dois semestres, podem solicitar transferência para a Engenharia de Inovação do Isitec. São 10 vagas para o 3º semestre e outras 10 vagas para o 4º semestre. O prazo para inscrição desse processo seletivo também é 8 de dezembro. Mais informações pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou telefone 11 3254-6850.

Processo seletivo
Os candidatos serão selecionados mediante processo classificatório, sendo aproveitadas, até seu limite, respeitado até o número de 2 (duas) listas de chamadas para matrícula e uma chamada para manifestação de interesse para possíveis vagas remanescentes. As provas do Processo Seletivo ocorrerão em três fases:

1ª Fase: Teste de Análise de Aptidão Lógica “on-line” –  até 8 de dezembro de 2017

2ª Fase: Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM

3ª Fase: DIA 16/12/2017 – Prova de Análise e Interpretação de Linguagens, incluindo Linguagem Matemática e Produção Textual, realizada pelo ISITEC.

Poderão participar estudantes que concluíram o Ensino Médio ou equivalente, e também os portadores de diploma de curso superior oficial ou reconhecido, devidamente registrado. Mais informações no site www.isitec.edu.br .

*Com informações do Isitec



Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP/Com informações do Isitec

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo SEESP com apoio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), abriu processo seletivo para o primeiro semestre de 2018 do curso de graduação em Engenharia de Inovação. O prazo de inscrição termina no dia 8 de dezembro próximo. Estão disponíveis 40 vagas.

Os candidatos serão selecionados mediante processo classificatório, respeitado até o número de duas listas de chamadas para matrícula e uma para manifestação de interesse para possíveis vagas remanescentes.

As provas do processo seletivo ocorrerão em três fases: a primeira, de teste de análise de aptidão lógica online; a segunda, a classificação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); e, por último, prova de análise e interpretação de linguagens, incluindo matemática e produção textual.

Pode participar do vestibular do Isitec quem concluiu o ensino médio ou equivalente e também os portadores de diploma de curso superior oficial ou reconhecido, devidamente registrado.

Mais informações sobre o processo seletivo em andamento pelo telefone (11) 3254-6850 e e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. As aulas terão início no dia 29 de janeiro de 2018.

>> Confira todas as regras no edital aqui

História
Homologado em 2013 pelo Ministério da Educação (MEC), o Isitec, criado e mantido pelo SEESP, iniciou suas atividades em 2015 com a primeira graduação em Engenharia de Inovação do País e está realizando o seu sexto processo seletivo. Quem aborda esse pioneirismo dos engenheiros de São Paulo, é o professor José Marques Póvoa, diretor de graduação da instituição. Ele salienta que o curso procura inovar também no ambiente de aprendizado: “Nossas aulas estão baseadas no método ativo-colaborativo, em que o professor atua muito mais como um mediador.” Para essa metodologia, prossegue, as salas de aula têm mesas em formato redondo, o que facilita e possibilita maiores interação e diálogo entre estudantes e docentes. Confira a entrevista, publicada no Jornal do Engenheiro, de julho último, a seguir:

O que é a Engenharia de Inovação?

É bom esclarecer que inovação não está necessariamente ligada à tecnologia. É, antes de tudo, uma mudança que deve ocorrer na concepção do que é ser um profissional e em particular da área de engenharia. Em relação à grade curricular, buscamos recuperar o conceito histórico da engenharia, lembrando que no início existia a militar e aí surgiu a civil, que procurava resolver os problemas da sociedade. Os primeiros engenheiros civis se deparavam com problemas mais simples com relação ao mundo atual, por exemplo, construção de estradas, pontes e casas, o início da iluminação pública (lampiões) e do saneamento etc..

Essa realidade mudou muito.

Sim. Hoje os problemas estão bem mais complexos. No decorrer dos últimos anos surgiram diversas engenharias para dar contar disso. A ideia da nossa graduação é reunir os conhecimentos básicos dessas várias modalidades para que o profissional possa atuar em diferentes vertentes da área sem que para isso seja um especialista em cada uma.

Para quais desafios o Isitec prepara o estudante?

Para enfrentar desafios que ainda não sabemos quais serão, para resolver problemas que não temos a mínima ideia de quais são e para utilizar tecnologias que sequer foram desenvolvidas. Devemos preparar esses jovens para se tornarem uma espécie de multiespecialista, ou seja, capazes de atuar em diferentes vertentes das engenharias. É uma mudança no paradigma do que é ser um profissional, na forma de pensar e atuar. É isso que estamos buscando construir no Isitec.

 

Comunicação Isitec*

Os três grupos finalistas da primeira Maratona de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), realizada nos dias 16 e 17 de setembro último, deram o primeiro passo na caminhada de transformar projetos em soluções realizáveis de melhoria no transporte metropolitano sobre rodas. Promovida pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) e o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), a disputa selecionou proposta de tarifação inteligente, monitoramento em tempo real e sustentabilidade. Durante seis meses, os desenvolvedores ficarão incubados no E-Lab da EMTU/SP.

No dia último dia 20, os gestores da EMTU recepcionaram os jovens e apresentaram as instalações da empresa, sediada em São Bernardo do Campo. Os grupos também conheceram a Metra, concessionária que opera o Corredor ABD. A coordenadora do Núcleo de Parcerias + Inovação da EMTU, Renata Veríssimo, recepcionou os alunos e explicou que os gestores da empresa atuarão como mentores dos projetos durante o período no qual os jovens desenvolvedores ficarão incubados. “Eles terão também mentoria acadêmica científica dos professores do Isitec”, acrescentou.

Os jovens receberão declaração de estágio não remunerado, segundo Veríssimo. “Nossos alunos estão acostumados a desafios e até checaram a viabilidade dos projetos”, salienta o diretor geral do Isitec, Saulo Krichanã Rodrigues, ao valorizar a parceria entre EMTU e Isitec. A gerente de Tecnologia da Informação, Cilena Mainente, deu boas vindas aos grupos. “Daremos todo o apoio para que os projetos de vocês tenham vida longa”, ressaltou.

Os estudantes foram acompanhados por funcionários da EMTU que falaram sobre a empresa de acordo com cada trabalho proposto. O professor José Marques Póvoa, diretor de Graduação do Isitec, ressaltou a importância da relação entre ensino acadêmico e relacionamento direto com empresas. “Os estudantes precisam conhecer e testar na prática o que aprendem dentro das universidades e os laboratórios de incubação de projetos são excelentes para o aprimoramento do conhecimento”, afirmou.

Estiveram presentes na ocasião os diretores da Isitec  Saulo Krichanã e José Marques Póvoa, o professor Diogo Dutra, o assessor Heitor Kawano, representando o diretor de Gestão Operacional, Marco Assalve, membros do colegiado do Núcleo de Parcerias +Inovação,  gerentes, chefes de departamento e mentores da EMTU.


Monitoramento

Os alunos Gideão Gomes da Silva e Lucy Anne de Omena, membros do grupo Hackafé, levaram à empresa a proposta de um monitoramento em tempo real. “Nosso projeto é eliminar zonas de sombra, locais em que o GPS do ônibus não tem sinal de rede móvel e o coletivo desaparece do mapa do sistema”, esclareceu Silva.

A solução proposta integrará os dados do GPS (georreferenciado) com os do validador (instalado no ônibus) e, assim, a informação chegará à companhia sem interrupções. “Também haverá histórico geral do que ocorre com os ônibus durante o trajeto”, adicionou Omena.


Bilhetagem

Sandor Fleury, Felipe Carvalho, Ellen Fleury e Guilherme Fernandes são os alunos que compõem o grupo SFEG, que propõe a inclusão de um segundo validador no ônibus para informatizar a cobrança de tarifa proporcional ao trecho percorrido das linhas seccionadas, que são as de longa distância (acima de 30 quilômetros). “Vamos criar um software para pagamento da tarifa pelo cartão BOM, de acordo com o trecho percorrido”, disse Sandor Fleury.

Ellen relata que contataram a empresa fabricante do validador, pois os ônibus terão que dispor de dois equipamentos; no validador da entrada, o passageiro informa o destino e paga pelo trecho; no da saída, confirma o valor cobrado. “Se a pessoa não validar, a cobrança será pelo valor integral do percurso. Isso é para evitar fraude”, destacou Carvalho.


Meio ambiente

Atentos à necessidade de reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, os alunos do grupo CQV, Giovanni Bevilacqua, Vivian Baena, André Arahawa e Pedro Luiz Silveira propõem instalar sensor de poluentes acoplado aos coletivos e nas entradas das garagens. “O sensor captará emissão em tempo real e terá leituras mais dinâmicas. Se o veículo estiver poluindo além do permitido, será possível perceber rapidamente e evitar multa”, explicou Bevilacqua. E acrescentou: “também será possível identificar problemas nas velas, bombas injetoras e outros problemas mecânicos”.

 

Fotos: Comunicação Interna da EMTU
Isitec na EMTU 1
Estudantes conhecem departamentos e núcleo de inovação da EMTU.

 

 

 

 

 

*Com informações da Comunicação Interna da EMTU e Diário Oficial Poder Executivo – Seção II – 23/10/2017

 

 

 

 

Comunicação SEESP

A sexta edição da Semana de Engenharia de Produção do Centro Universitário Eurípides de Marília (Univem) tem este ano o apoio do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), faculdade mantida pelo SEESP. A atividade é fruto da parceria firmada entre as instituições em julho último.

O evento começou na segunda-feira (23) com apresentação de projetos científicos dos alunos dos cursos de engenharia e de diversas áreas do conhecimento da Univem. A abertura oficial aconteceu na terça, com a palestra do professor-doutor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) José Roberto Cardoso, coordenador do Conselho Tecnológico do SEESP, sobre os desafios da educação em engenharia.

Nesta quinta-feira, a Engenharia de Inovação entra em pauta com a palestra do diretor do SEESP e diretor de Extensão e Serviços de Consultoria do Isitec, Antonio Octaviano. Para o vice-presidente da Delegacia Sindical do SEESP em Marília, Carlos Shiniti Saito, é o início da “interiorização do Isitec”. “Estamos levando o instituto para cidades do interior, divulgando o excelente trabalho que vem sendo feito, fazendo-o conhecido”, disse.


Confira a programação:

engenha 1


A Univem fica na Avenida Hygino Muzzi Filho, 529, Marília-SP. A atividade é gratuita e aberta ao público.

 

 

 

 

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) realizou, na última sexta-feira (22/9), a quarta edição do Seminário de Inovação, com o tema “Inovação na Educação: frutos e sementes”. À abertura, o diretor geral do Isitec, Saulo Krichanã Rodrigues, ressaltou a necessidade de se promover inovação.

Rodrigues apresentou um panorama do cenário brasileiro, lembrando que, com as mudanças implementadas na época do segundo império, o País chegou a ser o quarto maior do mundo em Produto Interno Bruto (PIB). “A inovação não pode ser uma moda, temos que lutar por políticas públicas que fomentem inovações”, salientou.

O seminário contou com a palestra da professora Brasilina Passarelli, coordenadora científica do Núcleo de Apoio à Pesquisa Escola do Futuro, da Universidade de São Paulo (USP). Ela discorreu sobre as grandes pesquisas em tecnologia pelo mundo. Segundo Passarelli, a ruptura provocada pelas recentes inovações tecnológicas foi bem maior se comparada à primeira revolução industrial. “Temos cinco bilhões de pessoas conectadas no planeta. É uma explosão de tecnologia”, afirmou.

Marcaram presença também Jurandir Fernandes, professor da Universidade de Campinas (Unicamp) e coordenador do Conselho Assessor de Transporte do SEESP; João Ronco Junior, da empresa de bilhetagem eletrônica Prodata Mobility Brasil; Ronaldo Pequeneza, da agência de inteligência Prospectiva; Julian Monteiro, da startup de mobilidade Scipopulis; Renata Veríssimo, gestora do Núcleo de Parceria+Inovação da Empresa Metropolitana de Transporte Urbano (EMTU); e Guilherme Megda Mafra, engenheiro de segurança da Elektro Distribuidora de Energia.

Apresentação dos alunos

Os alunos do sexto semestre de Engenharia de Inovação do Isitec apresentaram um dos grandes frutos da instituição de ensino: o aplicativo Apprimore, feito em parceria com o Núcleo de Inovação Tecnológica Mantiqueira (NIT Mantiqueira). A plataforma, já em fase de implantação nas lojas virtuais para download, é uma versão online de duas cartilhas do NIT, uma sobre inovação para crianças, e outra sobre propriedade intelectual para alunos do ensino médio. O desafio de tornar digital o que antes era impresso foi abraçado pelos estudantes em 2014.

“A ideia geral era incentivar os jovens inovadores a desenvolver projetos e aplicar à propriedade intelectual”, contou Phelipe Mendes, membro do grupo. Conforme o estudante, foi por meio do método design thinking que os alunoschegaram à conclusão de transformar as cartilhas em um formato de aplicativo. “Queríamos dar uma base ao jovem de como ele pode desenvolver projetos, o Apprimore é isso”, explicou.



Fotos: Luis Moreira / Isitec
Apprimore Isitec
Phelipe Mendes (à esq.), Henrique Carvalho e Matheus Berzin, apresentando o Apprimore.

 



Inovações campeãs

Ainda no seminário, foram apresentados e premiados os projetos finalistas da primeira Maratona de Inovação do Isitec, que aconteceu nos dias 16 e 17 de setembro. Alunos do Isitec e de outras universidades acamparam no instituto para desenvolver soluções inovadoras a desafios do mundo real.

As empresas EMTU e Elektro foram as responsáveis pelos desafios propostos. “Realizamos previamente uma maratona com os funcionários para elencar problemas e trazer aos estudantes”, contou Renata Veríssimo, da EMTU. Guilherme Megda Mafra, da Elektro, parabenizou a realização da maratona e os grandes projetos resultantes. “O Isitec está formando gente muito mais preparada para o mercado de trabalho”, externou.

A maratona teve dois vencedores. O projeto do grupo Hackafé, focou em mobilidade com a proposta de um sistema integrador para sanar os problemas das zonas de sombra da EMTU (locais onde o GPS dos ônibus não funciona). Já em energia, o grupo vencedor chamado  Capivara Real, propôs uma rede inteligente de dados, coletados através de um dispositivo por conexão Wi-fi, mapeando as casas em que o serviço da Elektro é prestado.

Ambos os projetos serão incubados pelas respectivas empresas. Para o engenheiro Jurandir Fernandes, é da cabeça jovem que saem as melhores ideias. “Vocês têm a liberdade de criar”, disse Fernandes incentivando os futuros engenheiros.



Premiação Maratona Isitec
Alunos do Isitec comemorando o anúncio dos vencedores da Maratona de Inovação.

 

 

O Isitec, que tem como entidade mantenedora o SEESP, é uma instituição de ensino que oferece, desde 2015, a primeira graduação em Engenharia de Inovação do País. Além disso, possui diferentes programas de cursos de extensão e pós-graduação. Saiba mais em: www.isitec.org.br  

 

 

 

 

Estão abertas até 4 de agosto próximo as inscrições ao processo seletivo para o preenchimento de vagas remanescentes do vestibular do segundo semestre deste ano do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). O objetivo é selecionar e classificar para ingresso no curso de Engenharia de Inovação.

O processo será feito por meio de prova presencial acompanhada de uma entrevista, na qual será realizada também uma análise do currículo escolar e/ou da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do candidato, a fim de avaliar seus conhecimentos.

Podem participar da seleção: interessados que concluíram o ensino médio ou equivalente e portadores de diploma de curso superior oficial ou reconhecido, devidamente registrado.

>> Leia o edital completo do vestibular aqui 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Até a próxima sexta-feira (23/6) o Instituto Superior de Tecnologia e Inovação (Isitec) tem inscrições abertas para o vestibular da quinta turma de graduação em Engenharia de Inovação. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição online, podendo usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para isenção da taxa. As aulas têm início previsto para 31 de julho.

Segundo o professor e diretor de graduação do Isitec, José Marques Póvoa, em entrevista ao setor de Comunicação SEESP, a Engenharia de Inovação é a formação do engenheiro do século XXI, hábil para atuar nas diversas ramificações da engenharia. “A ideia da nossa graduação é reunir os conhecimentos básicos dessas várias modalidades para que o profissional possa atuar em diferentes vertentes da área sem que para isso seja um especialista em cada uma delas”, disse.

Pioneiro na graduação de Engenharia de Inovação no Brasil, o Isitec é a primeira instituição de ensino superior no País criada e mantida por um sindicato, o SEESP, com o apoio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

Saiba mais em: www.isitec.org.br

 

 

 

Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações do Isitec

 

 

 

 

Termina no próximo dia 20 de junho as inscrições para o processo seletivo do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). A instituição de ensino mantida pelo SEESP, credenciada junto ao Ministério da Educação, iniciou suas atividades em 2015 com a primeira graduação em Engenharia de Inovação no Brasil. Ainda dá tempo, portanto, para os interessados fazerem a inscrição (saiba como aqui). São oferecidas bolsas integrais e parciais, e o postulante pode usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para isenção na taxa.

O professor e diretor de graduação José Marques Póvoa salienta que o curso procura inovar também no ambiente de aprendizado. Por isso, descreve, as aulas “estão baseadas no método ativo-colaborativo, em que o professor atua muito mais como um mediador”. Para essa metodologia, prossegue ele, as salas de aula têm mesas-redondas com cadeiras em que os estudantes e também os docentes se sentam para interagir, dialogar e aprender.

Ele faz um convite: “Seja a mudança que você quer ver no mundo! Se capacite para atuar positiva, construtiva e proativamente. Venha cursar Engenharia de Inovação no Isitec e seja protagonista dessas mudanças.”

>> Leia a entrevista completa do professor sobre o curso aqui

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

 

 

 

 

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), criado e mantido pelo SEESP, iniciou suas atividades em 2015 com a primeira graduação em Engenharia de Inovação no Brasil. Em 2013, o instituto e o curso foram avaliados, aprovados e homologados pelo Ministério da Educação (MEC). Neste segundo semestre, o Isitec realiza o seu quinto processo seletivo, cujas inscrições terminam no próximo dia 20 de junho (saiba como se inscrever aqui). São oferecidas bolsas integrais e parciais, e o postulante pode usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para isenção na taxa. 

Quem aborda esse pioneirismo dos engenheiros de São Paulo, que tem o apoio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), é o professor José Marques Póvoa, diretor de graduação do Isitec. De forma entusiasmada, o docente salienta que o curso procura inovar também no ambiente de aprendizado: “Nossas aulas estão baseadas no método ativo-colaborativo, em que o professor atua muito mais como um mediador.” Para essa metodologia, prossegue ele, as salas de aula têm mesas-redondas com cadeiras em que os estudantes e também os docentes se sentam para interagir, dialogar e aprender. Confira todos os detalhes do curso na entrevista a seguir.


Fotos: Beatriz Arruda/SEESP
Professor e diretor de graduação, Póvoa está desde o início no Isitec.

O senhor poderia nos falar sobre o curso Engenharia de Inovação em termos de grade curricular, pedagogia, ensino em sala de aula, laboratório? 

José Marques Póvoa – Em primeiro lugar, é bom esclarecer que inovação não está necessariamente ligada à tecnologia. Ela é, antes de tudo, uma mudança que deve ocorrer na concepção do que é ser um profissional e em particular da área de engenharia. Em relação à grade curricular, buscamos recuperar o conceito histórico da engenharia, lembrando que no início existia a engenharia militar e aí surgiu a civil, que procurava resolver os problemas da sociedade em geral. Os primeiros engenheiros civis se deparavam com problemas mais simples e menos complexos com relação ao mundo atual, por exemplo, construção de estradas, pontes e casas, o inicio da iluminação pública (lampiões) e do saneamento etc.. 

Essa realidade mudou muito. 

Póvoa – Sim. Hoje os problemas estão bem mais complexos. No decorrer dos últimos anos surgiram diversas engenharias para dar contar de tanta complexidade. A ideia da nossa graduação é reunir os conhecimentos básicos dessas várias modalidades para que o profissional possa atuar em diferentes vertentes da área sem que para isso seja um especialista em cada uma delas. 

Para quais desafios o Isitec prepara o estudante? 

Póvoa – Para enfrentar desafios que ainda não sabemos quais serão; para resolver problemas que não temos a mínima ideia de quais são; e para utilizar tecnologias que sequer foram desenvolvidas. Devemos preparar esses jovens para se tornarem uma espécie de multiespecialista, ou seja, que sejam capazes de atuar em diferentes vertentes das engenharias. Para que isso ocorra, esse profissional deve aprender a aprender cada vez mais rápido. Esse nos parece ser o desafio do futuro profissional. Veja que a inovação está muito mais na mudança do indivíduo do que na tecnologia. Por isso, esse profissional deve ser capacitado para um desafio muito maior. É uma mudança no paradigma do que é ser um profissional, na forma de pensar e atuar. É isso que estamos buscando construir no Isitec. 


Salas de aula acompanham proposta inovadora do Isitec, com mesas-redondas em que alunos e professores interagem.

Então a grade curricular acompanha essa mudança de paradigma. 

Póvoa – Para capacitar a esses novos desafios, a Engenharia de Inovação procura reunir em sua grade curricular disciplinas básicas dos cursos da civil, da ambiental, da química, da elétrica, da automação e controle, de produção (gestão), da física, além de disciplinas que procuram prepará-los para ser empreendedores. Temos como foco principal formar um engenheiro com visão sistêmica de todas as modalidades da área, bem como englobar o desenvolvimento do pensamento criativo, inovador e empreendedor, de maneira a desenvolver a cultura de inovação. O que só se concretizará se houver uma visão integradora das esferas do conhecimento e do comportamento humano, tecnológico e de negócios. A formação do engenheiro de inovação está alicerçada nessas três características. Tudo isso consta do projeto político-pedagógico do curso e permeia transversalmente todos os conteúdos programáticos. 

E como são abordados os conhecimentos tecnológicos? 

Póvoa – No que tange, particularmente, aos conhecimentos tecnológicos, o estudante terá contato com os fundamentos básicos das engenharias tradicionais, não só no que diz respeito ao núcleo de formação básica (matemática e ciências naturais), mas também ao núcleo de formação profissionalizante e específica. Nesse grupo, o nosso estudante terá os fundamentos básicos, entre outros, de mecânica dos fluidos, sistemas estruturais, tecnologia das construções, ciências ambientais, técnicas de sensoriamento, eletrodinâmica, eletrônica, geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, lógica digital, robótica, computação científica, termodinâmica e máquinas térmicas, química tecnológica, propriedades e uso de materiais, física moderna, engenharia financeira e de segurança, gestão da qualidade e de projetos, introdução à economia, planejamento estratégico e teoria de jogos e sociologia industrial e do trabalho. 

E o ensino prático? 

Póvoa – Nossos alunos, na evolução do ensino, terão conhecimentos na prática nas disciplinas de Laboratório Integrado, de Equipe de Inovação e Design e, finalmente, no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e também no estágio. O aluno precisa cumprir 240 horas em disciplinas optativas. Nos laboratórios, inclusive, procuramos mostrar que nem tudo tem uma resposta já pronta. Ou seja, os laboratórios têm muito mais a função de fomentar as dúvidas.

Estamos na reta final das inscrições para o vestibular do segundo semestre de 2017. 

Póvoa – Convido o jovem que quer ingressar na área a ser a mudança que quer ver no mundo. Não espere que as mudanças cheguem passivamente, participe dessa construção, capacitando-se positiva, construtiva e proativamente. Por isso, reforço o convite: venha cursar Engenharia de Inovação no Isitec para ser o protagonista dessas mudanças.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

 

 

 

 

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo SEESP, premiou jovens cientistas que participaram da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada de 21 a 23 de março último, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), na capital paulista. O evento reuniu cerca de 300 projetos de estudantes de ensino médio nas áreas de ciência, tecnologia e engenharia de todo o País.

O Isitec selecionou projetos classificados em duas categorias: Inovação social e Inovação tecnológica. Uma comissão formada por professores e estudantes do curso “Engenharia de Inovação” fez a avaliação dos trabalhos e os prêmios foram entregues pelo seu diretor de Graduação, José Marques Póvoa, no dia 24.

Fotos: Isitec

Alana Stankiewicz de Souza e Renan Pires Vaz, alunos do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), de Sapucaia do Sul, foram os agraciados com o prêmio “Inovação social”, pelo projeto Comigre, uma plataforma para auxílio e integração de migrantes e refugiados na sociedade brasileira, que teve a orientação de Guilherme Reichwald Jr..

 

Já na categoria “Inovação tecnológica”, os premiados foram os estudantes Artur Precht, Leonardo Azzi e Luciano Sampaio,
do IFSul de Charqueadas, com o projeto SmartLeg Prótese Transfemoral Inteligente II.

A Febrace é um movimento nacional de estímulo ao jovem cientista criado em 2003, cuja coordenação geral é da professora Roseli de Deus Lopes, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Poli-USP.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações da assessoria de comunicação do Isitec

 

 

 

 

 

Página 1 de 4

agenda