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Privatização, irresponsabilidade e o flagelo social no Amapá

 

Apagão que atingiu 90% da população do Estado demonstra fragilidade dos processos de privatização no setor que põem em risco bem-estar público e interesses estratégicos nacionais.

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Se 2020 já vinha sendo um ano extremamente desafiador para todos os brasileiros, a população do Amapá passa desde 3 de novembro por situação ainda mais calamitosa: o apagão – até hoje não totalmente solucionado – causado pelo incêndio numa subestação que deixou 90% dos cidadãos sem energia por vários dias.

 

Em meio a uma pandemia, os moradores de 14 das 16 cidades do Estado se viram sem eletricidade, fornecimento de água ou acesso à internet, impossibilitados de fazer compras com pagamento eletrônico ou sacar dinheiro. Já abaladas pela crise econômica e pelas dificuldades adicionais advindas da emergência sanitária, as empresas amargam agora também os prejuízos causados por esse episódio.

 

Esse flagelo social, contudo, não se deve a catástrofes inimagináveis ou imprevisíveis, mas à irresponsabilidade com uma área absolutamente essencial à vida das pessoas e ao funcionamento das instituições públicas e privadas, como é o setor elétrico. Responsável pela subestação em questão, a Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE) pertence à Gemini Energy, nova denominação da espanhola Isolux, que está em recuperação judicial e já acumula ficha corrida de não cumprimento de seus compromissos como concessionária de infraestrutura.

 

Como foi amplamente divulgado, o caos em que foi colocada a população amapaense só existiu porque o equipamento que deveria manter em operação a subestação avariada aguardava manutenção desde o final de 2019. Para piorar, os órgãos públicos responsáveis por fiscalizá-la não cumpriram seu papel. Há quase um ano repetidamente adiando o conserto do transformador que funcionaria como backup e teria evitado o apagão, a empresa jamais recebeu uma visita da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Trata-se de descaso em cumprir a obrigação básica de ter um plano de emergência para evitar que eventuais falhas tenham consequências graves. A partir desse quadro, chega-se a uma conclusão lamentável: a transmissão de energia no Amapá, etapa absolutamente estratégica do sistema, foi entregue a uma empresa privada sem condições ou interesse de atuar adequadamente.

 

Consumada a tragédia pela irresponsabilidade privada e pela omissão dos órgãos de controle, a companhia pública é chamada a dar solução ao problema. O restabelecimento emergencial da energia no Estado está a cargo da Eletronorte, pertencente ao grupo Eletrobras, que irônica e inacreditavelmente está na mira do governo federal para ser privatizada. Assim como há pressão para que seja leiloada a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), a distribuidora.

 

É imprescindível que essa situação sirva para que governo e Congresso repensem a sanha privatista que trata segmentos essenciais e estratégicos como mera oportunidade de negócios e ampliação pontual de receita. O Sistema Interligado Nacional é um feito da engenharia brasileira e daqueles que vislumbraram um futuro de desenvolvimento e soberania para o País. É inadmissível que sua infraestrutura seja entregue a aventureiros do mercado, sem seriedade ou competência para zelar pelos interesses da nossa nação e do nosso povo.

 

 

Eng. Murilo Pinheiro – Presidente

Comunicação SEESP

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) é um dos apoiadores da edição de 2018 do Centro de Operação e Controle das Empresas de Energia Elétrica (Cenocon), cujo tema será “As mudanças no setor elétrico brasileiro e seus impactos na operação das empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica”. A atividade acontecerá nos dias 2 e 3 de abril, no Pestana São Paulo City & Conference Hotel (Rua Tutóia, 77, na capital paulista). Associados ao SEESP têm 10% de desconto na inscrição, assim como os estudantes do Isitec.

O objetivo, segundo os organizadores do evento, é fornecer subsídios, nesse novo cenário, aos profissionais que atuam na área de energia elétrica (empresas, agências reguladoras, fornecedores de tecnologia para o sistema elétrico, fornecedores de tecnologia da informação e comunicação (TIC), fornecedores de hardware, de software, de serviços, de equipamentos e materiais para redes de energia elétrica, instituições de ensino e pesquisa, governo e consultorias).

Atualmente, existem mais de 100 centros de operação e controle de empresas de energia elétrica no Brasil, onde trabalham diretamente mais de 5.000 profissionais. Esses centros encontram-se nos mais diversos estágios de maturação técnico-operativa e com configurações diversas, com grande potencial para desenvolvimento de plataformas tecnológicas modernas e integradas. Além disso, há uma crescente demanda para revisão de processos e capacitação de profissionais com perfil adequado para atuarem nos Centros de Operação e Controle do futuro. Nota-se, ainda, uma expansão acelerada de implantação de centros de operação e controle nos mais diversos segmentos, das empresas de infraestrutura, passando por empresas de serviços, chegando às cidades.

>> Confira toda a programação do Cenocon 2018 aqui

Agência do Rádio Mais

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária das contas de luz e, neste mês de outubro, passou a ser a vermelha patamar 2. Esta é a tarifa mais cara do modelo e representa a cobrança de taxa extra de R$ 3,50 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. O valor extra se deve à necessidade de operar mais usinas térmicas, cujo custo de produção da energia é mais alto que a da produzida nas hidrelétricas.

Para economizar, o especialista em energia elétrica, Maurício Lopes Tavares, afirma que, além do esforço dedicado aos campeões de consumo, como o chuveiro ou ar condicionado, é preciso retirar da tomada aparelhos que não são utilizados com frequência. “Um aparelho de DVD ou outro equipamento deste tipo, deve ser retirado da tomada. Quando ele está conectado, mesmo que desligado, ele está na verdade ligado, esperando um sinal do controle remoto. Isto tem um consumo de energia que é pequeno, mas é diário e acumulativo”, ele aponta.


Saiba como funcionam as bandeiras tarifárias

As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.


Fonte: Aneel
Tabela Tarifa Aneel

 

 

 

 

 

 

Do Isitec

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) firmou uma parceria com os organizadores do 2º Congresso Técnico sobre Manutenção nas Empresas de Energia Elétrica (Cetecman 2017), que acontece nos dias 12 e 13 de setembro. O evento é voltado aos profissionais e às empresas que atuam na área de manutenção das empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, além das áreas de construção, suprimentos, tecnologia da informação, gestão de ativos, gestão de equipamentos e veículos especiais, agências reguladoras, fornecedores de tecnologia, de equipamentos, de ferramentas, de materiais, de sistemas de gestão e de serviços.

O congresso contará com a participação, entre palestrantes e moderadores, de 52 especialistas de todo o País, profissionais de empresas de GTD. Para acessar o programação completa e a ficha de inscrição clique aqui. O evento será realizado no Pestana São Paulo Hotel & Conference Center, na Rua Tutóia, 77, em São Paulo.

 



Os clientes da AES Eletropaulo estão pagando mais caro pelo consumo da energia elétrica a partir desta terça-feira (4/7). Em média, o valor da conta de luz aumentou 4,48%. No entanto, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) referentes ao reajuste autorizado no último dia 27 de junho, a tarifa subiu 5,37% para as residências e 2,37% para as indústrias.

Essa elevação está sendo aplicada a 20,1 milhões de clientes em 24 cidades. Desse total, 6,9 milhões estão localizados na Região Metropolitana de São Paulo e o restante nos municípios no oeste do Estado.

A AES Eletropaulo responde pela distribuição de 34,1% da energia consumida no Estado, um universo que representa 9,8% do consumo nacional.

Com informações da Agência Brasil

(publicado por Deborah Moreira)




Com o objetivo de orientar e solucionar problemas dos consumidores relacionados aos serviços de saneamento básico, gás canalizado ou energia elétrica, a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) lançou aplicativo oficial, já disponível nas plataformas IOS (App Store) e Android (Google Play Store). A ferramenta foi desenvolvida pela Companhia de Tecnologia de Informação do Estado de São Paulo, com coordenação das áreas de Tecnologia da Informação, do Serviço de Atendimento ao Usuário e Comunicação, e supervisão da diretoria de Relações Institucionais do órgão regulador paulista.

Com interface simples de navegação, o consumidor, no Aplicativo Arsesp, poderá registrar reclamação, consultar seu andamento, encaminhar fotos e também conhecer os principais direitos e deveres dos consumidores.

O APP tem dois grandes diferenciais. O primeiro é que todos os registros e protocolos ficarão armazenados no celular, assim, o usuário não precisa se preocupar em anotar os números. O segundo é que os consumidores poderão consultar o passo a passo de todas as suas queixas registradas, por exemplo, se a Arsesp já analisou o pedido, se já solicitou análise de sua reclamação à concessionária e qual a posição final sobre o caso.

Saneamento e gás
Baixando o aplicativo no celular ou tablet, o consumidor visualizará logo na primeira tela os setores regulados pela Arsesp. Em saneamento básico e gás canalizado o procedimento é o mesmo: o usuário que, por exemplo, desejar “registrar uma reclamação” poderá entrar com o protocolo da concessionária ou prestador de serviços e, assim, continuar o seu cadastro. Se o consumidor não tiver o número, sua solicitação será direcionada para tratamento inicial.

Energia elétrica
Para registrar queixa sobre energia elétrica, o aplicativo redireciona o consumidor para o “Espaço do Consumidor” do site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por meio de delegação desse órgão, a Arsesp atua na fiscalização das distribuidoras de energia e das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Termelétricas (PCTs), situadas no Estado. Por esse motivo, as solicitações de reclamação são registradas no sistema da agência federal.

O aplicativo é um novo e ágil canal de atendimento. Além disso, a agência oferece os canais de atendimento convencionais, como os 0800 e o formulário no site oficial.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações do site da Arsesp

 

 

 

 

Estão abertas, até a próxima sexta-feira (23), as inscrições para uma nova turma do curso “Atualizações em Energias do Biogás”, promovido pelo CIBiogás (Centro Internacional de Energias Renováveis–Biogás) e pelo Centro Internacional de Hidroinformática (CIH). Essa será a última turma formada este ano para o curso. Com o conteúdo é possível aprender mais sobre a geração de energia elétrica, térmica e veicular geradas a partir do biogás, que é produzido por meio da decomposição de dejetos de animais e resíduos da agricultura.

“É uma oportunidade de aprendizado e aprimoramento profissional nesse segmento, que está em franca expansão no Brasil e no mundo”, afirma o gerente do Núcleo Pedagógico do CIBiogás, Marcelo Alves de Sousa. Desde a primeira turma há cinco anos, mais de 800 pessoas, de 23 países, foram alcançadas pelo curso. A instituição também oferece os cursos de Gestão Territorial Aplicada à Água e Energia e Operacionalização de Biodigestores.

As inscrições podem ser feitas no site www.cibiogas.org. Mais informações podem ser obtidas por meio de Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou (45) 3576-7022. As aulas terão início no dia 26 de setembro e duração de três meses, podendo ser realizadas também em espanhol e inglês. O objetivo do curso é atualizar profissionais e estudantes interessados no tema e compartilhar os trabalhos sobre energias renováveis desenvolvidos pela instituição.

 

Comunicação SEESP
Informações da assessoria de imprensa da CIBiogás

 

 

 

 

 

 

 

Ocorreu na manhã desta segunda-feira (13/6), na sede do SEESP, a segunda reunião do Conselho Assessor de Energia do Conselho Tecnológico do sindicato, e a primeira realizada com a subsecretaria de Gás e Petróleo, da Secretaria Estadual de Energia e Mineração de São Paulo.


Foto: Jessica Silva

reuniao conselho assesor energia 600 largIntegrantes do Conselho Assessor de energia se reúnem com representantes de Gás e Petróleo do estado

 

Durante o encontro, que contou com a presença do subsecretario da Pasta Ubirajara Sampaio de Campos, e do engenheiro Ricardo Cantarani, que também integra a subsecretaria, o assunto tratado foi a implantação de uma termoelétrica, com capacidade para 1500 megawatts, na cidade de São Paulo com o objetivo de gerar energia e contribuir com a segurança energética do Estado, uma vez que estuda-se a implantação dentro do centro de carga (de energia).
Ainda em fase de estudos, a Empresa Metropolitana de Água e Energia (Emae) fez um chamamento público.para prospectar empresas interessadas em participar da viabilização dos investimentos, que será de grande porte.

De acordo com o engenheiro Carlos Augusto Ramos Kirchner, coordenador do Conselho Assessor, a reunião foi bastante produtiva, e novos encontros serão marcados para dar prosseguimento. Essa atividade foi realizada em decorrência da palestra ocorrida em 1º de junho, no SEESP, com o Secretário Estadual de Energia e Mineração, Eng. João Carlos de Souza Meirelles. Em breve serão marcadas reuniões com os subsecretários da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, senhores Henrique de Souza Ferraz - (Subsecretário de Energia Elétrica), e com Antônio Celso de Abreu Jr. (Subsecretário de Energias Renováveis).


Imprensa SEESP







Desde o dia 1º de março estão valendo as novas regras da Resolução Normativa nº 482/2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabelece condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica, com sistema de compensação de energia elétrica. Com isso, a partir de agora o consumidor está permitido a instalar pequenos geradores (tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, entre outras fontes renováveis) em sua casa ou outro local, denominado como unidade consumidora, para trocar energia com a distribuidora local com objetivo de reduzir o valor da sua fatura de energia elétrica.

Foto: Divulgação Renew Energia
energia fotovoltaica foto divulgacao



As adesões ao modelo de geração distribuída têm crescido expressivamente desde as primeiras instalações, em 2012. Entre 2014 e 2016 os registros quadruplicaram passando de 424 conexões para 1930 conexões. Com a revisão da norma, que simplifica procedimentos de registro, a estimativa é que até 2024 mais 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia, o equivalente a 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.

A resolução autoriza o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.
 
Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. O prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses, e podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos é chamado de “autoconsumo remoto”.

Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

A Aneel criou ainda a figura da “geração compartilhada”, o que possibilita que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a Aneel estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor. O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias.
 
Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.
 
A geração de energia perto do local de consumo traz uma série de vantagens, tais como redução dos gastos dos consumidores, economia dos investimentos em transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica. A expansão da geração distribuída beneficia o consumidor-gerador, a economia do país e os demais consumidores, pois esses benefícios se estendem a todo o sistema elétrico.

Fonte: Aneel




O consumo de energia elétrica no país caiu 4,4% em novembro de 2015, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em novembro do ano passado, foram consumidos 39,1 mil gigawatts/hora (Gwh), segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.


Foto: Agência Brasil
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Entre os setores avaliados pela EPE, a maior queda foi observada na indústria (-8,9%), o principal consumidor de energia elétrica do país. O consumo caiu de 15,3 mil Gwh, em novembro de 2014, para 13,9 mil Gwh, em novembro do ano passado.

De acordo com a EPE, a queda de 8,9% foi a maior para um mês de novembro em 12 anos. Entre os motivos para a queda estão o desastre ambiental em Mariana, que paralisou a produção de algumas unidades de extração de minerais metálicos e deixou o mercado consumidor enfraquecido para as indústrias metalúrgicas.

O consumo residencial caiu 2,2%, fechando novembro com média de 11,1 mil GWh. A queda do consumo comercial, por sua vez, chegou a 2,6%. Em todos os setores, o consumo de energia elétrica acumula perdas de 2,1% no ano e de 1,7% no período de 12 meses.


Fonte: Agência Brasil




Brasil deve reforçar os investimentos em outras formas de geração de energia elétrica. A defesa foi feita pelo senador Hélio José (PSD-DF) em reunião do Parlamento Latino-americano (Parlatino), na cidade do México, em setembro último. O parlamentar disse que 70% da energia gerada no País vêm das hidrelétricas, mas por causa das secas dos últimos anos, que afetaram também a Região Sudeste, esse potencial está sendo reduzido.

De acordo com o senador, o Ministério de Minas e Energia estima que a participação hidrelétrica deve cair para 65% já no início da próxima década, por conta de questões ambientais. “Como a demanda deve crescer 4,2% ao ano, o Brasil precisa com urgência considerar uma matriz energética mais diversificada. A gente deve aproveitar o lixo, a biomassa e a energia que chega com os ventos e com o sol”, defendeu.

Sobre a energia eólica, José informou que a capacidade já instalada no Brasil para a geração desse tipo de energia é de 7 mil  megawatts, o que atende cerca de 5% do consumo diário. “Com a conclusão de outros projetos em andamento que somam 10,7 mil megawatts espera-se atender a quase 13% da carga brasileira nos próximos anos. Em 2014, o Brasil foi o quarto país que mais investiu nesse setor. A meta brasileira é estar até 2017 entre as seis maiores potencias eólicas do mundo”, disse o senador.

 


Imprensa SEESP
Informação da Agência Senado









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