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A TV Brasil, da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), fez uma boa reportagem sobre as demissões na siderúrgica Usiminas, no polo industrial de Cubatão (SP). A empresa, cuja matriz fica em Ipatinga (MG), desativou toda a sua linha de produção de aço, o que pode significar, segundo o sindicato dos metalúrgicos local, quase quatro mil dispensas diretas dessa categoria. Os engenheiros também estão sendo atingidos pelo corte. O presidente da Delegacia Sindical do SEESP na Baixada Santista, Newton Guenaga Filho, informa que, até o momento, 53 profissionais já fizeram suas homologações na entidade, podendo chegar a 100 o número total.

A Usiminas, antiga Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa), privatizada em 1993, se transformará em laminadora e operadora portuária. O presidente do Sindicato dos Siderúrgicos e Metalúrgicos da Baixada Santista, Florêncio Resende de Sá, não aceita a justificativa da empresa de que a medida se faz devido à crise. “Para nós, ela vem programando isso desde 2011, quando deixou de investir no seu setor de produção de aço”, denuncia.

Já Guenaga lamenta que a empresa tome uma atitude tão radical sem levar em conta o trabalhador e a região da Baixada Santista. Como forma de minimizar as consequências, os dois sindicatos tentaram estabelecer um diálogo direto com a empresa e, depois, com a mediação do Ministério Público do Trabalho em Santos, mas sem sucesso. “A empresa não apresentou dados que mostrem as dificuldades que ela alega estar passando. Faltaram transparência e diálogo sincero em todo esse processo provocado pela Usiminas”, lamenta o dirigente dos engenheiros.

Confira, a seguir, a reportagem da TV Brasil da EBC:


 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP







Iniciadas na manhã de terça-feira (19/01), as demissões de trabalhadores do quadro fixo da Usiminas, em Cubatão, continuam nesta quarta-feira (20). A empresa suspenderá todas as atividades primárias de produção de aço até dia 31 e manterá em funcionamento apenas o setor de laminação de chapas de aço, que serão adquiridas de outras siderúrgicas.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, Florêncio Rezende de Sá, o Sassá, informações ainda não confirmadas pela Usiminas indicam que, em dois dias, serão feitas, ao todo, 600 demissões.

''Estivemos hoje com representantes da empresa. No começo da manhã, já sabíamos de 30 dispensas, mas isso ainda não é oficial. A previsão que nos deram foi de que, entre ontem e hoje, seriam feitas 600 demissões. Um balanço deve ser feito no final do dia''. Assim como na terça-feira, os trabalhadores dispensados fazem os exames demissionais e são levados para casa de táxi.

Primeiro dia
Na terça-feira, foram demitidos os primeiros 450 trabalhadores, entre eles alguns que estavam há quase 30 anos na siderúrgica e começaram a trabalhar quando a empresa ainda se chamava Cosipa.

As dispensas começariam em 31 de janeiro, mas, como ocorreram problemas com o funcionamento do Alto-Forno 2 na passagem do ano, a Usiminas optou por antecipar o desligamento e iniciá-lo já na segunda-feira (18), liberando os primeiros avisos de demissão.

Do quadro atual, estimado em cerca de 4.200 trabalhadores diretos, permanecerão empregados na usina – dependendo do comportamento do mercado – cerca de 2.400. Oficialmente, a empresa atribui as dispensas à crise no mercado siderúrgico mundial e à concorrência da importação do mercado de aço chinês, a preços mais baixos.

Resposta
Em novo comunicado enviado nesta quarta-feira (20), a Usiminas reforçou que os desligamentos são ''consequência do ajuste em sua capacidade produtiva previamente anunciado''. Além disso, informou que ''após nove reuniões de negociação com os sindicatos e o Ministério Público do Trabalho, a empresa decidiu oferecer um conjunto de benefícios extras ao empregados desligados: manutenção dos planos de saúde e odontológico por 3 a 6 meses; opção por auxílio-alimentação por até 4 meses ou retorno de férias correspondente a 20 dias de trabalho; pagamento de contribuição previdenciária por três meses; seguro de vida por até quatro meses; prioridade na recontratação quando da reativação dos equipamentos e treinamentos para recolocação profissional, além de cartas de recomendação''.

Ainda em nota, a empresa declarou que os desligamentos seguem o cronograma de desativação dos equipamentos e, para minimizar o impacto da medida e reduzir o número de demissões, realizou um estudo e vai redirecionar cerca de 300 empregados para outras atividades na usina.

''Com isso, o número de empregados diretos a serem desligados foi reduzido para um total de 1.800. Estão sendo priorizados empregados que já possuem alguma renda, como aposentados e trabalhadores já em condições de se aposentar''.

A siderúrgica justifica que ''o consumo de aço no Brasil despencou 16,7% em 2015 em relação a 2014, que por sua vez já havia sido 6,8% menor do que em 2013. Os dados oficiais são do Instituto Aço Brasil. Já o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) divulgou ontem que as vendas de aços planos na rede de distribuição registrou em 2015 os piores patamares desde 2006 e que, para 2016, espera uma queda de 5% de Diante desta crise sem precedentes, a Usiminas não teve alternativa senão ajustar sua capacidade de produção à realidade do mercado''.

 

Usiminas 20JAN2016
Confira reportagem da TV local aqui

 

Fonte: Jornal A Tribuna de Santos/Com informações de Manuel Alves Fernandes

 

 

 

 

 

 

 

Em nova reunião entre os sindicatos e a direção da Usiminas, nesta quinta-feira (10/12), na planta industrial de Cubatão (SP), a siderúrgica apresentou um cronograma de paralisação das suas áreas primárias, como anunciado em novembro último, e reafirmou que tal ação significará a demissão de trabalhadores. O SEESP e o sindicato dos metalúrgicos local voltaram a dizer que não concordam com a suspensão de todos os setores que estão envolvidos na produção do aço, assim como as demissões, que podem chegar, segundo os sindicalistas, a mais de seis mil.

 

Conforme o calendário apresentado pela siderúrgica, as paralisações se darão da seguinte forma: Sinterização 2, em 22 próximo; e Coqueria 2, Alto Forno 2, Sinter 3, Conversores 5, 6 e 7, Lingotamento Contínuo 3 e 4, Refino Secundário e Estação de Dessulfuração de Gusa em Panela (EDGP) entre 25 e 31 de janeiro de 2016.

 

O presidente da Delegacia Sindical do SEESP na Baixada Santista, Newton Guenaga Filho, apresentou itens que a empresa deveria levar em consideração para as dispensas, como: recolocação interna de empregados e para outras plantas do grupo; capacitação e treinamentos para as novas atividades; incentivo para o empregado pré-aposentado com o pagamento da Previdência Social pelo tempo faltante; estabelecer um Plano de Desligamento Voluntário (PDV); estender o plano de saúde aos demitidos; abono salarial; prioridade para recontratação do pessoal demitido e realizar depósitos complementares no plano de previdência. Já o presidente do sindicato dos metalúrgicos, Florêncio Resende de Sá, solicitou que a empresa estude medidas como licenças e férias.

 

A empresa informou que levará as propostas apresentadas para avaliação da diretoria a fim de analisar as possibilidades que poderão ser oferecidas aos empregados que serão demitidos. Nova reunião foi agendada para o dia 16 de dezembro próximo, às 14h.



 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP















A decisão da Prefeitura Municipal de Cubatão de impedir o acesso de caminhões aos pátios reguladores fora do período das 8h às 18h pode ter sido uma estratégia da administração local para cobrar melhor gerenciamento logístico por parte de terminais e autoridades portuárias de Santos.

A prefeita Márcia Rosa alega que Cubatão é a cidade mais prejudicada pelos constantes congestionamentos que acontecem no acesso ao Porto de Santos. Diante disso, vê no caos causado pelo decreto municipal 10.048 uma crise que possibilita a chance de reduzir, definitivamente, os transtornos à população local.

Nas primeiras horas de terça-feira (28/05), segundo dia da validade do decreto, foram registrados mais de 40 quilômetros de congestionamentos no sentido capital-Baixada Santista.

Fonte: Portogente.com.br




CubataocorredordeonibusA Faixa Exclusiva para Ônibus, implantada pela Companhia Municipal de Trânsito de Cubatão (CMT) completou, no dia 1º de fevereiro, 31 dias úteis de funcionamento. A avaliação do Setor de Trânsito da Companhia é que a ação atingiu os objetivos traçados.

Desde a implantação do corredor, o fluxo de trânsito na Avenida 9 de Abril, no horário de pico da tarde, se normaliza antes de completar a primeira hora de funcionamento da faixa exclusiva. "Antes, até umas 18 horas tínhamos trânsito lento no local. Atualmente, o fluxo está normal às 17 horas", explica do superintendente da CMT, Marco Fernando da Cruz.

Nas primeiras semanas, houve apenas pequenos contratempos. "Os agentes de trânsito orientaram os motoristas e conseguimos atingir os objetivos neste período, com a ajuda dos próprios motoristas, que colaboraram com o funcionamento do corredor", diz Marco Cruz.

Desde o início do corredor, foi necessária a remoção de 42 veículos, número abaixo da estimativa inicial da CMT. "A média de remoções da última semana é de menos de um veículo por dia. Nossa equipe acredita que a tendência é diminuir ainda mais", afirma o superintendente. Antes do início do corredor, houve um trabalho de divulgação intenso, com faixas ao longo da Avenida 9 de Abril, distribuição de panfletos e matérias na imprensa.

Marco Cruz salienta que a colaboração dos motoristas é fundamental para que o corredor continue funcionando. "Quem estaciona o veículo no horário de funcionamento da faixa exclusiva acaba atrapalhando todo o fluxo de trânsito. A consciência do motorista é importante para que todos possam chegar mais ce do em casa depois do dia de trabalho".
 

Imprensa – SEESP
Com informação e foto da Prefeitura de Cubatão



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