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Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

O jornal Correio Braziliense ouviu o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, também presidente do SEESP, sobre a revisão de normas de segurança nos canteiros de obras do setor da construção civil. Como apontou a publicação, apesar dos avanços e da edição de normas, Murilo acredita que ainda existe a necessidade de aprimoramento sobre o tema. "O setor tinha de fazer uma grande reciclagem. Primeiro, voltada para uma fiscalização mais eficaz. O desenvolvimento do País passa pela construção civil, e a engenharia precisa buscar protagonismo nesse processo", defende.

A matéria, publicada em 31 de janeiro último, aponta que “tragédias lembradas pela série Vidas soterradas pelo descaso, em obras públicas ou privadas, contribuíram para que o sistema de fiscalização nos canteiros evoluísse, mas especialistas ressaltam a necessidade de mais melhorias”. A criação da Norma de Desempenho nº 15.575, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), de 2013, segundo o jornal, é uma dessas mudanças positivas.
 

Imagem: reprodução de vídeo da TV Brasil
Escombros do desabamento do Edifício Palace II, onde oito pessoas morreram e 176 famílias perderam tudo.

A norma começou a ser elaborada, em 2000, dois anos após a queda do Edifício Palace II, no Rio de Janeiro, lembra o Correio Braziliense: “Foram 13 anos de discussões para formular parâmetros baseados nas exigências dos usuários com novos conceitos de vida útil, garantias e definição de responsabilidades. Com previsão de ser atualizada a cada cinco anos, a diretriz será revisada a partir de fevereiro, com término previsto para maio - mais de mil normas da ABNT são sobre o setor.” Outra tragédia que mostrou a importância da norma foi o desabamento de um prédio na região metropolitana do Recife, em 2004. 

>> Abaixo vídeo sobre a tragédia ocorrida no Rio, em 1998:

 

Em Assembleia Geral Ordinária, foram eleitos, no dia 16 de maio último, os novos membros do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para o mandato 2017-2020. O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) foi um dos escolhidos para integrar o Coletivo Mantenedor da entidade. "Gostaria de agradecer o empenho de todos os associados pertencentes ao Sistema Confea/Crea e Mútua, que entenderam a importância da composição do Conselho da ABNT, uma entidade que atua em atividades regulamentadas pelo Sistema e com a qual o Confea tem procurado estreitar ainda mais suas relações, não apenas pela oportunidade de conferir descontos, por meio de convênios, ao acesso às normas técnicas, mas também participando dos Comitês Brasileiros e de suas comissões de estudo, contribuindo ainda mais para a defesa da sociedade", comentou o presidente do Confea, José Tadeu da Silva.

A votação ocorreu por meio eletrônico, iniciativa adotada pela entidade desde 2007 para facilitar a participação dos associados, com segurança e rapidez. O processo foi auditado, recebendo aprovação da RSM Brasil Auditores Independentes, empresa de reconhecimento internacional. 

Verifique os eleitos:

* Coletivo Mantenedor - Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim); Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq); Confederação Nacional da Indústria (CNI); e Confea.

* Coletivo Contribuinte - Instituto Brasileiro de Qualificação e Certificação (IQB); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP); e Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

* Individual colaborador - Catia Mac Cord Simões Coelho

Sobre a ABNT
A entidade é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, confirmado pelo governo federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da Associação Mercosul de Normalização (AMN) e da Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a entidade também é um organismo de avaliação da conformidade acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações da Assessoria de Imprensa da ABNT e do site do Confea

 

 

 

 

ABNT 25SET2015 editadaComissão de Estudos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), vinculada ao Comitê da Construção (CB2), que discute a revisão das normas técnicas (NBR) 6492/1994, 13531/1995, 13532/1995 e 5671/1990, realizou a nona reunião, nesta sexta-feira (25/9), na sede do SEESP, na Capital paulista. A atividade envolve engenheiros, arquitetos, profissionais liberais, empresas e outros segmentos. Os trabalhos, conforme a coordenadora da comissão Saide Kahtouni [foto ao lado], começaram em agosto do ano passado e ainda devem ter mais seis meses de atividade pelo menos. “Estamos vivendo momento importante que envolve vários perfis profissionais e consumidores.” Ela explica que as normas técnicas em revisão estão vinculadas aos projetos arquitetônicos, tantos nas áreas de atividades técnicas voltadas às edificações e também a própria representação gráfica.

João Luis de Oliveira Colares Machado [foto abaixo], coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia Civil do Sistema Confea/Creas, reforça que o debate atual da ABNT refere-se apenas a adequar as normas à realidade e às novas tecnologias e métodos de desenho, de projeto. “O que foi pedido é uma atualização dessas normas, e não a criação de uma nova”, esclarece, observando que as normas têm mais de 20 anos e que nunca passaram por uma revisão. “O processo deve-se ater a sua atualização. Se tiver a necessidade de se entrar em outro ponto que seja feita uma nova norma.”ABNT 25SET2015 5 editada

O objetivo dos trabalhos, ainda de acordo com Kahtouni, é buscar o estado da arte de normas que norteiam diversos contratos, tanto na área privada como na pública. “Estamos recebendo muitas contribuições em função de abordagens de visões diferenciadas, assim como de localidades diferentes do País.”

ABNT 25SET2015 4 editadaLeonides Alves Neto [foto à esquerda], membro do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), realça a necessidade da atualização da norma em consonância com a nova realidade tecnológica presente nas obras do País. Ele observa que a revisão é um procedimento constante na ABNT e essencial para que essa padronização esteja de acordo com o que está sendo usado pelos projetistas e construtores. “A contribuição da engenharia para essa revisão é fundamental porque parte dessas inovações tecnológicas é usada pela área e pela arquitetura.”

A coordenadora da comissão informa o trâmite desse processo: “A ABNT tem um procedimento básico que é o de levar, ao final da aprovação, por consenso, o texto para consulta pública no site da entidade, com a possibilidade de emenda e alterações. Toda a população tem acesso à discussão dessas normas, não apenas os técnicos.”




Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









 

Em vigor desde julho de 2013, a NBR 15.575, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é considerada a mais completa autorregulamentação de um setor da atividade econômica, pois estabelece requisitos e critérios de desempenho aplicáveis às edificações habitacionais quanto ao seu comportamento em uso e consolidam entre projetistas, fabricantes, incorporadores, construtores e moradores a corresponsabilidade pelo desempenho e vida útil de uma edificação.

Por ser um marco regulatório, é de fundamental importância que a cadeia produtiva e o poder público sejam esclarecidos para se preparem aos desdobramentos futuros que a NBR 15.575 acarretará e, com esse propósito, será realizado, em Ribeirão Preto, no Hotel JP, no dia 4 de julho próximo, das 8h30 às 17h30, o primeiro ciclo de debate sobre o tema.

O evento contará com uma programação que incluirá a conceituação e abrangência da norma NBR 15.575, sua aplicabilidade e seus requisitos gerais de desempenho, e detalhará os tópicos de segurança, estanqueidade, nível de ruído e vibração, habitabilidade, vida útil, prazos de garantia e responsabilidades.

Palestras relacionadas à interpretação da legislação vigente combinadas aos métodos de avaliação, planejamento, avaliação de desempenho de projetos, execução, uso, manutenção e entrega de obras, proporcionará base técnica e jurídica para o atendimento correto da norma.

Há pelo menos uma década, a região de Ribeirão Preto vem sendo apontada como uma das grandes potências do mercado imobiliário nacional e, nos últimos três anos, a cidade recebeu mais de 40 mil novos habitantes, o que reverte na necessidade de pelo menos mais 10 mil moradias e coloca a cidade como um dos locais mais indicados para sediar o evento.

O evento conta com o apoio da Delegacia Sindical do SEESP em Alta Mogiana, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Sinduscon de Ribeirão Preto, entre outros parceiros.




Imprensa SEESP
Com informações do organizador do evento









 

Desde o dia 18 de abril toda reforma de imóvel que altere ou comprometa a segurança da edificação ou de seu entorno precisa ser submetida à análise da construtora, incorporadora e do projetista, dentro do prazo decadencial. Após este prazo, somente um laudo técnico assinado por engenheiro ou arquiteto pode liberar a reforma. Esse é um dos assuntos tratados no Jornal do Engenheiro na TV.

Foto: reprodução JE na TV
murilo pinheiro no pontoMurilo Pinheiro fala sobre nova norma técnica da ABNT sobre reformas


“É claro que a ABNT [Associação Brasileira de Normas Técnicas] não fiscaliza, não dita regra. Mas na realidade a ABNT é uma referência de norma técnica acompanhada pelas empresas”, avalia o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), Murilo Celso de Campos Pinheiro, na seção No Ponto.

Estas e outras diretrizes constam da ABNT NBR 16280:2014 “Reforma em edificações — Sistema de gestão de reformas — Requisitos” da ABNT, publicada em 18 de março. A iniciativa de propor a norma partiu do presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, após o desabamento do Edifício Liberdade e de mais dois prédios, devido a reformas irregulares, em janeiro de 2012, no Rio de Janeiro.

Na Entrevista da semana, o jornalista Fábio Pereira conversa com o vereador Gilberto Natalini (PV-SP) fala sobre a atuação da Comissão Municipal da Verdade Vladimir Herzog, a qual é presidente. Inicialmente criada e encerrada em 2012, a Comissão foi recriada a partir de uma pedido do vereador, em 2013, quando foi batizada com o nome do jornalista morto após ser torturado pelo regime militar, em 1975. A Comissão da cidade de São Paulo segue o mesmo prazo estipulado para se encerrar pela Comissão Nacional da Verdade, que é dezembro de 2014.

Natalini, que é o único vereador em exercício atualmente que foi preso político, lamentou que a democracia brasileira atual não é a democracia que sonhou. “Mas, por pior que seja um regime democrático, ele é melhor que um regime ditatorial. Só quem sofreu na pele a falta de liberdade, sabe como liberdade é importante para o país e para o povo”, afirma.

A Comissão Nacional da Verdade (CNV) foi criada pela Lei 12528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012. A CNV tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988. Conheça abaixo a lei que criou a Comissão da Verdade e outros documentos-base sobre o colegiado. Em dezembro de 2013, o mandato da CNV foi prorrogado até dezembro de 2014 pela medida provisória nº 632.

Uma das linhas de investigação da Câmara é o financiamento da ditadura por setores do empresariado brasileiro e estrangeiro. “Ouvimos o ministro Delfim Neto, o ex-governador Paulo Egídio, estamos a cata de outras pessoas para serem ouvidas que participaram da coelta de dinheiro na época para financiar o centro de repressão política”, conta.

Delegacia sindical
Por meio das delegacias sindicais a categoria é representada de maneira específica nas mais diversas empresas. No Metrô, por exemplo, uma das preocupações da delegacia sindical de São Paulo há uma grande quantidade de pessoas com alta capacidade técnica, mas falta um quadro intermediário. “Uma das preocupações do sindicato e dos diretores é que esse conhecimento gerado ao longo dessas décadas seja mantido e seja passado adiante e com eficiência”, declara o diretor Emiliano Stanislau Affonso.

“Hoje, o sindicato dos engenheiros é uma instituição muito forte porque tem na atuação de seus diretores uma responsabilidade muito grande”, completa Ubirajara Félix, ex-presidente do SEESP que integra o atual quadro de dirigentes do Sindicato.

O JE na TV é exibido às segundas-feiras, às 19h30, na capital paulista, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet (neste link) no mesmo dia e horário. O programa é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.



Imprensa SEESP






Integrantes da CEE (Comissão de Estudo Especial) de Segurança e Saúde Ocupacional, da ABNT 109 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que elaboraram a NBR 18.801/10, relativa à gestão de Segurança e Saúde do Trabalho, estão inconformados com o adiamento da vigência da norma, marcada para dezembro de 2011. Um comunicado do Conselho Técnico da ABNT, em novembro daquele ano, adiou a implantação por três anos, atendendo solicitação da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), sob a alegação de que o tema abordado pela norma é objeto de negociação tripartite no âmbito do ministério com representantes dos empregadores e dos trabalhadores.

Os participantes da comissão divulgaram um manifesto defendendo “os profissionais, entidades, organizações, todos com qualificação e habilitação necessárias que deram seu tempo de modo inteligente, coeso e inovador para construir a norma brasileira de gestão de Segurança e Saúde do Trabalho”. Inclusive houve uma moção de repúdio apresentada na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) sobre o assunto.

O documento observa que foi realizado “um trabalho sério e competente, de pessoas que doaram seu tempo na expectativa de melhorar a prevenção de acidentes do trabalho no Brasil. Isso aconteceu depois de ampla discussão na Comissão Especializada de Segurança e Saúde Ocupacional ABNT 109, que, reiteramos, avaliou com o maior cuidado a situação da prevenção no nosso país”.

A comissão classifica a decisão como equivocada e diz que ela serve para desmotivar os que ainda acreditam ser possível corrigir os desvios, criados por influência empresarial ou política para reforçar a ideia de que não adianta lutar por dias melhores. “Mas ainda há gente neste país que acredita, mesmo com as instituições atuais e com as comissões suscetíveis a pressões, ser possível avançar”, diz o material.

O engenheiro Leonídio Francisco Ribeiro Filho, coordenador eleito da ABNT-CEE109, observa que foram três anos consecutivos de árduo trabalho, que originou duas consultas públicas com 390 sugestões. E que todo esse trabalho foi menosprezado com o cancelamento da vigência da norma. Segundo ele, a NBR 18.801 está em consonância com as diretrizes preconizadas pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), por meio da Recomendação 197/2006, da qual o Brasil é signatário, e que contou com a participação ativa de trabalhadores, governo e empresários.

Para Ribeiro Filho, foi criado um contrassenso e questiona: “Como a CNI bloqueia uma norma técnica da ABNT, que tem independência, e passa a apoiar a elaboração de uma norma compulsória? Pode o MTE impor um sistema de gestão a uma organização?”. E acrescenta que um fato como esse nunca ocorreu em 70 anos de ABNT.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP



A Delegacia Sindical do SEESP em Campinas, em parceria com a Termotécnica Para-Raios, realizará palestra gratuita sobre SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas), no dia 20 de agosto, às 13h30, na sua sede (Avenida Julio Diniz, nº 605, no Jardim Nossa Senhora Auxiliadora).

A palestra, direcionada a engenheiros, eletrotécnicos, projetistas, instaladores, auditores e fiscais de obra, será proferida por José Barbosa, engenheiro eletricista e gerente de Engenharia da Termotécnica.

Proteção de edificações contra raios de acordo com a NBR 5.419/2005 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), cálculo da necessidade de proteção, apresentação de métodos de dimensionamento, malhas de aterramento, introdução ao sistema de proteção dentro do concreto armado serão os conteúdos abordados.

Para participar basta se inscrever pelo site www.tel.com.br, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (31) 3308-7029.

 

Marta Adriano Rabelo Rocha
Delegacia Sindical de Campinas



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