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27/07/2016

Centrais reafirmam unidade e marcam Dia Nacional de Lutas

As centrais sindicais buscam convergência e reconstroem a unidade na luta. Os pontos centrais dessa convergência são o combate às reformas neoliberais propostas pelo governo interino e a resistência à ofensiva conservadora de amplos setores do patronato. Esse foi o foco central das falas durante a Assembleia Nacional, nesta terça (26/07), em São Paulo, da qual participaram CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, CGTB e CSP-Conlutas, além de Sindicatos, Federações e Confederações.

Documento
A plenária nacional aprovou documento em defesa do emprego, da retomada de investimentos e manutenção das políticas sociais. O texto também reafirma a preservação das conquistas da CLT e da Constituição, para trabalhadores da ativa e aposentados. No documento, as entidades denunciam a precarização do trabalho e as altas taxas de juros, fixadas pelo Banco Central - Selic está em 14,25%. Clique aqui e leia o documento.

Protesto
A Assembleia aprovou o Dia Nacional de Lutas, 16 de agosto, nas Capitais, como mobilização rumo a eventual greve geral. Para José Calixto Ramos, presidente da Nova Central, “a greve geral talvez seja a forma mais eficaz de fazer com que o governo negocie, em vez de tentar impor”. O presidente das UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, enfatizou a necessidade de amplas mobilizações. “Temos de ir às ruas, levar nossas reivindicações e expor à população por que somos contra o desmonte da CLT e de conquistas que custaram décadas de lutas a seguidas gerações”.

Vagner Freitas, presidente da CUT, lembrou que o trabalhador não faz greve por querer apenas parar a produção. “Uma greve geral, que demanda organização nacional, é a forma de resistir a ataques e de rechaçar o desmonte do modelo de Estado surgido na Constituição de 1988”, lembrou.

 

 

Fonte: Agência Sindical

 

 

 

 

 

 

 

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