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Governador deve ter juízo e desistir do PL 529

 

Projeto de lei tem enfrentado resistência de vários partidos na Assembleia Legislativa de São Paulo, o que demonstra o evidente equívoco da proposição.  Será demonstração de compreensão da realidade por parte do chefe do Executivo paulista recuar do seu intento.

 

PL529 quadradoEnviado há dois meses pelo Governo do Estado de São Paulo à Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei 529/2020, apesar da pressa do Executivo, não foi votado ainda graças à resistência que tem sido imposta por parlamentares de partidos diversos que o avaliam como um equívoco grave que só prejudicará a população paulista. Em nome do ajuste fiscal, pretende-se extinguir 11 empresas ligadas a serviços essenciais, fundações e institutos de pesquisa, além de 12 fundos estaduais.


Originalmente, o PL também afetava a autonomia das universidades públicas do Estado ao retirar recursos dessas instituições e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Na semana passada, o Governador do Estado, diante da dificuldade em aprovar a proposição, anunciou a exclusão desse ponto. A decisão é acertada, contudo, insuficiente. Conforme vem sendo demonstrado por especialistas de renome e credibilidade das várias áreas afetadas por esse desmonte público, o ajuste pretendido não justifica a iniciativa e pode nem ser alcançado com ela.


Para citar dois exemplos simbólicos, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) estão entre aquelas que farão enorme falta.


No caso da primeira, que foi objeto de debate virtual promovido pelo SEESP, ficou demonstrado que caem por terra os argumentos do governo de que causa prejuízo. Segundo dados apresentados e que podem ser verificados, o faturamento da empresa cobre todos os seus gastos, inclusive com pessoal. Além disso, cumpre papel imprescindível ao atender a demanda de transporte entre os municípios da Grande São Paulo.


Por isso mesmo, uma visão mais estratégica do desenvolvimento do Estado levaria o governo ao caminho oposto: requalificaria a EMTU para se constituir numa autoridade metropolitana que pudesse fazer a gestão integrada dos vários modais de transportes, aprimorando esse serviço com ganhos em qualidade de vida e competitividade econômica.


Já o fim da CDHU, que também não causa prejuízos aos cofres estaduais, conforme aponta em artigo o engenheiro Humberto Schmidt, ex-presidente da companhia, deixará à míngua a parcela mais pobre da população. Detentora de uma carteira de arrecadação de R$ 800 milhões por ano, é a única instituição que atende efetivamente os cidadãos com renda abaixo de dois salários mínimos e que vivem nos pequenos municípios que não atraem a iniciativa privada.


Ou seja, o melhor a fazer é repensar a proposta e buscar os recursos que faltam para equilibrar as contas públicas em outras fontes, por exemplo, revendo benefícios fiscais a grandes grupos econômicos que talvez não sejam tão vantajosos ao Estado. Enquanto essa sábia decisão não vem, mantenhamos nossa resistência junto aos parlamentares, demonstrando que à sociedade não interessa aprovar esse PL.

 

Eng. Murilo Pinheiro – Presidente

Comunicação SEESP

Está marcada para terça-feira (10/4), às 12h30, a primeira
Assembleia Geral Extraordinária dos engenheiros da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) deste ano que iniciará a Campanha Salarial 2018, conforme convocação enviada em boletim à categoria, juntamente com pré-pauta das reivindicações que será debatida na assembleia.

O local da assembleia será na s
ede da EMTU, na Rua Quinze de Novembro, 244, 5º andar, Centro da capital paulista. Na pauta estão: discussão e aprovação da Pauta de Reivindicações da categoria para o ano de 2018, com data-base em 1º de maio; delegar poderes à direção do SEESP para início das negociações coletivas de trabalho, assinar Acordo Coletivo de Trabalho ou instaurar Dissídio Coletivo; fixar e autorizar o desconto da Contribuição Assistencial e/ou Confederativa e/ou Profissional e/ou Negocial; e declarar a assembleia aberta em caráter permanente até o final do processo de negociação coletiva.




Comunicação Isitec*

Os três grupos finalistas da primeira Maratona de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), realizada nos dias 16 e 17 de setembro último, deram o primeiro passo na caminhada de transformar projetos em soluções realizáveis de melhoria no transporte metropolitano sobre rodas. Promovida pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) e o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), a disputa selecionou proposta de tarifação inteligente, monitoramento em tempo real e sustentabilidade. Durante seis meses, os desenvolvedores ficarão incubados no E-Lab da EMTU/SP.

No dia último dia 20, os gestores da EMTU recepcionaram os jovens e apresentaram as instalações da empresa, sediada em São Bernardo do Campo. Os grupos também conheceram a Metra, concessionária que opera o Corredor ABD. A coordenadora do Núcleo de Parcerias + Inovação da EMTU, Renata Veríssimo, recepcionou os alunos e explicou que os gestores da empresa atuarão como mentores dos projetos durante o período no qual os jovens desenvolvedores ficarão incubados. “Eles terão também mentoria acadêmica científica dos professores do Isitec”, acrescentou.

Os jovens receberão declaração de estágio não remunerado, segundo Veríssimo. “Nossos alunos estão acostumados a desafios e até checaram a viabilidade dos projetos”, salienta o diretor geral do Isitec, Saulo Krichanã Rodrigues, ao valorizar a parceria entre EMTU e Isitec. A gerente de Tecnologia da Informação, Cilena Mainente, deu boas vindas aos grupos. “Daremos todo o apoio para que os projetos de vocês tenham vida longa”, ressaltou.

Os estudantes foram acompanhados por funcionários da EMTU que falaram sobre a empresa de acordo com cada trabalho proposto. O professor José Marques Póvoa, diretor de Graduação do Isitec, ressaltou a importância da relação entre ensino acadêmico e relacionamento direto com empresas. “Os estudantes precisam conhecer e testar na prática o que aprendem dentro das universidades e os laboratórios de incubação de projetos são excelentes para o aprimoramento do conhecimento”, afirmou.

Estiveram presentes na ocasião os diretores da Isitec  Saulo Krichanã e José Marques Póvoa, o professor Diogo Dutra, o assessor Heitor Kawano, representando o diretor de Gestão Operacional, Marco Assalve, membros do colegiado do Núcleo de Parcerias +Inovação,  gerentes, chefes de departamento e mentores da EMTU.


Monitoramento

Os alunos Gideão Gomes da Silva e Lucy Anne de Omena, membros do grupo Hackafé, levaram à empresa a proposta de um monitoramento em tempo real. “Nosso projeto é eliminar zonas de sombra, locais em que o GPS do ônibus não tem sinal de rede móvel e o coletivo desaparece do mapa do sistema”, esclareceu Silva.

A solução proposta integrará os dados do GPS (georreferenciado) com os do validador (instalado no ônibus) e, assim, a informação chegará à companhia sem interrupções. “Também haverá histórico geral do que ocorre com os ônibus durante o trajeto”, adicionou Omena.


Bilhetagem

Sandor Fleury, Felipe Carvalho, Ellen Fleury e Guilherme Fernandes são os alunos que compõem o grupo SFEG, que propõe a inclusão de um segundo validador no ônibus para informatizar a cobrança de tarifa proporcional ao trecho percorrido das linhas seccionadas, que são as de longa distância (acima de 30 quilômetros). “Vamos criar um software para pagamento da tarifa pelo cartão BOM, de acordo com o trecho percorrido”, disse Sandor Fleury.

Ellen relata que contataram a empresa fabricante do validador, pois os ônibus terão que dispor de dois equipamentos; no validador da entrada, o passageiro informa o destino e paga pelo trecho; no da saída, confirma o valor cobrado. “Se a pessoa não validar, a cobrança será pelo valor integral do percurso. Isso é para evitar fraude”, destacou Carvalho.


Meio ambiente

Atentos à necessidade de reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, os alunos do grupo CQV, Giovanni Bevilacqua, Vivian Baena, André Arahawa e Pedro Luiz Silveira propõem instalar sensor de poluentes acoplado aos coletivos e nas entradas das garagens. “O sensor captará emissão em tempo real e terá leituras mais dinâmicas. Se o veículo estiver poluindo além do permitido, será possível perceber rapidamente e evitar multa”, explicou Bevilacqua. E acrescentou: “também será possível identificar problemas nas velas, bombas injetoras e outros problemas mecânicos”.

 

Fotos: Comunicação Interna da EMTU
Isitec na EMTU 1
Estudantes conhecem departamentos e núcleo de inovação da EMTU.

 

 

 

 

 

*Com informações da Comunicação Interna da EMTU e Diário Oficial Poder Executivo – Seção II – 23/10/2017

 

 

 

 

Em reunião realizada em 14 de março último com o presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Joaquim Lopes da Silva Junior, o presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, reafirmou reivindicações dos engenheiros da empresa, como a aplicação do piso salarial conforme a Lei 4.950-A/66 e a garantia de emprego, repudiando, por isso, as demissões sem negociação com os sindicatos. O encontro também contou com a participação de outros diretores e o jurídico do sindicato.


Foto: Karen Blanco/SEESP
EMTU 14MAR2016 
Murilo Pinheiro (à dir.) reafirma necessidade da valorização profissional dos
engenheiros da EMTU ao presidente da empresa (ao centro) 


Para Pinheiro, a empresa deve implantar um procedimento administrativo que possibilite a participação do empregado e dos sindicatos no processo de discussão, preventivo à formalização de demissões, bem como uma análise da reestruturação do processo interno de avaliação dos trabalhadores.

O presidente da empresa informou que a EMTU é favorável à implantação do piso salarial dos engenheiros, por isso encaminhou ao Conselho de Defesa dos Capitais do Estado (Codec), órgão ligado à Secretaria da Fazenda, documentação com a fundamentação técnica do pleito do SEESP. 


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP










O presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Joaquim Lopes, e o Secretário Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, Julio Eduardo dos Santos, estiveram em São Vicente, no litoral de São Paulo, na última semana, para vistoriar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na linha amarela.

De acordo com o secretário nacional, os trens devem chegar à região em junho de 2014, mas a ideia é antecipar a entrega para maio."Nós temos uma etapa que ainda não foi licitada, mas que o governo do estado está licitando, que é a etapa que vai levar da conselheiro até o porto, onde vai ser o pátio de manutenção e o pátio dos trens", disse Santos.

As obras do VLT começaram há quase um mês e devem ser encerradas em junho de 2014, quando os veículos entraram em circulação. No entanto, já há uma previsão do valor da tarifa que será cobrado aos usuários. "Vai custar o que custa a passagem hoje. Não tem alteração de preço. Exatamente a passagem do ônibus hoje", comentou o presidente da EMTU.

 

Fonte: G1 – notícia do dia 22/07/2013




Nesta quarta-feira (18/07), foi lançado o edital de pré-qualificação para o Corredor Noroeste, da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos). O investimento é de R$ 180 milhões no trecho que vai de Sumaré, passando por Americana até Santa Bárbara d’Oeste. O primeiro trecho do corredor vai de Campinas, Hortolândia até Sumaré.

Está no cronograma um novo trevo sob a SP-304, que garantirá a fluidez no tráfego de veículos entre Nova Odessa e Americana. Outra novidade é a criação de cliclovias nas avenidas Antônio Pinto Duarte, em Americana, Ampélio Gazeta, em Nova Odessa, e Santa Bárbara, em Santa Bárbara d´Oeste.

Todas as obras são importantes para dar velocidade ao corredor de pneu que integrará Santa Bárbara d’oeste, Americana, Nova Odessa, Sumaré, Hortolândia e Campinas. “É uma grande obra metropolitana”, destacou. O início das obras está previsto para janeiro de 2013 e a conclusão em junho de 2014.

O Corredor Noroeste terá 32,7 Km de extensão e 28 pontos de parada. São duas Estações de Transferência, três terminais (Sumaré, Americana e Santa Bárbara d’Oeste) e uma demanda estimada em 34.800 passageiros por dia quando estiver funcionando.

 

Imprensa – SEESP
* Informação do Portal do Governo do Estado

 

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