GRCS

Mostrando itens por marcador: Dersa

Corpo técnico merece respeito e engenharia da empresa deve ser valorizada

 

A empresa Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), responsável por inúmeras e fundamentais obras rodoviárias no Estado de São Paulo, é certamente um braço estratégico do desenvolvimento paulista. Seu corpo técnico,  que inclui 75 valorosos engenheiros, possui alta qualificação e muito tem a contribuir para que a unidade mais rica da federação possa superar os atuais gargalos logísticos e de transporte que freiam seu potencial de crescimento.

Assim, causa preocupação a matéria publicada pelo jornal do O Estado de S. Paulo em 10 de novembro, intitulada “Dória avalia extinguir a estatal Dersa”. Segundo a reportagem, que pouco aborda as realizações e o potencial da empresa, a decisão se daria em razão de a companhia ter se tornado um “foco de denúncias de corrupção”.
  

É nossa firme convicção que a malversação do dinheiro público deve ser objeto de investigação e devida punição legal. Além disso, cabe aos gestores criar mecanismos de transparência que coíbam crimes ou malfeitos. Se houve problemas no passado, esses devem ser corrigidos e medidas devem ser tomadas para evitar que se repitam. O que não é admissível é simplesmente se decretar o fim da empresa.

O destino da Dersa e eventual reformulação em sua atuação devem ser objeto de discussão séria e consequente, com a devida participação de seu corpo técnico, reconhecidamente  qualificado e comprometido com o interesse público. O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) está à disposição para colaborar com esse debate.


Murilo Pinheiro
Presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP)

 

Comunicação SEESP

Acontece na quinta-feira (7/6) uma Assembleia Geral Extraordinária, às 18h30 (segunda convocação), dos engenheiros da empresa Dersa para definirem as próximas ações da Campanha Salarial 2018. O local da assembleia será na sede do SEESP, Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo, SP.

Na pauta, discussão e deliberação sobre a proposta final da Dersa para o Acordo Coletivo de Trabalho 2018; discussão e deliberação sobre os próximos passos da campanha salarial de 2018, com possibilidade inclusive de deflagração de movimento paredista e com indicativo de greve para 0h do dia 12/06/2018; declarar a Assembleia aberta em caráter permanente até o final desta campanha.

 




Os profissionais da companhia Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) e da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) representados pelo SEESP dão início à campanha salarial deste ano, realizando assembleias nesta semana para discussão e aprovação da pauta de reivindicações e de outros temas relacionados ao processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Os engenheiros da Dersa, cuja data-base é 1º de maio, se reúnem nesta quinta-feira (16/3), às 18h30, na sede do sindicato, na capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista). Já os da Emae, com data-base em 1º de junho, definem a pauta na sexta-feira (17), às 14h, no Espaço Conveniência (Avenida Nossa Senhora do Sabará, 5.312, Vila Emir - São Paulo/SP).

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

Os engenheiros da Dersa, reunidos em assembleia no dia 22 último, aprovaram a proposta para o acordo coletivo de 2016, apresentada em audiência de conciliação pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) ocorrida no dia 21. A categoria, portanto, suspendeu a paralisação marcada para esta quinta-feira (23).

Entre outros itens, a proposta aprovada estabelece reajuste salarial com aplicação do IPC/Fipe integral, sendo 5,02% a partir de maio/2016 e 5,02% a partir de novembro/2016; reajuste dos benefícios com aplicação do índice integral de 10,04% a partir de maio/2016; e manutenção das cláusulas dos acordos anteriores.

Consta da proposta do tribunal o compromisso, por parte da empresa, em discutir com as categorias, até janeiro de 2017, os critérios para eventual pagamento da participação nos lucros e resultados (PLR). Ainda sobre esse benefício, o SEESP registra que até agora a Dersa não apresentou os resultados de 2016.


 

Imprensa SEESP







Na segunda rodada de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2016 ocorrida na quinta-feira (9/06), a empresa de Desenvolvimento Rodovisário (Dersa) apresentou sua proposta econômica, que prevê reajuste salarial de 5,22% parcelado em duas vezes de 2,61%, sendo a primeira retroativa à data-base em 1º de maio de 2016 e a segunda a partir da folha de novembro. Os demais benefícios de caráter econômico serão reajustados em 5,22%, a partir de 1º de maio último.

O SEESP, em conjunto com os demais sindicatos de trabalhadores presentes, rejeitou essa proposta econômica por considerá-la bem inferior à necessária reposição das perdas salariais na data-base em 1º de maio. Por isso, os sindicatos solicitaram uma nova proposta a ser apresentada até o dia 13 de junho próximo, condizente com os anseios dos trabalhadores da Dersa, e contemple, também, o devido aumento real compatível com o fato de que, no ano passado, a empresa foi a que teve menor reajuste salarial dentre as companhias estatais.

No dia 14 de junho, às 9h, o SEESP realizará assembleia dos engenheiros para avaliação e deliberação dos próximos passos da campanha, com possibilidade, inclusive, de deflagração de paralisação das atividades. A assembleia será na sede do sindicato, em São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista).

 

Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

Acompanhe, a seguir, as últimas informações sobre as campanhas salariais de acordos e convenções coletivas de trabalho dos engenheiros das seguintes empresas e sindicatos:

Dersa
Foi assinado o Acordo Coletivo de Trabalho 2015 dos engenheiros que trabalham na Dersa, retroativo à data-base (1º de maio). Destacam-se, entre os principais itens, reajuste salarial de 7,21% extensível aos demais itens de caráter econômico e manutenção das cláusulas preexistentes.

Telefônica/Vivo
Após três reuniões nas principais sedes da empresa, os engenheiros que atuam na Telefônica/Vivo, com data-base em 1º de setembro, aprovaram em assembleia a pauta de reivindicações deste ano, que inclui: reajuste salarial correspondente à variação integral do maior dentre os índices inflacionários, acumulados do último ano, mais 10% de aumento real, extensível aos benefícios de caráter econômico, e aplicação do piso do engenheiro conforme previsto na Lei 4.950-A/66 (R$ 7.092,00 para jornada de oito horas diárias).

Sindicatos patronais
Está em andamento a negociação com o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco). Já os engenheiros da construção civil e pesada aguardam prazo protocolar para a instalação do dissídio coletivo com os sindicatos das indústrias da construção civil (Sinduscon-SP) e da construção pesada (Sinicesp). O SEESP protocolou pauta de reivindicações, mas há cinco anos não há negociação, o que acaba resultando em processo no TRT-2ª Região.

Cetesb
Assinado em 24 de junho o Acordo Coletivo de Trabalho 2015 entre SEESP e Cetesb. Destacam-se: reajuste salarial de 8,29% (IPC-Fipe), retroativo à data-base de 1º de maio de 2015, extensível aos demais benefícios, com exceção do vale-refeição e do vale-alimentação que serão majorados em 10%. Em relação a esse último, será pago também no 13º, a título de vale cesta de Natal.

 

 

 

Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

Os engenheiros empregados na empresa de Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), reunidos em assembleia geral extraordinária no dia 24 de junho, consideraram a última contraproposta da empresa, apresentada em 16 de junho, para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2014 muito aquém dos justos e legítimos anseios da categoria. Por isso, deliberaram pela rejeição da proposta e pela deflagração de greve no próximo dia 7. A assembleia permanece em caráter permanente até o término da mobilização.

Em decorrência, o SEESP, em conjunto com o Sindicato dos Técnicos e o Sindicato das Secretárias e com apoio das demais entidades de trabalhadores da empresa, entrou com petição, junto ao Tribunal Regional do Trabalho 2.ª Região, para abertura de Dissídio Coletivo Econômico com ameaça de greve contra a Dersa. A partir desse encaminhamento, foi agendada, pelo TRT, audiência de conciliação em seu Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos Coletivos (NCC), no próximo dia 2, às 16h, no 1.º andar do tribunal (Rua da Consolação, 1.272). Frente a esse agendamento, o sindicato antecipou a assembleia dos engenheiros, inicialmente programada para o dia 4, para dia 3, às 18h30, na sede do SEESP (Rua Genebra, 25, Bela Vista, SP).


 

Imprensa SEESP









O governador Geraldo Alckmin baixou o Decreto n.º 59.598 (leia neste link http://migre.me/gyIgB o documento na íntegra), em 16 de outubro último, que dispõe sobre programas de participação nos lucros ou resultados (PLR) no âmbito das empresas controladas pelo Estado e que levou em consideração o disposto no inciso XI do artigo 7º da Constituição Federal. A consequência imediata é tornar obrigatório o pagamento do benefício, anualmente, aos trabalhadores de empresas de economia mista, como é o caso da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), sem depender de aprovação do Conselho de Defesa dos Capitais do Estado (Codec), órgão vinculado à Secretaria da Fazenda do governo estadual.

Conforme o artigo 2º, os programas de PLR implementados pelas empresas controladas pelo Estado serão anuais, com período de avaliação coincidente com o ano civil, e deverão conter definição clara e objetiva dos indicadores, metas, pesos, fórmulas de aferição global e parcial, montante máximo de pagamento, critérios de distribuição e período de apuração.

Sobre os valores, o decreto define que o montante máximo passível de distribuição deverá corresponder a uma folha de salários nominal, assim entendida como o somatório das verbas salariais percebidas pelos empregados a título de salário-base, anuênio e gratificação de cargo ou função de caráter permanente, relativa ao mês de dezembro do ano de apuração do Programa.

Indicadores e afastados

O decreto estabelece, ainda, os indicadores que servirão de parâmetro para a elaboração dos programas de PLR, como o econômico-financeiro, que represente uma ou mais das seguintes circunstâncias: melhoria do resultado apurado nas demonstrações financeiras (aumento do lucro ou redução de prejuízo); ampliação da capacidade de geração de caixa (EBTIDA); eficiência na aplicação de recursos transferidos pelo Estado; diminuição de custos; redução do nível de endividamento ou do grau de dependência do Tesouro. E ainda um indicador de satisfação do usuário ou qualidade do serviço, preferencialmente aferido com base em pesquisa realizada por instituição independente; e outro vinculado ao planejamento estratégico da empresa, que representem resultado de ações e projetos e não os processos internos ou etapas intermediárias necessárias à sua consecução.

Os programas abrangerão somente os empregados vinculados à empresa por contrato de trabalho, excluídos os que se encontrem afastados junto a outras entidades, os afastados por auxílio doença ou qualquer outro benefício concedido pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), bem como aqueles com contrato de trabalho suspenso ou interrompido.

A proposta de implementação de Programa de Participação nos Lucros ou Resultados deverá ser apresentada pela Diretoria da empresa ao Conselho de Administração até 31 de janeiro do exercício correspondente, instruída com as informações, justificativas e dados necessários ao exame e deliberação conclusiva do referido Colegiado.


Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP





 

Tag

agenda