Logos

GRCS

ATERRAMENTOS ELÉTRICOS

Descrição

Os interessados devem se inscrever pelo fone (11)3113-2641

 

Aterramentos Elétricos
Prof. Luciano Martins Neto e
Prof. Álvaro Martins.

Entre os profissionais da Engenharia Elétrica é muito comum ouvir que a área de aterramentos elétricos é complexa, difícil, altamente discutível, polêmica, etc. Os adjetivos utilizados normalmente são no sentido contrário ao princípio da engenharia que busca a orientações conclusivas, compreensivas, exatas relativamente à uma certa precisão ou aproximação adequada. Os estudos, pesquisas e experiências na área de projeto, construção e medições feitas na área de aterramentos elétricos, permitem reprovar a aplicação de tais adjetivos, especialmente quando utilizados por engenheiros eletricistas. O retrospecto das experiências demonstra que é fundamental adquirir uma base sólida de compreensão teórica sobre os fundamentos físicos que alicerçam um aterramento elétrico. Com essa base teórica é fácil compreender que não se pode a princípio querer entender um aterramento elétrico para uma determinada aplicação sem se formular uma teoria geral sobre a área. Ao estudar aterramentos elétricos existem algumas características importantes que os diferenciam da grande maioria dos equipamentos, dispositivos
e sistemas elétricos. As mais importantes são:
Grande diversidade nos valores dos parâmetros que fazem parte da característica elétrica do aterramento, devido ao seu principal condutor elétrico ser um material disponível diretamente na natureza e portanto não manufaturado: o solo . Essa característica resulta em situação mais complexa, principalmente quanto à tendência de normalização, pois a quantidade de casos diferentes é infinita, diferentemente de outras áreas da engenharia elétrica onde se trabalha com materiais manufaturados como os transformadores, máquinas elétricas, componentes de linhas de transmissão, etc., onde a normalização é bem mais viável;
A distribuição de campo elétrico produzido pelo aterramento ser de fronteira aberta, tendo apenas como condição de contorno a superfície do solo e as superfícies entre camadas quando utilizado o modelo da estratificação do solo. Essa característica exige estudos mais aprimorados com a utilização da teoria do eletromagnetismo e, evidentemente, necessita de conhecimentos mais profundos nessa área. Normalmente as outras áreas resolvem seus problemas básicos com a aplicação direta da teoria de circuitos elétricos que é mais simples que a teoria eletromagnética, por ser até uma condição particular da mesma. Em aterramentos é possível aplicar a teoria de circuitos elétricos, porém exige-se um entendimento de como passar da teoria eletromagnética
tradicional para a de circuitos elétricos;
A teoria apontada que explica o funcionamento de um aterramento a princípio se apresenta com um maior grau de complexidade matemática relativamente a muitas outras áreas da Engenharia Elétrica. Esta complexidade matemática pode levar a modelagem que dificilmente encontraria uma aplicação prática devido ao alto grau de sofisticação. Neste particular é importante saber encontrar o meio termo entre as modelagens matemáticas e suas aplicações práticas, para que realmente todo o estudo teórico compreendido possa ser útil na solução
de problemas da engenharia, isto é, problemas práticos.

Com base nessas premissas o Prof. Luciano Martins Neto elaborou um curso de aterramentos elétricos em multimídia com o objetivo de estabelecer uma teoria geral sobre a disciplina, independentemente da sua aplicação prática, porém abordando todos os elementos que influem decisivamente no projeto de um aterramento elétrico. O conhecimento dessa abordagem geral sobre aterramentos torna mais compreensivo a sua aplicação para um caso específico. O curso representa o produto de um estudo teórico acadêmico de poucos, porém excelentes livros editados nas décadas de 50 e 60, e também pelo desenvolvimento próprio de alguns temas e
consultorias em projetos, como:

método de aferição do processo de estratificação do solo;
um método mais eficaz para o cálculo da resistência e potenciais de aterramentos;
método de medição do desempenho de um aterramento sob descarga atmosférica;
determinação de parâmetros de projeto incluindo a ionização do solo;
uma filosofia de projeto de aterramentos elétricos;
implantação na CESP do sistema monofilar com retorno pelo solo nos anos 1983 e 1984; representando uma grande economia na implantação de linhas rurais, projetos de aterramentos elétricos em telefonia fixa e móvel para a CTBC (Companhia de Telecomunicações do Brasil Central), desde 1985, diminuindo sobremaneira o índice de queimas em equipamentos durante a incidência de descargas atmosféricas, projetos de aterramentos elétricos para as indústrias de óleo CARGILL e ADM, e de cigarros SOUZA CRUZ, usina de álcool e açúcar GOIASA.

O curso elaborado em sistema de educação continuada, com o envio do CD- ROM pelo correio e expedição de certificado, repassa essas experiências bem sucedidas para toda a classe de engenheiros e estudantes de engenharia está disponível na página do “Engenheiro Empreendedor “ do SEESP com acesso pelo link: CURSO DE ATERRAMENTO , de onde pode ser baixado gratuitamente o arquivo de demonstração: SetupAterraDemo.exe”. O preço do curso é promocional (sócios do SEESP: R$ 210,00 e não-sócios: R$ 260,00) em duas parcelas.

Programa do Curso:

Capítulo 1
CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE ATERRAMENTOS ELÉTRICOS

1.1 – Objetivos de Aterramentos Elétricos
1.2 - Grandezas Físicas
1.3 – Aspectos Gerais Relativos ao Projeto de Aterramentos Elétricos
1.4 - Questões

Capítulo 2
COMPORTAMENTO DO SOLO QUANTO À RESISTIVIDADE ELÉTRICA

2.1 – Espalhamento da Corrente Elétrica em Solos Homogêneos
2.2 – Método “Wenner” para Medição da Resistividade Elétrica - Solos Heterogêneos
2.4 - Resistividade Aparente em Solos Estratificados Horizontalmente – Método “Wenner” para Medição da Resistividade Elétrica
2.5 – Método da Estratificação do Solo em Camadas Horizontais
2.6 – Processo de Aferição do Método de Estratificação do Solo em Camadas Horizontais
Programa AFERE
2.7 – Questões

Capítulo 3
RESISTÊNCIA E POTENCIAIS DE ATERRAMENTO ELÉTRICO

3.1 – Conceito de Resistência de Aterramento
3.2 – Solo Homogêneo
3.3 – Solo de 2 Camadas Horizontais
3.4 – Potenciais de Superfície
3.5 – Questões

Capítulo 4
ATERRAMENTOS ELÉTRICOS EM DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

4.1 – Resistência Dinâmica
4.2 – Indutância
4.3 – Questões

Capítulo 5
MEDIÇÕES

5.1 – Resistividade do Solo – Método “Wenner”
5.2 – Resistência de Aterramento – Métodos da “Haste Remota” e “Aterramentos Auxiliares”

Capítulo 6
LIGAÇÃO AO TERRA

Prof. Dr. Eng. Eletricista Luciano Martins Neto – UFU – Universidade Federal de Uberlândia;
Prof. Esp. Eng. Eletricista Álvaro Martins – UNIP – Universidade Paulista e EMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia SA


VAGAS DE ESTÁGIO

agenda

art creasp