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EDITORIAL - Hora de ir às urnas

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       É chegado o momento de as categorias ligadas ao Sistema Confea/Creas exercerem o seu direito e também dever – embora o voto não seja obrigatório – e dizerem nas urnas qual modelo de gestão desejam para sua organização profissional. No próximo dia 8, acontece o pleito para escolha dos presidentes do Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e do Crea-SP (Conselho Regional) e para diretor-geral da Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais. Votar, como já foi dito neste espaço (JE 397), não será tarefa das mais simples.

       Os esforços feitos pelo SEESP para instalar urnas nas empresas e locais de grande concentração de profissionais foram parcialmente bem-sucedidos. Ainda, o sistema será o mais antigo possível: serão utilizadas urnas de lona e cédulas de papel, apesar da tecnologia eletrônica disponível.

       Porém, e apesar das dificuldades, é fundamental a participação nessas eleições, especialmente para quem deseja mudanças. Consciente da importância desse processo e também da sua responsabilidade de defender os interesses dos engenheiros, o SEESP apoia os candidatos cujos programas de trabalho e históricos profissional e militante apontam para a transformação necessária do Sistema Confea/Creas (leia as matérias “Modernizar o Confea e aproximá-lo dos seus congregados”; “Transformar, descentralizar e atualizar a Mútua-SP”; “Determinação e compromisso para mudar o Crea-SP” ).

       Para o Confea, a opção é o presidente licenciado do Crea-PR, Álvaro Cabrini. Por dois mandatos à frente do conselho paranaense, ele se tornou exemplo de gestão eficiente, moderna e transparente para todo o Brasil. E pretende no Confea realizar o mesmo trabalho, estendendo os bons serviços aos profissionais do País inteiro.

       À direção-geral da Mútua, nosso candidato é o engenheiro João Oliva, que tem planos de incrementar os benefícios oferecidos aos profissionais. Uma das questões fundamentais defendidas por ele é o incentivo à valorização profissional por meio de convênios com entidades de classe e instituições de ensino.

       E, finalmente, para a Presidência do Crea-SP, o SEESP lançou o seu diretor Amaury Hernandes. Extremamente experiente, como profissional da engenharia e como gestor público, ele implementará no conselho um programa de trabalho avançado e exequível, amplamente debatido com os profissionais do Estado todo. Esse inclui transparência, serviços informatizados, fiscalização efetiva e participação ativa nos debates de questões e projetos de interesse social.

       O profissional tem, assim, a oportunidade de fazer a opção pelo que considera o melhor para o seu sistema. Contudo, é preciso ir às urnas.




 


 

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