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28/05/2010

A engenharia dos Urus

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Em visita ao Lago Titikaka, delegação brasileira do II Fórum da Amazônia Sul-Americana conhece as ilhas flutuantes e a arte da construção desses povos

       A quase 4 mil metros de altitude, a delegação brasileira que participa do II Fórum de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Sul-Americana teve o oportunidade de conhecer um pouco da história e da paisagem de Puno, que fica às margens do lago Titikaka. A região foi habitada primeiramente por povos da cultura Pukara, depois pelo império Tiahuanaco e mais tarde ocupada pelos Incas. Puno foi fundada pelos espanhóis em 1668.
       A partir de Puno, a delegação pode conhecer as Islas Flotantes de Urus, no lago Titikaka, distantes da margem 30 minutos de barco. As comunidades que ali vivem desecendem dos antigos povos de Urus, habitantes de ilhas artificiais flutuantes que eles mesmos constroem com o caule de uma uma espécie de junco chamada totora e também utilizada para a fabricação de barcos.

 

 

        A engenharia dos povos Urus impressionou a comitiva, que de lá seguiu, nesta sexta-feira, para uma experiência igualmente extraordinária de contato com a engenharia e a cultura inca tão presentes na cidade de Cuzco
       O Perú é o país andino que abriga o maior legado de culturas pré-colombianas e, por volta de 3 mil a.C., a região já era habitada. Divididas por escalas de tempo de apogeu e territoriais, várias civilizações se desenvolveram ali como a Chavín (norte); Paracas, Mochica, Chimu e Nazca (litoral); Tiahuanaco (região do lago Titikaka) e posteriormente a hegemonia do grande Império Inca sobre grande parte do território, estendendo-se ainda para partes do Equador, Bolívia e Chile.

 

 

        A viagem de Puno a Cuzco percorre os vales que recortam a cordilheira.Cuzco, ou Qosqo (no idioma quéchua), capital do antigo Império Inca, é uma das cidades mais ricas em história, cultura e arqueologia na América Latina. Cada ruela da cidade esconde algum fato histórico e os peruanos nativos, descendentes dos incas, completam o clima do local.
       É nessa cidade, onde as construções exibem antigas bases de pedra com encaixes perfeitos, que ser realiza o I Encontro do Engenharia Sul-Américana, parte integrante da promogração do II Fórum. No final de semana, a comitiva visita Machupichu.  

 

 

 

www.fne.org.br

 

 

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