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10/02/2015

Opinião - Não à recessão!


Nos últimos dois anos apesar do baixo crescimento da economia, o emprego tem se mantido alto e os trabalhadores têm conquistado ganhos reais expressivos, com ênfase nos ganhos reais do salário mínimo.

Baixo crescimento do PIB, aqui no Brasil, tem sido muito diferente de recessão.

Mas os cabeças de planilha, os mãos de tesoura, a bancolândia e os rentistas querem provocar uma verdadeira recessão com suas medidas de arrocho anunciadas.

Beneficiando-se do clima de barata-voa na política, do silêncio da presidente e da imagem aterrorizante difundida pela mídia, julgam que chegou a hora de produzir uma severa retração na economia, um retrocesso, com efeitos sociais diretos, quais sejam o desemprego cavalar e a consequente queda brutal dos salários. Os rentistas querem o dilúvio universal – nestes tempos de seca!

O movimento sindical deve assumir, para orientação de suas lutas unitárias que estão em curso, a palavra de ordem de NÃO À RECESSÃO! E extrair dela todas as consequências práticas na orientação de suas lutas.

Uma coisa é baixo crescimento e dificuldades pontuais, outra é a recessão com desemprego nas alturas, salários deprimidos e desorganização do movimento sindical: crescimento baixo aleija, recessão mata.

Todos os dirigentes sindicais sabem por experiência própria que no curso de uma campanha pode surgir uma palavra de ordem, um grito, um slogan que sintetiza os objetivos dos trabalhadores, organiza, reforça e orienta a luta.

O grito de NÃO À RECESSÃO, embora defensivo, cumpre este objetivo porque reflete o esforço coletivo para enfrentar as atuais medidas restritivas, desanuvia o clima fatalista de derrota e desorientação, barra o monstro recessivo, desmascara os adversários e acumula forças para continuidade do desenvolvimento garantindo empregos e salários.

 

 

* por João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical

 

 

 

 

 

 

 

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Comentários   

# NÃO À RECESSÃOUriel Villas Boas 12-02-2015 11:02
As avaliações da situação que vamos enfrentar nos próximos meses são muito preocupantes. O mundo passa por uma crise que vem desde os idos de 2009. E o Brasil não está imune aos seus reflexos. E agora, as figuras muitos bem identificadas por João Vargas Neto como autores de "cabeças de planilhas, integrantes da bancolândia, mãos de tesoura e rentistas tentam ocupar os espaços para ditar regras na economia, tirando proveito como sempre fizeram. Mais do que nunca o movimento sindical precisa estar atento e sobretudo, agir em conjunto. Não dá para ficar esperando, são necessárias iniciativas sem que mostrem capacidade de luta e de busca de soluções.

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