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26/05/2020

Pandemia também levará novas tecnologias para construção civil, diz pesquisa

Comunicação SEESP*

No mundo pós-pandemia, as empresas serão cada vez mais tecnológicas. Planos que foram avaliados por anos, e que vinham sendo postergados, saíram do papel e se tornaram a única opção para a manutenção do faturamento da maioria. Pesquisa realizada pela Prospecta Obras, startup que mapeia as obras em andamento no País, buscou entender os impactos da adoção de novas tecnologias no setor de construção civil e constatou que 87% das empresas entrevistadas pretendem aumentar os investimentos em tecnologia, contra apenas 8% que afirmam a intenção de reduzir.

 

Imagem: Freepik

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A maioria, cerca de 53%, diz não saber qual percentual do faturamento deve ser destinado à área, mas 23% apontam que será algo em torno de 10% e outros 17% dizem que será ainda mais, chegando a 20% do faturamento total da empresa. Para 68% dos entrevistados, a pandemia tornou o investimento em tecnologia ainda mais relevante. “O setor de construção civil é um dos mais atrasados em relação à transformação digital. A pandemia parece ter alterado o curso dessa história”, afirma Wanderson Leite, CEO da Prospecta Obras.


Entre as tecnologias mais promissoras estão Inteligência Artificial e robótica, com 37%, seguidas por Big Data, com 33%. O uso de drones aparece em terceiro lugar, com 18% dos votos. Quase 70% dos entrevistados afirmam que já adotam Big Data e que essa tecnologia faz parte da rotina. Contudo, apenas 12% já estão familiarizados com robôs e inteligências artificiais. Chama atenção também o fato de que 67% das decisões de investimentos em tecnologia partem da diretoria, seguida pelo departamento de TI, com 21%.

As áreas que mais recebem os investimentos em tecnologia são: marketing, com 61% dos recursos; e área de operações, com 22%. Quando perguntados sobre os benefícios esperados da tecnologia, há praticamente um empate: 27% dizem esperar um aumento nas vendas; 26%, redução de custos; 25%, aumento de produtividade; e 22%, aumento de segurança. “Os números mostram que existe uma demanda latente por melhorias em diversos segmentos que podem ser promovidas por ferramentas tecnológicas. O próximo passo é incorporar essas soluções ao dia a dia das empresas”, evidencia Leite.


Sobre a expectativa do impacto da tecnologia, 39% dos entrevistados dizem que o foco é a criação de novos canais de venda, como e-commerce e serviços de delivery. Na sequência, estão as necessidades de melhoria na qualidade, com 26%; desenvolvimento de novos produtos, com 18%; e oferta de produtos mais baratos, com 27%. A pesquisa foi enviada para 7.600 empresas no período de 27 a 30 de abril.


* Com assessoria de imprensa


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