GRCS

16/04/2020

Videoconferência das centrais orienta as bases e dialoga com a população

Agência Sindical

Ante o avanço do novo coronavírus e o isolamento social, o sindicalismo busca na tecnologia meios de se manter ligado às bases e de dialogar com a sociedade. Foi o que ocorreu nesta semana, na terça-feira (14/4), quando as centrais sindicais fizeram reunião virtual sobre ações em defesa da classe trabalhadora durante a pandemia, como também frente a decisões e MPs governamentais.


video conferencia centrais internaReprodução

 

 Participaram da videoconferência, mediada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os presidentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Durante a transmissão, na parte da tarde, eles avaliaram a conjuntura e comentaram as iniciativas adotadas pelo sindicalismo pra preservar empregos, salários e, ainda, a saúde dos trabalhadores.

 

Embate
Em um cenário no qual autoridades da saúde defendem isolamento social, pra evitar propagação do vírus, e o governo tenta apoiar a economia, as Centrais propõem alternativas a fim de atravessar o período e criar condições para a retomada da atividade econômica, mantendo-se direitos.

 

Ricardo Patah, presidente da UGT, disse à Agência Sindical que os sindicalistas também têm participado de reuniões virtuais com governadores - até agora: Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. “Nosso objetivo é apresentar propostas pra enfrentar os desafios impostos e ao mesmo tempo preservar a saúde, emprego e a renda da população”, ele afirma.

 

Tecnologia
Técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, que coordenou a live, avalia positivamente a iniciativa de se utilizar a tecnologia pra falar com a base e a população. “É uma alternativa pra apresentar aos trabalhadores o que tem sido feito na preservação de empregos e direitos. Dessa forma, a pessoa pode acessar o debate onde e quando puder e ficar informada sobre as ações das Centrais e do sindicalismo, em geral”.egundo Clemente, a utilização dessa tecnologia é um salto na comunicação das entidades, pois estabelece novo padrão de relação com os trabalhadores. “Passada a pandemia, podemos usar essas ferramentas pra fortalecer o contato com as bases e meio de mobilizar ou apresentar conteúdos. Seja a partir da realização de assembleias, reuniões mesmo de cursos”, comenta.

 

As Centrais Sindicais vão definir o formato do 1º de Maio, Dia do Trabalhador Unificado, a exemplo de 2019. O evento será online, provavelmente com shows e arrecadação de gêneros para os mais carentes.


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