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18/12/2018

Inscrições prorrogadas para programa de aceleração de startups de impacto social

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No Brasil, 84,4% da população vive em centros urbanos, de acordo com Censo 2010; a expectativa é que, em 2030, esse contingente abarque 91,1% dos brasileiros. Entre 2015 e 2030, o mundo verá um aumento de 30% da densidade média de áreas metropolitanas – resultado do processo de urbanização e do crescimento populacional. A quarta revolução industrial, associada às mudanças socioeconômicas e demográficas, transformará o mercado de trabalho e deve eliminar até 2022 cerca de 75 milhões de vagas de emprego em todo mundo. Em contrapartida, 133 milhões de novos empregos vão surgir, de acordo com o Future of Jobs Report, conduzido pelo Fórum Econômico Mundial. Na prática, além das cidades, o mundo do trabalho está mudando radicalmente. Para apoiar os negócios de impacto social que estão construindo as soluções demandadas por esse futuro, Facebook e Artemisia estão em busca de empreendedores que vão compor a terceira turma do programa deaceleração da Estação Hack. As inscrições estão abertas até 6 de janeiro de 2019 e podem ser feitas pelo site www.artemisia.org.br/aceleradoraestacaohack.

 

Foto: Estação Hack

 

Na Estação Hack, primeiro centro da rede social para inovação, localizado em São Paulo, Facebook e Artemisia – organização pioneira no Brasil no fomento de negócios de impacto social – têm apoiado uma nova geração de empreendedores inovadores que promovem transformações positivas na sociedade. Para a terceira turma, a busca recai por startups de todo o País, que atuem em um dos eixos: soluções voltadas para cidades inclusivas e sustentáveis; e capacitação de talentos e profissionais do futuro. O conceito de cidades inclusivas – que envolve uma rede complexa de múltiplos fatores espaciais, sociais e econômicos – norteia o primeiro eixo. Nele estão aptos a participar da seleção negócios de impacto social com produtos e serviços que garantam ao morador das cidades do amanhã oportunidades e melhores condições de vida. 

Nesse contexto, soluções voltadas à mobilidade com foco nas pessoas (não trânsito ou transportes); transformação de moradias insalubres para habitações dignas e sustentáveis; água, energia e meio ambiente; saúde e bem-estar; govtechs (que ajudem governos a se tornarem mais eficientes, inteligentes e acessíveis à população); soluções voltadas para ética e cidadania; e startups que atuem para tornar as cidades mais acessíveis e inclusivas para minorias e pessoas vulneráveis (acessibilidade para pessoas com deficiência, segurança de mulheres nos trajetos etc).

No eixo de capacitação de talentos e profissionais do futuro, a busca é por negócios de impacto social com soluções que propiciem oportunidades de trabalho para a população de menor renda em um contexto de economia global em rápida transformação. Empresas com soluções focadas em apoiar essa população para as novas vagas que serão abertas em um futuro próximo. A proposta é selecionar iniciativas empreendedoras que ajudem as cidades a se tornarem mais criativas, preparando talentos e profissionais para o futuro mercado de trabalho. Nessa lógica, startups de incentivo à cultura e criatividade; desenvolvimento de competências do século XXI; fomento à cultura maker, ensino de robótica e programação; acessibilidade digital; soluções voltadas à ética e tecnologia, capacitação e fortalecimento de empreendedores; e empregabilidade para jovens.

“Acreditamos em um futuro no qual as pessoas estão em primeiro lugar. Em que a tecnologia está a serviço do bem-estar dos seres humanos e do meio ambiente e no qual as cidades são inclusivas, criativas e sustentáveis. E por isso, para essa terceira edição do programa, buscamos startups de impacto social inovadoras que queiram resolver problemas de hoje e construir o amanhã, preparando pessoas e cidades para o futuro”, diz Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia.

Na análise de Eduardo Lopes, diretor da Estação Hack, o trabalho realizado com as primeiras turmas é extremamente positivo; o resultado obtido mostra como a troca de ideias e o conhecimento entre os empreendedores e alunos dos cursos de programação oferecidos no local podem ajudar na criação de um ambiente de inovação. “Queremos nesta nova rodada mais negócios que compartilhem a ideia de que a tecnologia e o impacto social podem trazer maiores benefícios para o desenvolvimento social do País. Acreditamos que empreendedores com essa preocupação colaboram para a solução de desafios atuais, contribuindo para a sociedade hoje e no futuro", afirma.

Para a terceira turma serão escolhidas dez novas startups de impacto social para um trabalho intensivo de aceleração de negócios dentro da Estação Hack, que já apoiou outros 20 empreendimentos nas edições anteriores.

 

SERVIÇO

Aceleradora Estação Hack 
Inscrições até 6 de janeiro de 2019
www.artemisia.org.br/aceleradoraestacaohack


Período de aceleração das startups residentes: fevereiro a julho de 2019
Mais informações sobre a Estação Hack: www.facebook.com/estacaohack/

 

 

 

Com informações da Assessoria de Comunicação Frida Luna

 

 

 

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