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10/08/2018

Por um país mais liberal e com menos privilégios

Comunicação SEESP

 

O SEESP recebeu em sua sede, na Capital, no último dia 8, o pré-candidato a senador por São Paulo Diogo da Luz (Novo), acompanhado de seu suplente Rodrigo Fonseca e da pré-candidata a vice-governadora do Estado Andrea Menezes. O sindicato realiza iniciativas como essa a cada pleito, com o objetivo de propiciar à categoria e demais interessados a oportunidade de conhecerem as propostas dos que disputam cargos executivos. Democraticamente todos estão sendo convidados.

 

 

Foto: Beatriz Arruda
DiogoLuz mat

 

No ensejo, Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, passou às mãos dos três pré-candidatos a nova edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, como contribuição ao programa de governo. A iniciativa da FNE que vem sendo atualizada desde 2006 desta vez tem como pilar a “retomada da engenharia nacional”, título da publicação.

 

Produtor rural e piloto de linha aérea, Diogo da Luz, 51 anos, afirmou que a opção pela política se deu a partir de “indignação muito grande com os seres dos Três Poderes em Brasília”. Ele frisou: “A melhor herança que podemos deixar aos nossos filhos e netos é um Brasil seguro, mais justo e com mais oportunidades.” No ensejo, detalhou as atribuições de um senador da República e afirmou que sua primeira iniciativa, se eleito, será acabar com os privilégios parlamentares. “Um senador tem à disposição R$ 220 mil em verbas para gabinete, direito a 90 assessores, dois carros oficiais, plano de saúde vitalício. Não tem sentido, nosso papel é contribuir com a sociedade. Vamos reduzir isso drasticamente. São privilégios de que abro mão.” Segundo ele, a proposta que permeia o partido Novo é de “um país mais liberal, menos burocrático e regulado, transição que tem que ser feita progressiva e lentamente”.

 

Fonseca, 42 anos, que é engenheiro civil, observou a falta de representatividade da categoria no Legislativo. “O Brasil precisa de nós para sua reconstrução, para o fomento de grandes projetos. Espero que nossa profissão seja valorizada desta vez”, frisou. E Menezes, 57, física, concluiu: “Nossa plataforma de governo é totalmente diferenciada. Vamos trazer lisura, transparência, competência de gestão, técnica e de liderança. Represento as mulheres na perspectiva de um lado, para que possamos ter um mundo mais igual e mais humano.”

 

 

 

 

 

 

 

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