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04/07/2018

Transformar o Brasil em um canteiro de obras

 

Comunicação SEESP

 

Primeiro pré-candidato a presidente a participar do ciclo de debates do SEESP, o governador licenciado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), falou aos engenheiros na tarde desta terça-feira (3). A atividade foi sediada no auditório do sindicato, na Capital, com lotação de público. A entidade realiza iniciativas como essa a cada pleito, com o objetivo de propiciar à categoria e demais interessados a oportunidade de conhecerem as propostas dos que disputam cargos executivos. Democraticamente, todos estão sendo convidados. No ensejo, Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, passou às mãos de Alckmin a nova edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, “como contribuição ao seu programa de governo”. A iniciativa da FNE que vem sendo atualizada desde 2006 desta vez tem como pilar a “retomada da engenharia nacional”, título da publicação.



Foto: Beatriz Arruda

Alckmin précandit site

 

 

Alckmin inaugurou sua preleção destacando que o desafio central ao novo presidente da República é emprego e renda. “No País, são 13 milhões de desempregados, 5 milhões no chamado desalento (que já desistiram de procurar trabalho) e outro tanto em situação de subemprego. Somados, são 27 milhões nessas condições. O Brasil precisa voltar a crescer para criar mais postos de trabalho”, observou.

 

Na sua visão, o caminho para a retomada da atividade econômica é ampliar a competitividade do País. Assim, propõe atrair novos players, mediante ações como desregulamentação do Banco Central. Outros caminhos apontados pelo pré-candidato são cooperativas de crédito, simplificação tributária e desburocratização. Desse modo, conforme Alckmin, em parceria ou mediante concessão à iniciativa privada, ampliar o investimento em infraestrutura. “Temos que fazer do Brasil um canteiro de obras. É preciso ainda olhar para a inovação tecnológica. Para emprego ‘na veia’, engenharia e construção são imbatíveis”, destacou. Alckmin apontou entre os projetos nessa direção a integração dos modais de transporte. “O governo não tem recursos e sobra dinheiro no mundo. É preciso bons projetos, agências reguladoras altamente profissionalizadas e segurança jurídica para atrair investidores. O Estado brasileiro deve regular, fiscalizar, planejar e trazer a iniciativa privada. Essas eleições serão definidoras do futuro do Brasil, de sua inserção internacional competitiva”, concluiu.

 

 

 

 

 

 

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Comentários   

# Engenheiro Mecânico e de Seguança do TrabalhoALBERTO S.S.BRITO 05-07-2018 10:10
É importante que a Engenharia seja valorizada nos programas de governo dos próximos candidatos, pois sem engenharia não há crescimento econômico que se sustente. Novos projetos, novos investimentos será muito bem vindo, mas não da forma como estamos vendo milhares de obras inacabadas que consumiram fortunas e estão ao "léo" se deteriorando.
Precisamos concluir estas obras, coloca-las para funcionar e ajustar os chamados "custos Brasil" e então andar para frente, senão ficaremos eternamente "batendo com martelinho na roda do trem" sem saber porque e sem crescimento sustentável.

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