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20/06/2011

II Eco Piauí deve gerar documento de referência para desenvolvimento sustentável

Os participantes debateram perspectivas e preocupações nas áreas de energia, agronomia e meio ambiente, combate à desertificação, gestão hídrica de bacias hidrográficas, saneamento básico, aproveitamento de águas residuárias, além do plano estadual de recursos hídricos.

        Teresina recebeu entre quinta e sexta (16 e 17) da última semana, engenheiros, ambientalisas e autoridades públicas para o II Encontro de Meio Ambiente do Piauí - Eco Piauí, evento promovido pela Sindicato dos Engenheiros no Estado (Senge-Piauí) e a FNE. No centro dos debates, esteve a preocupação com políticas e alternativas para assegurar o desenvolvimento sustentável como prioridade transversal a todos os projetos e obras de estados e municípios.

        Os participantes debateram perspectivas e preocupações nas áreas de energia, agronomia e meio ambiente, combate à desertificação, gestão hídrica de bacias hidrográficas, saneamento básico, aproveitamento de águas residuárias, além do plano estadual de recursos hídricos. Segundo Antonio Florentino, presidente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí, esses setores foram escolhidos porque são essenciais para o desenvolvimento de qualquer região

        A palestra de abertura foi do consultor político João Guilherme Vargas com o tema “Desenvolvimento social, econômico e preservação do meio ambiente no Brasil”.

        Na manhã de quinta-feira, o debate inicial destacou os investimentos do saneamento básico no Brasil e no Piauí. César Scherer, representante do Ministério das Cidades, pontuou o crescimento de recursos destinados para os quatro setores do saneamento ambiental. Também destacou a intenção do Governo Federal nos quatro pilares do saneamento: abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem urbana.

        Em seguida, o professor doutor Cleto Barata explicou o projeto experimental elaborado na Universidade Federal do Piauí sobre o aproveitamento de águas residuárias para a produção de peixes. Segundo ele, a utilização do afluente de esgotos domésticos para a piscicultura é perfeitamente possível de maneira a diminuir a poluição dos rios e usar os nutrientes para a alimentação dos peixes.

        No tema Agronomia e Meio Ambiente, o professor doutor da Unicamp, Mohamed Habib, priorizou a apresentação de alternativas para se evitar o uso de agrotóxicos que, segundo ele, acarreta prejuízo à população. Sua proposta teve o principal objetivo de mostrar mecanismos aplicáveis para a agronomia sustentável. À tarde aconteceram palestras sobre energia, gestão hídrica de bacias hidrográficas, combate à desertificação e plano estadual de recursos hídricos.

        O presidente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí, Antonio Florentino, explicou que os eventos da FNE tendem a elaborar documentos para orientar as ações dos gestores públicos a promoverem o crescimento econômico com a preservação ambiental. “Junto com os sindicatos dos estados, a FNE discute os pontos mais relevantes para a situação atual da sociedade, mas pensando principalmente nas próximas gerações. Na elaboração do Programa de Aceleração do Crescimento, o Governo Federal utilizou muitas informações das entidades da engenharia para promover o desenvolvimento do país com sustentabilidade”, esclareceu Florentino ao lembrar que esta é a mesma intenção no II Eco no estado do Piauí. O Senge-PI lembrou aos seus associados que desde 2006 a FNE realiza uma série de discussões em todo país sobre os assuntos de maior importância em cada época. "A FNE já destacou a crise financeira internacional e agora trabalha também as ações para a Copa 2014", divulga o site do sindicado. O Eco Piauí deve resultar em um documento de referência a gestores públicos interessados em promover e assegurar o desenvolvimento sustentável.

 

(Com Senge-Pi e sites 180 graus e 360 graus)
www.fne.org.br

 

 

 

 

 

 

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