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14/10/2016

FNE participa de congresso de segurança no trabalho em Rondônia

A 18° edição do Congresso Nacional de Segurança no Trabalho (18° Conest), cuja abertura foi na noite do dia 12 de outubro último, contou com a participação do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (Crea-RO), Nélio Alencar; do bispo Joás Cavalcante; do representante da FNE, Sebastião Aguiar da Fonseca Dias (Senge-AC); do engenheiro civil e de segurança do trabalho Eudes Souza Froes; do Coronel Silvio Rodrigues, Comandante do Corpo de Bombeiros de Rondônia; do engenheiro mecânico e de segurança do trabalho Francisco Machado; do vice-presidente da Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, Sebastião Aguiar e do engenheiro civil e de segurança do trabalho, o vice-presidente do Seesp, Celso Atienza. A abertura solene aconteceu no auditório da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).


Fotos: Crea-RO
Rondônia Seminário 
Mesa de abertura do evento contou com a participação de representante da FNE e do Seesp.
 

Na quinta-feira (13), Atienza proferiu a palestra “A engenharia de segurança na política pública”. O evento termina nesta sexta-feira. Na manhã do dia 14, o presidente do Crea-RO destacou a importância de se investir em Segurança do Trabalho. “Através de projetos de segurança do trabalho é possível realizar um trabalho mais organizado. Isso pode não somente evitar acidentes, mas também levar ao aumento da produção, pois proporcionará um ambiente de trabalho mais agradável para que os funcionários trabalhem mais e com mais qualidade de vida”, disse.


Rondônia Seminário 2Presidente do Crea-RO, Nélio Alencar, e os engenheiros Eudes Souza Froes  e Celso Atienza.

Dados
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 2,34 milhões de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trabalho e doenças. Desse total, cerca de 2 milhões seriam causadas por doenças relacionadas ao trabalho. Informações do Anuário Brasileiro de Proteção 2015, que utiliza os dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, mostram que no ano de 2013, no Brasil, foram 717.911 acidentes no total, 2.814 óbitos e 16.121 incapacidades permanentes.

Segundo a OIT cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, 2,8 trilhões de dólares, são perdidos por ano em custos diretos e indiretos devido a acidentes de trabalho e doenças relacionados ao trabalho. Só no Brasil, de acordo com dados da Previdência, entre 2008 e 2013 foram gastos 50.094 bilhões de reais. A distribuição dos acidentes do trabalho pelos setores econômicos demonstra que alguns segmentos podem ser considerados como de alto risco, a exemplo da Indústria Extrativa, Fabricação de Produtos Minerais não metálicos, Transporte, Construção Civil e Outros.

 


Edição Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações do Crea-RO








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