GRCS

24/09/2015

Plano de saúde dos aposentados do Metrô em pauta

Foi realizada, em 15 de setembro último, a primeira reunião do grupo de trabalho (GT) do Metrô, decorrente de acordo no Núcleo de Conciliação de Coletivos no Tribunal Regional de Trabalho da 2ª Região de São Paulo (TRT/SP), para tratar do plano de saúde dos aposentados da companhia no prazo de 90 dias. Nesse período acontecerão reuniões quinzenais para o GT propor soluções para a manutenção do acesso dos aposentados da companhia aos serviços dos planos de saúde geridos pelo Instituto. Fazem parte do grupo representantes da empresa, do Metrus, do SEESP e do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. 

Os aposentados do Metrô estão cobertos pelos planos MSB (básico), que o Metrus subsidia de 40% a 60%, ou MSE (especial), até 38%. Os recursos utilizados advêm de fundo criado a partir de contribuições mensais de 2% do salário dos profissionais da ativa. Entretanto, o natural envelhecimento do grupo de aposentados, que implica mensalidades maiores e o encarecimento dos custos dos planos de saúde a taxas superiores a inflação, geraram uma situação de desequilíbrio que precisa ser solucionada (atualmente o Metrus tem gasto de 30% a 40% a mais do que arrecada para manter o subsídio).

No próximo encontro o Metrus deverá apresentar a situação real do Fundo de Subsídio dos Aposentados (FSA), desde o início de sua operação até a conjuntura atual, e uma simulação para os próximos anos.


 

Imprensa SEESP








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