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02/01/2011

Um balanço da infraestrutura

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O resultado da política de infraestrutura adotada pelo Brasil pode ser traduzida em números, após a retomada dos leilões de concessões em áreas como geração de energia elétrica, telecomunicações, estradas, ferrovias e petróleo e gás.

        A matriz energética brasileira cresceu, entre 2003 e 2010, 25% na comparação com o que havia sido feito até 2002. Ao parque gerador energético, foram acrescidos 27,9 mil megawatts (MW) de energia – uma ampliação equivalente a cerca de 35% em relação ao quadro apresentado em 2002. Com isso, a capacidade energética total do país foi ampliada para 110 mil MW.
        Onze usinas hidrelétricas estão em construção, o que resultará em um acréscimo total de 8.79 mil MW ao sistema brasileiro. Com a retomada das obras de Angra 3, um investimento de R$ 9,9 bilhões, mais 1,5 mil MW deverão ser agregados. Entre 2003 e 2010, 21,8 mil quilômetros de novas linhas de transmissão foram instalada, ampliando em 30% a quantidade de linhas existentes em 2002.
        Apenas no PAC foram executados investimentos de R$ 619 bilhões, até dezembro de 2010. Isso representa 94,1% dos R$ 657,4 bilhões previstos para o período 2007-2010. Só com empreendimentos já concluídos foram gastos R$ 444 bilhões – ou 82% dos R$ 541,8 bilhões previstos para o período, aplicados em todo o território brasileiro.
        Entre as obras destacadas pelo governo durante o balanço de quatro anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estão duas das maiores hidrelétricas do mundo (Santo Antônio e Jirau), e as eclusas de Tucuruí, no Pará, além dos 6.377 quilômetros de rodovias e dos 909 quilômetros de ferrovias, previstos para serem concluídos até o fim do mandato do presidente Lula.
       Ao todo, há 1.359 quilômetros de ferrovias aprovados pelo governo federal, tanto para bitola larga, mais adequada para o transporte de grandes cargas, como para o de bitola estreita.
       O documento destaca, ainda, a descoberta de 12 novos campos de petróleo e gás; as 12 novas plataformas que entrarão em operação até o fio deste ano; e os 3.776 quilômetros de gasoduto construídos durante o governo Lula. Eram cerca de 5,7 mil quilômetros do início do mandato. Até o final, a previsão é de que estejam concluídos mais de 9,3 mil quilômetros.
        No setor elétrico, o maior mérito do governo Lula foi o de ampliar e interligar o sistema elétrico do país, inclusive agregando a ele usinas termelétricas. Interligado, o sistema evita problemas de desabastecimento de energia causados pela baixa do nível de água das represas, já que a seca de uma região pode ser compensada pelas chuvas de outra.
        Um dos maiores destaques do governo Lula no setor de comunicações foi a criação do Sistema Brasileiro de TV Digital e as primeiras licitações para o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende tornar acessível ainternet de alta velocidade a regiões que ainda não têm acesso a esse tipo de serviço.
        Há, ainda, os avanços no campo da telefonia. Segundo a Anatel, em 2003 havia 46,4 milhões de linhas de telefonia móvel. Em 2009 esse número já estava em 173,9 milhões. A densidade desses tipos de telefones também ampliou, de 26,2 para 90,5 por 100 habitantes.

 

(Pedro Peduzzi, Agência Brasil)
www.fne.org.br

 


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