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Mostrando itens por tag: NR35
Quinta, 03 de Outubro de 2013 às 13:22

Trabalhadores e patrões avaliam um ano de NR35

A Norma Regulamentadora (NR) 35, que cria procedimentos de segurança na execução do trabalho em altura, completou um ano de vigência no dia 23 de março último. Para celebrar a data, foi realizado seminário nacional de avaliação da implementação da NR, em 26 de setembro, na sede do SEESP, na Capital paulista. O evento reuniu representantes dos trabalhadores e dos empregadores, além de fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e outros profissionais ligados à área de segurança do trabalho. Todos destacaram a importância dos engenheiros, representados pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e pelo SEESP, na elaboração da norma. “A NR 35 nasceu de uma demanda encaminhada pelos engenheiros e foi elaborada em tempo recorde, um ano”, disse Luiz Carlos Lumbreras Rocha, representante do governo na Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT), referindo-se à categoria.

* Aqui as fotos do seminário

O presidente do sindicato e da FNE, Murilo Celso de Campos Pinheiro, afirmou que a categoria realizou um sonho com a elaboração e aprovação da NR35, “temos respeito total pelas discussões que visam criar ambientes laborais seguros e dignos para todos os trabalhadores”. Pinheiro informou que a intenção da federação é realizar esse debate em todos os estados onde estão os seus sindicatos filiados.
 

Foto: Beatriz Arruda/SEESP
SeminárioNR35Seminário reuniu engenheiros, auditores do trabalho e outros
profissionais na avaliação de um ano da NR35 


O intuito do seminário foi debater, democraticamente, todos os aspectos pertinentes à implantação da NR e possíveis mudanças e aprimoramentos. O representante patronal, Henrique da Fonseca Marques, elogiou o grupo que elaborou a norma, porque, segundo ele, reuniu muito conhecimento sobre o trabalho em altura. Afirmou que os empregadores estão do mesmo lado dos trabalhadores quando o assunto é a prevenção de acidentes. E avaliou: “A NR35 já veio com muito atraso, mas nasceu num fórum apropriado, com os engenheiros.”

O auditor Lumbreras defendeu que a NR deve ser vista de forma dinâmica, e não estática, por isso precisa refletir as necessidades mutáveis e constantes da sociedade. Observou, ainda, o caráter amplo da norma que “deve ser encarada sendo complementada pelas demais NRs”. Lumbreras disse que o dispositivo vai à concepção da atividade, ou seja, o melhor é que o trabalho em altura seja evitado quando possível. Se a necessidade se impuser, existe uma hierarquia de medidas para prevenir a queda ou reduzir os seus efeitos, com a seguinte ordem: priorizar a proteção coletiva, definir medidas administrativas e, por último, a utilização de equipamento de proteção individual (EPI).

No detalhamento sobre os principais aspectos da NR, Lumbreras alertou que todo trabalho em altura deve ser precedido de análise de risco tanto na atividade rotineira como na esporádica. “Nos dois casos há necessidade da Autorização de Permissão de Trabalho (APT), que deve ser disponibilizada visivelmente nos locais de execução da atividade e depois em outros meios”, ensina.

Os problemas

Agnaldo Bizzo de Almeida, da bancada dos trabalhadores, identifica como uma questão a ser resolvida a de empresas de pequeno e médio porte ainda não estarem inseridas no contexto da NR35, setor que reúne, explica, um grande número de pessoas que executam trabalho em altura. Além disso, a hierarquia preconizada pela norma – eliminar, prevenir e proteger – não está sendo observada e critica: “Em alguns casos, começa-se pela utilização do EPI.”

Outro ponto frágil, para Almeida, é referente ao processo de autorização do trabalho e defende que as empresas devem manter um cadastro desses procedimentos. “Hoje predominam processos sem contextualização da atividade, meramente administrativos, subjetivos e burocráticos e sem a identificação do profissional responsável que liberou o trabalho.” Ele também detecta vulnerabilidade na capacitação, que, no seu entender, é insuficiente. “Um treinamento de oito horas não torna, automaticamente, o trabalhador apto à atividade em altura”, ressalta.

As dificuldades na implementação da NR35 são corroboradas pelo auditor do MTE, Gianfranco Pampalon, que aponta que mais de 60% dos acidentes nos ambientes laborais acontecem por falta de planejamento de projeto e que falta compromisso das empresas com a segurança no trabalho. Para ele, todo trabalho acima de dois metros e com risco de queda, de acordo com o disposto na norma, deve ser precedido pela seguinte pergunta: “Pode-se evitar o trabalho em altura?”.

O seminário abordou, ainda, temas como certificação de EPIs, dispositivos de ancoragem e de acesso por cordas, programa de treinamento norte-americano para trabalho em altura de acordo com a certificação internacional de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA), planos de atendimento em situações de emergência e futuras alterações da NR35.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP




Publicado em Notícias
Quarta, 25 de Setembro de 2013 às 10:21

Seminário hoje marca um ano da NR-35 do trabalho em altura

Acontece nesta quinta-feira (26/09), das 8h30 às 18h, seminário que marcará um ano da Norma Regulamentadora (NR) 35, que estabelece os requisitos mínimos de segurança para o trabalho em altura. A atividade, que ocorrerá na sede do sindicato, na Capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista), tem o apoio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do SEESP, e do Ministério do Trabalho e Emprego, além do patrocínio de diversas empresas e entidades.

* Confira aqui a programação

Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda. Esta condição é uma das principais causas de acidentes de trabalho no Brasil. Segundo o conselheiro fiscal do Seesp, José Manoel Teixeira, 40% dos acidentes de trabalho no Brasil são acidentes em desnível. “A FNE saiu na frente quando propôs a criação dessa norma tão importante para preservar a vida de milhões de trabalhadores", disse ele na ocasião. Isso porque a ideia de criar a NR-35 surgiu após a realização do “1º Fórum Internacional de Trabalho em Altura”, em setembro de 2010, em São Paulo, promovido pela FNE, em parceria com o Seesp, a Ideal Work e o Ministério do Trabalho e Emprego. Preocupada com essa questão, a Federação Nacional dos Engenheiros solicitou ao Ministério do Trabalho a criação de um grupo tripartite para elaboração de uma norma específica para trabalho em altura.

Ao regulamentar esse tipo de atividade, a NR-35 determina os requisitos mínimos e as medidas de proteção para os trabalhadores, do planejamento à execução. Um ano após sua publicação, os procedimentos, problemas na implementação, boas práticas e alterações futuras da NR-35 serão objeto de palestras e debates entre especialistas e participantes inscritos para o seminário.

Além da NR-35, a Portaria n° 313, do Ministério do Trabalho e Emprego, publicada no DOU há um ano atrás, criou a Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) da NR-35, com o objetivo de acompanhar a implantação da nova regulamentação.

 

Fonte: CNTU, FNE e Fator Brasil




Publicado em Jornal do Engenheiro

A Norma Regulamentadora (NR) 35, do trabalho em altura, completou um ano de vigência. Para avaliar sua implementação, dúvidas, boas práticas e desafios, será realizado seminário nacional no dia 26 próximo, na Capital paulista, com a participação de vários especialistas e entidades representativas dos trabalhadores e empresariais.

Com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), o evento tem como objetivos divulgar a norma e os trabalhos da Comissão Nacional Tripartite (CNTT) da NR, analisar os principais problemas na implantação das regras, elucidar as dúvidas suscitadas na interpretação da norma, apresentar os novos dispositivos normativos e normas técnicas referentes ao trabalho em altura, discutir os principais aspectos do Plano de Atendimento em situações de emergência e, por fim, debater o plano de trabalho para as futuras alterações ou inclusões da NR35.

A atividade é gratuita, com 400 vagas disponibilizadas mediante cadastro neste link. A programação completa do seminário, que será realizado na sede do SEESP (Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo), você confere aqui.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP




Publicado em Notícias

Já está valendo, desde o dia 27 de março, o item da Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35) que determina a obrigatoriedade de treinamento dos funcionários pelos empregadores. Publicada no Diário Oficial da União (DOU), em março de 2012, a medida estabelecia o prazo de seis meses para entrar em vigor e de um ano para a realização dos programas de capacitação.

De acordo com a norma, “é dever do empregador promover programa para capacitação dos trabalhadores para realização do trabalho em altura”. Com carga mínima de oito horas, o treinamento, teórico e prático, deve incluir apresentação das normas e regulamentos, análise de risco, sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva, equipamentos de proteção individual, acidentes típicos e condutas em situação de emergência, incluindo noções de resgate e primeiros socorros.

Com o objetivo de garantir a segurança e a saúde dos trabalhos envolvidos direta ou indiretamente com a atividade realizada em altura, o texto envolve o planejamento, a organização e a execução para todo tipo de trabalho realizado acima de 2 m do nível inferior.

O texto estabelece como de responsabilidade do empregador medidas como assegurar a avaliação prévia das condições do local de trabalho em altura, garantir informações sobre riscos e medidas de controle aos trabalhadores e organizar e arquivar a documentação prevista na norma. Enquanto isso, segundo o documento, cabe aos trabalhadores cumprir com as disposições legais da normativa, interromper suas atividades quando detectado risco grave e iminente e zelar pela segurança e saúde de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações.

A NR-35 estabelece os requisitos mínimos e medidas de proteção para o trabalho em altura. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a queda dos trabalhadores de diferentes níveis é uma das principais causas de acidentes de trabalho graves ou fatais. A norma foi concebida de modo a contemplar aspectos da gestão de segurança e saúde no trabalho para todas as atividades desenvolvidas em altura com risco de queda.

Para acessar a NR-35 na íntegra, clique aqui. O MTE também disponibiliza o Manual de Auxílio na Interpretação e Aplicação da Norma Regulamentadora nº 35 – Trabalhos em Altura.

 

Imprensa – SEESP
Fonte: PiniWeb




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Terça, 02 de Outubro de 2012 às 14:11

NR-35, do trabalho em altura, já está em vigor

Desde o dia 27 de setembro último já está valendo a NR-35 (Norma Regulamentadora) em todo o Brasil, que trata do trabalho em altura e define requisitos e medidas de proteção para os trabalhadores que atuam nessas condições. Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior e que envolva risco de queda. Segundo o presidente da FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), Murilo Celso de Campos Pinheiro, 40% dos acidentes de trabalho no Brasil ocorrem em desnível. “A FNE saiu na frente quando propôs a criação dessa norma tão importante para preservar a vida de milhões de trabalhadores”, destaca.

A NR-35 foi publicada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em março deste ano e teve prazo de seis meses para que as empresas pudessem se adaptar às exigências. Com o fim do tempo previsto para adaptação, os auditores fiscais do trabalho farão vistorias em estabelecimentos verificando o cumprimento do disposto na norma. O descumprimento da lei pode gerar punição às empresas.

A multa por não cumprir normas de segurança e saúde no trabalho varia em razão da gravidade da infração e do porte da empresa, podendo variar entre R$ 402,23 a R$ 6.078,09.

Responsabilidades
A Norma também faz referência às responsabilidades do empregador e do trabalhador. Ao empregador, por exemplo, cabe garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas na norma, bem como desenvolver procedimentos para as atividades rotineiras de trabalho em altura, garantindo que qualquer atividade nessas condições só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas na NR.

Ao trabalhador cabe cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador; interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, além de zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

Capacitação
A NR-35 estabelece que o empregador promova um programa para capacitação dos trabalhadores. Trabalhador capacitado para atividade em altura é aquele que foi submetido e aprovado em treinamento teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas.

O conteúdo deve incluir normas e regulamentos aplicáveis, dentre eles ao trabalho em altura; análise de risco e condições impeditivas; EPI (Equipamentos de Proteção Individual) e condutas em situações de emergência. Desta forma, todo trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por funcionário capacitado e autorizado. “Trabalhador autorizado para trabalho em altura é aquele capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa”, observa o presidente da FNE.

 

Imprensa – SEESP
Informação Oriobranco.net



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Segunda, 20 de Agosto de 2012 às 16:41

Motor flex, NR35 e Cresce Brasil em destaque no JE na TV

O JE (Jornal do Engenheiro), na TV, desta semana, entrevista o gerente de engenharia da Robert Bosch, Ederson Conti, a respeito das dúvidas em relação ao motor flex, que permite o uso de dois ou mais combustíveis. Na reportagem especial, será apresentado como foi o 1º Fórum Nacional de Trabalho em Altura – NR35, realizado pela FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) e pelo Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia), no dia 15 de agosto último.

O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, no quadro “No Ponto”, fala sobre o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado pela FNE, em 2006.

Isso e muito mais você vê no programa de televisão do SEESP. Em São Paulo, o JE é transmitido sempre às segundas-feiras, às 23h30, pelos canais 9 (Net), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital). Ou, no mesmo dia e horário, pela internet neste link. Já em outras cidades paulistas ou estados, os dias e horários são diferentes, veja aqui a grade da transmissão.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



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Quinta, 16 de Agosto de 2012 às 16:27

Treinamento, resgate e sistemas de segurança em pauta

Esses foram os temas abordados na tarde do dia 15 de agosto, durante o Fórum Nacional Trabalhos em Altura NR 35, realizado pela FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) e Isitec (Instituto Superior de Tecnologia e Inovação). No painel sobre contribuições técnicas, representantes de companhias apoiadoras expuseram os equipamentos necessários para reduzir impactos em quedas, de modo a atender a nova norma regulamentadora, a NR 35, que entrará em vigor em 27 de setembro próximo. Inaugurando essa parte do evento, Guilherme Amaral, da empresa Capital Safety, falou da importância do absorvedor de energia. “Um manequim com 100kg em queda livre de 1,80 metros de altura gera impacto de 2.200 quilogramas/força. A desaceleração rápida pode causar a falência de órgãos, que chegam a ‘explodir’. A norma determina como limite para impacto dessa ordem 600kgf. Com o absorvedor, pode-se chegar a menos de 400kgf, oferecendo-se muita segurança ao trabalhador.” À sua proteção, para ele, além do absorvedor, é fundamental planejar o sistema todo (que abrange outros equipamentos e cálculos). Destacando que o Brasil evoluiu bastante em relação a isso nos últimos 15 anos, Silvia Pini Arruda, da MSA do Brasil/Latchways, abordou soluções nesse sentido, como afirmou, “eficientes e de valor agregado, com facilidades para o operador desenvolver trabalho seguro, confiável e seguindo o que a NR 35 pede”. Já Diogo Rodrigues Antunes, da Ideal Work, falou sobre sistemas de resgate. Merecendo capítulo específico na norma, o assunto foi tema também de Gianfranco Pampalon, auditor fiscal do trabalho. “Toda empresa deverá ter um plano de emergência”, avisou.

Ruy Fernandes, da Leal, por sua vez, discorreu sobre a importância do treinamento, cuja obrigatoriedade está expressa na NR 35. Essa, como lembrou ele, especifica conteúdo programático e carga mínima de 8h. A capacitação conforme as novas regras passa a valer a partir de 23 de março de 2013. O tema foi ainda abordado por Joaquim Gomes Pereira, coordenador da NR 10 e auditor fiscal, que destacou ser responsabilidade da empresa garantir treinamento teórico e prático adequado para trabalho em altura, incluindo noções de resgate e primeiros socorros. Tal pode ser ministrado por profissional com proficiência na área, sob supervisão de engenheiro de segurança. Deve ser realizado preferencialmente durante a jornada de trabalho e se não for assim, ser considerado como hora extra. Segundo sua preleção, está prevista ainda reciclagem bienal “ou quando houver circunstâncias como mudanças de processos e afastamento do trabalhador por mais de 90 dias”. Ao final, o profissional estará certificado e receberá autorização para executar a atividade.

No fórum, foi ainda apresentada a importância de avaliação psicológica, prevista no manual relativo à aplicação da NR 35, por Fernanda Passoni de Oliveira, profissional da área na Cesp (Companhia Energética de São Paulo). E de exame clínico, por Sérgio Carvalho e Silva, médico do trabalho da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz).

 

Soraya Misleh
Imprensa SEESP



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A observação foi feita pela desembargadora Ivani Contini Bramante, do TRT/2ª Região de São Paulo, na abertura do 1º Fórum Nacional de Trabalho em Altura – NR35, nesta quarta-feira (15/08), na sede do SEESP, na Capital paulista, uma realização da FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), com o apoio institucional do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). O evento, cuja finalidade foi apresentar, discutir e difundir os conceitos e os aspectos da NR35 (Norma Regulamentadora nº 35), reuniu representantes do Ministério, técnicos e engenheiros de segurança do trabalho, empresas, advogados e trabalhadores de outras categorias profissionais, durante todo o dia. 

* Veja aqui as fotos do 1º Fórum Nacional de Trabalho em Altura - NR35

Bramante destacou a figura do profissional de engenharia que tem todo o conhecimento técnico do meio ambiente do trabalho, ao mesmo tempo parabenizou a elaboração da NR35 como um importante avanço na legislação. Para ela, a missão agora é fiscalizar a  sua aplicação. 

O presidente da FNE e do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, acredita que os engenheiros do país ajudaram a dar um passo importante na discussão das normas de segurança do trabalho em altura, que culminou com a publicação da NR35, em março último. 

O auditor fiscal do Trabalho Luiz Carlos Lumbreras Rocha, coordenador do GTT (Grupo de Trabalho Tripartite) do Trabalho em Altura, do MTE, lembrou que 40% dos acidentes laborais, no país, referem-se às atividades com diferença de nível. Por isso, fez questão de destacar que a FNE foi o “nascedouro” da NR35. O tempo recorde na elaboração da norma foi outro aspecto que Rocha observou. “Iniciamos em março de 2011 com o grupo de governo, passando depois para a consulta pública e, por fim, com o GTT. Tudo isso terminou em março de 2012. Exatamente em um ano.” 

Outro ponto importante para Rocha é que a NR, mesmo antes de entrar em vigor [em setembro próximo], já conta com um manual para ajudar a elucidar dúvidas e garantir a aplicabilidade correta de todos os procedimentos previstos. 

O representante do MTE, Rinaldo Marinho Costa Lima, ao mesmo tempo em que exortou um cenário para a segurança do trabalho único e melhor, já que hoje está na pauta da imprensa, da sociedade e da Justiça, também apresentou que “todo mês, segundo dados da Previdência Social, temos um avião da TAM [referindo-se ao acidente com a aeronave da companhia aérea, em 2007, no aeroporto de Congonhas (SP), onde morreram mais de 200 pessoas] de acidente do trabalho. São 40 trabalhadores por dia que se acidentam e se afastam por aposentadoria por invalidez. É nesse cenário que vem a NR35, que é viável, mas o grande desafio é transformá-la num ´marco´de segurança para o trabalhador”. 

Compuseram a mesa de abertura do fórum, além do presidente da FNE, da desembargadora Ivani Contini, do coordenador da GTT Luiz Carlos Lumbreras Rocha e do representante do MTE, Rinaldo Marinho Costa Lima; o deputado estadual Simão Pedro (PT/SP); José Manoel Teixeira, representante da FNE no GTT; e Washington Maradona Aparecido dos Santos, membro da CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente). 

Evitar o trabalho em altura
No primeiro painel do fórum, na parte da manhã, foram discutidos os aspectos gerais da NR35, com o coordenador do GTT do Trabalho em Altura, o auditor fiscal Luiz Carlos Lumbreras Rocha; os procedimentos de trabalho, com o auditor fiscal do Trabalho da SERT/SP (Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho), Gianfranco Pampalon; e as análises de risco, com o membro do GTT da NR35, Aguinaldo Bizzo de Almeida. 

Apesar da NR regulamentar procedimentos da atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda, Rocha observou que o foco da norma é evitar o trabalho em altura (TA). “Deve-se fazer a pergunta: não é possível fazer o trabalho de outra forma? Se não for possível evitar, utilizar equipamentos que afastem os riscos de queda ou utilizar equipamentos para reduzir a distância e as consequências da queda.” 

A Norma Regulamentadora que entrará em vigor em setembro próximo, tem procedimentos sobre capacitação (treinamento inicial, periódico e eventual), autorização, aptidão, execução, avaliação prévia, permissão de trabalho, EPI e emergência e salvamento. 

O auditor fiscal do Trabalho da SERT/SP, Gianfranco Pampalon, explicou que o TA deve ser precedido de análise de risco que leve em conta os seguintes pontos: local e entorno da execução dos serviços; isolamento e sinalização do entorno; estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem; condições meteorológicas adversas; fator de queda (0, 1 e 2); risco de queda de materiais e ferramentas; trabalhos simultâneos com riscos específicos; atendimento a requisitos de outras normas; riscos adicionais; condições impeditivas, que não se restringem ao ambiente de trabalho, mas também em relação ao estado de saúde do trabalhador no momento da realização da atividade; situações de emergência, resgate e primeiros socorros; necessidade de sistema de comunicação e forma de supervisão.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP



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A FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) e o Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia) realizam, com apoio institucional do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), o 1º Fórum Nacional de Trabalho em Altura – NR35, nesta quarta-feira (15/08), no SEESP (rua Genebra, 25, Bela Vista, SP), a partir das 8h30. O objetivo é apresentar, difundir e discutir, junto aos profissionais do setor de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), os conceitos e os aspectos da NR35 (Norma Regulamentadora nº 35) e melhorar a percepção e o entendimento da gestão e das boas técnicas que visam garantir ambientes de trabalho seguros e saudáveis. Na ocasião, será lançado, também, o “Manual de auxílio na interpretação e aplicação da Norma Regulamentadora nº 35 – Trabalhos em Altura”.

Uma das principais causas de acidentes de trabalho graves e fatais se deve a eventos envolvendo quedas de trabalhadores de diferentes atividades. A criação de uma NR ampla, que atenda a todos os ramos de trabalho, é um importante instrumento de referência para que estes trabalhos sejam realizados de forma segura.

A proposta de se criar uma NR específica sobre o trabalho em altura começou a se esboçar, em 2010, depois de seminário realizado pela Federação sobre o tema. “O motivo maior foi o número excessivo de morte em quedas de altura, por isso solicitamos ao ministério [do Trabalho] a discussão dessa norma. Na história das NRs a de altura é a que saiu mais rápido, em um ano aproximadamente”, lembra José Manoel Teixeira, diretor do SEESP e representante da FNE na CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente) instituída pelo MTE para elaboração da norma.

A NR foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) no dia 27 de março último. Do grupo participaram representantes do governo, dos trabalhadores e dos patrões.

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP


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As estatísticas oficiais demonstram que uma das principais causas de acidentes de trabalho graves e fatais se deve a eventos envolvendo quedas de trabalhadores de diferentes níveis e atividades. Portanto, a criação de uma NR (Norma Regulamentadora) específica sobre o trabalho em altura era urgente, o que fez a FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), em 2010, a partir de um seminário, encaminhar, junto ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), a solicitação de elaboração da norma. O que acabou acontecendo em menos de dois anos, como destaca José Manoel Teixeira, diretor da FNE e do SEESP, que também participou da CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente) instituída pelo ministério para tratar do assunto.

“O importante agora é que todos os setores, dos trabalhadores aos empresários e governo, tenham plena consciência das diretrizes da NR, no sentido de torná-la efetivamente uma realidade no país para que os acidentes sejam evitados”, observa Teixeira.

Por isso, será realizado o 1º Fórum Nacional de Trabalho em Altura – NR35 no dia 15 de agosto próximo, na sede do SEESP (Rua Genebra, nº 25, Bela Vista, São Paulo), uma realização da FNE e do Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia), com apoio institucional do MTE.

O objetivo do evento é apresentar, difundir e discutir, junto aos profissionais do setor de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), os conceitos e os aspectos da norma e melhorar a percepção e o entendimento da gestão e das boas técnicas que visam garantir ambientes de trabalho seguros e saudáveis.

A NR35 foi publicada em março último e já tem até um manual de auxílio para a sua aplicação, que será lançado no evento.

* Ainda dá tempo para se inscrever no Fórum, basta clicar aqui.
* Veja aqui toda a programação do evento


Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



 

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